sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Dicas Culturais do Fim de Semana - 25 a 27 de outubro

CINEMA



Um castelo na Itália [Un château en Italie, França, 2012], de Valeria Bruni Tedeschi (Imovision). Gênero: drama. Elenco: Valeria Bruni Tedeschi, Louis Garrel, Filippo Timi, Xavier Beauvois. Sinopse: No meio de uma grande família burguesa italiana, uma mulher vive um período de transformações. Enquanto seu irmão está doente e os conflitos com a mãe aumentam, ela conhece um rapaz e se apaixona. Duração: 104 min. Classificação: 14 anos.




O conselheiro do crime [The Counselor, EUA/Reino Unido, 2013], de Ridley Scott (Fox). Gênero: suspense. Elenco: Brad Pitt, Michael Fassbender, Javier Bardem, Cameron Diaz, Penelope Cruz. Sinopse: Advogado envolve-se com tráfico de drogas. Duração: 117 min.




Juan e Evita, uma história de amor [Juan y Evita, Argentina, 2011], de Paula de Luque (Tucumán/Mercado Cultural). Gênero: drama. Elenco: Osmar Núñez, Julieta Diaz, Alberto Ajaka, Pompeyo Audivert, Sergio Boris. Sinopse: A história de amor entre Juan Domingo Perón e Eva Duarte, origem de um movimento político que mudou a história de um país. Duração: 104 min. Classificação: 12 anos.




Meu passado me condena [Brasil, 2013], de Julia Rezende (Downtown/Paris). Gênero: comédia. Elenco: Fábio Porchat, Miá Mello. Sinopse: Com apenas um mês de namoro, Fábio e Miá resolvem se casar e passar a lua de mel em um cruzeiro até a Europa. O problema é que na viagem eles encontram seus respectivos ex-namorados, Julia e Tiago, agora casados e também em lua de mel. Duração: 100 min. Classificação: 12 anos.




Serra pelada – A lenda da montanha de ouro [Brasil, 2013], de Victor Lopes (TvZero). Gênero: documentário. Sinopse: Na década de 80, no coração da floresta amazônica, 115 mil homens extraíram 100 toneladas de ouro, carregando nas costas uma montanha de 150 metros de altura. Hoje, Serra Pelada se transformou num lago, cercado por miséria, disputas e lendas. Duração: 94 min. Classificação: 14 anos.




O verão da minha vida [Tha Way Way Back, EUA, 2013], de Nat Faxon e Jim Rash (Diamond Films). Gênero: comédia. Elenco: Steve Carrell, Toni Colette, Allison Janney. Sinopse: Durante as férias, passadas com sua mãe, seu padrasto e a filha dele, o adolescente Duncan faz amizade com Owen, um divertido gerente de um parque aquático. Duração: 103 min.



Rio de Janeiro

SHOW

Arnaldo Antunes
26 de outubro de 2013



Após excursionar por um ano e meio com seu “Acústico MTV”, o artista lança amanhã, no Circo Voador, “Disco”, seu 15º álbum solo. Entre canções pop, baladas e rocks pesados e inéditos, surgem releituras como “Medo”, de sua época no Titãs, e antigas, como “A casa é sua”. Edgard Scandurra (guitarra) e Curumin (bateria) o acompanham na empreitada. O show de abertura é do paraense Felipe Cordeiro (com quem Arnaldo compôs “Tarja preta”), que mostra as faixas de seu novo CD, “Se apaixone pela loucura do seu amor”.

Circo Voador
26 out 2013
23:00
R$ 100.00 (meia-entrada com 1kg de alimento)



TEATRO

Sonhos de um sedutor
de 25 de outubro a 15 de dezembro de 2013



A montagem brasileira da peça de Woody Allen, escrita em 1969, traz George Sauma na pele de Allan Feliz, crítico de cinema que leva um pé na bunda da namorada (Georgiana Góes). Para animá-lo, o casal Dick (Heitor Martinez) e Linda (Luana Piovanni) faz de tudo para lhe arranjar uma nova garota. Enquanto isso, ele também recebe "conselhos" de Humphrey Bogart, seu ídolo.

Teatro Ipanema
De 25 out 2013 até 15 dez 2013
qui, sex e sáb 21:00 | dom 20:00
R$ 50.00



EXPOSIÇÃO

Virei viral
até 6 de janeiro de 2014



Vídeoinstalações, obras digitais e suportes multiplataformas apresentam um recorte do compartilhamento de conteúdos nos trabalhos de artistas como o americano Jonathan Harris, o francês Sacha goldberger e os brasileiros Lucas Bambozzi e Alexandre Mury. Com curadoria da M’ Baraká Experiências, a mostra é acompanhada de palestras e shows.

Centro Cultural Banco do Brasil
Até 6 jan 2014
dom, seg, qua, qui, sex e sáb 09:00 até 21:00
Grátis

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Indústria de efeitos visuais vê futuro nos games

Por Leonardo Avila para o TechTudo



O diretor criativo da Digital Domain, Neil Huxley, conversou com o TechTudo durante o The Union, evento para estudantes e entusiastas da arte digital organizado pelas escolas Saga e Gnomon. Huxley fala sobre a nova importância dos videogames e da televisão, critica a indústria do cinema e comenta Ender’s Game, primeiro longa-metragem de grande porte a ser co-produzido por uma empresa de efeitos visuais, que chega aos cinemas no fim do ano.

Não é segredo algum que a indústria dos videogames tem investido pesado em advertisement nos últimos anos, resultando em campanhas publicitárias gigantescas, lançamentos faraônicos e propagandas no horário nobre das televisões americanas. Até espaço publicitário no famossísimo campeonato de futebol americano Super Bowl (cujo custo por 30 segundos de transmissão chegou a US$ 4 milhões no ano passado) também tem sido invadido por games.

O LA Times aponta que, este ano, grandes empresas do ramo dedicam algo entre de US$ 250 mil a US$ 500 mil por comercial, na busca de chamar a atenção de um público cada vez mais exigente e bombardeado por um crescente universo de opções.

Para tanto, EA, Activision, Ubisoft e outras gigantes do ramo apostam em know-how importado de Hollywood. É o caso, por exemplo, da californiana Digital Domain, co-fundada por James Cameron e envolvida nos efeitos especiais de produções de grande porte, como Titanic e a adaptação para os cinemas de O Senhor dos Anéis. A empresa foi responsável, entre outros, pelo trailer do game Mad Max na E3 deste ano e o comercial de Destiny (vídeo abaixo, dirigido por Jon Favreau – Homem de Ferro -, protagonizado por Giancarlo Esposito – Breaking Bad), e vê no ramo dos videogames uma alternativa para o dificultoso cenário enfrentado por estúdios de cinema, que vêm cortando gastos e enfrentam competição ferrenha de novos modelos de negócios.



Confira entrevista com Neil Huxley. Entre seus trabalhos estão diversos trailers e comerciais para promoções de jogos, como Dead Space 3, Mad Max e NBA 2K13, e filmes como Avatar.

Techtudo: 2013, talvez mais exatamente esses últimos meses, tem sido marcado por baixos ganhos em bilheterias. Círculo de Fogo e Elysium foram super produções, arcaram com riscos tremendos e, infelizmente, não vingaram. Por outro lado, você vê surgindo fenômenos avassaladores tanto nos games como na televisão, protagonizados por novos símbolos da cultura pop, como GTA 5 e Breaking Bad. Como isso afeta seu trabalho?

Neil Huxley: bem, nós trabalhamos um pouco de tudo – filmes, games, TV. Mas, para nós, é um efeito natural da indústria neste momento. Filmes estão ficando mais caros para produzir, os estúdios, claro, querem fazê-los por menos, e a maneira que eles encontraram para tal é levar equipes para o Canadá, por exemplo, onde existem incentivos governamentais; então, como isso nos afeta é que agora temos que expandir operações para países em que haja alívios tributários se quisermos manter as portas abertas. É uma pena que produções estejam migrando de Los Angeles; é parte culpa dos estúdios e parte do governo da cidade. É o que me deixa perplexo. Hollywood tem um dos piores incentivos fiscais do mundo. Você pensaria que eles iriam querer mais é manter gente trabalhando lá, mas não é o que acontece.
Vai haver um bocado de efeitos colaterais. Há também o fato de que muitos desses filmes são exageradamente inflados; sabe como é, Círculo de Fogo, Elysium – eu gostei de Círculo de Fogo, entretanto; mas no fim do ano você tem Os 47 Ronins, que custou US$ 250 milhões. Não tem como eles conseguirem essa grana toda de volta. É um filme de samurai! (risos) Você deveria estar fazendo longas desses por 10 ou 20 milhões. Por outro lado, você tem Elysium. Eu fiquei tão desapontado com o filme. Eu acho que ele era visualmente legal, mas, em termos de história, creio que eles ficaram sem saída, o script não era tão bom. E eu sei que muitas pessoas se sentiram assim.



TT: E o pessoal de Distrito 9 estava encabeçando o filme também?

NH: É, Distrito 9 foi um baita filme, Acho que o público estava esperando a mesma coisa de Elysium, e, infelizmente, a trama não chega a alcançar exatamente o mesmo nível. Uma pena, queria que o filme tivesse sido incrível.
Mas então pessoas passam a procurar entretenimento em outros lugares, televisão e videogames, por exemplo. A TV, por sinal, está virando a nova Hollywood. Astros famosos, famosos mesmo, estão correndo para pegar papéis em televisão. Produções como The Walking Dead, Game of Thrones e Breaking Bad provam que você pode realmente ter bom conteúdo na programação.



TT: E quanto a sua experiência trabalhando com videogames?

NH: Nós estamos agora co-produzindo filmes e criando comerciais para empresas de videogames, mas estamos mais envolvidos com jogos nestes últimos anos. Isso graças ao meu chefe, Rich Flier (atual presidente do setor comercial e de games da Digital Domain), que tem um vasto conhecimento da área. Desde que ele chegou, nós estivemos mudando o jeito que trabalhamos no setor de comerciais – na minha opinião, foi pra melhor. Hoje em dia não estamos mais dependendo de propaganda de carro (risos). Era tudo o que a gente fazia, mas agora estamos criando estes modelos de personagens inteiramente em computação gráfica e é tudo parte de uma mudança de ares que levou pouco mais de dois anos. É bem legal.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Conheça os 10 melhores MMORPGs de 2013

Por Rodrigo Gurgel para TechTudo



Dungeons & Dragons: Neverwinter

Neverwinter foi lançado oficialmente no dia 20 de junho, com a promessa de ser uma versão nova, melhorada e repaginada do antigo – e ainda ativo – Dungeons & Dragons Online. A promessa, infelizmente, não foi comprida.

O jogo não é ruim, mas também não é incrível. A impressão é que a equipe de desenvolvimento da Cryptic Studios apoiou-se completamente no efeito “você estará jogando na cidade de Neverwinter, em Forgotten Realms, no ambiente do RPG que você tanto gosta” e se esqueceu de realmente inovar no game.

Os gráficos são bonitos e o jogo realmente coloca o jogador no ambiente típico e familiar de uma campanha de D&D, com zumbis e missões por todos os lados. Neverwinter oferece ainda onze raças – sendo três delas (Menzoberranzan Renegade, Moon Elf e Sun Elf) disponíveis apenas quem comprar os pacotes especiais – e cinco classes: Control Wizard, Devoted Cleric, Guardian Fighter, Great Weapon Fighter e Trickster Rogue.

Uma particularidade excepcional, entretanto, é a chamada Foundry. Através desta ferramenta, qualquer jogador de nível quinze ou mais pode criar dungeons e quests que, após terminadas, são liberadas para o resto do público. Com poucas novidades para o gênero, Neverwinter não se destaca, mas é válido para fãs de D&D.





Dragon's Prophet

Dragon's Prophet, dos mesmos criadores de Runes of Magic, se passa no mundo Auratia, povoado por dragões dos mais variados tipos e formas. O jogador pode escolher dentre quatro classes – Guardians, Rangers, Oracles e Sorcerers – e capturar mais de trezentos dragões, que podem ser usados como montaria e parceiros de combate, e irão definir o “Dragon Destiny” de seu personagem, moldando o rumo que sua história tomará.

Os gráficos são bonitos, mas trazem nada de realmente novo. O combate mistura o sistema de combos e ação de outros jogos com a clássica mira-automática da maioria dos MMOs, permitindo que o jogador tenha uma experiência de combate mais realista e ao mesmo tempo simples.

Dragon's Prophet conta também um sistema interessante de guildas e de construção: líderes de Guildas podem criar pequenos reinos, com civis e milícias. Jogadores, entretanto, não precisam ser parte ou líderes de uma guilda para construírem casas, tendo total liberdade para criar e decorar as estruturas como bem entenderem.





Path of Exile

Path of Exile é um MMORPG de ação baseado em um universo medieval de fantasia sombria. Foi desenvolvido por uma equipe independente da Nova Zelândia, e é em muito parecido com Diablo: tanto no estilo gráfico – o clássico 2.5 D, como em ambientação e na câmera fixa. O jogo possui seis classes que são, infelizmente, gender-locked – significando que você não pode escolher o sexo do seu personagem.

A história de Path of Exile é interessante, colocando o personagem como um exilado de sua terra natal, enviado para Wraeclast, um continente reservado para as párias sociais que o resto do mundo simplesmente não quer.

Um destaque do jogo é seu sistema de habilidades, divididas em dois tipos: passivas e ativas. Habilidades ativas são desenvolvidas livremente por todas as classes, tendo que ser encontradas dentro do jogo na forma de Gems que devem ser alocadas em armas ou armaduras. Todas as classes têm acesso a mesma arvore de 1,350 habilidades passivas, podendo alocar pontos nela quando passam de nível.





Ragnarok Online 2

O jogo foi lançado oficialmente em maio de 2013 e conta com uma série de diferenças em relação ao primeiro Ragnarok – jogadores que esperam encontrar apenas uma versão tridimensional do jogo original serão severamente desapontados. Para começo de conversa, Alquimista e Ferreiro não são mais classes – eles foram movidos para a coluna de ‘Jobs’ na criação de personagem, que também conta com Chef e Artisan. As classes, fora isso, continuam as mesmas: Swordman, Magician, Archer, Thief e Acolyte – cada uma delas com dois tipos de evolução. Há também uma raça nova, chamada Noel, que possui classes específicas.

Os sistemas de cartas e de pets também mudaram. Cartas agora são equipadas diretamente no seu personagem, e podem ser conseguidas tanto de monstros quanto mesclando cartas diferentes em um NPC para conseguir uma versão mais forte. Além disso, para conquistar um monstro como Pet, agora é necessário coletar seu DNA.





Salem

Salem é um jogo diferente, quase que completamente baseado em sistemas de crafting. Nele, você toma o papel de um peregrino recém-chegado em uma versão gótica e estranha do Novo Mundo. Estilo sandbox, o jogo te dá muitas opções com relação ao que fazer, quando fazer, e porque fazer. A única cidade originalmente desenvolvida dentro do jogo é Boston, e todas além dela foram criadas por jogadores.

Outro aspecto interessante de Salem é o conceito de permadeath – se você morrer, você morre de vez. Sem segundas chances, sem revives, sem nada. Apesar de ser um detalhe controverso, o consenso geral é que funciona bem dentro do universo do game, obrigando os jogadores a encontrarem a força nos números, viajando em suas jornadas de descoberta sempre em companhia de outros.

O jogo é leve, com gráficos bastante únicos, revelando um design pitoresco que pode até afastar alguns jogadores. Entretanto, a pouca diversidade visual é compensada pela grande liberdade que o jogo proporciona. O sistema de criação de itens e cenários incentiva o trabalho em grupo e a exploração do mundo em contínua expansão. Uma alternativa bastante diferente da usual e uma boa opção para quem quer experimentar um MMO diferente do que normalmente se encontra por aí.





Marvel Heroes

Pense no melhor que o gameplay de Diablo tem a oferecer. Agora troque o cenário sombrio por uma série de fases coloridas , típicas do que se esperaria de um jogo de super-heróis e as classes que você conhece por heróis igualmente conhecidos…. E aí está. Marvel Heroes em três linhas.

O jogo foi oficialmente lançado em junho, e contava com poucos heróis – mas muitos outros já foram acrescentados e os desenvolvedores prometer mais e mais deles. O combate é ágil e extremamente simples, sem complicações desnecessárias. As dublagens foram muito bem feitas e a história é agradável, sendo apresentada através de mensagens que aparecem na tela – a maioria delas narrada por agentes da S.H.I.E.L.D, como se você as estivesse escutando em seu comunicador.

Marvel Heroes atende ao propósito a que veio, criando um jogo que é mais fonte de relaxamento do que desafio e apelando a todos os fãs de super-heróis. Um detalhe importante – e bom – é que você pode também alterar os uniformes de seus personagens. Prefere o Wolverine em seu uniforme preto da Força X? É só conquistar a roupa no jogo e trocar.





Rift

Rift tornou-se gratuito no dia 12 de junho e, com isso, conquistou rapidamente uma base de jogadores ainda maior do que tinha antes. O jogo chama a atenção por sua abordagem low-fantasy, que difere bastante do que é esperado em jogos do gênero.

Em Rift os jogadores podem escolher entre duas facções: Guardians ou Defiants e ainda que a criação e customização de personagens seja bastante limitada – você tem apenas três raças por facção, Rift compensa com o sistema de classes, chamadas de Souls. Durante o tutorial – simples, fácil, rápido e informativo – o jogador é levado a escolher três. O tutorial sugere algumas que possuem sinergia entre si, mas a escolha é livre. Cada Soul representa uma árvore de talentos responsável por habilidades e características. Seguindo esse sistema, Rift permite de forma funcional que os jogadores criem seus personagens da forma que preferirem.

Com a enorme quantidade de combinações possíveis, não há limites. Entretanto, para os jogadores iniciantes e que não se sentem confortáveis escolhendo as próprias habilidades antes de estarem confiantes, o jogo oferece a possibilidade de seus pontos serem distribuídos automaticamente.





Age of Wushu

Age of Wushu é facilmente definido por uma palavra: inovação. O jogo, um action MMORPG desenvolvido na China, foi oficialmente lançado 18 de julho e já conta com uma grande base de jogadores.

Em Age of Wushu o jogador é colocado no papel de um artista marcial iniciante e é livre para fazer o que quiser. A ideia de liberdade na evolução do personagem é levada a sério. Não existem níveis nem classes e se você quiser ignorar completamente o aspecto marcial e focar-se na simples vida de um ferreiro, a escolha é total e completamente sua. Baseado em uma China histórica, o jogo tem grande foco em roleplay, história e interpretação, mas não deixa de lado aspectos clássicos do gênero como PVP e quests.

O jogo é cheio de pequenos e grandes detalhes que o transformam em algo completamente novo na cena de MMOs, mas os destaques são seu sistema de progressão off-line, no qual seu personagem se torna um NPC enquanto você não estiver jogando, e um sistema de encontros randômicos, que faz com que nenhuma quest se repita.





Wizardry Online

Wizardry Online é um daqueles jogos que te assusta antes mesmo de logar. A primeira coisa que se vê quando se abre o site é o aviso: “Wizardry Online é o MMO de fantasia mais hardcore já criado. O nível de dificuldade é insano”. O jogo é gratuito e extremamente bem feito em seus detalhes. Porém a perspectiva de morte permanente é assustadora – principalmente em um mundo como o de Wizardry, em que o PvP é aberto para todos, o tempo todo. Mas não é tão simples assim.

Quando você morre, você assume a “forma de alma” e precisa vagar até as Guardians Statues para reviver. O problema é que pelo caminho você encontrará monstros, que a cada golpe acertado em seu personagem, diminuem sua chance de reviver em 10%. Então, o conselho é simples: se você morreu, corra até a Guardian Statue mais próxima o mais rápido possível e evite os fantasmas.

Outro detalhe que evita que todos os jogadores saiam se matando pelo mundo é o sistema de crimes. Matar jogadores ou roubar pertences de seus corpos pode levá-lo para a cadeia ou pior. Existe também a chance de jogadores tornarem-se alvos de mercenários ao terem prêmios oferecidos por suas cabeças. E os mercenários são outros jogadores, que irão caçá-lo pela recompensa.

O jogo conta com cinco raças: Anões, Elfos, Gnomos, Humanos e Porkul. Cada uma delas possui atributos diferentes e o próprio jogo se encarrega de avisar se uma combinação de raça/classe é uma boa ideia. As classes são Fighter, Thief, Priest e Mage. Nada de muito excepcional nesse ponto. Infelizmente o jogo ainda não está disponível para o Brasil.





TERA

TERA (The Exiled Realm of Arborea) foi chegou ao mercado em maio de 2012, mas teve seu lançamento oficial como jogo grátis em fevereiro de 2013. O jogo chama a atenção por seu design inovador e bonito, sendo facilmente um dos MMOs mais bem feitos até hoje. As sete raças disponíveis são diferentes do padrão e trazem a sensação de estar jogando algo novo, e não só mais um game genérico de fantasia medieval.

Outro aspecto importante de TERA é o sistema de combate, no qual jogadores precisam não só mirar manualmente seus golpes, como também encaixar combos nos momentos exatos e mover-se para esquivar, aparar ou bloquear golpes em tempo real. Em TERA, você pode ser obrigado a matar quinze de um mesmo monstro para concluir sua quest – mas cada um dos confrontos é percebido como diferente, obrigando o jogador a prestar atenção e estar sempre disposto a improvisar.

As classes – Archer, Berserker, Lancer, Slayer, Mystic, Priest, Warrior e Sorcerer – possuem níveis de dificuldade diferentes indicados em sua seleção e não caem na mesmice típica do jogos do gênero, mantendo estilos de combate bastante diferenciados em todas elas: jogar com um Berseker e um Slayer são experiências distintas, apesar de ambas serem classes de dano corpo a corpo.

TERA também permite que o jogador teste uma classe antes de escolhê-la definitivamentre. Neste momento, chamado de “prólogo”, o jogador controla um personagem de nível 20 e com habilidades e equipamentos apropriados. Quanto o prólogo termina, ele é direcionado para a área inicial com um personagem comum de nível um.

Apesar do pagamento não ser obrigatório, jogadores que não pagam a mensalidade e/ou não compraram o jogo tem algumas penalidades severas, como espaço do inventário drasticamente reduzido, menos experiência, menos prêmios ao terminar dungeons, menos dungeons liberadas, entre outras coisas.