CINEMA
Reino escondido [Epic, EUA, 2013], de Chris Wedge (Fox). Gênero: animação. Elenco: Amanda Seyfried, Josh Hutcherson. Sinopse: Um exército de insetos evoca criaturas míticas para ajudá-los a proteger seu jardim da maléfica rainha aranha. Com exibição em 3D. Duração: 102 min.
2 mais 2 [Dos más dos, Argentina, 2012], de Diego Kaplan (Paris). Gênero: comédia. Elenco: Carla Peterson, Adrián Suar, Julieta Díaz, Juan Minujín. Sinopse: Dois casais, amigos de toda a vida, chegam aos 40 anos. Diego e Emília têm um filho de 14 anos e uma vida familiar organizada. Já Richard e Betina não têm filhos e aproveitam a vida de forma diferente. Numa conversa, Richard e Betina, que são praticantes de swing, sugerem uma troca de casais. Duração: 107 min. Classificação: 14 anos.
Confissões de um jovem apaixonado [Confession of a Child of the Century, Reino Unido, 2011], de Sylvie Verheyde (Imovision). Gênero: drama. Elenco: Pete Doherty, Charlotte Gainsbourg, Lily Cole. Sinopse: Durante as guerras napoleônicas, Octave namora Elise – até que testemunha sua infidelidade. O desespero o conduz à decadência. Duração: a definir. Classificação: 14 anos.
Finalmente 18! [21 and Over, EUA, 2012], de Jon Lucas e Scott Moore (Imagem). Gênero: comédia. Elenco: Justin Chon, Sarah Wright, Miles Teller, Jonathan Keltz. Sinopse: Um dia antes da prova para entrar no curso de medicina, estudante comemora seu aniversário de 21 anos com os dois melhores amigos. Abertura nos EUA: US$ 8,7 milhões (em 01/03/2013). Dif. (segundo fim de semana): -41,8%. Acumulado nos EUA: US$ 24,1 milhões. Duração: 93 min. Classificação: 16 anos.
Giovanni Improtta [Brasil, 2011], de José Wilker (Sony). Gênero: comédia. Elenco: José Wilker. Sinopse: Longa-metragem com o famoso personagem homônimo da novela Senhora do Destino, da Rede Globo. Duração: 100 min. Classificação: 14 anos.
Raça [Brasil, 2012], de Joel Zito Araújo e Megan Mylan (Espaço Filmes). Gênero: documentário. Sinopse: A história de três pessoas na linha de frente da batalha contemporânea pela igualdade, em um país que se orgulha de ser exemplo de democracia racial. Duração: 106 min.
Terapia de risco [Side Effects, EUA, 2013], de Steven Soderbergh (Diamond Films). Gênero: suspense. Elenco: Jude Law, Rooney Mara, Chaning Tatum, Catherine Zeta-Jones. Sinopse: Para conter a ansiedade pela saída de seu marido da prisão, mulher começa a se tratar com psiquiatra respeitado. Mas a terapia tem efeitos inesperados. Abertura nos EUA: US$ 9,3 milhões (em 08/02/2013). Dif. (segundo fim de semana): -16,2%. Acumulado nos EUA: US$ 28 milhões. Duração: 106 min. Classificação: 14 anos.
Rio de Janeiro
SHOW
Maria Rita
25 e 26 de maio de 2013
Depois de um período de licença maternidade, a cantora está de volta aos palcos com o show “Redescobrir”, uma homenagem à mãe, Elis Regina. Inicialmente planejado para durar apenas cinco apresentações dentro do projeto Nivea Viva Elis, o espetáculo segue na estrada e traz clássicos imortalizados por Elis, como “Águas de março”, “O bêbado e a equilibrista”, “Como nossos pais”, “Alô, alô marciano”, “Maria, Maria” e “Fascinação”.
Local: Citybank Hall RJ
Endereço: Av. Ayrton Senna, 3000 - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ
Horário: sáb. às 22h15 | dom. às 20h
Preço: Os ingressos variam de R$80 a R$200
Classificação: Menores de 15 anos acompanhados dos pais ou responsável legal, maiores de 15 anos desacompanhados.
TEATRO
Favela
de 21 de maio a 26 de junho de 2013
O espetáculo mostra o cotidiano de quem vive em comunidades, sem falar apenas do tráfico e de bandidos. Pessoas comuns, relações familiares e amorosas, bem como seu cotidiano, fazem parte das tramas abordadas.
Local: Teatro do Leblon
Endereço: Rua Conde Bernadote, 26 - Leblon - Rio de Janeiro - RJ
Horário: Terça e quarta às 21h
Duração: 90 min.
Preço: R$50
Classificação: 14 anos
EXPOSIÇÃO
World Press Photo 2013
de 21 de maio a 23 de junho de 2013
Local: Centro Cultural Caixa Cultural
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 - Centro – Rio de Janeiro - RJ
Horário: de terça a sábado, das 10h às 22h; domingo, das 10h às 21
Preço: Entrada Franca
Classificação: Livre
Por Thais Maia Campos
A importância de um bom código na qualidade final de um software é indiscutível, mas a qualidade de um programa também se baseia em outro aspecto da programação que nem sempre tem a atenção merecida: a interface gráfica, ou interface de usuário.
Assim como o algoritmo, que fica por debaixo dos panos, a interface gráfica tem uma importância fundamental para o sucesso de seu sistema. São inúmeras as técnicas existentes para auxiliar a construção de excelentes softwares, como Design Patterns, POO e POA. Mas quais técnicas auxiliam na elaboração dos desenhos de interfaces gráficas? O que deve ter em mente o programador ou projetista de interface para construir uma boa interface de usuário?
A palavra chave quando falamos em interface de usuário é USABILIDADE. Interfaces gráficas não foram feitas apenas para serem visualmente agradáveis, mas também para facilitarem o trabalho de quem as utiliza. Beleza sem usabilidade pode-se comparar a uma Ferrari sem volante. É linda, porém não vai servir para o propósito ao qual foi feita.
A tarefa do projetista de interface gráfica não é fácil. São cometidos vários equívocos ao desenhar uma nova janela ou página apenas porque não se pensa como um usuário. Se colocar no lugar do usuário é uma tarefa difícil e é o segredo para o sucesso de qualquer projetista de interface. É preciso pensar com qual freqüência o recurso será utilizado, se é crítico, se a velocidade faz diferença, se é acessível via teclado ou exige o uso do mouse… São muitas perguntas, mas o objetivo é apenas um: uma boa interface gráfica é aquela que se comporta da forma como o usuário espera que ela se comporte.
Se você coloca um botão lindo com ícones em 3D, mas não deixa claro para o que ele serve, não está construindo uma interface boa para o usuário. É preciso colocar legendas claras e, se possível, hints explicativos e teclas de atalho explicitas, pois nem todo mundo gosta ou pode ficar utilizando mouse. Se o padrão do sistema operacional é que em caixas de mensagens o botão OK venha antes do Cancelar, o sistema também deve seguir desta forma. Se existe um recurso que ainda não foi implementado, não coloque o botão na janela apenas para que o usuário tenha que clicar e ver que nada acontece. Recursos incompletos são piores que a ausência total deles.
Outra característica interessante relacionada ao usuário: eles não gostam de ler. Portanto, não adianta fazer um manual extenso, explicando minuciosamente como utilizar a nova janela, pois eles não o lerão de forma alguma. Da mesma forma, não adianta escrever caixas de diálogos com textos explicativos muito grandes. Textos curtos e claros são ideais. Usuários também costumam pensar que recursos parecidos devem se comportar da mesma forma. Então, se vai construir uma janela nova, pergunte-se se não existe um padrão a ser seguido. Não inove sem critério, um aplicativo cujas interfaces gráficas têm aspectos funcionais diferentes umas das outras são difíceis de usar.
Caso tenha dúvida sobre qual melhor abordagem para um recurso, não invente. Pergunte ao usuário, faça um teste de interface com ele, observe como ele interage com os botões, menus e mensagens. É a melhor forma de descobrir.
Por Suelen Goularte Carvalho
Para construir a interface visual do meu app de Cálculo de Tributos PJ, me baseei na aplicação BoaLista, pois na minha opinião ela tem uma interface muito agradável além de uma usabilidade muito boa.
Basicamente eu segui as seguintes ideias:
Usar poucas bordas e que elas sejam finas.
Cores claras é uma boa ideia.
Cantos arredondados, mas nem tanto.
Campos de entrada de informações devem visualmente estar na mesma separação visual label e valor digitado, e ainda há aquela possibilidade de ao começar a digitação, sumir com o label, o tal do android:hint.
Não criar muitas separações visuais pois quando se divide um espaço e vários sub-espaços, dá a impressão que o espaço é menor do que ele realmente é. Tem também a questão de que criar divisões, por si só só já ocupa espaço == as bordas.
Os demais apps que estou desenvolvendo, costumo dar uma olhada antes no site AndroidNiceties.tumblr.com que lista os melhores design mobile do momento!! Lá é possível observar os apps e achar padrões de design e se você não é expert no assunto como eu e também é desenvolvedor, pelo menos de “pattern” você entende :)
Abaixo mostro um comparativo do design de telas das primeiras versões da Calculadora de Tributos PJ e da última, que está hoje na PlayStore. Exatamente a esquerda temos a versão 2 e a direita temos a versão 6.
Ambas as imagens foram extraídas do app sendo executado no mesmo device, um Samsung Galaxy Note. É possível observar que:
A versão 6 usa cores mais claras;
Não possui bordas explícitas como a borda amarela da versão 2;
A fonte é um pouco menor;
A tabela que contém o cálculo usa intercalação de cores para melhor guiar os olhos do usuário para ver o valor algum imposto e possui bordas arredondadas
O design do botão está mais dentro da paleta de cores do app;
Introduzido o patter layout de menu do Android;
O label do campo e a parte de digitação estão no mesmo espaço visual.
Por fim, ainda há muito o que melhorar, no entanto, para a versão 6 foram feitas uma série de mudanças que aos meus olhos soam melhores do que as versões anteriores. O feedback dos usuários quanto a nova versão foi muito positivo, é possível ver nos comentários do app na PlayStore.