CINEMA
Alvin & os esquilos 3 [Alvin and the Chipmunks: Chipwire, EUA, 2011], de Mike Mitchell (Fox). Gênero: infantil. Sinopse: Terceiro filme das aventuras dos esquilos cantores. Abertura nos EUA: US$ 23,2 milhões (em 16/12/2011). Duração: 87 min. Classificação: livre.
As aventuras de Agamenon, o repórter [Brasil, 2011], de Victor Lopes (Downtown/Paris/RioFilme). Gênero: comédia. Elenco: Marcelo Adnet, Luana Piovani, Pedro Bial, Marcelo Madureira. Sinopse: A trajetória do jornalista atrapalhado Agamenon Mendes Pereira, sempre presente em eventos marcantes da história, seus grandes furos jornalísticos e sua paixão eterna por Isaura. Duração: 74 min. Classificação: 14 anos.
Cavalo de Guerra [War Horse, EUA, 2012], de Steven Spielberg (Disney). Gênero: drama. Elenco: David Thewlis, Benedict Cumberbatch, Emily Watson. Sinopse: O jovem Albert se separa de seu cavalo, Joey, quando ele é vendido para a cavalaria e enviado para as trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Abertura nos EUA: US$ 7,5 milhões (em 23/12/2011). Dif. (segundo fim de semana: +91,5%. Acumulado nos EUA: US$ 45,2 milhões. Duração: 146 min. Classificação: 12 anos.
A guerra está declarada [La guerre est déclarée, França, 2011], de Valérie Donzelli (Imovision). Gênero: drama. Elenco: Valérie Donzelli, Jérémie Elkaïm, César Desseix. Sinopse: Jovem casal enfrenta problemas depois que o filho é diagnosticado com câncer. Duração: 100 min. Classificação: 12 anos. Rio de Janeiro e São Paulo
Rio de Janeiro
SHOW
Chico Buarque
5 a 29 de janeiro
Após cinco anos longe dos palcos, o artista apresentou um repertório repleto de surpresas aos cerca de 9 mil espectadores presentes na estreia da turnê ‘Chico’, no início de novembro em Belo Horizonte. Além das dez músicas que compõem o novo CD, o compositor presenteia seus fãs com outras 18 faixas (e outras três no bis), em que transita por diversos momentos de sua carreira, do início dos anos 60 até hoje, ligadas entre si por afinidades musicais ou temáticas. A abertura do espetáculo fica por conta de duas canções diretamente relacionadas às incursões do compositor pela literatura. Enquanto ‘Velho Francisco’ (do álbum ‘Francisco’, de 1978) serviu de inspiração para o seu livro mais recente, ‘Leite Derramado’ – vencedor do Prêmio Jabuti em 2010 –, ‘De volta ao samba’ (‘Paratodos’, 1993) marcou o fim de outro longo jejum musical, quando ficou longe dos refletores por sete anos para se dedicar aos seus primeiros dois romances: ‘Estorvo’ (1991) e ‘Benjamin’ (1995).
Datas e horários:
05 de Janeiro - 21h | 06 e 07 de Janeiro - 21h30 | 08 de Janeiro - 20h
12 de Janeiro - 21h | 13 e 14 de Janeiro - 21h30 | 15 de Janeiro - 20h
19 de Janeiro - 21h | 20 e 21 de Janeiro - 21h30 | 22 de Janeiro - 20h
26 de Janeiro - 21h | 27 e 28 de Janeiro - 21h30 | 29 de Janeiro - 20h
Local: Vivo Rio
Endereço: Avenida Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo - Rio de Janeiro – RJ
Preço: Os ingressos variam de R$60 a R$320
Classificação: 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados do responsável legal.
TEATRO
Não existe mulher difícil
de 6 de janeiro a 25 de março
Existe ou não mulher difícil? Quais são as estratégias para conquistar este ser tão complexo? Estas e outras questões são colocadas de forma bem-humorada no espetáculo Não existe mulher difícil. Em cena, o ator Marcelo Serrado, que pela primeira vez faz um monólogo. A peça é inspirada no livro homônimo de André Aguiar Marques. O texto foi adaptado por Lucio Mauro Filho e o espetáculo tem direção de Otávio Müller.
“Não existe mulher difícil” é um divertido e dinâmico monólogo adaptado do livro de mesmo título e que retrata, de forma engraçada e às vezes até estereotipada, o que um homem faz depois da separação.
Isso mesmo! Após um grande pé na região glútea (por conta de não entender o perfil de sua mulher), nosso amigo está de volta ao mercado dos solteiros.
Perdido e apenas com as referências do finado casamento (boas e más), ele se vê obrigado a se adaptar à nova realidade do mercado: mulheres mais independentes e homens sem entender bem o que fazer diante de tantos tipos de mulheres.
Lindas, inteligentes, atiradas, envergonhadas… cachorras e casadas!
Quantos perfis, embalagens e conteúdos à disposição… por onde começar?
Da cachorra à carente, passando pela patricinha e pela descolada (além de tantas outras, baseadas no livro), nosso protagonista terá que se virar para tentar entender as mulheres e voltar em grande estilo.
E, no final, será que ele conseguirá se transformar em um mestre na arte de identidifcar cada perfil de mulher invertendo o jogo a seu favor e, quem sabe, até casando de novo, mas agora com uma maior experiência?
Local: Teatro do Leblon
Endereço: Rua Conde Bernadote, 26 - Leblon - Rio de Janeiro - RJ
Horário: Sexta e Sábado - 21h30 | Domingo - 20h
Duração: 60 min.
Preço: Os ingresso variam de R$60 a R$70 - ComprarClassificação: 14 anos
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Como se comportar no ambiente profissional?
Por Leopoldo Rosalino para o MdeMulher
Ter dúvidas sobre como se portar no ambiente profissional em determinadas situações é normal. Mas nem pensar em vacilar por causa delas! Três especialistas em carreira que irão ajudá-lo a não cometer gafes no trabalho e, de quebra, impressionar a chefia com um comportamento na medida.
Se um colega comete um engano daqueles, devo falar algo ou espero que alguém perceba?
Túlio Arakelian, diretor executivo do Grupo AGP: Antes de qualquer pessoa, fale sobre o erro com o responsável pelo problema. Lembre-se: seja amigável para não ofendê-lo. Caso ele ignore o alerta, não é errado apontar o problema à chefia.
Posso recusar uma atividade extra proposta pela chefia?
Eduardo Shinyashiki, consultor organizacional: Só faça isso depois que ganhar confiança na empresa. É nova na companhia? Então, aproveite as chances para mostrar serviço. Às vezes, fazer coisas fora de sua função - o que é bom para ganhar reconhecimento.
Terminei minhas funções, posso fazer trabalhos da faculdade?
Anderson Cavalcante, empresário: Mesmo que a companhia dê liberdade para estudar após encerrar suas funções, evite fazer isso. O ideal é terminar suas atividades e se oferecer para ajudar um colega.
A equipe está descendo a lenha no gestor. Devo contar para ele?
Eduardo: É importante respeitar a opinião de quem não gosta do chefe. Faça seu trabalho e não se envolva, pois isso pode ser o princípio de uma fofoca.
E quando a paixão aparece no trabalho, como fica?
Anderson: Pode namorar, mas beijos e piscadinhas só fora da companhia, ok?
Fiz compras pela internet. Posso mandar entregar na empresa?
Túlio: A maior parte das firmas não permite isso, mas para não ter problemas, consulte seu chefe ou o RH.
Vou sair para comer e pensei em chamar o chefe. Será que devo?
Eduardo: Existem empresas onde a hierarquia é muito forte e, nesses casos, isso é inviável. Agora, há empresas em que isso é normal e todo mundo almoça junto.
Quero dar aquela turbinada no salário. Devo falar com o chefe?
Anderson: Deve sim! Principalmente se tiver certeza de que oferece bons resultados à empresa.
Excepcionalmente não tenho com quem deixar meu filho. Posso levá-lo para trabalhar comigo?
Túlio: Tudo depende da permissão da firma. Caso não conheça a política da companhia, convém até mesmo faltar para evitar um constrangimento.
Recebi uma oferta de trabalho. Conto ao meu atual chefe?
Anderson: Leve a proposta ao seu superior e peça ajuda para estudar qual o melhor caminho para sua vida profissional.
Como se comportar no ambiente de trabalho? Patrícia Alvarenga dá algumas dicas também, confira:
Ter dúvidas sobre como se portar no ambiente profissional em determinadas situações é normal. Mas nem pensar em vacilar por causa delas! Três especialistas em carreira que irão ajudá-lo a não cometer gafes no trabalho e, de quebra, impressionar a chefia com um comportamento na medida.
Se um colega comete um engano daqueles, devo falar algo ou espero que alguém perceba?
Túlio Arakelian, diretor executivo do Grupo AGP: Antes de qualquer pessoa, fale sobre o erro com o responsável pelo problema. Lembre-se: seja amigável para não ofendê-lo. Caso ele ignore o alerta, não é errado apontar o problema à chefia.
Posso recusar uma atividade extra proposta pela chefia?
Eduardo Shinyashiki, consultor organizacional: Só faça isso depois que ganhar confiança na empresa. É nova na companhia? Então, aproveite as chances para mostrar serviço. Às vezes, fazer coisas fora de sua função - o que é bom para ganhar reconhecimento.
Terminei minhas funções, posso fazer trabalhos da faculdade?
Anderson Cavalcante, empresário: Mesmo que a companhia dê liberdade para estudar após encerrar suas funções, evite fazer isso. O ideal é terminar suas atividades e se oferecer para ajudar um colega.
A equipe está descendo a lenha no gestor. Devo contar para ele?
Eduardo: É importante respeitar a opinião de quem não gosta do chefe. Faça seu trabalho e não se envolva, pois isso pode ser o princípio de uma fofoca.
E quando a paixão aparece no trabalho, como fica?
Anderson: Pode namorar, mas beijos e piscadinhas só fora da companhia, ok?
Fiz compras pela internet. Posso mandar entregar na empresa?
Túlio: A maior parte das firmas não permite isso, mas para não ter problemas, consulte seu chefe ou o RH.
Vou sair para comer e pensei em chamar o chefe. Será que devo?
Eduardo: Existem empresas onde a hierarquia é muito forte e, nesses casos, isso é inviável. Agora, há empresas em que isso é normal e todo mundo almoça junto.
Quero dar aquela turbinada no salário. Devo falar com o chefe?
Anderson: Deve sim! Principalmente se tiver certeza de que oferece bons resultados à empresa.
Excepcionalmente não tenho com quem deixar meu filho. Posso levá-lo para trabalhar comigo?
Túlio: Tudo depende da permissão da firma. Caso não conheça a política da companhia, convém até mesmo faltar para evitar um constrangimento.
Recebi uma oferta de trabalho. Conto ao meu atual chefe?
Anderson: Leve a proposta ao seu superior e peça ajuda para estudar qual o melhor caminho para sua vida profissional.
Como se comportar no ambiente de trabalho? Patrícia Alvarenga dá algumas dicas também, confira:
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
[Entrevista] As emoções sempre estão presentes no dia a dia dos profissionais
Por Patrícia Bispo para o RH.com.br
Quando uma empresa contrata um profissional é perfeitamente compreensível que durante o processo os selecionadores deem a devida atenção ao lado intelectual, técnico e acadêmico de cada candidato que concorre à vaga. No entanto, também é fundamental que as empresas fiquem atentas às competências comportamentais dos profissionais, uma vez que hoje se observa que muitas demissões ocorrem em virtude de lacunas ou desvios de comportamento. Quando isso acontece é sinal de que as pessoas não conseguem lidar bem com as emoções no dia a dia de trabalho, o que pode gerar queda no desempenho ou conflitos que impactam negativamente no clima corporativo.De acordo com Orlando Pavani Júnior, consultor organizacional e especialista em Recursos Humanos, hoje se observa que o conhecimento em si não basta. "O que precisa ser feito é sua operacionalização obstinada e isto é muito mais uma questão emocional do que intelectual", sinaliza.
Em entrevista concedida ao RH.com.br, ele destaca que uma das principais barreiras para as pessoas melhorarem - sob o ponto de vista emocional-comportamental - é que a maioria precisa mudar suas atitudes. Contudo, grande parte dos indivíduos sequer admite essa possibilidade, porque o sistema de diagnóstico pessoal está modelado conforme um pressuposto acomodado e temeroso de grandes constatações. Confira trechos da entrevista com Orlando Pavani Júnior e aproveite a leitura!
RH - É possível imaginar uma empresa desprovida da presença das emoções?
Orlando Pavani Júnior - Não é possível, mas ainda se encontra empresas apenas investindo em temas absolutamente técnicos e cognitivos para sua força de trabalho, sem sequer querer entender o que as emoções poderiam maximizar nas relações intra e interpessoais e a performance de uma forma global.
RH - Quais os reflexos positivos e negativos que as emoções trazem às organizações?
Orlando Pavani Júnior - Os reflexos positivos são muitos, principalmente na vida pessoal que acaba tendo efeito significativo na vida profissional e no ambiente corporativo. Medir pragmaticamente o efeito de uma evolução comportamental é tão difícil quanto mensurar a eficácia de qualquer treinamento técnico. Entretanto, um fato recorrente é que as pessoas tem sido muito mais demitidas por motivos comportamentais do que técnicos ou por debilidades de competência intelectual, ou seja, a inanição do desenvolvimento comportamental da força de trabalho - em especial da liderança de médio porte - atrapalha muito mais do que se imagina.
RH - Trabalhar a Inteligência Emocional é uma boa alternativa para que as emoções no ambiente corporativo sejam bem administradas?
Orlando Pavani Júnior - Trabalhar as inteligências emocionais será fundamental para que as empresas consigam reter seus melhores talentosos. Caso contrário, teremos que continuar convivendo com pessoas competentes, arrogantes, insensíveis, incompreensíveis, que escutam pouco, egoístas, intransigentes, pouco consensuais. Parece até que quanto melhor intelectualmente a pessoa fica, pior comportamentalmente transforma-se.
RH - Quais os erros mais comuns que as empresa cometem, quando tentam trabalhar as emoções dos seus funcionários?
Orlando Pavani Júnior - Em minha opinião, o erro mais comum é considerar que uma palestra - por melhor que seja o palestrante - ou um curso clássico - sala de aula, professor falando e slides de power-point - podem transformar uma pessoa. Estas coisas informam as pessoas, mas infelizmente não basta pois não produzem ação transformacional pragmática. O que não for capaz de gerar emoção, que faça com que o pelinho dos póros fiquem em pé, não será capaz de gerar mudança. Outra falha que venho assistindo é que, as vezes, até esforços de impacto e significativos sob o ponto de vista da emotização são consuzidos, mas carecem de serem cuidados posteriormente, ou seja, o jardim pode até ficar lindo, mas se não for regado diariamente, em breve ele voltará a ser um jardim esquecido e feioso. Manter a chama acesa é fundamental, mas é comum que a empresa deixe isto de lado acreditando demais nos eventos e não no trabalho de dia a dia.
RH - Que orientações o senhor daria a uma empresa que constata que há um desequilíbrio no fator emocional dos seus profissionais?
Orlando Pavani Júnior - O desequilíbrio emocional é um fato, não precisa de diagnósticos exuberantes para confirmá-lo, portanto não há mais o que constatar. Um dos principais impedidores das pessoas melhorarem como pessoas sob o ponto de vista emocional-comportamental é que a maioria das pessoas que precisaria mudar em alguma atitude sequer admite isto, porque seu sistema de diagnóstico pessoal está modelado conforme um pressuposto acomodado e temeroso de grandes constatações. É melhor deixar as coisas emocionais como estão do que mexer no vespeiro do comportamento humano. Esperar um método que seja capaz de constatar tal desequilíbrio é fadá-lo a poder considerar que não há desequilíbrio algum e, por conta disto, continuar sem fazer nada sobre o assunto. O processo deveria ser inverso, ou seja, as inicitivas devem ser iniciadas para se descobrir as emoções que sequer sabíamos que existiam. Você não se prepara para viver emoções, as emoções vivenciadas - com abertura e entrega - é que lhe preparam para as surpresas da vida. Quem somente substitui informação pela emoção, é definitivamente um analfabeto de si próprio.
Fonte: Portal RH.com.br
Quando uma empresa contrata um profissional é perfeitamente compreensível que durante o processo os selecionadores deem a devida atenção ao lado intelectual, técnico e acadêmico de cada candidato que concorre à vaga. No entanto, também é fundamental que as empresas fiquem atentas às competências comportamentais dos profissionais, uma vez que hoje se observa que muitas demissões ocorrem em virtude de lacunas ou desvios de comportamento. Quando isso acontece é sinal de que as pessoas não conseguem lidar bem com as emoções no dia a dia de trabalho, o que pode gerar queda no desempenho ou conflitos que impactam negativamente no clima corporativo.Em entrevista concedida ao RH.com.br, ele destaca que uma das principais barreiras para as pessoas melhorarem - sob o ponto de vista emocional-comportamental - é que a maioria precisa mudar suas atitudes. Contudo, grande parte dos indivíduos sequer admite essa possibilidade, porque o sistema de diagnóstico pessoal está modelado conforme um pressuposto acomodado e temeroso de grandes constatações. Confira trechos da entrevista com Orlando Pavani Júnior e aproveite a leitura!
RH - É possível imaginar uma empresa desprovida da presença das emoções?
Orlando Pavani Júnior - Não é possível, mas ainda se encontra empresas apenas investindo em temas absolutamente técnicos e cognitivos para sua força de trabalho, sem sequer querer entender o que as emoções poderiam maximizar nas relações intra e interpessoais e a performance de uma forma global.
RH - Quais os reflexos positivos e negativos que as emoções trazem às organizações?
Orlando Pavani Júnior - Os reflexos positivos são muitos, principalmente na vida pessoal que acaba tendo efeito significativo na vida profissional e no ambiente corporativo. Medir pragmaticamente o efeito de uma evolução comportamental é tão difícil quanto mensurar a eficácia de qualquer treinamento técnico. Entretanto, um fato recorrente é que as pessoas tem sido muito mais demitidas por motivos comportamentais do que técnicos ou por debilidades de competência intelectual, ou seja, a inanição do desenvolvimento comportamental da força de trabalho - em especial da liderança de médio porte - atrapalha muito mais do que se imagina.
RH - Trabalhar a Inteligência Emocional é uma boa alternativa para que as emoções no ambiente corporativo sejam bem administradas?
Orlando Pavani Júnior - Trabalhar as inteligências emocionais será fundamental para que as empresas consigam reter seus melhores talentosos. Caso contrário, teremos que continuar convivendo com pessoas competentes, arrogantes, insensíveis, incompreensíveis, que escutam pouco, egoístas, intransigentes, pouco consensuais. Parece até que quanto melhor intelectualmente a pessoa fica, pior comportamentalmente transforma-se.
RH - Quais os erros mais comuns que as empresa cometem, quando tentam trabalhar as emoções dos seus funcionários?
Orlando Pavani Júnior - Em minha opinião, o erro mais comum é considerar que uma palestra - por melhor que seja o palestrante - ou um curso clássico - sala de aula, professor falando e slides de power-point - podem transformar uma pessoa. Estas coisas informam as pessoas, mas infelizmente não basta pois não produzem ação transformacional pragmática. O que não for capaz de gerar emoção, que faça com que o pelinho dos póros fiquem em pé, não será capaz de gerar mudança. Outra falha que venho assistindo é que, as vezes, até esforços de impacto e significativos sob o ponto de vista da emotização são consuzidos, mas carecem de serem cuidados posteriormente, ou seja, o jardim pode até ficar lindo, mas se não for regado diariamente, em breve ele voltará a ser um jardim esquecido e feioso. Manter a chama acesa é fundamental, mas é comum que a empresa deixe isto de lado acreditando demais nos eventos e não no trabalho de dia a dia.
RH - Que orientações o senhor daria a uma empresa que constata que há um desequilíbrio no fator emocional dos seus profissionais?
Orlando Pavani Júnior - O desequilíbrio emocional é um fato, não precisa de diagnósticos exuberantes para confirmá-lo, portanto não há mais o que constatar. Um dos principais impedidores das pessoas melhorarem como pessoas sob o ponto de vista emocional-comportamental é que a maioria das pessoas que precisaria mudar em alguma atitude sequer admite isto, porque seu sistema de diagnóstico pessoal está modelado conforme um pressuposto acomodado e temeroso de grandes constatações. É melhor deixar as coisas emocionais como estão do que mexer no vespeiro do comportamento humano. Esperar um método que seja capaz de constatar tal desequilíbrio é fadá-lo a poder considerar que não há desequilíbrio algum e, por conta disto, continuar sem fazer nada sobre o assunto. O processo deveria ser inverso, ou seja, as inicitivas devem ser iniciadas para se descobrir as emoções que sequer sabíamos que existiam. Você não se prepara para viver emoções, as emoções vivenciadas - com abertura e entrega - é que lhe preparam para as surpresas da vida. Quem somente substitui informação pela emoção, é definitivamente um analfabeto de si próprio.
Fonte: Portal RH.com.br
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