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segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Outubro Rosa
Nas duas últimas décadas, aumentou o risco de uma pessoa adquirir câncer. Pela primeira vez, o Instituto Nacional de Câncer identificou esta taxa de risco, que em 1979 era de 40 a cada 100 mil mulheres e de 60 a cada 100 mil homens, e em 1999 alcançou o patamar de 60 a cada 100 mil mulheres e 80 a cada 100 mil homens. Abaixo algumas medidas especiais para você se prevenir. Que tal incorporá-las em sua rotina?
O que é Câncer?
Câncer ou neoplasia é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças caracterizadas pelo crescimento descontrolado de células anormais. Elas invadem tecidos e órgãos, podendo espalhar-se para outras regiões do corpo (quando ocorrem as metástases). O comportamento das células cancerosas pode ser explicado por mutações genéticas ou secreção anormal de hormônios ou enzimas. Essas células tendem a ser muito agressivas, formando os tumores (ou acúmulo de células cancerosas) que podem ser benignos ou malignos. Geralmente, o câncer começa no órgão onde as células anormais iniciam o ataque. Se for diagnosticado, pode ser curado com cirurgia ou radioterapia. E quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores são as chances de cura.
Câncer no Brasil
Atualmente, o câncer é a segunda causa de morte por doença, no Brasil. Somente na Região Nordeste, ele representa a terceira causa de morte por doença. Nas demais regiões, segue-se às doenças cardiovasculares, como causa de morte, com incidência maior na Região Sul. Os motivos que levam ao grande número de casos são o aumento da expectativa de vida da população em geral, associada à maior exposição a fatores de risco. O tipo de câncer que mais cresce é o de pulmão, em conseqüência da propagação do hábito de fumar.
Algumas Causas do Câncer
Hoje já se sabe que são raros os casos de câncer relacionados exclusivamente a fatores hereditários. No entanto, pode-se dizer que é forte a influência de fatores externos, como o meio ambiente ou hábitos e costumes presentes em nosso dia-a-dia. Essa pode ser uma boa notícia, pois assim fica mais fácil evitar esse problema. Sem causar grandes transtornos em nossa rotina ou deixar de lado aquilo que gostamos de fazer ou comer, é possível reduzir os riscos de adoecer. Primeiro, é bom deixar claro que os fatores ambientais são responsáveis por 80% a 90% dos casos de câncer. Só para dar alguns exemplos: o cigarro pode causar câncer de pulmão, a exposição excessiva ao sol pode causar câncer de pele e alguns vírus podem causar leucemia. E ainda, alguns estudos revelaram que certos alimentos também são fatores de risco. Então, pensar nos alimentos que ingerimos diariamente é um passo importante para sairmos vitoriosos nessa luta.
Hábitos Alimentares
Muitos alimentos têm sido associados com o processo de desenvolvimento do câncer, principalmente câncer de mama, cólon (intestino grosso), reto, próstata, esôfago e estômago. Por que isso acontece? Se consumidos por um longo período de tempo, muitos alimentos contribuem para o surgimento de células cancerosas. Então, preste atenção nas dicas abaixo:
Perigo! Alimentos que devem ser evitados ou ingeridos com moderação:
alimentos ricos em gorduras (como carnes vermelhas), frituras, molhos com maionese, leite integral e derivados (como manteiga), bacon, presunto etc.
alimentos que contêm níveis significativos de agentes cancerígenos: conservas em geral (picles, salsichas e alguns tipos de enlatados); defumados e churrascos; alimentos preservados em sal (como carne-de-sol, charque e peixes salgados).
A forma de preparar os alimentos também influencia no risco de câncer. Por isso, o se deve optar por métodos de cozimento que usem baixas temperaturas, como vapor, fervura, ensopado, guisado, cozido ou assado.
Diagnóstico de Câncer de mama
Toda mulher com 40 anos ou mais de idade deve procurar anualmente um ambulatório, centro ou posto de saúde para realizar o exame clínico das mamas. Além disso, toda mulher entre 50 e 69 anos deve fazer, pelo menos, uma mamografia a cada dois anos. O serviço de saúde deve ser procurado mesmo que não tenha sintomas!
O exame clínico das mamas é realizado por médico ou enfermeiro treinado para essa atividade. Nesse exame, poderão ser identificadas alterações nas mesmas. Se for necessário, será indicado um exame mais específico, como a mamografia.
A mamografia é um exame muito simples que consiste em um raio-X da mama e permite descobrir o câncer quando o tumor ainda é bem pequeno.
O exame das mamas realizado pela própria mulher, apalpando os seios, ajuda no conhecimento do próprio corpo, entretanto, esse autoexame não substitui o exame clínico das mamas realizado por um profissional de saúde treinado. Caso a mulher observe alguma alteração, deve procurar imediatamente o serviço de saúde mais próximo de sua residência. Mesmo que não encontre nenhuma alteração no autoexame, as mamas devem ser examinadas uma vez por ano por um profissional de saúde.
Outras Medidas de Prevenção
Mudando hábitos
Pare de fumar
Diminua o consumo de bebidas alcoólicas
Evite exposição prolongada ao sol
Exames
A partir dos 20 anos, a mulher deve fazer o exame preventivo do câncer de colo do útero
Aos 35 anos, a mulher deve submeter-se a uma mamografia de base; aos 40, uma mamografia de controle e a partir dos 50 anos, a uma anual
Homens e mulheres com mais de 50 anos devem solicitar exame de sangue oculto nas fezes.
Fonte: INCA
terça-feira, 5 de junho de 2012
Os bastidores do evento de lançamento da Iveco
O novo caminhão da marca é comparado com avião e apresentado a jornalistas
O programa Avesso traz os bastidores do evento de lançamento do caminhão Iveco Stralis NR Eurotronic, da Iveco. Para a ação a marca levou os caminhões em balsas até a Ilha de Comandatuba, na Bahia. "Trabalhamos duas semanas com 150 pessoas entre montagem e operação", conta Renato Villamarim, Diretor Executivo da Guia MKT, agência idealizadora do evento.
A campanha do Iveco Stralis NR Eurotronic faz uma analogia entre o caminhão e a aviação, "O conceito 'tecnologia e força para sua empresa decolar' trouxe os elementos da aviação, e nós começamos a discutir internamente como traduzir esse conceito para o evento", explica Marco Piquini, Diretor de Comunicação Iveco na América Latina.
Para criar um clima de vôo, o espaço de abertura da convenção foi transformado no interior de uma aeronave com direito a comissárias e serviço de bordo.
A grandiosidade do evento surpreendeu os convidados, e a mensagem colou. "Fiquei bem feliz porque ouvi um jornalista dizendo que esse caminhão é realmente um avião", conta Sarah Zampier, Coordenadora de Publicidade da Iveco.
Mestre de cerimônias do evento, a apresentadora Daniella Cicarelli, mostrou animação e interesse ao ser apresentada para o novo modelo Iveco, "Sou mineira, curiosa, então quando entrei no caminhão, fiquei perguntando, me falaram que guiá-lo é mais fácil do que andar de bicicleta".
Ainda durante o evento houve o Test Drive Solidário com os jornalistas, que também foram convidados a acrescentar uma hashtag em seus posts para mais tarde serem reunidos em uma revista digital.
Para realizar um evento dessa magnitude, Marco Piquini dá a receita, "Equipe e trabalho coletivo são a raiz de qualquer evento como este que estamos fazendo".
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
O carro elétrico está de volta
Já pensou se a energia de todo eletrodoméstico, eletrônico ou brinquedo que você utiliza fosse gerada por um motor à combustão? Bem, a Renault pensou e criou um dos comerciais mais originais para divulgação de uma linha de automóveis. Analisando logicamente, faz sentido a concepção da ideia tornando o automóvel como qualquer outro equipamento que usamos no dia a dia e nem imaginamos como seria se não existisse a energia elétrica.
Depois do belíssimo comercial da Renault mostrando como seria a vida se todos os eletrodomésticos e eletrônicos fossem movidos por energia gerada a combustão (como os carros atuais) para divulgação de sua gama elétrica na Europa, agora é a vez da Nissan fazer o mesmo nos Estados Unidos. A ideia do comercial é exatamente a mesma, porém, é ainda mais agressiva e assustadora. Vale lembrar que a Renault e Nissan fazem parte do mesmo grupo, e por isso, estão compartilhando o mesmo conceito. Assim como o comercial da Renault, este também vale muito a pena assistir. No fim, nada como uma espetadinha no Chevrolet Volt, que utiliza um pequeno motor à combustão.
E não para por aí, a Nissan divulgou um vídeo onde mostra virtualmente o seu elétrico esportivo, o Novo Nissan Leaf Nismo RC, numa pista.
Desenvolvido exclusivamente para trazer um novo significado ao termo “Corrida Verde”, o modelo é alimentado por baterias de íon-lítio – as mesmas utilizadas no Nissan LEAF. O Nissan LEAF NISMO RC é construído com carroceria de fibra de carbono que, além de uma frente removível, inclui seções traseiras, janelas, farois de LED, lanternas e uma asa traseira ajustável. O carro é alimentado por uma bateria de íon-lítion composta por 48 módulos compactos e um motor de 80kW AC que gera 107 cavalos de potência e 207 lb-pés de torque. Ele pode ser carregado até 80% de sua capacidade total em 30 minutos.
Em testes preliminares, RC NISMO produziu a aceleração de 0 a 62 mph em 6,85 segundos e uma velocidade máxima de 93 km/h. Ele foi projetado para aguentar cerca de 20 minutos sob condições de corrida.
Para quem for conferir o desempenho do modelo nas pistas, uma coisa é chata: o RC NISMO não emite nenhum ruído, ou seja, nada de ronco do motor.
Fonte: Carplace
Depois do belíssimo comercial da Renault mostrando como seria a vida se todos os eletrodomésticos e eletrônicos fossem movidos por energia gerada a combustão (como os carros atuais) para divulgação de sua gama elétrica na Europa, agora é a vez da Nissan fazer o mesmo nos Estados Unidos. A ideia do comercial é exatamente a mesma, porém, é ainda mais agressiva e assustadora. Vale lembrar que a Renault e Nissan fazem parte do mesmo grupo, e por isso, estão compartilhando o mesmo conceito. Assim como o comercial da Renault, este também vale muito a pena assistir. No fim, nada como uma espetadinha no Chevrolet Volt, que utiliza um pequeno motor à combustão.
E não para por aí, a Nissan divulgou um vídeo onde mostra virtualmente o seu elétrico esportivo, o Novo Nissan Leaf Nismo RC, numa pista.
Desenvolvido exclusivamente para trazer um novo significado ao termo “Corrida Verde”, o modelo é alimentado por baterias de íon-lítio – as mesmas utilizadas no Nissan LEAF. O Nissan LEAF NISMO RC é construído com carroceria de fibra de carbono que, além de uma frente removível, inclui seções traseiras, janelas, farois de LED, lanternas e uma asa traseira ajustável. O carro é alimentado por uma bateria de íon-lítion composta por 48 módulos compactos e um motor de 80kW AC que gera 107 cavalos de potência e 207 lb-pés de torque. Ele pode ser carregado até 80% de sua capacidade total em 30 minutos.
Em testes preliminares, RC NISMO produziu a aceleração de 0 a 62 mph em 6,85 segundos e uma velocidade máxima de 93 km/h. Ele foi projetado para aguentar cerca de 20 minutos sob condições de corrida.
Para quem for conferir o desempenho do modelo nas pistas, uma coisa é chata: o RC NISMO não emite nenhum ruído, ou seja, nada de ronco do motor.
Fonte: Carplace
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Você conhece a prática do Bookcrossing?
Imagine o mundo como uma grande Biblioteca onde os livros pudessem circular livremente entre uma infinidade de pessoas. Essa é a filosofia do Bookcrossing. Os livros são livres e não param de contar suas histórias por aí.
"O BookCrossing tem o seguinte lema: ler, registrar e libertar. Você lê o livro, registra-o no site oficial e o liberta em algum local público de grande circulação. E tem mais, quando o livro é registrado no site é gerado uma espécie de protocolo, existe uma etiqueta para ser colada no livro e este protocolo vai escrito ali, o que vai ser o posterior registro do livro. Porque se todos os que lerem e libertarem o livro, fazendo o registro no site, vai dar pra saber o tamanho da viagem que a obra está fazendo." (Edilene Ruth Pereira, Papo de Quinta)
Se você é amante da literatura essa é uma forma bem legal de compartilhamento de livros e incentivo a leitura.
Pensando nisso a Biblioteca ESPM Rio estará promovendo na semana do dia 22 a 26 de novembro um espaço para essa troca de livros. Faremos o cadastramento no site oficial de todos os livros para que vocês possam acompanhar suas jornadas e comecem as férias com novas histórias.
Confira alguns livros que serão libertados em nosso Bookcrossing!
Para saber mais sobre o Bookcrossing:
Papo de Quinta
Bookcrossing Brasil
Bookcrossing
Livro Livre
"O BookCrossing tem o seguinte lema: ler, registrar e libertar. Você lê o livro, registra-o no site oficial e o liberta em algum local público de grande circulação. E tem mais, quando o livro é registrado no site é gerado uma espécie de protocolo, existe uma etiqueta para ser colada no livro e este protocolo vai escrito ali, o que vai ser o posterior registro do livro. Porque se todos os que lerem e libertarem o livro, fazendo o registro no site, vai dar pra saber o tamanho da viagem que a obra está fazendo." (Edilene Ruth Pereira, Papo de Quinta)
Se você é amante da literatura essa é uma forma bem legal de compartilhamento de livros e incentivo a leitura.
Pensando nisso a Biblioteca ESPM Rio estará promovendo na semana do dia 22 a 26 de novembro um espaço para essa troca de livros. Faremos o cadastramento no site oficial de todos os livros para que vocês possam acompanhar suas jornadas e comecem as férias com novas histórias.
Confira alguns livros que serão libertados em nosso Bookcrossing!
Para saber mais sobre o Bookcrossing:
Papo de Quinta
Bookcrossing Brasil
Bookcrossing
Livro Livre
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Campanha Havaianas premiada em Cannes
Por Silvia Zampar
Vejo muita inspiração nas artes, com um aspecto vintage, me lembrou Yellow Submarine, enfim, mais uma vez o pessoal “acerta a mão” ao criar as peças de Havainas, se preocupando pouco em mostrar atributos do produto, mas muito mais em passar emoção.
Fonte: TuDiBão
Vejo muita inspiração nas artes, com um aspecto vintage, me lembrou Yellow Submarine, enfim, mais uma vez o pessoal “acerta a mão” ao criar as peças de Havainas, se preocupando pouco em mostrar atributos do produto, mas muito mais em passar emoção.
Fonte: TuDiBão
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Nova Campanha da Pepsi, um novo posicionamento
A Pepsi apresenta o novo posicionamento da marca, que incentiva o público a viver a diversidade, sair da rotina e estar aberto a novas possibilidades. A ideia principal é mostrar que abrir mão das falsas primeiras impressões pode ser bom para construir um novo repertório de vida.
Multitarefa, conectado e aberto a novas experiências, o jovem do século XXI é o principal foco da marca, que acaba de lançar uma nova plataforma de comunicação assumindo que pode ser uma boa escolha. A campanha desenvolvida a partir de uma pesquisa em bares e restaurantes pela AlmapBBDO mostra um garçom dizendo que só tem Pepsi e perguntando: "Pode ser?". A estratégia é utilizar um fato que já acontece no dia a dia para quebrar os velhos hábitos. “Estamos fazendo isso de uma forma verdadeira e corajosa”, afirma Andrea Alvares, vice-presidente de Marketing da PepsiCo.
Com o slogan "Pode ser bom. Pode ser muito bom. Pode ser Pepsi", a marca associa beber Pepsi a um universo em que novas experiências são saudáveis e podem surpreender. A Campanha, criada pela AlmapBBDO, conta com a presença do jogador Ganso, do Santos.
A marca espera se alinhar à autenticidade do jovem ao se apropriar do que acontece na vida real, no ponto de venda. “A pergunta que todo mundo já ouviu de um garçom vira campanha da Pepsi”, escreveu Marcelo Serpa, Sócio-presidente e Diretor de Criação da AlmapBBDO, em seu Twitter. “Queremos reverter a situação. Pegamos uma ocasião de fraqueza para transformá-lo num momento bom”, aponta, desta vez ao vivo, durante apresentação da campanha. “É bom usar a realidade e a verdade a seu favor no mundo das marcas verdadeiras e transparentes”, completa.
"Nos apropriamos de algo verdadeiro que é a situação vivida no momento de consumo da marca, sabemos exatamente a reação quando Pepsi é oferecida e nossa proposta é fazer com que as pessoas pensem que aquilo que não está na rotina pode ser uma boa alternativa. Nosso público é jovem e aberto a sair do piloto automático, da acomodação e vimos que esta proposta fala diretamente com eles” diz Luciana Fortuna, diretora de marketing de PepsiCo Bebidas.
Além da TV, a marca também investe em projetos especiais com veículos de mídia impressa e em ações online. Além de repaginar o site, estão programadas iniciativas com o objetivo de trabalhar as redes sociais e os canais oficiais de Pepsi.
Com isso, a Pepsi quer mudar o hábito no momento da pedida e dobrar o percentual de consideração pela marca. Ela parte do princípio de que o refrigerante já é conhecido e sonha com a preferência do consumidor. A companhia busca agora atingir pessoas que querem arriscar, variar e somar novas histórias à vida. Este perfil foi identificado depois do trabalho do departamento de Consumer Engagement, criado no Brasil no começo deste ano, o segundo no mundo depois dos Estados Unidos.
A missão da área é captar as tendências e levar para dentro da empresa. Primeiro, um diagnóstico do mercado é preparado para que na sequência sejam elaboradas as estratégias e o plano de ação. Neste trabalho, ficou claro que a Pepsi precisava criar uma conexão com o consumidor de forma mais próxima. Era preciso também que os esforços de comunicação deixassem de ser esporádicos.
Para o que a empresa chama de um novo momento da marca no Brasil, estão programados ainda o aumento da produção e da distribuição, realizada em parceria com a Ambev, comunicação no ponto de venda, ações de engajamento em redes sociais, promoção da marca por meio de conteúdo em revistas e de relacionamento em festas para jovens. “Acreditamos que agora vai”, diz Andrea Alvares, vice-presidente de Marketing da PepsiCo
Fonte: Exame, Mundo do Marketing
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Campanhas digitais de marketing político
Por Roberto Saretta
Após o período de Copa, o segundo assunto mais falado no ano de 2010 será as eleições e, assim como no evento anterior, as mídias digitais são grandes propagadoras de informações. No âmbito publicitário, há algum tempo é discutido sobre o cenário das mídias e sobre a convergência da comunicação com o intuito de gerar interatividade com o público-alvo em ações cada vez mais integradas com o mobile marketing.
Em 2000 e 2004, a internet já era apontada como item essencial no planejamento de diversas campanhas eleitorais. Mas nada comparado com o ano de 2008, para ser mais específico, durante a campanha épica do candidato Barack Obama, que atingiu o limite do planejamento online e offline para a cultura pop.
Os candidatos a cargos majoritários priorizam a conquista de eleitores mais jovens e conectados com as novas mídias e redes sociais. O resultado das campanhas publicitárias dos candidatos certamente alcançará escalas ainda maiores via celular, seja por SMS, torpedos de voz ou Bluetooth Marketing.
Para isso, existem alguns requisitos básicos para o sucesso de uma campanha eleitoral mobile:
1) A existência de planos estratégicos, detalhamento de atividades, tempo e recursos disponíveis para investir na campanha.
2) É necessário mão-de-obra especializada em propaganda, seja através da empresa fornecedora ou alguém de marketing para planejar, auxiliar e acompanhar os resultados.
3) E o mais importante, monitorar durante todo o processo os resultados para que possa interpretar as diretrizes obtidas e seguir o caminho correto.
É exatamente esse tipo de ação de relacionamento que possibilita a fidelização dos consumidores com uma determinada marca. No caso do marketing político, é isso o que o candidato deve buscar: um meio capaz de impactar o maior número possível de eleitores. O mobile marketing assume o importante papel de propagar as informações de campanha, seja através de um SMS, torpedo de voz ou santinhos digitais com a foto, nome e números do candidato e do vice.
Fonte: iMasters
Após o período de Copa, o segundo assunto mais falado no ano de 2010 será as eleições e, assim como no evento anterior, as mídias digitais são grandes propagadoras de informações. No âmbito publicitário, há algum tempo é discutido sobre o cenário das mídias e sobre a convergência da comunicação com o intuito de gerar interatividade com o público-alvo em ações cada vez mais integradas com o mobile marketing.
Em 2000 e 2004, a internet já era apontada como item essencial no planejamento de diversas campanhas eleitorais. Mas nada comparado com o ano de 2008, para ser mais específico, durante a campanha épica do candidato Barack Obama, que atingiu o limite do planejamento online e offline para a cultura pop.
Os candidatos a cargos majoritários priorizam a conquista de eleitores mais jovens e conectados com as novas mídias e redes sociais. O resultado das campanhas publicitárias dos candidatos certamente alcançará escalas ainda maiores via celular, seja por SMS, torpedos de voz ou Bluetooth Marketing.
Para isso, existem alguns requisitos básicos para o sucesso de uma campanha eleitoral mobile:
1) A existência de planos estratégicos, detalhamento de atividades, tempo e recursos disponíveis para investir na campanha.
2) É necessário mão-de-obra especializada em propaganda, seja através da empresa fornecedora ou alguém de marketing para planejar, auxiliar e acompanhar os resultados.
3) E o mais importante, monitorar durante todo o processo os resultados para que possa interpretar as diretrizes obtidas e seguir o caminho correto.
É exatamente esse tipo de ação de relacionamento que possibilita a fidelização dos consumidores com uma determinada marca. No caso do marketing político, é isso o que o candidato deve buscar: um meio capaz de impactar o maior número possível de eleitores. O mobile marketing assume o importante papel de propagar as informações de campanha, seja através de um SMS, torpedo de voz ou santinhos digitais com a foto, nome e números do candidato e do vice.
Fonte: iMasters
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Horário Eleitoral
O horário eleitoral funciona como uma espécie de vitrine dos presidenciáveis para o eleitorado, que se informa, na maioria, por meio da TV e do Rádio. Entenda como funciona o horário eleitoral gratuito.
A divisão do tempo de rádio e televisão leva em conta os cargos em disputa - Presidência da República, governos estaduais e vagas parlamentares. Às segundas, quartas e sextas-feiras, serão veiculadas as divulgações de candidatos a governador por 18 minutos. Depois, vêm os programas de deputados estaduais (distritais no caso do Distrito Federal), por 17 minutos. Por fim, os postulantes ao Senado terão 15 minutos.
Às terças, quintas-feiras e sábados serão veiculadas as propaganda de candidatos à Presidência da República, por 25 minutos. Em seguida, virão as de deputados federais, por 25 minutos. O tempo para cada coligação é dividido conforme a representação desses partidos na Câmara dos Deputados ou na Assembleia Legislativa.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) determinou a seguinte divisão do tempo de propaganda entre os principais candidatos a presidente da República: 10 minutos e 38 segundo destinados à “Para o Brasil seguir mudando”, de Dilma Rousseff (PT), sete minutos e 18 segundos para "O Brasil Pode Mais", de José Serra (PSDB), um minuto e 23 segundos para o Partido Verde, de Marina Silva.
Plínio Arruda Sampaio (PSOL) terá um minuto e um segundo. Rui Costa Pimenta (PCO), Zé Maria (PSTU), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Ivan Pinheiro (PCB) contarão com 55 segundos cada.
Nas inserções o critério é o mesmo. De acordo com a distribuição feita pelo TSE, Dilma terá o maior tempo diário: dois minutos e 33 segundos. Serra terá um minuto e 45 segundos. Marina ficará com 19 segundos e Plínio, com 14. Sem representação no Congresso, Pimenta, Zé Maria, Eymael, Fidélix e Pinheiro terão 13 segundos cada.
Normas e proibições
A propaganda deverá utilizar a Libras (Linguagem Brasileira de Sinais) ou o recurso de legenda. No horário, não é permitida a utilização comercial, ainda que disfarçada ou subliminar. Também é proibida a degradação ou a ridicularização de candidatos. A infração dessa regra pode gerar suspensão da transmissão do próximo programa. É proibida a montagem, trucagem ou técnicas de áudio ou vídeo.
O candidato à Presidência que se sentir ofendido no horário eleitoral encaminhará pedido de direito de resposta ao TSE no prazo de 24 horas após a exibição do programa. Postulantes a outros cargos devem encaminhar a solicitação do seu TRE (Tribunal Regional Eleitoral). O pedido deve mostrar o trecho considerado ofensivo ou inverídico.
São obrigadas a veicular a propaganda eleitoral as emissoras de rádio, inclusive as rádios comunitárias; as emissoras de televisão que operam em VHF e UHF e os canais de televisão por assinatura sob a responsabilidade do Senado Federal, da Câmara dos Deputados, das Assembleias Legislativas e da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Caso haja segundo turno em 31 de outubro, a propaganda eleitoral gratuita pode começar a partir das 48 horas da proclamação dos resultados do primeiro turno, sendo o dia 16 de outubro a data limite para o início.
Fonte: UOL
A divisão do tempo de rádio e televisão leva em conta os cargos em disputa - Presidência da República, governos estaduais e vagas parlamentares. Às segundas, quartas e sextas-feiras, serão veiculadas as divulgações de candidatos a governador por 18 minutos. Depois, vêm os programas de deputados estaduais (distritais no caso do Distrito Federal), por 17 minutos. Por fim, os postulantes ao Senado terão 15 minutos.
Às terças, quintas-feiras e sábados serão veiculadas as propaganda de candidatos à Presidência da República, por 25 minutos. Em seguida, virão as de deputados federais, por 25 minutos. O tempo para cada coligação é dividido conforme a representação desses partidos na Câmara dos Deputados ou na Assembleia Legislativa.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) determinou a seguinte divisão do tempo de propaganda entre os principais candidatos a presidente da República: 10 minutos e 38 segundo destinados à “Para o Brasil seguir mudando”, de Dilma Rousseff (PT), sete minutos e 18 segundos para "O Brasil Pode Mais", de José Serra (PSDB), um minuto e 23 segundos para o Partido Verde, de Marina Silva.
Plínio Arruda Sampaio (PSOL) terá um minuto e um segundo. Rui Costa Pimenta (PCO), Zé Maria (PSTU), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Ivan Pinheiro (PCB) contarão com 55 segundos cada.
Nas inserções o critério é o mesmo. De acordo com a distribuição feita pelo TSE, Dilma terá o maior tempo diário: dois minutos e 33 segundos. Serra terá um minuto e 45 segundos. Marina ficará com 19 segundos e Plínio, com 14. Sem representação no Congresso, Pimenta, Zé Maria, Eymael, Fidélix e Pinheiro terão 13 segundos cada.
Normas e proibições
A propaganda deverá utilizar a Libras (Linguagem Brasileira de Sinais) ou o recurso de legenda. No horário, não é permitida a utilização comercial, ainda que disfarçada ou subliminar. Também é proibida a degradação ou a ridicularização de candidatos. A infração dessa regra pode gerar suspensão da transmissão do próximo programa. É proibida a montagem, trucagem ou técnicas de áudio ou vídeo.
O candidato à Presidência que se sentir ofendido no horário eleitoral encaminhará pedido de direito de resposta ao TSE no prazo de 24 horas após a exibição do programa. Postulantes a outros cargos devem encaminhar a solicitação do seu TRE (Tribunal Regional Eleitoral). O pedido deve mostrar o trecho considerado ofensivo ou inverídico.
São obrigadas a veicular a propaganda eleitoral as emissoras de rádio, inclusive as rádios comunitárias; as emissoras de televisão que operam em VHF e UHF e os canais de televisão por assinatura sob a responsabilidade do Senado Federal, da Câmara dos Deputados, das Assembleias Legislativas e da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Caso haja segundo turno em 31 de outubro, a propaganda eleitoral gratuita pode começar a partir das 48 horas da proclamação dos resultados do primeiro turno, sendo o dia 16 de outubro a data limite para o início.
Fonte: UOL
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Campanha on-line amplia debate, dizem cientistas políticos
Nas eleições deste ano, os mais de 21 mil candidatos terão a chance de usar vários recursos da internet para ampliar o alcance das suas campanhas. Vistos com desconfiança por uns e como uma aposta vencedora por outros, blogs, e-mails, sites e redes sociais poderão aumentar a participação do eleitorado no debate político.
A reforma da legislação eleitoral, aprovada no ano passado (Lei 12.034/09), ampliou as possibilidades de uso da internet nas campanhas. Antes, os candidatos só podiam utilizar as próprias páginas e as dos partidos para veicular material de campanha. Agora, além da autorização para utilizar os diversos meios de interação da rede, os candidatos podem até mesmo receber doações on-line de eleitores (pessoas físicas) por meio de cartão de crédito.
Um exemplo do aumento da demanda popular por mais participação no debate político é a aprovação do Projeto Ficha Limpa, que surgiu de iniciativa popular amparada por cerca de 1,3 milhão de assinaturas. "A internet já está influenciando a organização das campanhas e os próprios formadores de opinião", afirma o mestre em ciência política Francisco Brandão, que desenvolve tese de doutorado sobre o assunto. Ele diz que, além de estimular a interação entre candidatos e eleitores, as ferramentas da web podem servir para alimentar os debates e a própria propaganda eleitoral tradicionalmente realizada no rádio e na televisão.
Para a cientista política e professora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) Maria do Socorro Braga, embora a internet permita mais informações e em tempo real, muitas vezes a credibilidade pode ser posta em xeque. Recentemente, segundo pesquisa divulgada pelo Ibope, houve um aumento significativo do número de pessoas conectadas à internet no Brasil, mas a credibilidade da rede como instrumento de informação ainda é menor do que a de outras fontes.
Apesar de projetar cenários promissores para o uso da internet nas campanhas, Francisco Brandão avalia que ainda é cedo para falar sobre a chance real de as campanhas on-line serem responsáveis por uma alteração no resultado final das urnas. "Por mais que os candidatos consigam sucesso em suas campanhas na internet, eles terão inevitavelmente que transpor esse sucesso para a televisão e para o rádio, sabidamente veículos de comunicação de massa, para que consigam influenciar de maneira decisiva o eleitorado", diz.
O cientista político e ex-professor da Universidade de Brasília (UnB) Octaciano Nogueira é ainda mais cético quanto ao poder de influência direta da internet no resultado final das eleições. "Quando se observa os números de audiência do rádio e da TV no Brasil, que são as maiores mídias, se tem uma visão mais acertada de como o brasileiro se informa. Isso sem falar no fato de que menos de 3% dos brasileiros lê jornal", afirma Nogueira.
Apesar das dúvidas sobre a influência da internet no voto do eleitorado, Brandão afirma que a rede vai trazer novidades ao debate. "Quando uma pessoa está na internet, inevitavelmente esbarra na campanha e em informações de cunho político. Por isso, esse veículo aparece como uma aposta boa para dar ânimo e estimular a participação em uma campanha que parece monótona", sustenta. As informações são da Agência Câmara.
Fonte: TI inside
A reforma da legislação eleitoral, aprovada no ano passado (Lei 12.034/09), ampliou as possibilidades de uso da internet nas campanhas. Antes, os candidatos só podiam utilizar as próprias páginas e as dos partidos para veicular material de campanha. Agora, além da autorização para utilizar os diversos meios de interação da rede, os candidatos podem até mesmo receber doações on-line de eleitores (pessoas físicas) por meio de cartão de crédito.
Um exemplo do aumento da demanda popular por mais participação no debate político é a aprovação do Projeto Ficha Limpa, que surgiu de iniciativa popular amparada por cerca de 1,3 milhão de assinaturas. "A internet já está influenciando a organização das campanhas e os próprios formadores de opinião", afirma o mestre em ciência política Francisco Brandão, que desenvolve tese de doutorado sobre o assunto. Ele diz que, além de estimular a interação entre candidatos e eleitores, as ferramentas da web podem servir para alimentar os debates e a própria propaganda eleitoral tradicionalmente realizada no rádio e na televisão.
Para a cientista política e professora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) Maria do Socorro Braga, embora a internet permita mais informações e em tempo real, muitas vezes a credibilidade pode ser posta em xeque. Recentemente, segundo pesquisa divulgada pelo Ibope, houve um aumento significativo do número de pessoas conectadas à internet no Brasil, mas a credibilidade da rede como instrumento de informação ainda é menor do que a de outras fontes.
Apesar de projetar cenários promissores para o uso da internet nas campanhas, Francisco Brandão avalia que ainda é cedo para falar sobre a chance real de as campanhas on-line serem responsáveis por uma alteração no resultado final das urnas. "Por mais que os candidatos consigam sucesso em suas campanhas na internet, eles terão inevitavelmente que transpor esse sucesso para a televisão e para o rádio, sabidamente veículos de comunicação de massa, para que consigam influenciar de maneira decisiva o eleitorado", diz.
O cientista político e ex-professor da Universidade de Brasília (UnB) Octaciano Nogueira é ainda mais cético quanto ao poder de influência direta da internet no resultado final das eleições. "Quando se observa os números de audiência do rádio e da TV no Brasil, que são as maiores mídias, se tem uma visão mais acertada de como o brasileiro se informa. Isso sem falar no fato de que menos de 3% dos brasileiros lê jornal", afirma Nogueira.
Apesar das dúvidas sobre a influência da internet no voto do eleitorado, Brandão afirma que a rede vai trazer novidades ao debate. "Quando uma pessoa está na internet, inevitavelmente esbarra na campanha e em informações de cunho político. Por isso, esse veículo aparece como uma aposta boa para dar ânimo e estimular a participação em uma campanha que parece monótona", sustenta. As informações são da Agência Câmara.
Fonte: TI inside
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Bastidores do filme do Pelé
O Programa Avesso, mais uma vez, traz pra gente os bastidores de uma campanha muito legal. Confiram os bastidores do filme 1284 com Pelé, ação criada pela Y&R e produzida pela O2 Filmes para a Vivo.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Quem pode mais na Copa do Mundo?
No poste de ontem vimos o esforço das marcas para aparecer e se destacar no mundial, mas efetivamente, quem é a "dona do pedaço"?
A inspiração veio do blog Jogo de Negócios do publicitário Fábio Kadow, de onde tiro as informações de hoje.
A inspiração veio do blog Jogo de Negócios do publicitário Fábio Kadow, de onde tiro as informações de hoje.
No Brasil, a Predicta, empresa especializada em monitar e planejar investimentos de publicidade online, criou o site Copa das Marcas, que está analisando diariamente os tweets postados pelo público para mensurar a percepção das pessoas com relação às empresas e ou produtos durante o período da competição.
Foram criados três rankings: “Mais Amadas”, “Mais Populares” e “Share of Voice”. Até o dia 18 de junho, foram analisados mais de 74 mil mensagens postadas no Twitter e a marca “mais amada” é a Visa, com a Coca-Cola em segundo, depois vem Brahma, Adidas e Nike. O cálculo, neste caso, é feito pela soma dos comentários positivos e neutros, menos os negativos, dividido pelo total de “tuítes”.
No segundo caso, sempre de acordo com metodologia criada pela Predicta, a lista traz as marcas mais comentadas positivamente dividido pelo total de “tuítes” da marca e, até o momento, a Seara é a líder, seguida por Volkswagen, Vivo e Sony. No Share of Voice, o objetivo é medir a penetração das marcas nas conversas, para isso divide-se o número total de “tuítes” da marca, pelo número total de todas as marcas. Coca-Cola, Sony, Nike e McDonald’s são os quatro primeiros neste quesito.
E no Reino Unido uma pesquisa realizada pela empresa Echo Research com 1005 adultos revelou que os torcedores também não sabem identificar quem são os oito patrocinadores oficiais da Copa do Mundo Fifa (Coca-Cola, McDonald’s, Hyundai, Sony, Visa, Adidas, Emirates e Budweiser, ou Brahma para o mercado brasileiro).
A Coca-Cola foi a única a ser reconhecida por mais da metade dos entrevistados (57%) e a Hyundai é a que tem o pior desempenho (10%). A Nike esteve nas respostas de 30%, sendo que a sua rival Adidas, que seria a resposta correta, teve 29%. E quando perguntados porque estas empresa estão patrocinando uma Copa do Mundo, 81% das pessoas disseram que a justificativa está na exposição na mídia e apenas 13% no comprometimento com o esporte e seus fãs.
Ou seja, no mundo todo, não basta simplesmente abrir os cofres e patrocinar. Precisa ativar.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Propagandas da Copa
Em época de Copa do Mundo, as marcas investem em propagandas temáticas. Confira aqui algumas propagandas para essa Copa de 2010.
Adidas
Castrol Magnatec
Coca-Cola
Pepsi
Brahma
Skol
Oi
Itaipava
Gol
Petrobrás
NET e Samsung
Adidas
Castrol Magnatec
Coca-Cola
Pepsi
Brahma
Skol
Oi
Itaipava
Gol
Petrobrás
NET e Samsung
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Produtos mudam suas embalagens para a Copa do Mundo
A Copa do Mundo da África do Sul começou nesta sexta, e as prateleiras já estão recheadas de embalagens temáticas dos mais diversos produtos.
As embalagens do Leite Ninho, da Nestlé, foram uniformizadas com a camisa do Brasil para a Copa do Mundo 2010. Assinado pela Pande Design Solutions, o design apropria-se das cores da marca Ninho para transformar as latas, caixas e sachês em embalagens comemorativas, produzidas em edição limitada.
A Seara, uma das patrocinadoras oficiais da CBF, colocou o tema da Copa do Mundo nos 70 produtos com a sua marca. A nova identidade visual das embalagens, que abusa do verde e amarelo, foi criada pela agência 100% design.
A Yoki Alimentos apresenta o kit A Pipoca da Torcida Brasileira. O lançamento é composto por um balde personalizado, com imagens que remetem ao Mundial, e quatro sabores da pipoca de micro-ondas Pop Corn: natural com sal, natural com manteiga, cheddar e azeite.
Chegam ao mercado as novas embalagens temáticas de Pepsi em homenagem à Copa do Mundo. As latas e as garrafas de PET de 2 litros da versão regular do refrigerante têm cores diferentes e palavras como Futebol, Vitória e Gol. A ação faz parte de campanha internacional da marca.
A Ferrero do Brasil coloca no mercado “Tic Tac Hexa”, edição especial limitada das pastilhas que faz torcida pelo hexacampeonato do Brasil na Copa do Mundo. O produto contém pastilhas sortidas de Menta Spearmint e Limão Menta, complementando o visual verde e amarelo do rótulo. Além das embalagens, o Tic Tac hexa ganhou displays em homenagem à Copa.
A Kimberly-Clark desenvolveu, como presente para os consumidores do papel higiênico Neve 12 rolos 30 metros, uma lata exclusiva nas cores do Brasil, que pode armazenar dois rolos.
Fonte: Embalagem Marca
As embalagens do Leite Ninho, da Nestlé, foram uniformizadas com a camisa do Brasil para a Copa do Mundo 2010. Assinado pela Pande Design Solutions, o design apropria-se das cores da marca Ninho para transformar as latas, caixas e sachês em embalagens comemorativas, produzidas em edição limitada.
A Seara, uma das patrocinadoras oficiais da CBF, colocou o tema da Copa do Mundo nos 70 produtos com a sua marca. A nova identidade visual das embalagens, que abusa do verde e amarelo, foi criada pela agência 100% design.
A Yoki Alimentos apresenta o kit A Pipoca da Torcida Brasileira. O lançamento é composto por um balde personalizado, com imagens que remetem ao Mundial, e quatro sabores da pipoca de micro-ondas Pop Corn: natural com sal, natural com manteiga, cheddar e azeite.
Chegam ao mercado as novas embalagens temáticas de Pepsi em homenagem à Copa do Mundo. As latas e as garrafas de PET de 2 litros da versão regular do refrigerante têm cores diferentes e palavras como Futebol, Vitória e Gol. A ação faz parte de campanha internacional da marca.
A Ferrero do Brasil coloca no mercado “Tic Tac Hexa”, edição especial limitada das pastilhas que faz torcida pelo hexacampeonato do Brasil na Copa do Mundo. O produto contém pastilhas sortidas de Menta Spearmint e Limão Menta, complementando o visual verde e amarelo do rótulo. Além das embalagens, o Tic Tac hexa ganhou displays em homenagem à Copa.
A Kimberly-Clark desenvolveu, como presente para os consumidores do papel higiênico Neve 12 rolos 30 metros, uma lata exclusiva nas cores do Brasil, que pode armazenar dois rolos.
Fonte: Embalagem Marca
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Patrocinadoras da seleção investem mais em mídias digitais
O número de veiculações de anúncios publicitários de algumas das empresas e marcas patrocinadoras da seleção brasileira na TV chegaram a cair em maio em relação a abril.
A busca por canais alternativos à TV explica, em parte, essa queda. A pesquisa mostra que metade dos dez patrocinadores tem queda no total de veiculações - a retração chegou a 25% no mês passado. Como as cotas publicitárias pesam no bolso - chegam a responder por até 20% de toda a verba de marketing das patrocinadoras em 2009, segundo o Ibope Monitor - poderia se esperar uma exploração crescente desse direito nos canais de televisão, a maior vitrine entre todas as mídias no país.
No entanto, especialistas afirmam que houve um aumento nos gastos em campanhas na internet e nos pontos de venda no varejo como forma de trabalhar mídias mais baratas.
"É preciso lembrar que as empresas já investiram boas somas na compra das cotas e precisam desembolsar ainda mais com as ações durante os jogos. Como solução alternativa à TV, elas acabam buscando outros canais e por isso, as inserções podem cair", diz Fabio Wajngarten, sócio da Controle da Concorrência. É a chamada "lei da compensação", afirma ele. Importante ressaltar que, como a Copa se inicia em 11 de junho, é possível que as ações na TV cresçam às vésperas e durante o torneio.
Entre as empresas e marcas que diminuíram o número de anúncios na TV em maio estão Vivo, Gillete, Extra, Brahma e Nestlé. Entre essas, as que mais investiram no patrocínio à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foram AmBev (Brahma) e Vivo - cerca de US$ 15 milhões.
Na avaliação da Vivo, o fato de a operadora ter exposto menos a sua marca na TV não quer dizer que as ações sejam menos eficientes. Segundo o levantamento, houve queda de 24,7% nas inserções da marca na televisão em maio em relação a abril. "A redução foi algo proposital. Temos 54 milhões de clientes com celulares na mão. Podemos usar esse acesso direto ao consumidor para reforçar a ligação da marca com a seleção brasileira", diz Cristina Duclos, diretora de imagem e comunicação da Vivo. "Ainda produzimos para esta Copa o filme mais caro já feito no país para a internet".
Entre as companhias que ampliaram consideravelmente a sua exposição na TV estão Nike, Seara e TAM. A fabricante de material esportivo não veiculou nenhuma campanha antes de maio, e chegou a ter 38 no mês passado. A Nike também é a mais citada quando o assunto é o torneio - 44% de lembrança entre 604 pessoas entrevistadas pelo Instituto QualiBest. O segundo colocado foi o Guaraná Antarctica, com 12%.
Fonte: Valor Online
A busca por canais alternativos à TV explica, em parte, essa queda. A pesquisa mostra que metade dos dez patrocinadores tem queda no total de veiculações - a retração chegou a 25% no mês passado. Como as cotas publicitárias pesam no bolso - chegam a responder por até 20% de toda a verba de marketing das patrocinadoras em 2009, segundo o Ibope Monitor - poderia se esperar uma exploração crescente desse direito nos canais de televisão, a maior vitrine entre todas as mídias no país.
No entanto, especialistas afirmam que houve um aumento nos gastos em campanhas na internet e nos pontos de venda no varejo como forma de trabalhar mídias mais baratas.
"É preciso lembrar que as empresas já investiram boas somas na compra das cotas e precisam desembolsar ainda mais com as ações durante os jogos. Como solução alternativa à TV, elas acabam buscando outros canais e por isso, as inserções podem cair", diz Fabio Wajngarten, sócio da Controle da Concorrência. É a chamada "lei da compensação", afirma ele. Importante ressaltar que, como a Copa se inicia em 11 de junho, é possível que as ações na TV cresçam às vésperas e durante o torneio.
Entre as empresas e marcas que diminuíram o número de anúncios na TV em maio estão Vivo, Gillete, Extra, Brahma e Nestlé. Entre essas, as que mais investiram no patrocínio à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foram AmBev (Brahma) e Vivo - cerca de US$ 15 milhões.
Na avaliação da Vivo, o fato de a operadora ter exposto menos a sua marca na TV não quer dizer que as ações sejam menos eficientes. Segundo o levantamento, houve queda de 24,7% nas inserções da marca na televisão em maio em relação a abril. "A redução foi algo proposital. Temos 54 milhões de clientes com celulares na mão. Podemos usar esse acesso direto ao consumidor para reforçar a ligação da marca com a seleção brasileira", diz Cristina Duclos, diretora de imagem e comunicação da Vivo. "Ainda produzimos para esta Copa o filme mais caro já feito no país para a internet".
Entre as companhias que ampliaram consideravelmente a sua exposição na TV estão Nike, Seara e TAM. A fabricante de material esportivo não veiculou nenhuma campanha antes de maio, e chegou a ter 38 no mês passado. A Nike também é a mais citada quando o assunto é o torneio - 44% de lembrança entre 604 pessoas entrevistadas pelo Instituto QualiBest. O segundo colocado foi o Guaraná Antarctica, com 12%.
Fonte: Valor Online
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Ação de marketing mal executada "quaima o filme" da marca
Por Cláudio Torres
A campanha “Chuva de Twix” era um Flash Mob, uma mobilização via mídias e redes sociais, pedindo às pessoas que viessem no dia 30 de Maio às 14 h0ras, na Avenida Paulista, 1230, com seus guarda-chuvas, onde haveria uma chuva do chocolate Twix.
A ação conseguiu de fato mobilizar muita gente, mas ao chegar lá as pessoas ficaram frustradas.
Ao que parece, pelos vídeos e comentários que tive acesso, houve uma chuva de papel laminado picado, que nem era de Twix, nem dava direito um chocolatinho sequer, e um punhadinho de Twix, que segundo informações, era lançado manualmente por algumas pessoas.
Obviamente, as pessoas ficaram frustradas, xingaram, pediram BIS, e ao voltar para suas casas, usaram as redes sociais para falar do fiasco e do mico proporcionado pela marca. Ninguém vai falar muito da agência-sobrinho que organizou tudo, nem ela vai ter coragem de se apresentar. É só a marca que leva a má fama, e deixa seus consumidores frustrados.
A ação podia ter sido muito boa, bastava um pouco de cérebro para imaginar o que as pessoas esperavam, e atender suas expectativas, coisa básica de marketing.
A expectativa seria atendida com um pouco de planejamento para se criar uma verdadeira chuva do chocolate Twix. Posso imaginar mil soluções para isso, e teria sido um show.
Outra solução mais simples, quase óbvia, seria trocar o papel laminado picado por “vales Twix” feitos em papel laminado, para troca no próprio local. Nada que uma gráfica e um caminhão carregado do produto não resolvessem.
Além disso, a marca poderia ter aproveitado a mobilização com algum pocket show, para que todos saíssem surpreendidos de lá. Veja que com pequenas mudanças, e pouco investimento adcional, mas muito conhecimento e disernimento, a ação poderia ter sido um grande sucesso.
Fonte: A Bíblia do Marketing Digital
Veja abaixo alguns depoimentos de consumidores que ficaram insatisteitos com o resultado da ação.
A campanha “Chuva de Twix” era um Flash Mob, uma mobilização via mídias e redes sociais, pedindo às pessoas que viessem no dia 30 de Maio às 14 h0ras, na Avenida Paulista, 1230, com seus guarda-chuvas, onde haveria uma chuva do chocolate Twix.
A ação conseguiu de fato mobilizar muita gente, mas ao chegar lá as pessoas ficaram frustradas.
Ao que parece, pelos vídeos e comentários que tive acesso, houve uma chuva de papel laminado picado, que nem era de Twix, nem dava direito um chocolatinho sequer, e um punhadinho de Twix, que segundo informações, era lançado manualmente por algumas pessoas.
Obviamente, as pessoas ficaram frustradas, xingaram, pediram BIS, e ao voltar para suas casas, usaram as redes sociais para falar do fiasco e do mico proporcionado pela marca. Ninguém vai falar muito da agência-sobrinho que organizou tudo, nem ela vai ter coragem de se apresentar. É só a marca que leva a má fama, e deixa seus consumidores frustrados.
A ação podia ter sido muito boa, bastava um pouco de cérebro para imaginar o que as pessoas esperavam, e atender suas expectativas, coisa básica de marketing.
A expectativa seria atendida com um pouco de planejamento para se criar uma verdadeira chuva do chocolate Twix. Posso imaginar mil soluções para isso, e teria sido um show.
Outra solução mais simples, quase óbvia, seria trocar o papel laminado picado por “vales Twix” feitos em papel laminado, para troca no próprio local. Nada que uma gráfica e um caminhão carregado do produto não resolvessem.
Além disso, a marca poderia ter aproveitado a mobilização com algum pocket show, para que todos saíssem surpreendidos de lá. Veja que com pequenas mudanças, e pouco investimento adcional, mas muito conhecimento e disernimento, a ação poderia ter sido um grande sucesso.
Fonte: A Bíblia do Marketing Digital
Veja abaixo alguns depoimentos de consumidores que ficaram insatisteitos com o resultado da ação.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Burger King - WopperFace
No final de novembro de 2009, o Burger King realizou uma ação em São Paulo estampando o rosto dos seus clientes nas embalagens do sanduíche.
Na ação, o cliente fazia o pedido de um Wopper do jeito que desejasse e se surpreendia ao receber o sanduíche com a sua foto estampada na embalagem, reforçando o conceito “A gente faz do seu jeito” (‘Have it your way’) e provando que cada sanduíche é exclusivo, feito sob encomenda para cada cliente. De forma resumida, a ideia era apresentar a reação das pessoas ao ver seus rostos nas embalagens.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
É CARNAVAL!
O carnaval é uma das épocas mais esperadas do ano no Brasil, é o período mais importante para as marcas de cervejas e camisinhas.
Por isso, vale a pena lembrarmos de algumas campanhas publicitárias de cervejas para essa época específica do ano.
Skol 2009
Skol 2010
Kaiser 2009
Antarctica 2009
Antarctica 2010
Nova Schin 2009
Nova Schin 2010
Fontes: Meios & Publicidade; Escola de Criação ESPM
Cerca de 10% das vendas de cerveja no Brasil realizam-se durante o período de Carnaval. Este é só um exemplo que traduz a atenção que as marcas brasileiras depositam no Carnaval.
Por isso, vale a pena lembrarmos de algumas campanhas publicitárias de cervejas para essa época específica do ano.
Skol 2009
Skol 2010
Kaiser 2009
Antarctica 2009
Antarctica 2010
Nova Schin 2009
Nova Schin 2010
Fontes: Meios & Publicidade; Escola de Criação ESPM
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Publicidade de guerrilha
Pensou em guerrilha tem que dar uma passada no Blog de Guerrilha. Lá você encontra tudo sobre essa forma tão atual e eficaz de fazer publicidade. E foi de lá que retiramos esse exemplo super bem aplicado de publicidade de guerrilha.
Quem não deve ter gostado muito dessa ideia foram as nomoradas que passaram a desconfiar agora eté da própria sombra. rs
Ir com os amigos beber uma cerveja no bar e a mulher não reclamar é um sonho. Portanto, mentimos. À toa, principalmente agora que temos uma máquina de teletransporte.
É, a Del Campo Saatchi & Saatchi criou um teletransporte para a cerveja Andes da Argentina. O homem ao receber aquela ligação inconveniente da namorada entra na máquina e escolhe um “lugar para ir”. Desde Bar Mitzvah até um hospital. Genial.
Isso que é “entender o desejo do consumidor”. A máquina tem uma aplicação prática na vida da pessoa ao mesmo tempo em que posiciona o produto. Se fosse apenas uma campanha de TV, não teria a mínima relevância e, talvez, nem graça.
Ao realizar esse “sonho” dos homens, a marca se aproxima do seu público de uma forma que nenhuma campanha tradicional seria capaz. Essa é a beleza de fugir de anúncios, filmes e etc. Levar algo realmente vantajoso ao consumidor, que tenha significância pra ele.
Quem não deve ter gostado muito dessa ideia foram as nomoradas que passaram a desconfiar agora eté da própria sombra. rs
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Malabarista, a nova campanha da Fruthos
Hoje é dia de Avesso na Biblioteca ESPM Rio. Ainda não sabe o que é o Programa Avesso? Dá uma olhada aí em baixo...
Campanha criada pela Lew’Lara\TBWA e produzida pela Produtora Associados.
Campanha criada pela Lew’Lara\TBWA e produzida pela Produtora Associados.
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