CINEMA
Cirque Du Soleil – Outros mundos [Cirque Du Soleil – Worlds Away, EUA, 2012], de Andrew Adamson (Paramount). Gênero: fantasia. Elenco: Matt Gillanders, Jason Berrent, Dallas Berrent, Lutz Halbhubner. Sinopse: Jovem mulher se encanta por trapezista. Mas quando o casal cai no mundo do Cirque du Soleil, eles têm de passar por diferentes lugares através de várias tendas tentando encontrar um ao outro. Com exibição em 3D. Abertura nos EUA: US$ 2,1 milhões. Dif. (segundo fim de semana): +12,4%. Acumulado nos EUA: US$ 10,8 milhões. Duração: 94 min. Classificação: livre.
O dobro ou nada [Lay the favorite, EUA, 2012], de Stephen Frears (Paris). Gênero: comédia. Elenco: Rebecca Hall, Bruce Willis, Catherine Zeta-Jones, Vince Vaughn e Joshua Jackson. Sinopse: Mulher de trinta e poucos anos se envolve com grupo de trambiqueiros para fraudar apostas esportivas em Las Vegas. Abertura nos EUA: US$ 20,9 mil (em 7/12/2012). Duração: 94 min. Classificação: 12 anos.
Duro de matar: Um bom dia para morrer [A Good Day to Die Hard, EUA, 2013], de John Moore (Fox). Gênero: ação. Elenco: Bruce Willis, Mary Elizabeth Winstead, Jai Courtney. Sinopse: O detetive John McClane viaja para a Rússia para ajudar seu filho, Jack. Já no país ele descobre que o rapaz trabalha para a CIA e está tentando evitar uma guerra nuclear. Pai e filho então se juntam para combater as forças inimigas. Abertura nos EUA: US$ 29,3 milhões (em 14/02/2013). Duração: 96 min. Classificação: 12 anos.
Indomável sonhadora [Beasts of the Southern Wild, EUA, 2011], de Benh Zeitlin (Imagem). Gênero: drama. Elenco: Quvenzhané Wallis, Dwight Henry, Lowell Landes, Levy Easterly. Sinopse:Com seu universo em colapso a menina Hushpuppy luta para sobreviver durante a catástrofe que invadiu seu vilarejo. Criaturas pré-históricas chamadas aurochs despertaram e em meio a tudo isso ela decide ir em busca de sua mãe que desapareceu há anos. Duração: 93 min. Classificação: 10 anos.
O reino gelado [The Snow Queen, Russia, 2012], de Maxim Sveshnikov e Vladlen Barbe (Playarte). Gênero: animação. Sinopse: Desejando criar um novo mundo no qual o vento polar esfrie as almas humanas, a Rainha da Neve cobre todo o planeta de gelo e ordena a destruição de todas as artes. Com exibição em 3D. Duração: 76 min. Classificação: livre.
Segredos da tribo [Brasil, 2010], de José Padilha (Zazen/Nossa). Gênero: documentário. Sinopse: Longa documental sobre os estudos antropológicos realizados com os índios Yanomami desde os anos 60, quando foram estabelecidos os primeiros pontos de contato permanente com as tribos da região do baixo Orinoco, na Amazônia venezuelana. Duração: 95 min. Classificação: 16 anos.
Rio de Janeiro
SHOW
Samba Social Clube
23 de fevereiro
O grupo faz uma grande festa na Fundição, recebendo Arlindo Cruz, Roberta Sá, Neguinho da Beija-Flor, Xande de Pilares, Almir Guineto, Monarco, Mariene de Castro, Serjão Loroza, Diogo Nogueira e Carlinhos de Jesus, sob a batuta de Paulão 7 Cordas. O repertório combina grandes clássicos do samba e composições da nova geração. Abrindo a noite, no palco São Sebastião, o Fundo de Quintal fará um pocket show.
Local: Fundição Progresso
Endereço: Rua dos Arcos, 24 - Lapa - Rio de Janeiro - RJ
Horário: 23h
Preço: R$ 50.00 (pista, com 1kg de alimento) | R$ 70.00 (pista premium, com 1kg de alimento)
Classificação: 18 anos.
TEATRO
Isso é o que ela pensa
até 31 de março
Mulher lentamente perde a conexão com a realidade. Denise Weinberg interpreta Susan, personagem que chega a uma encruzilhada sexual, social e cultural. Ela é uma esposa contemporânea que sonha com uma família idealizada em uma revista dos anos 50: um marido carinhoso, um irmão protetor e uma filha atenciosa. Mas tudo que tem é o avesso.
Local: Teatro CCBB-RJ
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro – RJ
Horário: Quinta a domingo, às 19h30
Duração: 105 min.
Preço: R$ 6 (inteira) | R$ 3 (meia entrada para estudantes, professores, funcionários e correntistas do Banco do Brasil e maiores de 60 anos)
Classificação: 12 anos
EXPOSIÇÃO
Márcia X - Arquivo X
até 14 de abril de 2013
Com curadoria de Beatriz Lemos, a mostra apresenta um amplo panorama da produção de Márcia X, com trabalhos feitos entre 1980 e 2005, ano da morte da artista. A exposição abrange cinco instalações, 11 fotogramas, 17 desenhos em pastel e caneta, uma pintura em guache, dez objetos e esculturas, quatro vídeos, além do vestuário usado em performances e parte do arquivo documental da artista.
Local: Museu de Arte Moderna - MAM
Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 - Flamengo - Rio de Janeiro - RJ
Horário: Terça a Sexta, das 12h às 18h | Sábado e Domingo, das 12h às 19h
Preço: R$ 12
Classificação: Livre
Por sé Roberto Marques para Instituto Brasileiro de Coaching
A liderança é um dos temas mais estudados na área de relações humanas e seu papel é essencial na construção de resultados para pessoas e empresas. Deste modo, de acordo com cada perfil encontraremos diferentes modelos de liderança e poderemos compreender o líder, e seus comportamentos tanto em grupo, como liderando ou sendo liderado.
Por se tratar de um assunto de grande interesse, muitas pesquisas catalogaram os diferentes tipos de liderança, e mostram suas características comportamentais, que apresentaremos a seguir.
O LÍDER COACH
Para ele o bem estar emocional, psicológico e por consequência, físico, é muito importante para atingir o objetivo principal que foi determinado. O Coach é algo que transcende o papel de um líder. Ele estimula e motiva os liderados a crescerem como seres humanos, proporcionando uma aprendizagem que vai além do âmbito profissional. Um exemplo de Coach é o Marshall Goldsmith, formado em Matemática na Universidade da Califórnia. Goldsmith orienta milhares de executivos e faz com que eles sejam mais do que meros profissionais dentro de uma empresa.
Para Jack Welch, consultor de vários CEO da revista Fortune, no futuro todos os líderes serão Coaches. Quem não desenvolver essa habilidade, automaticamente será descartado pelo mercado.
O VISIONÁRIO E CRIATIVO
Este é um exemplo de líder que costuma fazer mais sucesso que os outros, pois possuem qualidades que costumam ser mais destacadas dentro do mundo empresarial. O estilo visionário engloba a criatividade e o senso de oportunidade, junto a um otimismo latente. O líder visionário é empreendedor, capaz de antecipar tendências, e está disposto a correr riscos. Essa capacidade de “prever” o que vai acontecer sempre está amparada em pesquisas de mercado e análise do comportamento das pessoas relacionadas a determinados produtos ou serviços.
Um dos líderes visionários mais marcantes e conhecidos de toda história é Steve Jobs, que junto com seu amigo Wozniak, percebeu uma grande oportunidade de desenvolver computadores com tecnologia e design diferenciados. Assim, ainda na década de 70, mais especificamente em 1976, nasce o primeiro computador pessoal e a empresa que viria a se tornar a Apple, hoje uma empresa referência mundial em tecnologia e uma das mais bem sucedidas da história neste segmento.
O DEMOCRÁTICO
É aquele que permite que todos os liderados participem das decisões importantes do grupo. O líder democrático acredita que a colaboração de ideias, críticas e sugestões é importante para aperfeiçoamento dos projetos, da equipe e da organização como um todo.
Este tipo de líder costuma ter bons resultados, pois com isso abre-se um espaço que possibilita a solução de problemas internos que podem dificultar o andamento das tarefas. Com este líder há espaço para diálogos mais abertos, comunicação efetiva, críticas construtivas, feedback constantes, pois a opinião é encarada como algo de valor, mas ele também deve ter a inteligência para encontrar o equilíbrio e não perder o controle o rumo, o foco e a objetividade.
O AUTORITÁRIO
É o exemplo de líder autocrático e que não tem abre espaço para que seus subordinados contribuam com seus conhecimentos, antes de tomar uma decisão, seja ela qual for. Ele toma para si esta responsabilidade de liderar e vê seus colaboradores como concorrentes. O líder autoritário é muito confiante em suas decisões, geralmente gosta de correr riscos e está pronto para os resultados, sejam positivos ou negativos. Seu excesso de confiança faz com que acredite ser dispensável a opinião de outras pessoas. Por outro lado, ele sempre conduz os processos com muita energia e vigor, sempre toma a frente e gosta de incentivar a equipe a alcançar os resultados que foram traçados.
O EXIGENTE
Com este líder todos os detalhes serão observados e nenhum deslize, por menor que seja, poderá passar em branco. Ele entende que para algo dar certo, “todos os buracos têm que estar tapados” e não há o menor espaço para pequenos erros. O líder exigente é muito crítico, observador e perfeccionista. Acredita que a excelência é o caminho para a obtenção do sucesso. O executivo, publicitário e apresentador Roberto Justus é considerado por muitos um líder exigente e perfeccionista.
Esses são alguns exemplos de perfis de liderança que nos servem para identificar um líder e tentar entender a importância de cada um deles no desenvolvimento dos liderados e resultados da empresa.
Apesar de todas estas diferenças, o líder é aquele que vai manter tudo dentro da ordem, ele será o guia moral, ético e profissional.
Os líderes são os principais personagens que se configuram como representantes das empresas junto às equipes. Ou seja, eles são os responsáveis por repassarem todas as informações necessárias e darem o suporte suficiente para que os talentos atinjam e superam as expectativas do negócio - fator que determina a sobre vivência de qualquer organização. Se por um lado a empresa espera que os colaboradores vistam a camisa e se engajem e se sintam, de fato, parte integrante da corporação é de se esperar, no mínimo, que as lideranças também sigam o mesmo caminho. Ou seja, que os líderes estejam comprometidos e deem o melhor de si.
O problema surge quando a gestão passa consideram profissionais motivados com aqueles que se mostram comprometidos. De acordo com Fátima Rossetto, diretora da área de Talent Development da LHH|DBM e responsável por projetos de cultura, desenvolvimento de lideranças, assessment e programas de sucessão para executivos, o líder motivado olha para curto prazo. Já a liderança comprometida possui uma visão estratégica para a empresa. Em entrevista ao RH.com.br, ela afirma que "A liderança comprometida está sempre focada em antecipar-se, ou seja, está constantemente buscando soluções em termos de gestão do pipeline de sucessão com foco na perenidade corporativa". Durante a entrevista, ela pontua indicadores que revelam as características de um líder verdadeiramente comprometido.
RH.com.br - Quais são principais as características de um líder comprometido?
Fátima Rossetto - O líder comprometido com a empresa e, consequentemente com suas responsabilidades conhece as necessidades do negócio e as expectativas das pessoas com quem ele atua diariamente. Ou seja, ele identifica as necessidades de cada membro do seu time, contemplando isso em uma perspectiva de curto médio e longo prazo ao fazer a gestão. A liderança comprometida está sempre focada em antecipar-se, ou seja, está constantemente buscando soluções em termos de gestão do pipeline de sucessão com foco na perenidade corporativa.
RH - É comum que as pessoas ainda confundam a liderança motivada com a liderança comprometida?
Fátima Rossetto - Sim, mas existem diferenças entre o líder motivado e aquele que é, de fato, comprometido. A liderança motivada olha para curto prazo. Já a liderança comprometida olha estrategicamente para a empresa e promove ações de forma a atender o sistema e não apenas a sua área, o seu time ou o seu próprio interesse.
RH - O primeiro passo para se mostrar comprometido, passa obrigatoriamente pela motivação?
Fátima Rossetto - O primeiro passo para o comprometimento não passa pela motivação como muitas pessoas imaginam. O primeiro passo de um líder comprometido permeia o autoconhecimento. Ou seja, para estarmos comprometidos com algo ou com alguém, precisamos saber quem somos e o que efetivamente queremos. Esse é um passo fundamental para fazermos a escolha de estarmos onde estamos.
RH - Através de treinamentos, por exemplo, é possível fazer que um líder migre da motivação para o comprometimento?
Fátima Rossetto - Um programa de desenvolvimento, por exemplo, que vise a reflexão e promova o autodesenvolvimento faz com que o indivíduo compreenda seu propósito e isso, consequentemente gera comprometimento. É importante lembrarmos que o dia a dia precisa estar voltado para o que faz com que as pessoas que atuam na organização tomem, abracem os desafios como seus. Nesse caso, o desafio será visto como uma oportunidade de crescimento profissional.
RH - Líderes comprometidos sempre são bem aceitos por equipes de baixa performance?
Fátima Rossetto - Costumo afirmar que o líder comprometido é aceito por qualquer tipo de equipe, pois ele sempre está atento às necessidades do business e das pessoas que estão próximas a ele, trabalhando para que o alinhamento seja sempre contínuo.
RH - As lideranças comprometidas podem ser consideradas uma ameaça para os líderes que não estão dispostos a superar as expectativas da empresa e de seus pares?
Fátima Rossetto - Sem dúvida alguma que podem ser considerados uma ameaça. Por quê? Porque elevam a régua do que é esperado de um líder, fazendo com que as outras equipes exijam de seus líderes comportamentos similares.
RH - Em sua opinião, quais os fatores que inibem um profissional, seja ele líder ou liderado, de se tornar comprometido com a empresa?
Fátima Rossetto - São vários os fatores como, por exemplo, possuir valores e interesses pouco compatíveis coma organização. No caso específico dos liderados, perceber que a empresa não oferece desenvolvimento e que seu líder não tem a preocupação com o seu desenvolvimento. Isso é relativo e irá variar de caso para caso. Não podemos generalizar que um fator X é responsável pela falta de comprometimento em uma determinada empresa, é preciso ter uma visão holística dos fatores que envolvem a situação.