sexta-feira, 29 de junho de 2012

Dicas Culturais do Fim de Semana - 29 de junho a 1º de julho

CINEMA



A era do gelo 4 [Ice Age: Continental Drift, EUA, 2012], de Steve Martino e Mike Thurmeier (Fox). Gênero: animação. Vozes: Ray Romano, Queen Latifah, Denis Leary. Sinopse: Manny, Diego e Sid enfrentam uma nova aventura, a bordo de um iceberg flutuante. Em sua jornada, eles enfrentam piratas e criaturas marinhas. Com exibição em 3D. Duração: 94 min.




Fausto [Faust, Rússia], de Aleksandr Sokurov (Imovision). Gênero: drama. Elenco: Johannes Zeiler, Anton Adasinsky, Isolda Dychauk, George Friedrich. Sinopse: Adaptação da lenda alemã sobre o médico Faust, que fez um pacto com o diabo em troca de conhecimento. Duração: 134 min. Classificação: 14 anos.




Para Roma, com amor [To Rome With Love, Espanha/Itália/EUA, 2012], de Woody Allen (Paris). Gênero: comédia. Elenco: Jesse Eisenberg, Penélope Cruz, Alec Baldwin, Ellen Page, Woody Allen. Sinopse: Italianos e estrangeiros vivem encontros e desencontros amorosos rodeados pelas belas paisagens de Roma. Abertura nos EUA: US$ 361,3 mil (em 22/06/2012). Duração: 104 min. Classificação: 12 anos.


Rio de Janeiro

SHOW

Ana Carolina
De 29 jun 2012 até 30 jun 2012



A cantora lança DVD e Blu-Ray do aplaudido projeto “Ensaio de cores”, lançado em 2010, em formato intimista e com um time de instrumentistas femininas integrado por Délia Fischer (piano), Gretel Paganini (violoncelo) e Lan Lan (bateria e percussão). No repertório estão a releitura de “Azul” (Djavan), a inédita “Você não sabe” (Antônio Villeroy), e sucessos antigos como “Pra rua me levar” e “Carvão”.

Local: Vivo Rio
Endereço: Avenida Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo - Rio de Janeiro – RJ
Horário: 22h
Preço: Os ingressos variam de R$30 a R$180
Classificação: 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados do responsável legal.


TEATRO

Enfim, Nós
até 29 de julho



A peça conta a noite do Dia dos Namorados de um casal que acaba de ir morar juntos. Um incidente acontece e eles ficam trancados no banheiro.

Local: Teatro dos Quatro
Endereço: R. Marquês de São Vicente, 52 - Shopping da Gávea - Gávea - Rio de Janeiro - RJ
Horário: Sexta e Sábado, às 21h e Domingo, às 20h
Duração: 90m
Preço: Sexta e Domingo R$60, Sábado R$70 Comprar
Bilheteria: de terça a domingo a partir de 15h
Informações: (21) 2274-9895
Classificação: 14 anos


EXPOSIÇÃO

Artistas brasileiros na Itália
até 26 de agosto de 2012



Com 97 obras, a exposição traz trabalhos de Rodolfo Bernardelli, Maria Bonomi e Iberê Camargo, entre outros 35 artistas brasileiros.

Local: Museu Nacional de Belas Artes
Endereço: Av. Rio Branco 199, Centro, Rio de Janeiro - RJ
Horário: dom e sáb 12:00 até 17:00 | ter, qua, qui e sex 10:00 até 18:00

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Eventos na Era Digital

Por Líbia Macedo , com a colaboração de Celso Bessa

Eventos hoje em dia podem ser divulgados via Bluetooth, confirmados via SMS, comentados em um blog, acompanhados pelo Twitter, se transformarem em uma comunidade de orkut, assistidos no Facebook , revistos no YouTube ou em um site, no LinkedIn, etc.

O potencial dos eventos foi aumentado pela rede de comunição e tecnologia. E não me venha dizer que isso é o fim dos eventos. Isso é Oportunid@de de Impacto, é oportunidade de mais eventos para novos nichos e modismos. Novas e infinitas oportunidades.

E isso tudo é gerado por quem?

Não é por máquinas e sim por nós, que criamos ações para serem comentadas, divulgadas, criticadas, alteradas, vistas e frequentadas..

Como organizadores, mais do que estarmos antenados, precisamos perceber as oportunidades, usos e implicações da tecnologia. Não somente como novidade, mas também com as funcionalidades e mudanças que ela proporciona.

Os benefícios da tecnologia em eventos

A tecnologia veio para democratizar ações de eventos, num país que hoje tem 60 milhões de internautas, além de proporcionar outras maneiras de contato e formatos.

Algumas ocorrências interessantes:

■Eventos em ilhas, grupos, comunidades e outros ambiente digitais: Second Life e clones (é, ainda tem gente que curte), Orkut, Facebook, Twitter, MMOG (Massive Multiplayer Online Games – Jogos Online Multijogadores Maçiço, já viu?), mashups de diversos sites e serviços, etc;
■ Chats, Video-chat e Videocast entre palestrante e platéia distante;
■Perguntas enviadas via SMS, Twitter ou Facebook para a mesa diretora de uma conferência;
■Aparelhos de obtenção e troca de informações como Palms, Spot me, Blackberries, iPhones, iPads, e outros Smartphones;
■Votação eletrônica para pesquisa de satisfação on time;
■Mestres de Cerimônias de bonecos virtuais interativos;
■Robôs e hostess virtual;
■Simuladores e games (em rede, via computador, via smarthphone, via consoles ou via browser);
■Anais na forma de pen drive para serem utilizados durante o evento e inserção de comentários;
■Credenciamento eletrônico e convites com código de barra;
■Catracas com digitais;
■Cenografia com holografia;
■Interação através de realidade aumentada, como o fantástico Sounds of Hamburg (Sounds of Hamburg);
■Feiras virtuais;
■Batalhas de iPods;
■Etc, etc, etc


Na era digital, além das ferramentas, temos o homem fruto deste momento, deste Zeitgeist.

Nos meus 40 anos de vida – podemos chamar nossa geração W, talvez? -, anexei a tecnologia digital ao meu cotidiano, ou ficaria obsoleta. A geração X cresceu com tal tecnologia, convivendo com esta desde a segunda parte da infância. A geração Y nasceu com a tecnologia digital fazendo parte do cotidiano. E a geração Z, que já está pintando por aí, pode ter uma relação tão íntima que a tecnologia não será mais vista como algo à parte do ser humano. Já somos considerados seres cibernéticos e perguntamos que nomes podemos dar à próxima mudança em nossa forma de interagir com o mundo, as pessoas e as informações. E com esta mudança de relações, o formato de eventos precisará mudar também. Na verdade, muita gente não notou, mas os eventos já estão mudando para refletir estas mudanças.

As pessoas são imediatistas. Pensam no aqui agora, têm menos tempo olhar à volta e perceber que as formalidades, códigos e hábitos devem se adaptar à globalização de costumes; a interatividade entre pessoas, grupos e culturas é maior. Isso tudo impacta também nos eventos: seja na forma de convidar, na maneira de servir, na relevância e formato das informações, no questionamento da qualidade de um evento ou serviço, no tempo de exposição.

Acreditamos que teremos eventos mais focados, de média ou curta duração e mais informais – talvez inspirados nas Flash Mobs. Eventos multi-plataformas e o surgimento de novos eventos advindos desse boom tecnológico. Para começar, já vimos nos últimos anos: Congresso de Educação Second Life; Concurso de melhor Blog; Prêmio de melhor site; Exposição de HoloArte; Desafio Wii, o ARG (Alternate Reality Games – ou uma mega gincana multimídia) Batman – The Dark Knight ou a experiência Cross-Media da série Lost, Rider – Curta o Caminho, a Campus Party, além dos já tradicionais FILE e MobileFest. E muito mais que vem por aí.

O mais importante nesta discussão é que a tecnologia não substitui o contato humano ao vivo e offline, e sim um meio para facilitar ou iniciar o contato social, que pode até se iniciar no virtual, mas como diz Peruzzolo (2009) “tem que ser vivido no humano, não no tecnológico”.

É hora de se conectar aos eventos da era tecnológica, das novas mídias, das redes sociais. Sem esquecer que o importante é continuar conectando pessoas.

Fonte: Celso Bessa Post-its

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Mobilidade urbana para grandes eventos do Rio

Empresários e gestores públicos dos setores de transporte e tecnologia da informação (TI) reuniram-se nesta segunda-feira (25), no 3º Seminário de Sistemas Inteligentes de Transportes, na capital fluminense. Eles discutem projetos e tendências do setor ante os megaeventos que ocorrerão no país até 2016, assim como soluções em gestão e tecnologia da informação para mobilidade urbana.

A abertura do evento contou com a presença de Isabel Sales de Melo Lins, diretora de Regulação e Gestão da Secretaria Nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana, do Ministério das Cidades. A engenheira apresentou os programas de mobilidade da pasta, contextualizando no âmbito dos grandes projetos, em especial aqueles ligados ao Programa de Aceleração de Crescimento (PAC, PAC 2 e PAC da Copa do Mundo).

Segundo ela, é fundamental que, durante a fase de elaboração de projetos, quer pelo Poder Público, quer pela iniciativa privada, sejam observados os princípios da Lei da Mobilidade Urbana (Lei nº12.587/12). “É comum acontecer, quando se faz um projeto, de ter depois de adaptá-lo e ser impossível [fazer as mudanças]. Um exemplo é a Linha Vermelha [via expressa na cidade do Rio de Janeiro] que foi pensada para o transporte particular. Se tivesse sido desenhada em consonância com o transporte público permitiria no futuro, quem sabe até agora, ter faixa exclusiva, em um sistema moderno”, destacou.

O evento ocorreu no Centro Empresarial Rio, em Botafogo, zona sul da capital fluminense. O seminário terminou na terça-feira (26), com debates sobre o uso de tecnologias em sistemas de transporte coletivo, corredores de ônibus e soluções sobre trilhos. Apoiaram o evento diversas entidades patronais do setor de transportes e empresas das áreas de transportes e TI.

Fonte: DCI