segunda-feira, 25 de novembro de 2013
As 10 marcas mais valiosas do mundo em 2013
A Exame fez um lista com as 50 marcas mais valiosas do mundo em 2013. Confira aqui o Top 10:
1. Apple
Posição em 2013: 1
Posição em 2012: 2
Valor de Marca (US$ bilhões): 98,316
Variação do Valor de Marca em %: 28
2. Google
Posição em 2013: 2
Posição em 2012: 4
Valor de Marca (US$ bilhões): 93,291
Variação do Valor de Marca em %: 34
3. Coca-Cola
Posição em 2013: 3
Posição em 2012: 1
Valor de Marca (US$ bilhões): 79,213
Variação do Valor de Marca em %: 2
4. IBM
Posição em 2013: 4
Posição em 2012: 3
Valor de Marca (US$ bilhões): 78,808
Variação do Valor de Marca em %: 4
5 - Microsoft
Posição em 2013: 5
Posição em 2012: 5
Valor de Marca (US$ bilhões): 59,546
Variação do Valor de Marca em %: 3%
6. General Electric
Posição em 2013: 6
Posição em 2012: 6
Valor de Marca (US$ bilhões): 46,947
Variação do Valor de Marca em %: 7
7. McDonald's
Posição em 2013: 7
Posição em 2012: 7
Valor de Marca (US$ bilhões): 41,992
Variação do Valor de Marca em %: 5
8. Samsung
Posição em 2013: 8
Posição em 2012: 9
Valor de Marca (US$ bilhões): 39,610
Variação do Valor de Marca em %: 20
9. Intel
Posição em 2013: 9
Posição em 2012: 8
Valor de Marca (US$ bilhões): 37,257
Variação do Valor de Marca em %: -5
10. Toyota
Posição em 2013: 10
Posição em 2012: 10
Valor de Marca (US$ bilhões): 35,346
Variação do Valor de Marca em %: 17
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Dicas Culturais do Fim de Semana - 1 a 3 de novembro
CINEMA
Amor bandido [Mud, EUA, 2013], de Jeff Nichols (California). Gênero: drama. Elenco: Matthew McConaughey, Reese Whiterspoon, Tye Sheridan, Sam Shepard, Sarah Pauson. Sinopse: Dois garotos conhecem um fugitivo e fazem um acordo para ajudá-lo a reencontrar seu grande amor. Duração: 131 min. Classificação: 14 anos.
Caleuche – O chamado do mar [Caleuche – El llamado del mar, Chile/Brasil, 2012], de Jorge Olguín (Disney). Gênero: suspense. Elenco: Giselle Itié, Eduardo Paxeco, Catalina Saavedra. Sinopse: Isabel, uma bióloga marinha que vive nos Estados Unidos e é portadora de uma estranha doença que piora com os anos, vai atrás de suas origens no Chile. No país ela enfrenta eventos sobrenaturais. Duração: 100 min. Classificação: 14 anos.
Um castelo na Itália [Un château en Italie, França, 2012], de Valeria Bruni Tedeschi (Imovision). Gênero: drama. Elenco: Valeria Bruni Tedeschi, Louis Garrel, Filippo Timi, Xavier Beauvois. Sinopse: No meio de uma grande família burguesa italiana, uma mulher vive um período de transformações. Enquanto seu irmão está doente e os conflitos com a mãe aumentam, ela conhece um rapaz e se apaixona. Duração: 104 min. Classificação: 14 anos.
O mordomo da Casa Branca [The Butler, EUA, 2013], de Lee Daniels (Diamond Films). Gênero: drama. Elenco: Forest Whitaker, Oprah Winfrey, John Cusack, Cuba Gooding Jr. Sinopse: Durante três décadas, Eugene Allen foi o mordomo oficial da Casa Branca, tendo servido oito presidentes diferentes. A história conta sua vida e mostra a sua visão sobre o poder nos Estados Unidos. Abertura nos EUA: US$ 24,6 milhões. Dif. (segundo fim de semana): -33%. Acumulado nos EUA: US$ 110,2 milhões. Duração: 132 min. Classificação: 12 anos.
Uma noite de crime [The Purge, EUA, 2013], de James DeMonaco (Universal). Gênero: horror. Elenco: Ethan Hawke, Lena Headey, Adelaide Kane, Max Burkholder. Sinopse: Numa noite em que o crime não terá consequências para ninguém, família é testada. Abertura nos EUA: US$ 34 milhões (em 7/06/2013). Dif. (segundo fim de semana): -75,6%. Acumulado nos EUA: US$ 63,5 milhões. Duração: 85 min. Classificação: 14 anos.
Pedalando com Moliére [Alceste à bicyclette, França, 2011], de Philipe Le Guay (Imagem). Gênero: comédia. Elenco: Fabrice Luchini, Lambert Wilson, Maya Sansa. Sinopse: Serge Tanneur, um ator com a carreira no auge, decide abandonar tudo e viver como eremita. Mas sua paz logo acaba quando ele é procurado por Gauthier Valence, um grande ator, que lhe oferece um papel no O misantropo, de Molière. Duração: 100 min. Classificação: 12 anos.
Sobral – O homem que não tinha preço [Brasil, 2013], de Paula Fiuza (Serendip/Art Films). Gênero: documentário. Sinopse: Biografia do jurista Sobral Pinto, que enfrentou a ditadura no Brasil e se tornou um dos maiores defensores dos direitos humanos da história do país. Duração: 84 min. Classificação: livre.
Solidões [Brasil, 2013], de Oswaldo Montenegro (Dist. Própria). Gênero: drama. Elenco: Vanessa Giácomo, Oswaldo Montenegro. Sinopse: A solidão em todos os seus aspectos, em várias histórias que se ligam e se encontram. Duração: 93 min. Classificação: 14 anos.
Thor 2 – O mundo sombrio [Thor – The Dark World, EUA, 2013], de Patty Jenkins (Disney). Gênero: aventura. Elenco: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tom Hiddleston. Sinopse: Segundo filme da franquia baseada nos quadrinhos da Marvel. Com exibição em 3D. Duração: 111 min. Classificação: 10 anos.
Rio de Janeiro
SHOW
Roberta Sá e Casuarina
1 de novembro de 2013
A cantora e o grupo de samba unem forças no palco da Fundição Progresso. O repertório de Roberta mistura faixas de seu quinto disco, "Segunda pele" — como "Deixa sangrar" (Caetano Veloso) e "Esquirlas" (Jorge Drexler) — com canções de seus álbuns anteriores, além de recordar marchinhas e sambas antigos.
Já os rapazes do Casuarina — Daniel Montes (violão de 7 cordas e arranjos), Gabriel Azevedo (voz e pandeiro), João Cavalcanti (voz e percussão), João Fernando (bandolim, vocais e arranjos) e Rafael Freire (cavaquinho e vocais) — mostram seu novo trabalho, "10 anos de Lapa," com músicas próprias, como "Samba de Helena" e "Dissimulata", e os clássicos "Com que roupa" (Noel Rosa) e "Lapinha" (Baden Powell e Paulo Cesar Pinheiro). No fim, eles apresentam juntos um repertório surpresa.
Fundição Progresso
1 nov 2013
sex 22:00
TEATRO
Conselho de Classe
até 3 de novembro de 2013
Uma reunião de professores é desestabilizada pela chegada de um novo diretor. O encontro faz eclodir dilemas éticos e pessoais. O espetáculo escrito por Jô Bilac toca em questões como poder e política. A direção é de Bel Garcia e Susana Ribeiro.
Espaço Sesc
Até 3 nov 2013
dom 20:00 | sex e sáb 21:00
R$ 20.00
EXPOSIÇÃO
Frida Baranek - Confrontos
até 5 de janeiro de 2014
Com curadoria de Catherine Bompuis, a mostra de Frida Baranek reúne trabalhos produzidos entre 1985 e 2013. Nos pilotis do museu, a escultura “Unclassified”, de 1992, com mais de quatro metros de altura e 1,5 tonelada, foi construída com partes de aviões e sucata de aço inox. Entre as obras inéditas, “Armadilha”, feita em ferro e arame galvanizado, tem 3,20m de diâmetro e 2,70m de altura.
Museu de Arte Moderna - MAM
Até 5 jan 2014
dom e sáb 11:00 até 18:00 | ter, qua, qui e sex 12:00 até 18:00
Grátis (menores de 12 anos; às quartas, a partir das 15h); R$ 12.00
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
A evolução dos encartes de games durante os anos
Por POP Games
Nos últimos anos, os manuais de jogos foram diminuindo de livretos para nada mais nada menos do que meras páginas que não explicam muito além dos principais comandos do jogo - como pode ser conferido na galeria de imagens acima. Reconhecendo a mudança nos encartes, o POP Games resolveu responder, cada um com sua opinião, a pergunta que não quer calar: para onde os manuais de jogos estão indo? Confira essa reflexão e não esqueça de comentar sua opinião sobre o assunto!
Dani Rigon: eu, como bicho de livro, adoro manuais e ando sentindo muita falta deles nos últimos jogos que estou comprando (vide “Puppeteer”). Sim, eu entendo que os jogos de hoje possuem fases de tutoriais que explicam tudinho o que precisamos saber sobre os comandos e personagens (até em português!), mas será que isso realmente exclui a necessidade de um manual?
Também entendo que gastar papel não é legal (pobre Meio Ambiente) e que a criação e a impressão de manuais como os antigos, cheios de artworks e informações, não ajuda no preço de um jogo, mas vamos combinar que os preços também não abaixaram muito, não é?
Em nome de colecionadores e viciados em livros: queremos nossos manuais!
Felipe Carmello: a última vez que eu realmente parei para ler um manual de um jogo, se não me engano, foi na época do Nintendo 64 com Super Mario 64, o primeiro que joguei no console. Como, na época, eu estava absurdamente animado para o jogo, queria saber tudo sobre ele.
Hoje em dia não acho que os manuais são tão úteis quanto antigamente, pois grande parte das coisas estão sendo explicadas na experiência em si, com tutoriais e níveis de treino. Mas apesar disso, não acho que eles deveriam acabar, pois sempre alguém vai preferir o bom e velho papel.
Gabriel Manari: antigamente os manuais explicavam boa parte da lógica por trás de cada pixel do jogo. Hoje tudo isso é explicado nas primeiras horas de gameplay. Mesmo assim eu gosto da tradição, do papel, do tangível que o manual te dá.
Sempre que compro um título para PlayStation 3 eu checo o peso da embalagem. Quanto mais pesada (como a de “Metal Gear Solid 4” ou “Catherine”), mais feliz eu serei com minha nova aquisição.
Marco Rigobelli: para mim, os manuais sempre fizeram parte da experiência do jogo. São o primeiro contato que os jogadores têm com o mundo no qual acabarão imersos (ou não) e supostamente é nele que as informações importantes sobre o jogo deveriam estar. Em certos casos, como nos jogos da Rockstar, os manuais são trabalhos minuciosos que tentam emular a atmosfera do jogo. “GTA IV” e “Red Dead Redemption” tem dois dos melhores encartes que já vi nessa geração. Infelizmente, isso aos poucos foi morrendo.
“Gears of War” é uma série que funciona como exemplo disso: O primeiro tem um manual fantástico que dá detalhes das armas e da história do jogo, enquanto o segundo segue o mesmo padrão e o terceiro começa a ignorar todas essas qualidades até chegarmos em “Judgment” que não tem nenhum encarte.
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