quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Havana, Cuba



A primeira impressão de quem pisa na capital de Cuba é a de estar em um lugar que foi "congelado" e se mantém igual ao que era nos anos 50. Prédios, carros e máquinas antigas por todos os lados fazem da cidade um museu de antiguidades a céu aberto.

Não tente associar tudo que já aprendeu sobre o comunismo com aquilo que se vê em Havana, pois dessa forma será difícil tirar alguma conclusão. O regime cubano não está nem um pouco próximo da ideia utópica de todos vivendo de maneira igual, com as mesmas condições e salários. Quem trabalha com turismo, por exemplo, pode ganhar muito mais que o dobro do piso salarial oficial. Muitos cubanos vivem apertados em cortiços mal conservados, mas, mesmo com toda a pobreza, o visitante não verá ninguém passando fome ou vestindo trapos, e isso pode ser observado durante um rápido passeio (durante o dia porque à noite pode ser perigoso!) em Centro Havana.

Quando a revolução tomou conta do país em 1959, os que eram mais ricos na época permaneceram com suas moradias e muitos deles as transformaram em hospedarias, conhecidas em Cuba como "casas particulares" --a opção de hospedagem com melhor custo-benefício para turistas que não querem luxo ou que viajam de mochila nas costas.

Sob o clima quente e fresco caribenho, que se estende pelo ano inteiro, aproveite para visitar os museus da cidade, que apesar de possuírem infraestrutura mediana e, muitas vezes, uma visão pra lá de nacionalista, são uma ótima oportunidade de desvendar alguns pontos da história da ilha. Depois, percorra a Plaza de Armas, onde, além de poder folhear e comprar livros usados, uma conversa com o vendedor pode lhe render muitas informações sobre a cultura local e a situação política atual de Cuba.

Site do país - www.cubagov.cu

Embaixada Brasileira na cidade - Calle Lamparilla, 2, 4° Piso, Havana Velha, tel: 53 (7) 866-9051. embhavana@brasil.co.cu

Idioma - Espanhol

Fuso horário - 2 horas a menos em relação a Brasília, quando estamos em horário de verão

Moeda - Há dois tipos de moedas: o Peso Nacional Cubano, também denominado Moneda Nacional (MN), utilizado pela população local, e o Peso Conversível Cubano (CUC), valor de troca para o turista. Cada CUC vale 24 pesos cubanos, aproximadamente.

Valor de troca - 1 CUC = ? 0,80 = R$ 2,50

Fonte: Uol Viagens

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Cidade do México, México



A arborizada Cidade do México é uma verdadeira festa de contrastes, onde o contemporâneo e o antigo convivem em absoluta harmonia, apesar de ter dimensões de megalópole. Um templo asteca se encontra com prédios moderníssimos, à prova de abalos sísmicos, assim como grupos de música pop se intercalam com os mariachis no gosto popular. E é exatamente esse mix que atrai turistas de todo tipo, que, por sinal, são muito bem recebidos pelo alegre povo mexicano.

A 2.250 metros acima do mar, a cidade de Frida Kahlo vem enfrentando problemas na sua estrutura. No século 14, os astecas construíram a capital de seu império, chamada Tenochtitlán, em uma ilha no lago Texcoco. Com a conquista dos espanhóis, em 1521, a capital asteca foi destruída e, assim, iniciou-se a expansão territorial sobre o lago. As conseqüências do aterramento do Texcoco são sentidas hoje em dia, porque o solo se tornou frágil com o peso da cidade. Em outras palavras, há pontos que estão afundando, como é o caso da Basílica de Guadalupe e alguns monumentos. Tudo isso é reflexo de um crescimento urbano incrível sobre um aterro alagadiço. A boa notícia é que especialistas têm feito grandes trabalhos de reestruturação.

Moeda - Peso mexicano

Fuso horário - Três horas a menos em relação ao horário de Brasília (quatro a menos quando o Brasil está em horário de verão)

Vacinas - Não é exigida nenhuma vacina para entrar na Cidade do México

Visto - Brasileiros podem usar seu visto mexicano ou norte-americano para entrar no México. Aqueles que não tem o visto norte-americano ou mexicano podem, a partir de agora, entrar no site e, lá, conseguir uma autorização eletrônica de viagem. O processo é simples, gratuito e rápido. Esta autorização, porém, só é válida para quem for chegar ao México de avião. Se a pessoa planeja viajar ao México por terra ou mar, é necessário obter um visto de acordo com os procedimentos estabelecidos, em algum consulado mexicano no Brasil.

Fonte: Uol Viagens

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Cairo, Egito



Ao chegar à cidade do Cairo pela primeira vez, o turista brasileiro tem grandes chances de se defrontar com uma sensação curiosa: de que a capital egípcia é uma São Paulo encravada na mundo árabe. São construções verticais de cimento por todos os lados, viadutos cortando avenidas cinzentas, carros amontoados em um trânsito interminável, milhões de pessoas nas ruas e uma poluição que, de tão visível, é quase palpável.

Tudo muda, porém, quando o primeiro chamado às orações é ouvido pelo visitante. A voz do muezim, ecoada do alto dos minaretes das mesquitas, conclama os muçulmanos para rezar - e traz o turista para uma nova realidade. Subitamente, ele começa a notar os senhores barbudos negociando nas vendas, as mulheres de véu caminhando nas calçadas, o casal fumando a narguilé em um café antigo.

Nas barracas de rua, comida farta e apetitosa. Nas lojas dos bazares, roupas de seda coloridas e chamativas. E no horizonte, atrás de edifícios feios e encardidos, um mundo a ser descoberto, cheio de templos centenários e cortado por um rio que, por milhares de anos, alimentou a mais famosa civilização que passou pela Terra: o Nilo.

A Primavera Árabe, eclodida no Egito no começo de 2011, derrubou o ditador Hosni Mubarak, mas afastou os turistas do Cairo. Com a violência causada pelos protestos esmorecida (mas não completamente apaziguada), a cidade volta a ficar mais segura para receber visitantes.

Atrações, como sempre, não faltam: das pirâmides de Gizé (a 45 minutos de distância do centro da capital) às ruas medievais do bairro islâmico, o Cairo oferece passeios por diversos períodos da história da humanidade, e para todos os gostos turísticos: para uma imersão no mundo muçulmano, visite a mesquita Al-Azhar (uma das mais importantes do Oriente Médio). Para compras, ande pelo mercado de rua Khan al-Khalili, o mais tradicional da cidade. E para um encontro com o mundo dos faraós, faça um tour pelo Museu Egípcio, que abriga mais de 110 mil relíquias do Egito Antigo, entre elas algumas dezenas de múmias e a máscara de ouro de Tutankhamon. Números de dança do ventre e passeios de barco pelo rio Nilo também podem fazer parte do cardápio.

No meio de tantas distrações, entretanto, o visitante não pode se descuidar: ao sair para a rua, é sempre necessário se informar sobre a situação na Praça Tahrir e adjacências: situado no coração da cidade, ao lado do Museu Egípcio, o local ainda é o principal palco de protestos do país e é tomado rapidamente por manifestantes após qualquer descontentamento com o novo governo.

O turista também deve saber que, aos olhos de muitos egípcios, ele é apenas uma agência bancária ambulante. Pedidos por baksheesh (gorjeta) e produtos vendidos a preços extorsivos serão uma constante em qualquer tour pela cidade. Pechinche antes de comprar qualquer coisa na rua e nunca tome um táxi sem combinar o preço da corrida antes.

Site do país - www.egypt.gov.eg/english

Embaixada brasileira na cidade – v. Corniche El Nil, 1125 – Maspero, Cairo 11561, Egito, tel.: 20 (2) 2577-3013 / 2576-1466, Fax, 20 (2) 2577-4860. Telefone de Emergência: 20 (12) 244-4808. E-mail: brasemb@soficom.com.eg

Idioma - Árabe

Fuso horário - 5 horas a mais em relação a Brasília

Informações turísticas – Para entrar no Cairo é preciso do certificado internacional de vacinação contra febre amarela e visto, retirado no próprio Aeroporto Internacional, após o desembarque. O visto custa US$ 30. O melhor período para se visitar a cidade, sem sofrer com as tempestades de areia e altas temperaturas, é de final de outubro a início de março.

Moeda – Libra egípcia. Para saber a cotação da moeda acesse: http://economia.uol.com.br/

Câmbio – O mais confiável é trocar o dinheiro no próprio hotel em que o turista está hospedado ou no aeroporto. Tenha cuidado ao utilizar o cartão de crédito em qualquer estabelecimento.

Fonte: Uol Viagens