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quarta-feira, 24 de abril de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
Mulheres e empreendedorismo
Por Willian Mac-Cormick para Sua Carreira
Liderança ocupacional, motivação em equipe, objetividade e direção para resultados. Estas são algumas das vantagens que as mulheres em geral têm sobre os homens. O fato de as mulheres levarem em consideração as angústias, darem mais ênfase à escuta e à subjetividade de seus subordinados e colegas, além de ser uma consequência da natureza feminina é também porque as mulheres, ao contrário dos homens, não vêem no trabalho a principal fonte de realização pessoal.
Por mais que hoje as mulheres queiram ascensão profissional, liderar, influenciar e crescer na empresa, muitas ainda desejam constituir família, ter filhos e um grande companheiro ao lado, coisas simples que foram temas de seu brincar da infância e conseqüentemente de seus desejos. Para as mulheres, o significado de realização e sucesso são muito subjetivos, variando de pessoa para pessoa e variando mais ainda do homem para mulher. Uma característica da mulher contemporânea em nossa sociedade é o fato dela estar adiando cada vez mais a maternidade, em prol da estabilidade profissional, o que não é mal algum se este é realmente o seu desejo. Cada uma coloca na balança e avalia o que seria a prioridade naquele momento.
Se formos avaliar a mulher em relação ao empreendedorismo, o grande desafio para as
empresas que hoje querem reter os talentos femininos é fazer com que este desenvolvimento profissional não seja um fardo, um empecilho para seus outros desejos e objetivos de vida, fazer com que a maternidade, casamento e estabelecimento familiar não se tornem concorrentes de uma ascensão e sim complementares. Mas o desafio também não é apenas da empresa, e sim da própria mulher em entender, dialogar com seu desejo, agir a altura dele. As mulheres têm uma grande capacidade de satisfazer as necessidades emocionais dos que com ela trabalham. O resultado disso é uma forma equilibrada e harmoniosa de alcançar o seu próprio crescimento, refletindo-se nos serviços prestados. Elas podem muito bem serem assertivas, enérgicas, mas sem perder a ternura e admiração do grupo. A necessidade de poder para as mulheres está relacionada ao grau de influência que elas exercem no ambiente onde trabalham e não no tamanho da sala, nas mordomias, tamanho da equipe, tamanho do salário, etc.
Por sua necessidade constante em cumprir vários papéis como o da dona de casa, mãe, esposa, profissional, a mulher desenvolveu a capacidade de adaptação às mais variadas situações. Enfim, a mulher empreendedora se motiva principalmente pela busca da realização e por conseqüência, a felicidade. Seu sucesso é tão evidente por uma simples questão, a felicidade é chegar ao seu limite de competência para melhorar sua vida e a dos outros. O que deve estar sempre bem claro, tanto para homens, como para mulheres é que o trabalho é um aspecto da vida e não “O” aspecto único. O ser humano é um ser de muitos prazeres e quando elegemos apenas um prazer como o único, poderemos ter problemas. Por isso, pode ser uma fonte de felicidade ou de anestesia.
Liderança ocupacional, motivação em equipe, objetividade e direção para resultados. Estas são algumas das vantagens que as mulheres em geral têm sobre os homens. O fato de as mulheres levarem em consideração as angústias, darem mais ênfase à escuta e à subjetividade de seus subordinados e colegas, além de ser uma consequência da natureza feminina é também porque as mulheres, ao contrário dos homens, não vêem no trabalho a principal fonte de realização pessoal.
Por mais que hoje as mulheres queiram ascensão profissional, liderar, influenciar e crescer na empresa, muitas ainda desejam constituir família, ter filhos e um grande companheiro ao lado, coisas simples que foram temas de seu brincar da infância e conseqüentemente de seus desejos. Para as mulheres, o significado de realização e sucesso são muito subjetivos, variando de pessoa para pessoa e variando mais ainda do homem para mulher. Uma característica da mulher contemporânea em nossa sociedade é o fato dela estar adiando cada vez mais a maternidade, em prol da estabilidade profissional, o que não é mal algum se este é realmente o seu desejo. Cada uma coloca na balança e avalia o que seria a prioridade naquele momento.
Se formos avaliar a mulher em relação ao empreendedorismo, o grande desafio para as
empresas que hoje querem reter os talentos femininos é fazer com que este desenvolvimento profissional não seja um fardo, um empecilho para seus outros desejos e objetivos de vida, fazer com que a maternidade, casamento e estabelecimento familiar não se tornem concorrentes de uma ascensão e sim complementares. Mas o desafio também não é apenas da empresa, e sim da própria mulher em entender, dialogar com seu desejo, agir a altura dele. As mulheres têm uma grande capacidade de satisfazer as necessidades emocionais dos que com ela trabalham. O resultado disso é uma forma equilibrada e harmoniosa de alcançar o seu próprio crescimento, refletindo-se nos serviços prestados. Elas podem muito bem serem assertivas, enérgicas, mas sem perder a ternura e admiração do grupo. A necessidade de poder para as mulheres está relacionada ao grau de influência que elas exercem no ambiente onde trabalham e não no tamanho da sala, nas mordomias, tamanho da equipe, tamanho do salário, etc.
Por sua necessidade constante em cumprir vários papéis como o da dona de casa, mãe, esposa, profissional, a mulher desenvolveu a capacidade de adaptação às mais variadas situações. Enfim, a mulher empreendedora se motiva principalmente pela busca da realização e por conseqüência, a felicidade. Seu sucesso é tão evidente por uma simples questão, a felicidade é chegar ao seu limite de competência para melhorar sua vida e a dos outros. O que deve estar sempre bem claro, tanto para homens, como para mulheres é que o trabalho é um aspecto da vida e não “O” aspecto único. O ser humano é um ser de muitos prazeres e quando elegemos apenas um prazer como o único, poderemos ter problemas. Por isso, pode ser uma fonte de felicidade ou de anestesia.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Os 11 Mandamentos da Mulher Bem Sucedida
Por Marcelo de Almeida
Nas últimas décadas, as mulheres foram ganhando aceleradamente posições no mercado de trabalho. Em outras palavras, além das atividades domésticas, e familiares, muitas ainda enfrentam oitos ou mais horas de trabalho remunerado.
E a habilidade em conciliar tarefas é uma característica impressionante e invejável. Em muitos lares espalhados por todo o mundo, mulheres chegam do trabalho, preparam o jantar, enquanto verificam a lição dos filhos, assistem ou pelo menos ouvem um pouquinho de novela ou um programa específico, falam com a mãe no telefone e preparam a mamadeira do filho menor, namora com o marido, lê um capitulo do livro e possivelmente ainda adianta o trabalho que levou para casa.
No dia seguinte tudo de novo, só que ainda tem academia e inglês. Reunião com amigos e compras. Ufa ! Quanta coisa ! Dá onde vem tanta energia ? Qual é essa fonte ?
A resposta é : do mundo interior, na dimensão da alma. A mulher tem seu hemisfério cerebral direito mais aguçado do que nós homens, por isso essa capacidade maior em fazer várias coisas ao mesmo tempo, além de ter mais pensamentos artísticos e abstratos, além ter mais intuição e criatividade além de possuir mais sensibilidade. E vale a pena dizer que é bem diferente de fragilidade. A mulher não é um ser frágil, mas um ser sensível, preceptivo!
Voltando a fonte de energia, é bom lembrar que as diversas atividades ao mesmo tempo podem ser melhor realizadas se essa mulher desenvolver ao longo de sua vida a habilidade de se interiorizar e de ouvir a sua alma. Significa um momento para abastecer-se de energia e continuar sua vida com mais animo e vitalidade. O grande perigo é quando a mulher esquece que é uma alma e se ilude pensando que é os seu papéis. Quando isso acontece, o stress invade o copo e a mente. Em seguida surge a queda da auto-estima e o pior, nascem as depressões, angústias e o vazio toma conta da vida. Esse caminho tem sido percorrido por milhões de mulheres em todo mundo.
E esse é o 1º MANDAMENTO para o Sucesso: Aprenda a ser quem você realmente é. Uma alma que está passando por esse planeta e que tem muito trabalho a fazer, mas que a sua bateria energética esta em seu autoconhecimento, em sua vida interior, nos seus pensamentos e na sua fé.
2º TER OBJETIVOS DE VIDA - Uma pessoa sem objetivos é como uma folha seca ao vento. É levada para qualquer direção, em qualquer momento. Existem dois tipos de objetivos: os materiais e os espirituais. Os ligados a matéria são automóveis, jóias, roupas, imóveis etc. E os espirituais são as conquistas de valores mais duradouros como, por exemplo: desenvolver a paciência, ter mais equilíbrio, ser mais otimista, entre outros. O planejamento é imprescindível para que todos os objetivos se concretizem.
3º APRENDER A UTILIZAR A MENTE - Temos um supercomputador capaz de realizações ilimitadas que está anatomicamente embutido em nosso crânio. Aprender a programá-lo é fundamental, pois através do poder mental, geramos energias que dão forças para o dia-a-dia. Estas energias em forma de um campo eletromagnético também conhecido como aura, atraem o que desejamos, influencia pessoas, pode curar e principalmente materializar os nossos sonhos.
4º TER UMA PERSONALIDADE AGRADÁVEL - Tratar bem as pessoas; aprender a colocar-se no lugar delas; chamá-las pelo nome; ser humilde; interessar-se por elas; saber ouvir e principalmente elogiar, reconhecer e respeitar; são atitudes que lubrificam as engrenagens do dia-a-dia e devem ser utilizadas para quem quer prosperar. São as pessoas que nos levantam e que, no alto, nos matem. Criar relações desarmoniosas faz minar as energias celestiais contidas no coração, as quais poderiam ser canalizadas para grandes realizações.
5º DESENVOLVER A PERSISTÊNCIA - O fracasso é o sucesso em processo. Desistir de um sonho é o mesmo que anunciar que está morrendo. A persistência é a mãe do sucesso. É ela que materializa os nossos sonhos. Mas é importante lembrar dos ensinamentos da oração: "Pai me dê forças para as coisas que eu posso mudar, serenidade para as que eu não posso e sabedoria para encontrar a diferença".
6º TER FLEXIBILIDADE PARA MUDANÇAS - A velocidade de mudança do mundo é algo assustador. Uma mente inovadora e criativa é fundamental para a sobrevivência, principalmente na vida profissional. O que deu certo no passado não garante mais o sucesso no presente. Devemos estar atentos e perceber que a vida é diferente a cada dia. Pessoas que estão fazendo as coisas do mesmo jeito que sempre fizeram estão ficando para trás. Mudar para melhor é a única saída.
7º MELHORAR A VIDA DAS PESSOAS - Cada pensamento, palavra ou atitude que envolve nossos projetos de vida, se estiverem embasados com o desejo sincero de ajudar as pessoas, recebe uma poderosa força cósmica que faz prosperar com muito mais intensidade tudo aquilo que nos propomos a fazer.
Quando temos boas intenções, estamos automaticamente em sintonia com as Leis do Universo, sensibilizamos os anjos e podemos construir com a segurança de prosperar.
8º CONHECER E USAR OS DONS E TALENTOS - Nossos dons e talentos são as maiores ferramentas que temos contra a pobreza e a falta de realização. A falta do autoconhecimento é a maior causa do fracasso, pois quem tem consciência dos seus verdadeiros dotes naturais pode produzir diamantes, pois já descobriu que sua alma é feita de um material superior. É como se Deus tivesse nos dito: "meu filho, você vai nascer na Terra e vai ser muito próspero, mas será necessário utilizar os seus dons e talentos". Mas quando ele disse a palavra próspero, nós mergulhamos ansiosamente em direção a Terra e não terminamos de ouvir o restante da recomendação.
9º TRABALHAR COM AMOR - Colocar amor no trabalho é essencial para o sucesso. Nunca vamos conhecer alguém bem sucedido que não tenha prazer no que faz, ou que trabalhe apenas por obrigação ou necessidade. Quem trabalha com amor está empregnando vida, energia positiva e prosperidade em tudo que toca. Realizar trabalhos com dedicação e amor é fazer jus a virtude de ser filho de Deus.
10º DESENVOLVER A AUTO-ESTIMA - O amor próprio é a maior abundância que podemos ter. Quem não se ama leva uma vida amarga e espalha pessimismo ao seu redor. A busca de si é primordial para qualquer realização na vida. A virtude de ter uma elevada auto-estima pode garantir o prazer a alegria e o sucesso de estar passando por este planeta.
11º TER CONFIANÇA NA VIDA - Precisamos aprender a confiar no processo perfeito e harmônico que a vida, e aprender a aceitar mais os acontecimentos e as pessoas que surgem. Também é importante perceber que somos abundantes por natureza e que a prosperidade é como um oceano, onde cada um pega o que o coração permite. E lembre-se: um coração livre, puro e desapegado é capaz de desfrutar de todo oceano, enquanto corações pobres e egoístas disputam para pegar baldinhos de água, se esquecendo que já tem o oceano. Esta é uma das principais atitudes que limita a humanidade a prosperar.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Como administrar o tempo
Entrevista com Stefi Maerker e outras mulheres sobre administração do tempo para mulheres - como profissionais bem sucedidas conseguem acumular o papel de profissioal e mãe.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Um negócio para cada estilo
Por Sonaira San Pedro e José Vicente Bernardo para PEGN
Em que momento da sua vida você se sentiu plenamente feliz? Foi fazendo brigadeiros, na antiga cozinha de sua avó? Trabalhando na campanha pela sua chapa na eleição da escola? Baixando a última versão do game mais comentado pelos amigos? Defendendo os direitos dos animais? Fazendo uma palestra sobre reciclagem? Encontrar sua vocação empreendedora tem tudo a ver com as memórias afetivas que compõem sua personalidade. Essa investigação íntima, que remete a seus desejos mais antigos, pode dar a pista de qual será o estilo do seu negócio. Geek, fashion, gourmet, engajada: descubra seu jeito de empreender e siga o exemplo dessas mulheres que encontraram o caminho do sucesso.
Faturamento de gente grande
Precoce na cozinha, incansável no dia a dia e ligada à família, Renata Vanzetto é chef de sucesso aos 23 anos.
QUEM É > Renata Vanzetto, 23 anos, chef de cozinha, fundadora do Marakuthai
O QUE FAZ > Cozinha contemporênea, com ingredientes brasileiros e tailandeses
Renata Vanzetto começou a cozinhar aos 9 anos. Aos 17, deixou Ilhabela, no litoral de São Paulo, para fazer estágios em cozinhas da França e da Espanha. Quando voltou, resolveu começar a faculdade de gastronomia. “Detestei. Fiquei quatro dias na aula e voltei correndo para Ilhabela”, conta. A família a ajudou a montar um restaurante na ilha. A mãe, Silvia, entrou com um fogão e a decoração, a tia cedeu o micro-ondas e o pai, René, entrou com o ponto na marina. O cardápio tinha apenas um prato principal. “Era um negócio caseiro. De repente, o restaurante explodiu e nossa fama subiu a serra.”
Em 2008, a jovem chef foi procurada por um investidor para abrir uma unidade em São Paulo. “Ele desistiu quando tudo estava pronto. Decidimos levar o projeto adiante. Investimos R$ 600 mil”, lembra. Três anos depois, a casa tem um faturamento mensal de R$ 200 mil.
Mesmo sem ter formação na área, Renata já foi indicada em importantes guias gastronômicos do mundo. Recusou convites como um estágio na cozinha do D.O.M., de Alex Atala (porque estava envolvida na inauguração de São Paulo), e até para posar para uma revista masculina.
Em julho, fez estágio no restaurante número 1 do mundo, o dinamarquês Noma, do chef René Redzepi. “Lá, retomei a relação com a natureza e a atenção aos ingredientes. E senti o desejo de, um dia, voltar definitivamente para Ilhabela, onde cresci e fui criada”, conta. “O restaurante na ilha é o laboratório para tornar realidade meu grande projeto de trabalhar só com os produtos de lá, valorizando os ingredientes naturais e orgânicos.” O Marakuthai de Ilhabela tem 18 lugares e funciona na alta temporada, quando fatura R$ 300 mil por mês.
Doce de roupa nova
O hobby de fazer brigadeiros para os amigos se transformou em cinco lojas em apenas um ano
QUEM É > Taciana Kalili, 34 anos, designer, fundadora da Brigaderia
O QUE FAZ > Produz e vende brigadeiros com roupagem gourmet
Recém-casada e morando havia pouco tempo em São Paulo, a mineira Taciana Kalili achou que iria agradar se preparasse os doces para os 400 convidados do marido aniversariante. Acertou. “Eles me perguntavam quem tinha feito os brigadeiros e, nos dias seguintes, começaram a ligar fazendo encomendas”, conta. Quatro meses depois, no Natal de 2009, já gerenciava 20 pessoas trabalhando em sua casa para dar conta das entregas. A sala de estar virou depósito de caixas forradas com tecidos estampados, onde os doces eram embalados. Taciana então juntou R$ 40 mil e abriu a primeira loja, em março de 2010. No fim do ano, já tinha faturado R$ 5 milhões.
Hoje Taciana tem uma fábrica e cinco lojas em shoppings de São Paulo – planeja chegar a Campinas (SP) e Rio de Janeiro. No cardápio, há 35 receitas à base de chocolate belga com ingredientes como cheesecake de goiaba, limão, macadâmia e pistache. As embalagens estampadas são sua marca registrada. Hoje a Brigaderia tem 70 funcionários para atender 22 mil clientes, incluindo empresas que encomendam os doces para seus eventos.
VIDA FINANCEIRA X VIDA PESSOAL
“Hoje, posso dizer que tenho uma vida financeira tranquila. Mas, desde a adolescência, abri mão de minha vida pessoal, enfiada na cozinha dia e noite.” Renata acorda às 10h e passa o dia misturando ingredientes típicos tailandeses a receitas brasileiras. Deixa o restaurante às 2 da manhã. A irmã Luiza, de 19 anos, lida com os fornecedores. A mais recente aposta é um buffet da marca.
Vida recicladas
TemQuemQueira faz moda com matéria-prima que iria para o lixo. A mão de obra, prisional, tem plano de carreira
QUEM É > Adriana Gryner, 50 anos, fundadora
O QUE FAZ > Transforma o lixo gerado na realização de eventos e publicidade em moda e decoração.
Dona de uma agência de eventos corporativos, Adriana Gryner se incomodava com o lixo gerado na desmontagem de fundos de palco, banners e outdoors. Pensava em uma maneira de reaproveitar tudo aquilo. “Não existia reciclagem para esses materiais, então resolvi testar com minha própria máquina de costura o que poderia fazer com eles.”
Foi assim que, em 2008, decidiu investir R$ 30 mil em um projeto que permitiria usar lixo como matéria-prima para a produção de bolsas. “Queria dar oportunidade às pessoas e escolhi o tipo de mão de obra mais marginalizada que poderia encontrar no mercado. Chegamos a um presídio, montamos uma oficina de costura e começamos a capacitar as pessoas”, lembra. “Ao mesmo tempo que os detentos aprendiam a manusear a máquina de costura, reciclando o vinil colorido, tentavam recompor suas vidas.”
Hoje, a TemQuemQueira mantém três oficinas, com 35 funcionários e 5 mil peças produzidas por mês. Das oficinas, saem porta-iPads, material para escritório e artigos de decoração, além das bolsas. A ideia de investir no design deu certo: as coleções são assinadas por estilistas de renome e toda a equipe criativa da agência de eventos de Adriana trabalha voluntariamente na criação das peças. A TemQuemQueira conseguiu o patrocínio de grandes empresas, como Embratel e Bradesco Seguros, que apoiam a reciclagem de lonas e telas que elas mesmas produzem. O próximo passo é transformar as lonas que serão usadas nos Jogos Olímpicos de Londres e do Brasil em artigos úteis para a sociedade.
Assinatura fashion
Estilista carioca batalhou para manter o nome e a identidade da marca que criou em 2003
QUEM É > Isabela Capeto, 41 anos, estilista
O QUE FAZ > Desenvolve moda feminina artesanal e urbana
Quando abril sua empresa, em 2003, Isabela Capeto já tinha passado por grifes como Maria Bonita e Lenny. Investiu R$ 5 mil e sublocou uma sala no escritório de uma amiga. “Dei o nome de Ateliê Ibô. Com o negócio crescendo, meu agente me convenceu a batizar a marca com meu nome. Achei pretensioso, mas deu certo”, conta. Logo ela já atendia a 49 multimarcas. As exportações (para Dubai, França, Estados Unidos e Japão) chegaram a representar 40% da produção.
Isabela fez parcerias e contratos de licenciamento com Melissa, Havaianas, Brastemp, Risqué, Levi’s e Phebo. Em 2008, vendeu 50% do negócio para a InBrands, esperando facilitar a produção e simplificar a gestão financeira. “Não deu certo.” No ano seguinte, quis voltar atrás. “Demorou dois anos para eu conseguir a marca de volta. Tive momentos de pânico.”
Com a recompra, focou na loja do Rio. Tem 12 funcionários, mantém diferentes fornecedores (entre ONGs e projetos sociais) e lançou uma linha de decoração. Conta com o marido, Werner, na área financeira, e com a babá (na família há 42 anos), para tomar conta da filha Francisca, de 12 anos.
Inglês para todos
Ana Pessoa lançou o curso online Meuinglês em 2010. Neste ano, deve faturar R$ 2,5 milhões
QUEM É > Ana Gabriela Pessoa, 30 anos, pedagoga, fundadora da Ezlearn
O QUE FAZ > Lançou curso de inglês para classe C e tem 100 mil alunos
A ideia de criar a Ezlearn e o curso Meuinglês nasceu em 2008, quando Ana Gabriela Pessoa tinha 27 anos, logo depois de concluir o mestrado em Políticas Educacionais na Universidade Harvard. “Voltei para o Brasil e captei US$ 25 mil de investidores anjos. Não havia muita inovação em educação online no Brasil. Os primeiros modelos estavam começando nos EUA. Fiquei alguns meses sozinha e, aos poucos, fui montando a equipe. A ‘sede’ era na casa dos meus pais – às vezes, num restaurante no Rio de Janeiro com wi-fi grátis. Ficávamos horas lá, à base de café é água”, lembra.
A divulgação do negócio foi boca a boca. “Sempre tivemos uma equipe pedagógica de primeira produzindo o melhor conteúdo para aprender inglês online do Brasil. O negócio foi crescendo graças às parcerias e aos clientes que elogiavam nosso trabalho”, diz Ana. “Entramos num nicho crescente. A classe C se preocupa cada vez mais com educação. A oferta de conteúdo de alta qualidade a um preço acessível ainda é pequena no Brasil.” Em 2010, primeiro ano de operação do curso, a empresa faturou R$ 500 mil. Para 2011, a previsão é de R$ 2,5 milhões. “Comecei sozinha em 2008. Hoje somos em 20 e temos mais de 100 mil alunos.”
“Para ser empreendedora tem de querer mudar algo, ver uma oportunidade de mercado, agir rápido e contar com os sócios certos. Tem que saber que muita coisa dará errado e você terá de se levantar e tentar de novo”, ensina Ana, que está criando um grupo de empreendedoras em tecnologia para incentivar outras mulheres a montar seu próprio negócio.
Google para criança
Empreendedora cria site que filtra conteúdos inadequados e torna a pesquisa divertida
QUEM É > Natália Monteiro, 25 anos, administradora
O QUE FAZ > lançou o primeiro site de buscas para crianças
Três anos e várias ideias depois de se lançar como empreendedora, Natália Monteiro achou o que procurava. Agitada, curiosa, fã de tecnologia e apaixonada por crianças, criou, no fim do ano passado, o primeiro buscador da América Latina para crianças, o Zuggi.com. “A função do site é filtrar conteúdos inadequados e ajudar os pequenos a fazer suas pesquisas online de um jeito alegre”, diz.
Antes de chegar ao buscador, Natália teve vários projetos: uma fábrica de brinquedos, uma de produtos para bebês, vender inaladores infantis pela internet, fazer um blog para mães... “Fui flexível para mudar quando percebia que o caminho estava errado”, diz. “Meu investimento inicial veio da minha família e do governo. Recebi R$ 120 mil para iniciar as operações”, conta. O dinheiro serviu para contratar funcionários e consultorias de marketing e gestão. Mas os primeiros clientes vieram pelo boca a boca. “Iniciamos as vendas de uma versão para as escolas, com metodologia de apoio ao professor”, diz Natália. Até então, só havia a versão gratuita do buscador. “Hoje somos duas sócias, quatro funcionários e três investidores anjos.”
QUEM É > Renata Vanzetto, 23 anos, chef de cozinha, fundadora do Marakuthai
O QUE FAZ > Cozinha contemporênea, com ingredientes brasileiros e tailandeses
Renata Vanzetto começou a cozinhar aos 9 anos. Aos 17, deixou Ilhabela, no litoral de São Paulo, para fazer estágios em cozinhas da França e da Espanha. Quando voltou, resolveu começar a faculdade de gastronomia. “Detestei. Fiquei quatro dias na aula e voltei correndo para Ilhabela”, conta. A família a ajudou a montar um restaurante na ilha. A mãe, Silvia, entrou com um fogão e a decoração, a tia cedeu o micro-ondas e o pai, René, entrou com o ponto na marina. O cardápio tinha apenas um prato principal. “Era um negócio caseiro. De repente, o restaurante explodiu e nossa fama subiu a serra.”
Em 2008, a jovem chef foi procurada por um investidor para abrir uma unidade em São Paulo. “Ele desistiu quando tudo estava pronto. Decidimos levar o projeto adiante. Investimos R$ 600 mil”, lembra. Três anos depois, a casa tem um faturamento mensal de R$ 200 mil.
Mesmo sem ter formação na área, Renata já foi indicada em importantes guias gastronômicos do mundo. Recusou convites como um estágio na cozinha do D.O.M., de Alex Atala (porque estava envolvida na inauguração de São Paulo), e até para posar para uma revista masculina.
Em julho, fez estágio no restaurante número 1 do mundo, o dinamarquês Noma, do chef René Redzepi. “Lá, retomei a relação com a natureza e a atenção aos ingredientes. E senti o desejo de, um dia, voltar definitivamente para Ilhabela, onde cresci e fui criada”, conta. “O restaurante na ilha é o laboratório para tornar realidade meu grande projeto de trabalhar só com os produtos de lá, valorizando os ingredientes naturais e orgânicos.” O Marakuthai de Ilhabela tem 18 lugares e funciona na alta temporada, quando fatura R$ 300 mil por mês.
Doce de roupa nova
O hobby de fazer brigadeiros para os amigos se transformou em cinco lojas em apenas um ano
QUEM É > Taciana Kalili, 34 anos, designer, fundadora da Brigaderia
O QUE FAZ > Produz e vende brigadeiros com roupagem gourmet
Recém-casada e morando havia pouco tempo em São Paulo, a mineira Taciana Kalili achou que iria agradar se preparasse os doces para os 400 convidados do marido aniversariante. Acertou. “Eles me perguntavam quem tinha feito os brigadeiros e, nos dias seguintes, começaram a ligar fazendo encomendas”, conta. Quatro meses depois, no Natal de 2009, já gerenciava 20 pessoas trabalhando em sua casa para dar conta das entregas. A sala de estar virou depósito de caixas forradas com tecidos estampados, onde os doces eram embalados. Taciana então juntou R$ 40 mil e abriu a primeira loja, em março de 2010. No fim do ano, já tinha faturado R$ 5 milhões.
Hoje Taciana tem uma fábrica e cinco lojas em shoppings de São Paulo – planeja chegar a Campinas (SP) e Rio de Janeiro. No cardápio, há 35 receitas à base de chocolate belga com ingredientes como cheesecake de goiaba, limão, macadâmia e pistache. As embalagens estampadas são sua marca registrada. Hoje a Brigaderia tem 70 funcionários para atender 22 mil clientes, incluindo empresas que encomendam os doces para seus eventos.
VIDA FINANCEIRA X VIDA PESSOAL
“Hoje, posso dizer que tenho uma vida financeira tranquila. Mas, desde a adolescência, abri mão de minha vida pessoal, enfiada na cozinha dia e noite.” Renata acorda às 10h e passa o dia misturando ingredientes típicos tailandeses a receitas brasileiras. Deixa o restaurante às 2 da manhã. A irmã Luiza, de 19 anos, lida com os fornecedores. A mais recente aposta é um buffet da marca.
Vida recicladas
TemQuemQueira faz moda com matéria-prima que iria para o lixo. A mão de obra, prisional, tem plano de carreira
QUEM É > Adriana Gryner, 50 anos, fundadora
O QUE FAZ > Transforma o lixo gerado na realização de eventos e publicidade em moda e decoração.
Dona de uma agência de eventos corporativos, Adriana Gryner se incomodava com o lixo gerado na desmontagem de fundos de palco, banners e outdoors. Pensava em uma maneira de reaproveitar tudo aquilo. “Não existia reciclagem para esses materiais, então resolvi testar com minha própria máquina de costura o que poderia fazer com eles.”
Foi assim que, em 2008, decidiu investir R$ 30 mil em um projeto que permitiria usar lixo como matéria-prima para a produção de bolsas. “Queria dar oportunidade às pessoas e escolhi o tipo de mão de obra mais marginalizada que poderia encontrar no mercado. Chegamos a um presídio, montamos uma oficina de costura e começamos a capacitar as pessoas”, lembra. “Ao mesmo tempo que os detentos aprendiam a manusear a máquina de costura, reciclando o vinil colorido, tentavam recompor suas vidas.”
Hoje, a TemQuemQueira mantém três oficinas, com 35 funcionários e 5 mil peças produzidas por mês. Das oficinas, saem porta-iPads, material para escritório e artigos de decoração, além das bolsas. A ideia de investir no design deu certo: as coleções são assinadas por estilistas de renome e toda a equipe criativa da agência de eventos de Adriana trabalha voluntariamente na criação das peças. A TemQuemQueira conseguiu o patrocínio de grandes empresas, como Embratel e Bradesco Seguros, que apoiam a reciclagem de lonas e telas que elas mesmas produzem. O próximo passo é transformar as lonas que serão usadas nos Jogos Olímpicos de Londres e do Brasil em artigos úteis para a sociedade.
Assinatura fashion
Estilista carioca batalhou para manter o nome e a identidade da marca que criou em 2003
QUEM É > Isabela Capeto, 41 anos, estilista
O QUE FAZ > Desenvolve moda feminina artesanal e urbana
Quando abril sua empresa, em 2003, Isabela Capeto já tinha passado por grifes como Maria Bonita e Lenny. Investiu R$ 5 mil e sublocou uma sala no escritório de uma amiga. “Dei o nome de Ateliê Ibô. Com o negócio crescendo, meu agente me convenceu a batizar a marca com meu nome. Achei pretensioso, mas deu certo”, conta. Logo ela já atendia a 49 multimarcas. As exportações (para Dubai, França, Estados Unidos e Japão) chegaram a representar 40% da produção.
Isabela fez parcerias e contratos de licenciamento com Melissa, Havaianas, Brastemp, Risqué, Levi’s e Phebo. Em 2008, vendeu 50% do negócio para a InBrands, esperando facilitar a produção e simplificar a gestão financeira. “Não deu certo.” No ano seguinte, quis voltar atrás. “Demorou dois anos para eu conseguir a marca de volta. Tive momentos de pânico.”
Com a recompra, focou na loja do Rio. Tem 12 funcionários, mantém diferentes fornecedores (entre ONGs e projetos sociais) e lançou uma linha de decoração. Conta com o marido, Werner, na área financeira, e com a babá (na família há 42 anos), para tomar conta da filha Francisca, de 12 anos.
Inglês para todos
Ana Pessoa lançou o curso online Meuinglês em 2010. Neste ano, deve faturar R$ 2,5 milhões
QUEM É > Ana Gabriela Pessoa, 30 anos, pedagoga, fundadora da Ezlearn
O QUE FAZ > Lançou curso de inglês para classe C e tem 100 mil alunos
A ideia de criar a Ezlearn e o curso Meuinglês nasceu em 2008, quando Ana Gabriela Pessoa tinha 27 anos, logo depois de concluir o mestrado em Políticas Educacionais na Universidade Harvard. “Voltei para o Brasil e captei US$ 25 mil de investidores anjos. Não havia muita inovação em educação online no Brasil. Os primeiros modelos estavam começando nos EUA. Fiquei alguns meses sozinha e, aos poucos, fui montando a equipe. A ‘sede’ era na casa dos meus pais – às vezes, num restaurante no Rio de Janeiro com wi-fi grátis. Ficávamos horas lá, à base de café é água”, lembra.
A divulgação do negócio foi boca a boca. “Sempre tivemos uma equipe pedagógica de primeira produzindo o melhor conteúdo para aprender inglês online do Brasil. O negócio foi crescendo graças às parcerias e aos clientes que elogiavam nosso trabalho”, diz Ana. “Entramos num nicho crescente. A classe C se preocupa cada vez mais com educação. A oferta de conteúdo de alta qualidade a um preço acessível ainda é pequena no Brasil.” Em 2010, primeiro ano de operação do curso, a empresa faturou R$ 500 mil. Para 2011, a previsão é de R$ 2,5 milhões. “Comecei sozinha em 2008. Hoje somos em 20 e temos mais de 100 mil alunos.”
“Para ser empreendedora tem de querer mudar algo, ver uma oportunidade de mercado, agir rápido e contar com os sócios certos. Tem que saber que muita coisa dará errado e você terá de se levantar e tentar de novo”, ensina Ana, que está criando um grupo de empreendedoras em tecnologia para incentivar outras mulheres a montar seu próprio negócio.
Google para criança
Empreendedora cria site que filtra conteúdos inadequados e torna a pesquisa divertida
QUEM É > Natália Monteiro, 25 anos, administradora
O QUE FAZ > lançou o primeiro site de buscas para crianças
Três anos e várias ideias depois de se lançar como empreendedora, Natália Monteiro achou o que procurava. Agitada, curiosa, fã de tecnologia e apaixonada por crianças, criou, no fim do ano passado, o primeiro buscador da América Latina para crianças, o Zuggi.com. “A função do site é filtrar conteúdos inadequados e ajudar os pequenos a fazer suas pesquisas online de um jeito alegre”, diz.
Antes de chegar ao buscador, Natália teve vários projetos: uma fábrica de brinquedos, uma de produtos para bebês, vender inaladores infantis pela internet, fazer um blog para mães... “Fui flexível para mudar quando percebia que o caminho estava errado”, diz. “Meu investimento inicial veio da minha família e do governo. Recebi R$ 120 mil para iniciar as operações”, conta. O dinheiro serviu para contratar funcionários e consultorias de marketing e gestão. Mas os primeiros clientes vieram pelo boca a boca. “Iniciamos as vendas de uma versão para as escolas, com metodologia de apoio ao professor”, diz Natália. Até então, só havia a versão gratuita do buscador. “Hoje somos duas sócias, quatro funcionários e três investidores anjos.”
segunda-feira, 8 de abril de 2013
A Dama de Ferro
Antes de se posicionar e adquirir o status de verdadeira dama de ferro na mais alta esfera do poder britânico, Margaret Thatcher (Meryl Streep) teve que enfrentar vários preconceitos na função de primeiro-ministra do Reino Unido em um mundo até então dominado por homens. Durante a recessão econôminica causada pela crise do petróleo no fim da década de 70, a líder política tomou medidas impopulares, visando a recuperação do país. Seu grande teste, entretanto, foi quando o Reino Unido entrou em conflito com a Argentina na conhecida e polêmica Guerra das Malvinas.
Filme disponível para empréstimo na Biblioteca ESPM Rio.
Hoje, 8 de abril de 2013, Margaret Thatcher veio a falecer. Ela foi a primeira mulher a se tornar primeira-ministra britânica, cargo no qual ficou por três mandatos consecutivos, entre 1979 e 1990.
Ela foi uma das figuras dominantes na política inglesa no século XX, e a sua política, que ficou conhecida como “thatcherismo”, influencia políticos e é criticada até hoje.
Após sua morte, o atual premiê britânico, David Cameron, disse que o Reino Unido "perdeu uma grande líder, uma grande primeira-ministra e uma grande britânica".
Margaret Hilda Roberts nasceu em 13 de outubro de 1925 em Grantham, Lincolnshire. Seu pai era pastor e membro do conselho da cidade.
Ela estudou química na Universidade de Oxford, onde presidiu a tradicional Associação Conservadora, composta por alunos. Ela estudou direito enquanto trabalhava e se formou advogada em 1954.
Em 1951, se casou com Denis Thatcher, um rico homem de negócios, com quem teve dois filhos gêmeos, Carlo e Mark.
Além de lhe dar seu nome, ele a acompanhou e apoio durante mais de 50 anos de casamento, até morrer em 2003.
Carreira política
Thatcher se tornou membro do Partido Conservador no Parlamento de Finchley, ao norte de Londres, em 1959, onde cumpriu mandato até 1992. Seu primeiro cargo parlamentar foi como ministra-assistente para previdência no governo de Harold Macmillan.
De 1964 a 1970, quando o Partido Trabalhista assumiu o poder, ela ocupou diversos cargos no gabinete de Edward Heath. Heath se tornou primeiro-ministro em 1970, e Thatcher, sua secretária de Educação.
Durante o período que ocupou a pasta, ela aumentou o orçamento da educação no país, mas foi criticada por abolir o leite que era gratuito em escolas para crianças.
A medida polêmica lhe deu o apelido de “Thatcher the Milk Snatcher”, algo como “Thatcher, a Ladra de Leite”.
Após os conservadores sofrerem nova derrota, em 1974, Thatcher concorreu com Heath pela liderança do partido e, para surpresa de muitos, venceu a indicação. Em 1979, o Partido Conservador venceria as eleições gerais, e ela se tornaria primeira-ministra, aos 54 anos.
Cinco anos antes, ela havia declarado: "Serão necessários anos - e não verei isso de novo durante a minha vida - para que uma mulher dirija este partido ou se torne primeiro-ministro".
‘Thatcherismo’
Com ideias arrojadas, ela criou uma nova expressão no dicionário inglês: “thatcherismo”, que significa uma política que privilegia a liberdade de mercado, as privatizações, preconiza menos intervenção do governo na economia e mais rigor no tratamento com os sindicatos trabalhistas.
Suas políticas conseguiram reduzir a inflação, mas o desemprego aumentou dramaticamente no período.
Durante seu governo, os sindicatos foram amordaçados, setores inteiros da economia (telecomunicações, ferroviáas, aeronáutica) foram privatizados, e o chamado "Estado de bem-estar social" foi desmantelado.
Os impostos e os gastos públicos foram reduzidos.
Os círculos empresariais a veneravam, mas sua revolução também se chocava com fortes resistências, uma divisão vigente até hoje na avaliação de seu legado.
Nos primeiros anos de seu mandato, foi superada a marca de três milhões de desempregados, e cresceram o mal-estar social e os confrontos com os sindicatos, contra os quais declarou uma guerra sem quartel.
No início dos anos 1980, os mineradores em greve se chocaram com a intransigência da Dama de Ferro, assim como os grevistas de fome do separatista Exército Republicano Irlandês (IRA), que iam morrendo na prisão.
Mas, apesar de tudo isso, a vitória na guerra pelas Ilhas Malvinas, em 1982, contra a Argentina, e uma oposição rachada ajudaram Thatcher a conquistar uma nova vitória nas eleições de 1983.
Em 1982, quando as tropas argentinas desembarcaram no arquipélago austral das Malvinas, sob dominação britânica desde 1833, Thatcher enviou uma força naval que em dois meses recuperou as ilhas. A vitória encarrilou sua reeleição em 1983.
A Argentina reclama posse sobre as ilhas até hoje.
Em 1984, ela escapou por pouco de um atentado do IRA (o Exército Republicano Irlandês), que instalou um carro-bomba numa conferência do Partido Conservador em Brighton.
Fim da Guerra Fria
Thatcher cultivou uma relação muito próxima e pessoal com o então presidente dos EUA, o republicano Ronald Reagan, e o reformista líder soviético Mikhail Gorbachov, o que a fez ter um papel importante no fim da Guerra Fria.
Por conta disso, nessa época, recebeu, dos soviéticos, o apelido de “Dama de Ferro”.
Ao seu nacionalismo, somou-se uma desconfiança em relação à União Europeia. Suas críticas aos "burocratas de Bruxelas", gestores do bloco, entraram para a história.
Terceiro mandato e queda
Nas eleições de 1987, Thatcher ganhou um inédito terceiro mandato. Mas suas políticas controversas, como a adoção de novos impostos (a famosa "Poll Tax") e a oposição a qualquer integração mais próxima com a Europa, levaram sua popularidade a cair para o nível mais baixo desde que ela havia assumido o poder, em 1979.
A política interna da primeira-ministra começava a fracassar. Com a inflação alta, o país caminhava para a recessão, e sua liderança começou a ser questionada dentro do próprio Partido Conservador.
Em novembro de 1990, ela concordou em renunciar ao cargo e à liderança do partido, sendo substituída por John Major. A renúncia ocorreu em 22 de novembro.
Ela foi a recordista de tempo de permanência no poder no século XX, com 11 anos.
Aposentadoria
Após sua saída em prantos de Downing Street, residência oficial do premiê britânico, a baronesa Thatcher se refugiou no elegante bairro londrino de Belravia, onde continuou preparando lucrativas conferências e redigindo suas memórias.
Em fevereiro de 2007, ela tornou-se a primeira ex-chefe de Governo a ser homenageada com uma estátua no Parlamento ainda em vida.
Na época, já havia uns cinco anos que ela não falava e praticamente não era vista em público, depois de ter sofrido dois acidentes vasculares cerebrais leves e devido ao aumento de sua demência senil.
Mas ela viveu o suficiente para ver outro conservador, David Cameron, no poder, depois, depois de 13 anos de governos trabalhistas, embora Cameron tenha sido obrigado a formar uma inédita coalizão com os liberais-democratas.
Em um de seus primeiros discursos importantes, alguns meses depois de sua eleição, em maio de 2010, Cameron, que se apresenta como mais moderado que sua predecessora, definiu Thatcher como "a melhor primeira-ministra em tempos de paz do último século".
Em 2011, ela voltou a ser notícias ao ser lançado, no cinema, o filme "A Dama de Ferro". A polêmica produção rendeu a Meryl Streep seuterceiro Oscar de melhor atriz.
Thatcher deixa dois filhos, os gêmeos Carol, que é jornalista, e Mark, que é empresário.
Fonte: G1
Margaret Hilda Roberts nasceu em 13 de outubro de 1925 em Grantham, Lincolnshire. Seu pai era pastor e membro do conselho da cidade.
Ela estudou química na Universidade de Oxford, onde presidiu a tradicional Associação Conservadora, composta por alunos. Ela estudou direito enquanto trabalhava e se formou advogada em 1954.
Em 1951, se casou com Denis Thatcher, um rico homem de negócios, com quem teve dois filhos gêmeos, Carlo e Mark.
Além de lhe dar seu nome, ele a acompanhou e apoio durante mais de 50 anos de casamento, até morrer em 2003.
Carreira política
Thatcher se tornou membro do Partido Conservador no Parlamento de Finchley, ao norte de Londres, em 1959, onde cumpriu mandato até 1992. Seu primeiro cargo parlamentar foi como ministra-assistente para previdência no governo de Harold Macmillan.
De 1964 a 1970, quando o Partido Trabalhista assumiu o poder, ela ocupou diversos cargos no gabinete de Edward Heath. Heath se tornou primeiro-ministro em 1970, e Thatcher, sua secretária de Educação.
Durante o período que ocupou a pasta, ela aumentou o orçamento da educação no país, mas foi criticada por abolir o leite que era gratuito em escolas para crianças.
A medida polêmica lhe deu o apelido de “Thatcher the Milk Snatcher”, algo como “Thatcher, a Ladra de Leite”.
Após os conservadores sofrerem nova derrota, em 1974, Thatcher concorreu com Heath pela liderança do partido e, para surpresa de muitos, venceu a indicação. Em 1979, o Partido Conservador venceria as eleições gerais, e ela se tornaria primeira-ministra, aos 54 anos.
Cinco anos antes, ela havia declarado: "Serão necessários anos - e não verei isso de novo durante a minha vida - para que uma mulher dirija este partido ou se torne primeiro-ministro".
‘Thatcherismo’
Com ideias arrojadas, ela criou uma nova expressão no dicionário inglês: “thatcherismo”, que significa uma política que privilegia a liberdade de mercado, as privatizações, preconiza menos intervenção do governo na economia e mais rigor no tratamento com os sindicatos trabalhistas.
Suas políticas conseguiram reduzir a inflação, mas o desemprego aumentou dramaticamente no período.
Durante seu governo, os sindicatos foram amordaçados, setores inteiros da economia (telecomunicações, ferroviáas, aeronáutica) foram privatizados, e o chamado "Estado de bem-estar social" foi desmantelado.
Os impostos e os gastos públicos foram reduzidos.
Os círculos empresariais a veneravam, mas sua revolução também se chocava com fortes resistências, uma divisão vigente até hoje na avaliação de seu legado.
Nos primeiros anos de seu mandato, foi superada a marca de três milhões de desempregados, e cresceram o mal-estar social e os confrontos com os sindicatos, contra os quais declarou uma guerra sem quartel.
No início dos anos 1980, os mineradores em greve se chocaram com a intransigência da Dama de Ferro, assim como os grevistas de fome do separatista Exército Republicano Irlandês (IRA), que iam morrendo na prisão.
Mas, apesar de tudo isso, a vitória na guerra pelas Ilhas Malvinas, em 1982, contra a Argentina, e uma oposição rachada ajudaram Thatcher a conquistar uma nova vitória nas eleições de 1983.
Em 1982, quando as tropas argentinas desembarcaram no arquipélago austral das Malvinas, sob dominação britânica desde 1833, Thatcher enviou uma força naval que em dois meses recuperou as ilhas. A vitória encarrilou sua reeleição em 1983.
A Argentina reclama posse sobre as ilhas até hoje.
Em 1984, ela escapou por pouco de um atentado do IRA (o Exército Republicano Irlandês), que instalou um carro-bomba numa conferência do Partido Conservador em Brighton.
Fim da Guerra Fria
Thatcher cultivou uma relação muito próxima e pessoal com o então presidente dos EUA, o republicano Ronald Reagan, e o reformista líder soviético Mikhail Gorbachov, o que a fez ter um papel importante no fim da Guerra Fria.
Por conta disso, nessa época, recebeu, dos soviéticos, o apelido de “Dama de Ferro”.
Ao seu nacionalismo, somou-se uma desconfiança em relação à União Europeia. Suas críticas aos "burocratas de Bruxelas", gestores do bloco, entraram para a história.
Terceiro mandato e queda
Nas eleições de 1987, Thatcher ganhou um inédito terceiro mandato. Mas suas políticas controversas, como a adoção de novos impostos (a famosa "Poll Tax") e a oposição a qualquer integração mais próxima com a Europa, levaram sua popularidade a cair para o nível mais baixo desde que ela havia assumido o poder, em 1979.
A política interna da primeira-ministra começava a fracassar. Com a inflação alta, o país caminhava para a recessão, e sua liderança começou a ser questionada dentro do próprio Partido Conservador.
Em novembro de 1990, ela concordou em renunciar ao cargo e à liderança do partido, sendo substituída por John Major. A renúncia ocorreu em 22 de novembro.
Ela foi a recordista de tempo de permanência no poder no século XX, com 11 anos.
Aposentadoria
Após sua saída em prantos de Downing Street, residência oficial do premiê britânico, a baronesa Thatcher se refugiou no elegante bairro londrino de Belravia, onde continuou preparando lucrativas conferências e redigindo suas memórias.
Em fevereiro de 2007, ela tornou-se a primeira ex-chefe de Governo a ser homenageada com uma estátua no Parlamento ainda em vida.
Na época, já havia uns cinco anos que ela não falava e praticamente não era vista em público, depois de ter sofrido dois acidentes vasculares cerebrais leves e devido ao aumento de sua demência senil.
Mas ela viveu o suficiente para ver outro conservador, David Cameron, no poder, depois, depois de 13 anos de governos trabalhistas, embora Cameron tenha sido obrigado a formar uma inédita coalizão com os liberais-democratas.
Em um de seus primeiros discursos importantes, alguns meses depois de sua eleição, em maio de 2010, Cameron, que se apresenta como mais moderado que sua predecessora, definiu Thatcher como "a melhor primeira-ministra em tempos de paz do último século".
Em 2011, ela voltou a ser notícias ao ser lançado, no cinema, o filme "A Dama de Ferro". A polêmica produção rendeu a Meryl Streep seuterceiro Oscar de melhor atriz.
Thatcher deixa dois filhos, os gêmeos Carol, que é jornalista, e Mark, que é empresário.
Fonte: G1
quinta-feira, 4 de abril de 2013
As melhores profissões para mulheres que querem ser mães
Por Danielle Nordi, iG São Paulo
Saiba quais profissões permitem que a mulher faça parte do dia a dia dos filhos e ainda tenha uma carreira.
Adriana Gomes, consultora de carreira e diretora do site Vida e Carreira e Flora Victoria, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, que indicaram algumas das melhores profissões para quem deseja ser uma mãe participativa, daquelas que levam os filhos ao colégio ou ao médico, e não deixar de lado a vida profissional.
Arquiteta consegue negociar prazos de projetos para poder participar do dia a dia dos filhos. Arquiteta Se possui escritório próprio ou presta serviço para algumas empresas, consegue fazer sua agenda de modo que consiga negociar datas para entrega de projetos e participar da rotina dos filhos
Dentista Pode conciliar os horários dos filhos com seu horário de atendimento no consultório
Advogada Quando tem seu escritório ou presta serviço, possui flexibilidade de horário para ajustar sua rotina de trabalho com as atividades das crianças.
Webdesigner Pode trabalhar remotamente e atender seus clientes sem sair de casa. É importante observar que para trabalhar em casa é necessário ter bastante disciplina.
Psicóloga Se for clínica, terá mais autonomia, pois poderá fazer seu horário de atendimento. Se for educacional, pode determinar dias da semana para prestar serviço às escolas.
Professora universitária Pode dar aulas quantas vezes quiser na semana. Também tem a possibilidade de escolher o período.
Tradutora intérprete Outra profissão que permite que o trabalho seja feito em casa.
Nutricionista Pode organizar sua agenda, seja no consultório ou nas empresas onde presta serviço, de maneira que possa passar mais tempo com os filhos.
Fisioterapeuta Mais uma profissão que possibilita à mulher ter seu consultório. Também é possível realizar atendimentos em domicílio de acordo com a disponibilidade de horários dos filhos.
Jornalista É possível trabalhar como freelancer, ou seja, quando a profissional é paga por trabalho executado, sem ter uma carga horária a ser cumprida diariamente.
Fonte: Vida e Carreira
Saiba quais profissões permitem que a mulher faça parte do dia a dia dos filhos e ainda tenha uma carreira.
Adriana Gomes, consultora de carreira e diretora do site Vida e Carreira e Flora Victoria, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, que indicaram algumas das melhores profissões para quem deseja ser uma mãe participativa, daquelas que levam os filhos ao colégio ou ao médico, e não deixar de lado a vida profissional.
Arquiteta consegue negociar prazos de projetos para poder participar do dia a dia dos filhos. Arquiteta Se possui escritório próprio ou presta serviço para algumas empresas, consegue fazer sua agenda de modo que consiga negociar datas para entrega de projetos e participar da rotina dos filhos
Dentista Pode conciliar os horários dos filhos com seu horário de atendimento no consultório
Advogada Quando tem seu escritório ou presta serviço, possui flexibilidade de horário para ajustar sua rotina de trabalho com as atividades das crianças.
Webdesigner Pode trabalhar remotamente e atender seus clientes sem sair de casa. É importante observar que para trabalhar em casa é necessário ter bastante disciplina.
Psicóloga Se for clínica, terá mais autonomia, pois poderá fazer seu horário de atendimento. Se for educacional, pode determinar dias da semana para prestar serviço às escolas.
Professora universitária Pode dar aulas quantas vezes quiser na semana. Também tem a possibilidade de escolher o período.
Tradutora intérprete Outra profissão que permite que o trabalho seja feito em casa.
Nutricionista Pode organizar sua agenda, seja no consultório ou nas empresas onde presta serviço, de maneira que possa passar mais tempo com os filhos.
Fisioterapeuta Mais uma profissão que possibilita à mulher ter seu consultório. Também é possível realizar atendimentos em domicílio de acordo com a disponibilidade de horários dos filhos.
Jornalista É possível trabalhar como freelancer, ou seja, quando a profissional é paga por trabalho executado, sem ter uma carga horária a ser cumprida diariamente.
Fonte: Vida e Carreira
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Habilidades femininas mudam o mercado de trabalho
Por Carolina Mouta para o Yahoo! Finanças
O empoderamento das mulheres é um assunto que constantemente vem à tona nas rodinhas de colegas de trabalho. Afinal, o sexo feminino tem dominado o cenário empresarial e já não há mais aquele pesar sobre as múltiplas jornadas. Mulheres conquistaram, sim, um lugar ao sol e têm ocupado cargos cada vez melhores. Esse "avanço" na carreira não é mérito somente de anos de dedicação aos estudos, mas também da "mãozinha" que algumas habilidades tipicamente femininas têm dado ao sucesso na carreira.
De acordo com o psicólogo e mestre em Cognição Humana, Fernando Elias José, é muito sadio reconhecer as diferenças entre as competências de cada sexo, mas não é preciso promovê-las. "Quando mulheres e homens aprenderem a trabalhar juntos conseguirão resultados mais positivos. É válido pontuar as dificuldades e as diferenças, mas o equilíbrio só vem quando conseguirmos lidar com isso de maneira natural", explica.
Para Lois Frankel, doutora em Psicologia, presidente da empresa de consultoria Corporate Coaching International e autora do livro Mulheres lideram melhor que homens (Editora Gente), a hora de apostar nas mulheres, pois algumas habilidades femininas se encaixam perfeitamente no novo conceito de liderança que as empresas buscam atualmente. Veja, então, na opinião de especialistas, quais são as principais características que as mulheres desenvolvem melhor do que os homens e algumas dicas para não passar do ponto e pecar pelo excesso.
1.Intuição
Porque é valorizada: Por causa da velocidade e da quantidade de decisões que precisam ser tomadas nas empresas. "O homem, em geral, quer ter maior segurança baseada em seu conhecimento antes de tomar uma decisão", avalia Silvio Celestino, sócio da Alliance Coaching.
Na medida: Cuidado para não tomar decisões sempre pautadas por intuição. Fundamentos e experiência também são importantes. E a intuição em momento inapropriado pode causar mais problemas do que soluções.
2.Inteligência emocional
Porque é valorizada: Para se conquistar pessoas é importante que o líder saiba gerar empatia. "Normalmente, os homens são estimulados desde cedo a competir e provar que são os melhores, não necessariamente observando a real necessidade de colegas", observa Danilo Afonso, gerente de Marketing e Projetos do IDORT - Instituto de Organização Racional do Trabalho.
Na medida: Cuidado para não ser compreensiva demais e deixar o resultado no segundo plano. Equilíbrio entre razão e emoção é que fazem os resultados de curto e longo prazo ocorrerem.
3.Organização
Por que é valorizada: Garante a otimização dos recursos e a entrega dos resultados. De acordo com Danilo, os homens são incentivados, desde cedo, a agir muito e pensar pouco.
Na medida: Não lotar a agenda todos os dias da semana, deixando espaço para os imprevistos.
4.Autodesenvolvimento constante
Porque é valorizada: As transformações do mundo exigem que todos tenham grande interesse no aprimoramento contínuo. Silvio Celestino explica que alguns homens consideram que já aprenderam o bastante e usam seu conhecimento, por vezes, desatualizado.
Na medida: Atenação para não sobrecarregar a agenda com cursos em momentos inapropriados.
5.Preocupação com detalhes
Porque é valorizada: Em um mundo intenso em comunicação, um deslize na empresa pode provocar sérios danos à sua imagem. Segundo Silvio, a maioria dos homens não entra em muitos detalhes. Exceto na sua área de especialização.
Na medida: O perfeccionismo pode ser desmoralizador e causar muito estresse.
6.Busca por excelência
Porque é valorizada: As empresas querem atingir mercados premium, onde margens são maiores. Os homens, de acordo com Silvio Celestino, buscam resultado em termos de entrega.
Na medida: Cuidado para não querer resultados impossíveis de ser atingidos e se punir por isso.
7.Tenacidade
Por que é valorizada: Garante a motivação ou produtividade, mesmo em contextos difíceis e complexos. "A sociedade é historicamente masculina e oferece mais oportunidades aos homens do que a mulheres, ou seja, elas têm que brigar mais", diz Danilo.
Na medida: Lazer! É preciso ter hobbies e atividades paralelas ao trabalho, para que não entremos em um processo sofrido onde só se obtém satisfação quando se termina uma tarefa, mas o sofrimento recomeça logo em seguida, pois começa a cobrança pela entrega de outra tarefa.
8.Busca por referências
Porque é valorizada: As empresas precisam de pessoas que sejam modelos de valores, ética e comportamento. "Os homens, em geral, focam somente em outros homens bem-sucedidos como modelo", afirma Silvio.
Na medida: Apesar de buscar modelos constantemente, perceba quando você mesma for uma referência para alguém. Essa é a hora de assumir o papel de conselheira e de desenvolvedora de outras pessoas.
9.Maior preocupação com a imagem
Porque é valorizada: As empresas precisam de profissionais que possam representá-las apropriadamente em eventos.
Na medida: Imagem sem conhecimento não é suficiente. É preciso ter conteúdo.
10.Multidisciplinaridade
Por que é valorizada: Permite executar diversas tarefas e atuar em vários projetos simultaneamente. "Os homens costumam focar em apenas um assunto por vez e não "largar" o osso enquanto não terminam, às vezes por orgulho", ressalta Danilo.
Na medida: Ter pastas onde sejam arquivadas cada uma das informações de cada tarefa, de maneira que os assuntos não se misturem, nem que alguns sejam esquecidos com o tempo.
O empoderamento das mulheres é um assunto que constantemente vem à tona nas rodinhas de colegas de trabalho. Afinal, o sexo feminino tem dominado o cenário empresarial e já não há mais aquele pesar sobre as múltiplas jornadas. Mulheres conquistaram, sim, um lugar ao sol e têm ocupado cargos cada vez melhores. Esse "avanço" na carreira não é mérito somente de anos de dedicação aos estudos, mas também da "mãozinha" que algumas habilidades tipicamente femininas têm dado ao sucesso na carreira.
De acordo com o psicólogo e mestre em Cognição Humana, Fernando Elias José, é muito sadio reconhecer as diferenças entre as competências de cada sexo, mas não é preciso promovê-las. "Quando mulheres e homens aprenderem a trabalhar juntos conseguirão resultados mais positivos. É válido pontuar as dificuldades e as diferenças, mas o equilíbrio só vem quando conseguirmos lidar com isso de maneira natural", explica.
Para Lois Frankel, doutora em Psicologia, presidente da empresa de consultoria Corporate Coaching International e autora do livro Mulheres lideram melhor que homens (Editora Gente), a hora de apostar nas mulheres, pois algumas habilidades femininas se encaixam perfeitamente no novo conceito de liderança que as empresas buscam atualmente. Veja, então, na opinião de especialistas, quais são as principais características que as mulheres desenvolvem melhor do que os homens e algumas dicas para não passar do ponto e pecar pelo excesso.
1.Intuição
Porque é valorizada: Por causa da velocidade e da quantidade de decisões que precisam ser tomadas nas empresas. "O homem, em geral, quer ter maior segurança baseada em seu conhecimento antes de tomar uma decisão", avalia Silvio Celestino, sócio da Alliance Coaching.
Na medida: Cuidado para não tomar decisões sempre pautadas por intuição. Fundamentos e experiência também são importantes. E a intuição em momento inapropriado pode causar mais problemas do que soluções.
2.Inteligência emocional
Porque é valorizada: Para se conquistar pessoas é importante que o líder saiba gerar empatia. "Normalmente, os homens são estimulados desde cedo a competir e provar que são os melhores, não necessariamente observando a real necessidade de colegas", observa Danilo Afonso, gerente de Marketing e Projetos do IDORT - Instituto de Organização Racional do Trabalho.
Na medida: Cuidado para não ser compreensiva demais e deixar o resultado no segundo plano. Equilíbrio entre razão e emoção é que fazem os resultados de curto e longo prazo ocorrerem.
3.Organização
Por que é valorizada: Garante a otimização dos recursos e a entrega dos resultados. De acordo com Danilo, os homens são incentivados, desde cedo, a agir muito e pensar pouco.
Na medida: Não lotar a agenda todos os dias da semana, deixando espaço para os imprevistos.
4.Autodesenvolvimento constante
Porque é valorizada: As transformações do mundo exigem que todos tenham grande interesse no aprimoramento contínuo. Silvio Celestino explica que alguns homens consideram que já aprenderam o bastante e usam seu conhecimento, por vezes, desatualizado.
Na medida: Atenação para não sobrecarregar a agenda com cursos em momentos inapropriados.
5.Preocupação com detalhes
Porque é valorizada: Em um mundo intenso em comunicação, um deslize na empresa pode provocar sérios danos à sua imagem. Segundo Silvio, a maioria dos homens não entra em muitos detalhes. Exceto na sua área de especialização.
Na medida: O perfeccionismo pode ser desmoralizador e causar muito estresse.
6.Busca por excelência
Porque é valorizada: As empresas querem atingir mercados premium, onde margens são maiores. Os homens, de acordo com Silvio Celestino, buscam resultado em termos de entrega.
Na medida: Cuidado para não querer resultados impossíveis de ser atingidos e se punir por isso.
7.Tenacidade
Por que é valorizada: Garante a motivação ou produtividade, mesmo em contextos difíceis e complexos. "A sociedade é historicamente masculina e oferece mais oportunidades aos homens do que a mulheres, ou seja, elas têm que brigar mais", diz Danilo.
Na medida: Lazer! É preciso ter hobbies e atividades paralelas ao trabalho, para que não entremos em um processo sofrido onde só se obtém satisfação quando se termina uma tarefa, mas o sofrimento recomeça logo em seguida, pois começa a cobrança pela entrega de outra tarefa.
8.Busca por referências
Porque é valorizada: As empresas precisam de pessoas que sejam modelos de valores, ética e comportamento. "Os homens, em geral, focam somente em outros homens bem-sucedidos como modelo", afirma Silvio.
Na medida: Apesar de buscar modelos constantemente, perceba quando você mesma for uma referência para alguém. Essa é a hora de assumir o papel de conselheira e de desenvolvedora de outras pessoas.
9.Maior preocupação com a imagem
Porque é valorizada: As empresas precisam de profissionais que possam representá-las apropriadamente em eventos.
Na medida: Imagem sem conhecimento não é suficiente. É preciso ter conteúdo.
10.Multidisciplinaridade
Por que é valorizada: Permite executar diversas tarefas e atuar em vários projetos simultaneamente. "Os homens costumam focar em apenas um assunto por vez e não "largar" o osso enquanto não terminam, às vezes por orgulho", ressalta Danilo.
Na medida: Ter pastas onde sejam arquivadas cada uma das informações de cada tarefa, de maneira que os assuntos não se misturem, nem que alguns sejam esquecidos com o tempo.
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