sexta-feira, 20 de julho de 2012

Dicas Culturais do Fim de Semana - 20 a 22 de julho

CINEMA



13 Assassinos [Thirteen Assassins, Japão/Reino Unido], de Takashi Miike (Vinny Filmes). Gênero: ação. Elenco: Kôji Yakusho, Takayuki Yamada, Yûsuke Iseva. Sinopse: Um grupo de assassinos se junta em uma missão suicida para matar um senhor do mal. Duração: 126 min. Classificação: 16 anos.




Chernobyl [Chernobyl Diaries, EUA, 2012], de Bradley Parker (Paris). Gênero: horror. Elenco: Jesse McCartney, Ingrid Bolso Berdal, Jonathan Sadowski. Sinopse: Seis turistas contratam um guia de turismo extremo para levá-los à cidade fantasma de Pripyat, que abrigava os trabalhadores de Chernobyl. Mas, durante o passeio, eles percebem que não estão sozinhos no local. Abertura nos EUA: US$ 7,9 milhões (em 25/05/2012). Dif. (segundo fim de semana): 60,7%. Acumulado nos EUA: US$ 17,6 milhões. Duração: 90 min.




Menos que nada [Brasil, 2012], de Carlos Gerbase (Prana Filmes). Gênero: drama. Elenco: Felipe Kannenberg, Branca Messina, Rosane Mulholland e Maria Manoella Sinopse: Um doente mental internado há dez anos num hospital psiquiátrico, onde foi esquecido pela família, pelos amigos e pela sociedade. Duração: 105 min. Classificação: 14 anos.




Valente [Brave, EUA, 2012], de Mark Andrews (Disney). Gênero: animação. Vozes: Emma Thompson, Kelly Macdonald, Billy Conelly, Kevin McKidd. Sinopse: Uma princesa escocesa desafia seus pais e põe em risco todo o seu reino. Com exibição em 3D. Abertura nos EUA: US$ 66,3 milhões (em 22/06/2012). Dif. (segundo fim de semana): -48,6%. Acumulado nos EUA: US$ 173,9 milhões. Duração: 90 min. Classificação: livre.


Rio de Janeiro

SHOW

Sururu na Roda
21 de julho de 2012



O grupo liderado pela cavaquinista Nilze Carvalho tem três CDs de samba e choro gravados e mostra também as músicas de “Se você me ouvisse”, uma homenagem a Nelson Cavaquinho.

Local: Centro Cultural Carioca
Endereço: Rua do Teatro, 37 - Praça Tiradentes – Centro - Rio de Janeiro - RJ
Horário: 23h
Preço: R$ 25.00
Classificação: 18 anos


TEATRO

A peça do casamento
De 20 de julho até 29 de julho de 2012



Com direção de Pedro Brício e atuação de Dudu Sandroni e Guida Vianna, nos papéis de Jack e Gillian, a peça em cartaz na Casa de Cultura Laura Alvim conta a história de um casal que está prestes a se separar. Jack chega mais cedo do trabalho para pedir o divórcio e, espantado com a reação de Gillian, que não se abala com a notícia, sai de cena, repetindo-a mais três vezes.

Local: Teatro Carlos Gomes
Endereço: Praça Tiradentes, 19 - Centro - Rio de Janeiro - RJ
Horário: qui, sex e sáb às 19:30 | dom às 18:00
Duração: 80 min.
Preço: R$ 20
Classificação: 12 anos

EXPOSIÇÃO

Dalí: A Divina Comédia
até 2 de setembro de 2012



A exposição “Dalí: A Divina Comédia” reúne cem gravuras do mestre do surrealismo, Salvador Dalí (1904-1989), inspiradas em uma das maiores obras da literatura mundial, a “Divina Comédia” do poeta Dante Alighieri.

Tal como a obra épica do poeta renascentista, a mostra também será dividida em três partes – Inferno, Purgatório e Paraíso. Na década de 50 para as comemorações dos sete séculos da “Divina Comédia”, o governo italiano encomendou a Dalí uma série de 100 aquarelas, que traduzissem com imagens uma das maiores obras literárias da história da humanidade.

Mesmo com o rompimento do acordo no meio do processo – os italianos pressionaram, insatisfeitos, por a obra estar nas mãos de um artista espanhol -, Dalí seguiu com os trabalhos e terminou todas as aquarelas por conta própria, ao longo de aproximadamente dez anos.

Dali propôs o método paranóico-crítico como uma forma de apreciar a realidade longe do racional, encontrando ligações entre objetos aparentemente desconexos. Ele o descreveu como um "método espontâneo de conhecimento irracional baseado na objetividade crítica e sistemática das associações e interpretações dos fenômenos delirantes". Várias ilustrações de "A Divina Comédia" surgem desse jeito de ver o cosmos de Dante e reescrever os cantos da vida e da morte.

Local: Centro Cultural Caixa Cultural
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 - Centro – Rio de Janeiro - RJ
Horário: de terça a sábado, das 10h às 22h; domingo, das 10h às 21
Preço: Entrada Franca
Classificação: Livre

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Cultura Híbrida



O termo “Culturas Híbridas” pode ser definido como um rompimento entre as barreiras que separa o que é tradicional e o que é moderno, entre o culto, o popular e o massivo. Em outras palavras, culturas híbridas consiste na miscigenação entre diferentes culturas, ou seja, uma heterogeneidade cultural presente no cotidiano do mundo moderno.

Essa miscigenação une traços distintos de diferentes visões de mundo, formando assim uma nova cultura, que resultará na elaboração de signos de identidades. Esse processo dá origem a uma identidade própria de um povo, uma cultura local.

A modernidade é constituída de culturas híbridas, tal como a globalização. O desenvolvimento dos meios de comunicação de massa facilitou consideravelmente essa hibridação. Por esse motivo pode-se afirmar que há influência entre ambos, a modernidade é marcada pela heterogeneidade, assim como as culturas hibridas dependeram do desenvolvimento tecnológico, e dos conhecimentos científicos desenvolvidos pelo homem moderno.

Em cada traço da sociedade atual é percebido facilmente esse diálogo, um museu de arte erudita que contém cortinas artesanais, por exemplo, promovendo um encontro entre o culto e o popular. Ou quando um astro do rock adiciona elementos de melodias africanas em suas músicas. Até mesmo quando se depara com uma casa estilo colonial em sua fachada e que possui computadores e televisores em seu interior.

Por fim, a hibridação cultural está sempre presente no dia a dia de cada cidadão, e formando sempre novas e variadas identidades. Sendo um marco da sociedade globalizada, dotada de misturas, de variadas cores e estilos, formando a essência do homem moderno e pós moderno, marcando o fim das culturas tradicionais.

Fonte: Sinapse

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Literatura de Cordel



A literatura de cordel é uma espécie de poesia popular que é impressa e divulgada em folhetos ilustrados com o processo de xilogravura. Também são utilizadas desenhos e clichês zincografados. Ganhou este nome, pois, em Portugal, eram expostos ao povo amarrados em cordões, estendidos em pequenas lojas de mercados populares ou até mesmo nas ruas.

A literatura de cordel chegou ao Brasil no século XVIII, através dos portugueses. Aos poucos, foi se tornando cada vez mais popular. Nos dias de hoje, podemos encontrar este tipo de literatura, principalmente na região Nordeste do Brasil. Ainda são vendidos em lonas ou malas estendidas em feiras populares.

De custo baixo, geralmente estes pequenos livros são vendidos pelos próprios autores. Fazem grande sucesso em estados como Pernambuco, Ceará, Alagoas, Paraíba e Bahia. Este sucesso ocorre em função do preço baixo, do tom humorístico de muitos deles e também por retratarem fatos da vida cotidiana da cidade ou da região. Os principais assuntos retratados nos livretos são: festas, política, secas, disputas, brigas, milagres, vida dos cangaceiros, atos de heroísmo, milagres, morte de personalidades etc.

Em algumas situações, estes poemas são acompanhados de violas e recitados em praças com a presença do público.

Um dos poetas da literatura de cordel que fez mais sucesso até hoje foi Leandro Gomes de Barros (1865-1918). Acredita-se que ele tenha escrito mais de mil folhetos. Mais recentes, podemos citar os poetas José Alves Sobrinho, Homero do Rego Barros, Patativa do Assaré (Antônio Gonçalves da Silva), Téo Azevedo. Zé Melancia, Zé Vicente, José Pacheco da Rosa, Gonçalo Ferreira da Silva, Chico Traíra, João de Cristo Rei e Ignácio da Catingueira.

Vários escritores nordestinos foram influenciados pela literatura de cordel. Dentre eles podemos citar: João Cabral de Melo, Ariano Suassuna, José Lins do Rego e Guimarães Rosa.

Fonte: Sua Pesquisa

Saiba mais: Wikipédia