terça-feira, 27 de agosto de 2013
Cidade do México, México
A arborizada Cidade do México é uma verdadeira festa de contrastes, onde o contemporâneo e o antigo convivem em absoluta harmonia, apesar de ter dimensões de megalópole. Um templo asteca se encontra com prédios moderníssimos, à prova de abalos sísmicos, assim como grupos de música pop se intercalam com os mariachis no gosto popular. E é exatamente esse mix que atrai turistas de todo tipo, que, por sinal, são muito bem recebidos pelo alegre povo mexicano.
A 2.250 metros acima do mar, a cidade de Frida Kahlo vem enfrentando problemas na sua estrutura. No século 14, os astecas construíram a capital de seu império, chamada Tenochtitlán, em uma ilha no lago Texcoco. Com a conquista dos espanhóis, em 1521, a capital asteca foi destruída e, assim, iniciou-se a expansão territorial sobre o lago. As conseqüências do aterramento do Texcoco são sentidas hoje em dia, porque o solo se tornou frágil com o peso da cidade. Em outras palavras, há pontos que estão afundando, como é o caso da Basílica de Guadalupe e alguns monumentos. Tudo isso é reflexo de um crescimento urbano incrível sobre um aterro alagadiço. A boa notícia é que especialistas têm feito grandes trabalhos de reestruturação.
Moeda - Peso mexicano
Fuso horário - Três horas a menos em relação ao horário de Brasília (quatro a menos quando o Brasil está em horário de verão)
Vacinas - Não é exigida nenhuma vacina para entrar na Cidade do México
Visto - Brasileiros podem usar seu visto mexicano ou norte-americano para entrar no México. Aqueles que não tem o visto norte-americano ou mexicano podem, a partir de agora, entrar no site e, lá, conseguir uma autorização eletrônica de viagem. O processo é simples, gratuito e rápido. Esta autorização, porém, só é válida para quem for chegar ao México de avião. Se a pessoa planeja viajar ao México por terra ou mar, é necessário obter um visto de acordo com os procedimentos estabelecidos, em algum consulado mexicano no Brasil.
Fonte: Uol Viagens
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Cairo, Egito
Ao chegar à cidade do Cairo pela primeira vez, o turista brasileiro tem grandes chances de se defrontar com uma sensação curiosa: de que a capital egípcia é uma São Paulo encravada na mundo árabe. São construções verticais de cimento por todos os lados, viadutos cortando avenidas cinzentas, carros amontoados em um trânsito interminável, milhões de pessoas nas ruas e uma poluição que, de tão visível, é quase palpável.
Tudo muda, porém, quando o primeiro chamado às orações é ouvido pelo visitante. A voz do muezim, ecoada do alto dos minaretes das mesquitas, conclama os muçulmanos para rezar - e traz o turista para uma nova realidade. Subitamente, ele começa a notar os senhores barbudos negociando nas vendas, as mulheres de véu caminhando nas calçadas, o casal fumando a narguilé em um café antigo.
Nas barracas de rua, comida farta e apetitosa. Nas lojas dos bazares, roupas de seda coloridas e chamativas. E no horizonte, atrás de edifícios feios e encardidos, um mundo a ser descoberto, cheio de templos centenários e cortado por um rio que, por milhares de anos, alimentou a mais famosa civilização que passou pela Terra: o Nilo.
A Primavera Árabe, eclodida no Egito no começo de 2011, derrubou o ditador Hosni Mubarak, mas afastou os turistas do Cairo. Com a violência causada pelos protestos esmorecida (mas não completamente apaziguada), a cidade volta a ficar mais segura para receber visitantes.
Atrações, como sempre, não faltam: das pirâmides de Gizé (a 45 minutos de distância do centro da capital) às ruas medievais do bairro islâmico, o Cairo oferece passeios por diversos períodos da história da humanidade, e para todos os gostos turísticos: para uma imersão no mundo muçulmano, visite a mesquita Al-Azhar (uma das mais importantes do Oriente Médio). Para compras, ande pelo mercado de rua Khan al-Khalili, o mais tradicional da cidade. E para um encontro com o mundo dos faraós, faça um tour pelo Museu Egípcio, que abriga mais de 110 mil relíquias do Egito Antigo, entre elas algumas dezenas de múmias e a máscara de ouro de Tutankhamon. Números de dança do ventre e passeios de barco pelo rio Nilo também podem fazer parte do cardápio.
No meio de tantas distrações, entretanto, o visitante não pode se descuidar: ao sair para a rua, é sempre necessário se informar sobre a situação na Praça Tahrir e adjacências: situado no coração da cidade, ao lado do Museu Egípcio, o local ainda é o principal palco de protestos do país e é tomado rapidamente por manifestantes após qualquer descontentamento com o novo governo.
O turista também deve saber que, aos olhos de muitos egípcios, ele é apenas uma agência bancária ambulante. Pedidos por baksheesh (gorjeta) e produtos vendidos a preços extorsivos serão uma constante em qualquer tour pela cidade. Pechinche antes de comprar qualquer coisa na rua e nunca tome um táxi sem combinar o preço da corrida antes.
Site do país - www.egypt.gov.eg/english
Embaixada brasileira na cidade – v. Corniche El Nil, 1125 – Maspero, Cairo 11561, Egito, tel.: 20 (2) 2577-3013 / 2576-1466, Fax, 20 (2) 2577-4860. Telefone de Emergência: 20 (12) 244-4808. E-mail: brasemb@soficom.com.eg
Idioma - Árabe
Fuso horário - 5 horas a mais em relação a Brasília
Informações turísticas – Para entrar no Cairo é preciso do certificado internacional de vacinação contra febre amarela e visto, retirado no próprio Aeroporto Internacional, após o desembarque. O visto custa US$ 30. O melhor período para se visitar a cidade, sem sofrer com as tempestades de areia e altas temperaturas, é de final de outubro a início de março.
Moeda – Libra egípcia. Para saber a cotação da moeda acesse: http://economia.uol.com.br/
Câmbio – O mais confiável é trocar o dinheiro no próprio hotel em que o turista está hospedado ou no aeroporto. Tenha cuidado ao utilizar o cartão de crédito em qualquer estabelecimento.
Fonte: Uol Viagens
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Dicas Culturais do Fim de Semana - 23 a 25 de agosto
CINEMA
A alma da gente [Brasil, 2013], de Helena Solberg e David Meyer (EH! Filmes). Gênero: documentário. Sinopse: Dez anos depois dos ensaios de um espetáculo de dança com elenco de jovens moradores da favela da Maré, no Rio de Janeiro, os diretores buscam esses participantes para descobrir o impacto da experiência em suas vidas. Duração: 73 min. Classificação: 10 anos.
Cuica de Santo Amaro [Brasil, 2013], de Josias Pires e Joel de Almeida (Docdoma Filmes). Gênero: documentário. Sinopse: A vida e a obra do poeta popular, trovador-repórter e propagandista Cuica de Santo Amaro, personagem baiano controverso e irreverente. Duração: 74 min.
Os instrumentos mortais - Cidade dos ossos [The Mortal Instruments – City of Bones, EUA/Alemanha, 2013], de Harald Zwart (Paris). Gênero: ação. Elenco: Jonathan Rhys Meyers, Lily Collins, Jamie Campbell Bower, Lena Headey. Sinopse: Na tentativa de salvar a mãe, sequestrada por um demônio, a jovem Clary Fray descobre a verdade sobre seu passado e sua linhagem. Duração: 130 min. Classificação: 12 anos.
Muito barulho por nada [Much Ado About Nothing, EUA, 2013], de Joss Whedon (H2O Films). Gênero: comédia. Elenco: Amy Acker, Alexis Denisof, Fran Kranz. Sinopse: Uma releitura moderna da clássica comédia de Shakespeare sobre dois casais de amantes com diferentes olhares sobre o amor. Abertura nos EUA: US$ 171,9 mil (em 7/06/2013). Dif. (segundo fim de semana): -6%. Acumulado nos EUA: US$ 4,1 milhões. Duração: 107 min. Classificação: 12 anos.
Os sabores do palácio [Les saveurs du palais, França, 2012], de Christian Vincent (Europa/Mares Filmes ). Gênero: Comédia. Elenco: Catherine Frot, Jean d’Ormesson, Hippolyte Girardot, Arthur Dupont. Sinopse: A famosa chef Hortense Laborie é escolhida para ser a cozinheira pessoal do Presidente da República. Duração: 95 min. Classificação: 12 anos.
Sem dor, sem ganho [Pain and Gain, EUA, 2013], de Michael Bay (Paramount). Gênero: ação. Elenco: Mark Wahlberg, Dwayne Johnson, Ed Harris, Rebel Wilson. Sinopse: Dupla de fisiculturistas da Flórida acaba envolvida em um esquema de extorsão e sequestro. Abertura nos EUA: US$ 20,2 milhões (em 26/04/2013). Dif. (segundo fim de semana): -62,9%. Acumulado nos EUA: US$ 48,5 milhões. Duração: 130 min. Classificação: 18 anos.
A sorte em suas mãos [La suerte en tus manos, Argentina/Espanha/Brasil, 2012], de Daniel Burman (Imovision). Gênero: drama. Sinopse: Jogador de pôquer profissional procura por uma antiga paixão depois que seu casamento acaba. Duração: 110 min. Classificação: 12 anos.
Rio de Janeiro
SHOW
Clarice Falcão
23 de agosto de 2013
Conhecida por trabalhos de atriz, como o que desenvolve no humorístico da internet "Porta dos Fundos", Clarice mostra seu lado cantora e compositora no show “Monomania”, de seu primeiro CD, homônimo, lançado apenas na web. O repertório inclui faixas inéditas e canções autorais como "Macae" e "Oitavo andar", além de "De todos os loucos do mundo", feita para o namorado, Gregório Duvivier.
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos, S/N - Lapa - Rio de Janeiro - RJ
Horário: 0h
Preço: R$50
Classificação: 18 anos.
TEATRO
Rain Man
até 1 de setembro de 2013
Egocêntrico vendedor de carros descobre que o irmão mais velho, um autista, é o beneficiário da herança de seu pai. Baseado no filme homônino, vencedor do Oscar.
Local: Teatro dos Quatro
Endereço: R. Marquês de São Vicente, 52 - Shopping da Gávea - Gávea - Rio de Janeiro - RJ
Horário: Quinta, sexta e sábado 21h e Domingo 20h
Duração: 100min.
Preço: R$ 70.00 (qui e sex); R$ 80.00 (sáb e dom)
Bilheteria: de terça a domingo a partir de 15h
Informações: (21) 2274-9895
Classificação: 14 anos
EXPOSIÇÃO
Lugar de reflexão
Até 20 de outubro de 2013
Cristina Iglesias, finalmente, fincou raízes no Rio. A artista espanhola, autora da obra “Vegetation Room”, instalada por dois anos (2010-2012) em meio à floresta de Inhotim (MG), e que já teve trabalhos exibidos em São Paulo, inaugura a mostra “Lugar de reflexão”, em cartaz desde quarta-feira, na Casa França-Brasil.
Para o Rio, Cristina trouxe nove esculturas que se aproveitam do espaço da galeria e da própria obra, com o intuito de provocar o visitante a criar um percurso subjetivo.
"'História natural e moral das Índias — Santa Fé I e II' tem a ver com o conceito de escondido, o que se deixa ver. A ideia é articular o pensamento do espectador", propõe Cristina, enquanto caminha pela escultura (um labirinto formado por um conjunto de biombos entalhados).
Na varanda da Casa França-Brasil está a instalação “Habitação dos abraços”, forrada por uma vegetação artificial no interior com um vidro (verde) por fora. Essa natureza fake é uma das marcas da artista, que utiliza água, madeira, alabastro e formas vegetais e minerais em muitos de seus trabalhos.
"A obra dela traz questões de natureza interna e externa. Tem a natureza fictícia, sim, mas deixa a luz natural entrar", comenta Lynne Cooke, curadora da exposição, cujas obras integraram a retrospectiva “Metonímia”, no Museu Reina Sofía, em Madri. (Carolina Ribeiro)
Local: Casa França-Brasil
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 78 - Centro - Rio de Janeiro - RJ
Horário: terça a domingo das 10h às 20h
Preço: Gratuito
Classificação: Livre
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