terça-feira, 29 de novembro de 2011
7 herdeiros de grandes negócios
Delphine Arnault, dona da Louis Vuitton
Delphine é filha de Bernard Arnault, presidente do grupo LVMH e quarto homem mais rico do mundo, segundo a Forbes, com uma fortuna avaliada em 41 bilhões de dólares. Um dos ícones do mundo do luxo, da LVMH é dona de marcas como a Louis Vuitton, Moët, Marc Jacobs e Dior, entre outros.
Delphine trabalhou na consultoria McKinsey, antes de ingressar no grupo de seu pai, em 2000. Entre seus tutores na LVMH, esteve o polêmico John Galliano, que perdeu o emprego no ano passado por declarações antissemitas. Atualmente, Delphine comanda a divisão de bolsas e sapatos da Dior.
Aditya Mittal, o futuro barão do aço
Aditya é filho de Lakshmi Mittal, dono do grupo siderúrgico Arcelor Mittal, o maior do mundo. Seu pai tem uma fortuna avaliada em 31,1 bilhões de dólares pela Forbes – o que o torna o quinto homem mais rico do mundo.
Aditya já participa dos negócios do pai. Atualmente, ele acumula várias funções: diretor financeiro e de relações com investidores do grupo, além de supervisionar algumas fusões e aquisições.
Thor Batista, o futuro oitavo homem mais rico do mundo?
Thor é o filho mais velho de Eike Batista com Luma de Oliveira. Nascido em 1991, o primogênito do bilionário, cuja fortuna é avaliada pela Forbes em 30 bilhões de dólares. Cursando Economia, Thor também começa a dar os primeiros passos no mundo dos negócios.
Além de acompanhar o pai em reuniões do Grupo EBX, o herdeiro também já tem seu primeiro negócio: a BBX (sim, lá está o X que simboliza os negócios do pai), uma empresa de entretenimento e turismo lançada em janeiro, em sociedade com Mário Bulhões Pedreira.
Ivanka Trump, vice-presidente do pai
Ivanka Trump é filha do empresário-celebridade Donald Trump. A base da fortuna da família, avaliada em 2,9 bilhões de dólares pela Forbes, é o mercado imobiliário americano, mas Trump ficou famoso mesmo com o reality show The Apprentice, em que aspirantes a executivo disputavam uma vaga em seu grupo.
Ivanka não é a única filha de Trump, que também tem dois homens: Donald Júnrior e Eric. Mas a moça é a mais envolvida nos negócios do pai, e se tornou vice-presidente de desenvolvimento e aquisições imobiliárias da Trump Organization.
Allegra Versace, outra herdeira de sobrenome poderoso
Gianni Versace, um dos mais famosos estilistas do mundo, era assumidamente gay e passou os últimos 15 anos de sua vida com o companheiro, Antonio D’Amico. Allegra, sua principal herdeira, é sua sobrinha.
Ao completar 18 anos, Allegra recebeu formalmente sua parte na herança – cerca de 700 milhões de dólares. Ela se tornou a herdeira de Versace mais atuante no grupo, responsável pelo reposicionamento recente da grife de luxo. Ao mesmo tempo, luta contra a anorexia, doença que já assumiu publicamente.
Charlene de Carvalho-Heineken
Charlene tornou-se a mulher mais rica da Holanda com a morte de seu pai, Alfred Heineken, em 2003. Atualmente, ela possui 25% da Heineken, uma das maiores cervejarias do mundo, e sua fortuna é estimada em 7 bilhões de dólares pela Forbes.
Em tempo, o Carvalho do sobrenome vem de seu marido, o banqueiro de investimentos Michel de Carvalho, com quem Charlene tem cinco filhos.
Sam Branson vai herdar a loucura do pai?
Ainda não está claro como Sam Branson está se preparando para assumir a Virgin, o grupo fundado por seu pai e que, hoje, atua em áreas como música, livros, aviação, telefonia celular e combustíveis.
Por enquanto, o herdeiro é visto mais circulando com celebridades de Hollywood e modelos, e curtindo a vida na ilha particular da família – nada mais natural para quem pode herdar 4,2 bilhões de dólares, a fortuna estimada de Richard Branson, segundo a Forbes.
Fonte: Exame
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
O segredo de Chanel Nº 5
Por Agência EFE para a Revista Época Negócios
Coco Chanel costumava dizer que o mais misterioso, o mais humano dos sentidos, é o cheiro. "Pelo cheiro um corpo se comunica com o outro", disse. O olfato era tão importante para ela que transformou sua paixão em fragrância: o Chanel nº 5.
A história do famoso perfume vai além do passado de sua criadora que está ao alcance de todos. Por isso, a escritora americana Tilar J. Mazzeo publicou "O segredo de Chanel nº 5", uma obra que esmiúça em detalhes a vida da estilista e de seu perfume.
Chanel nº 5 sempre foi um perfume sinônimo de luxo e feminilidade por excelência. Inventado em 1920, entrou para a história como um ícone cultural que foi capaz de gerar longas filas de soldados em plena escassez da Segunda Guerra Mundial que queriam levar para suas mulheres gotas desse elixir para deixá-las ainda mais belas.
Também como símbolo de poder e feminilidade, ele foi o preferido da mulher mais sedutora do século 20, Marylin Monroe, quem chegou a afirmar que dormia completamente nua e a única coisa que colocava no corpo antes de ir para cama eram algumas gotas do seu cobiçado perfume.
Mas além das vendas, do marketing e do glamour, o cheiro imaginado por uma criadora como Gabrielle Bonheur Coco Chanel, o cheiro que define uma mulher com um olfato excepcional, guarda um grande segredo. Como se perpetuou e sobreviveu como o perfume mais valorizado pelas mulheres em quase cem anos de história?
A magia do cheiro
Os cheiros de Chanel são os de sua história. Ela perdeu a mãe aos 12 anos. Sozinho com cinco filhos, o pai ficou com os dois meninos e entregou as três meninas aos cuidados das freiras no orfanato de Aubazine. Lá, Chanel foi educada, passou a adolescência e saiu ao completar 18 anos.
As feridas da perda e do abandono, relacionadas com a pureza e o cheiro de limpeza da abadia, foram os ingredientes do registro emocional que moldou a história de Chanel nº 5 e a relação complicada que Coco Chanel com sua criação.
Já fora do convento, ela trabalhou como costureira por alguns anos. Tentou também se transformar em uma estrela do vaudeville e atuou em vários palcos seduzindo homens. Uma de suas canções a fez receber o apelido de Coco.
Ela conviveu nesse ambiente com cantoras, atrizes e prostitutas que usavam o doce cheiro do jasmim para atrair os homens. Mas também sabia da preferência das mulheres de classe alta por fragrâncias florais, de rosas e de violetas. Essa diferença distinguia os dois extremos.
Coco Chanel tinha criado um cheiro limpo impecável, e não entendia por que as mulheres tinham de cheirar a plantas, ela queria encontrar um cheiro de mulher. Por isso passou grande parte de sua vida estudando as combinações. Queria um perfume que traduzisse a mulher, a sensualidade e não a prostituição, mas a independência, a limpeza.
Apesar da fama de estilista, durante anos ela não foi bem recebida nos altos círculos sociais devido ao seu passado, mas ela sempre lutou. Primeiro com uma pequena loja de chapéus, depois com outra de roupas e mais tarde com seu perfume.
No verão de 1920, Chanel tinha como amante o príncipe russo Dimitri Pavlovich, quem a apresentou ao perfumista dos Romanov, Ernest Beaux.
Em uma rua estreita de Paris, a estilista, o príncipe e o perfumista, três personagens muito diferentes, deram de cara com a mistura exata de jasmim, rosas e aldeídos que, sem eles sequer imaginassem, se transformaria no famoso Chanel nº 5.
Fonte: Época Negócios
Coco Chanel costumava dizer que o mais misterioso, o mais humano dos sentidos, é o cheiro. "Pelo cheiro um corpo se comunica com o outro", disse. O olfato era tão importante para ela que transformou sua paixão em fragrância: o Chanel nº 5.
A história do famoso perfume vai além do passado de sua criadora que está ao alcance de todos. Por isso, a escritora americana Tilar J. Mazzeo publicou "O segredo de Chanel nº 5", uma obra que esmiúça em detalhes a vida da estilista e de seu perfume.
Chanel nº 5 sempre foi um perfume sinônimo de luxo e feminilidade por excelência. Inventado em 1920, entrou para a história como um ícone cultural que foi capaz de gerar longas filas de soldados em plena escassez da Segunda Guerra Mundial que queriam levar para suas mulheres gotas desse elixir para deixá-las ainda mais belas.
Também como símbolo de poder e feminilidade, ele foi o preferido da mulher mais sedutora do século 20, Marylin Monroe, quem chegou a afirmar que dormia completamente nua e a única coisa que colocava no corpo antes de ir para cama eram algumas gotas do seu cobiçado perfume.
Mas além das vendas, do marketing e do glamour, o cheiro imaginado por uma criadora como Gabrielle Bonheur Coco Chanel, o cheiro que define uma mulher com um olfato excepcional, guarda um grande segredo. Como se perpetuou e sobreviveu como o perfume mais valorizado pelas mulheres em quase cem anos de história?
A magia do cheiro
Os cheiros de Chanel são os de sua história. Ela perdeu a mãe aos 12 anos. Sozinho com cinco filhos, o pai ficou com os dois meninos e entregou as três meninas aos cuidados das freiras no orfanato de Aubazine. Lá, Chanel foi educada, passou a adolescência e saiu ao completar 18 anos.
As feridas da perda e do abandono, relacionadas com a pureza e o cheiro de limpeza da abadia, foram os ingredientes do registro emocional que moldou a história de Chanel nº 5 e a relação complicada que Coco Chanel com sua criação.
Já fora do convento, ela trabalhou como costureira por alguns anos. Tentou também se transformar em uma estrela do vaudeville e atuou em vários palcos seduzindo homens. Uma de suas canções a fez receber o apelido de Coco.
Ela conviveu nesse ambiente com cantoras, atrizes e prostitutas que usavam o doce cheiro do jasmim para atrair os homens. Mas também sabia da preferência das mulheres de classe alta por fragrâncias florais, de rosas e de violetas. Essa diferença distinguia os dois extremos.
Coco Chanel tinha criado um cheiro limpo impecável, e não entendia por que as mulheres tinham de cheirar a plantas, ela queria encontrar um cheiro de mulher. Por isso passou grande parte de sua vida estudando as combinações. Queria um perfume que traduzisse a mulher, a sensualidade e não a prostituição, mas a independência, a limpeza.
Apesar da fama de estilista, durante anos ela não foi bem recebida nos altos círculos sociais devido ao seu passado, mas ela sempre lutou. Primeiro com uma pequena loja de chapéus, depois com outra de roupas e mais tarde com seu perfume.
No verão de 1920, Chanel tinha como amante o príncipe russo Dimitri Pavlovich, quem a apresentou ao perfumista dos Romanov, Ernest Beaux.
Em uma rua estreita de Paris, a estilista, o príncipe e o perfumista, três personagens muito diferentes, deram de cara com a mistura exata de jasmim, rosas e aldeídos que, sem eles sequer imaginassem, se transformaria no famoso Chanel nº 5.
Fonte: Época Negócios
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Dicas Culturais do Fim de Semana - 25 a 27 de novembro
CINEMA
Assalto em dose dupla [Flypaper, EUA, 2011], de Rob Minkoff (California). Gênero: comédia. Elenco: Octavia Spencer, Patrick Dempsey, Ashley Judd. Sinopse: Um homem se vê no meio de dois roubos simultâneos em um banco e tenta desesperadamente proteger a informante por quem está apaixonado. Duração: 87 min. Classificação: 14 anos.
Dawson Ilha 10 [Dawson Isla 10, Chile, 2009], de Miguel Littin (Imagem). Gênero: drama. Elenco: Christián de la Fuente, Sergio Allard, Luis Dubó, Sergio Hernández. Sinopse: Depois que Allende é deposto os membros de seu gabinete são aprisionados na ilha Dawson, campo de concentração mais ao sul do planeta. Duração: 117 min. Classificação: 14 anos. Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Salvador
Happy Feet 2 [Austrália, 2011], de George Miller (Warner). Gênero: animação. Vozes: Elijah Wood, Robin Williams. Sinopse: Continuação do sucesso de 2006, agora em 3D. Abertura nos EUA: US$ 20,2 milhões (em 18/11/2011).
Inquietos [Restless, EUA, 2011], de Gus Van Sant (Sony). Gênero: drama. Elenco: Mia Wasikowska, Chin Han, Ryo Kase. Sinopse: Um jovem casal divide suas preocupações sobre o amadurecimento e as questões sobre a mortalidade. Duração: 100 min. Classificação: 12 anos. Rio de Janeiro e São Paulo
Jardim das folhas sagradas [Brasil, 2010], de Pola Ribeiro (Polifilmes). Gênero: drama. Elenco: Antonio Godi, Harildo Deda, Érico Brás, João Miguel. Sinopse: Bonfím é um bancário negro e bissexual, casado com uma mulher branca e evangélica, que vive em Salvador. Ele recebe a incumbência de montar um terreiro de candomblé, mas terá que enfrentar a especulação imobiliária da cidade. Duração: 90 min. Classificação: 14 anos. Rio de Janeiro (estreou em outras praças no dia 4/11/2011)
Leite e ferro [Brasil, 2009], de Claudia Priscilla (Polifilmes). Gênero: documentário. Sinopse: Registro sobre a maternidade dentro de penitenciarias, destacando a história de Daluanda, que cresceu nas ruas, passou por diversas instituições carcerárias e foi mãe pela primeira vez aos 14 anos. Duração: 70 min. Classificação: 12 anos. Rio de Janeiro e São Paulo.
Não sei como ela consegue [I Don’t Know How She Does It, EUA, 2011], de Douglas Mcgrath (Imagem). Gênero: comédia romântica. Elenco: Sarah Jessica Parker, Pierce Brosnan. Sinopse: A história da executiva financeira Kate Reddy, que sustenta o marido e os filhos. Abertura nos EUA: US$ 4,4 milhões (em 16/09/2011). Dif. (segundo fim de semana): -54,5%. Acumulado nos EUA: US$ 7,9 milões. Duração: 115 min. Classificação: 10 anos.
Rio de Janeiro
SHOW
Ivete Sangalo
26 de novembro
No Show do Madison, na HSBC Arena no Rio de Janeiro, marcado para o dia 26 de novembro, Ivete vai mais uma vez cantar os seus maiores sucessos e levar toda a sua energia, pois por onde essa baiana passa não deixa ninguém parado.
Local: HSBC Arena
Endereço: Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra – Rio de Janeiro - RJ
Horário: 21h30
Preço: Os ingressos variam de R$360 a R$100.
Classificação: 16 anos.
TEATRO
A megera domada
de 25 de novembro a 18 de dezembro
Obra que mistura uma sólida estrutura de comédia clássica com os encantos da comédia romântica, A Megera Domada é uma peça repleta de movimento e alegria. Em um duelo de forças, Shakespeare nos brinda com uma história onde todos fazem tudo por amor. Mentem, trapaceiam, dominam e são dominados. E, com muito humor, o mestre defende os direitos da mulher e critica o machismo. Entre seus mais de 20 personagens, destacam-se Catarina (Marisol Ribeiro), Petruquio (Oddone Monteiro), Bianca (Bia Lula da Silva) , Lucêncio (MarcoAntonio Gimenez) e Batista Minola (Luiz Magnelli), pai de Bianca e Catarina .
Nesta montagem com tradução de Walcyr Carrasco e direção de Renato Carerra, o palco e a trama são representados por um tabuleiro de xadrez, com luzes que saem de dentro do próprio chão. A encenação investe num tom jovem e colorido, privilegiando a palavra e o texto, através da valorização da ação. Com um rítmo frenético e interpretações cômicas que dialogam com o tom naturalista da fala, e sem o rebuscamento comum às versões shakesperianas, passeia entre o clássico e o moderno. Utiliza projeções, vídeos e figurinos, que misturam roupas tradicionais com calças de motoqueiro, botas e maquiagens e caracterizações que remetem aos filmes surrealistas contemporâneos. Traz a trama deste troca-troca de casais para os dias de hoje, situando-o no caos estético tão comum no mundo atual.
Local: Teatro João Caetano
Endereço: Praça Tiradentes, s/n- Centro – Rio de Janeiro - RJ
Horário: Quinta e sexta, 19h | sábado, 21h | domingo, 18h
Duração: 90 min.
Preço: R$30 (inteira) R$10 (Teatro Para Todos) Comprar
Classificação: 10 anos
Assalto em dose dupla [Flypaper, EUA, 2011], de Rob Minkoff (California). Gênero: comédia. Elenco: Octavia Spencer, Patrick Dempsey, Ashley Judd. Sinopse: Um homem se vê no meio de dois roubos simultâneos em um banco e tenta desesperadamente proteger a informante por quem está apaixonado. Duração: 87 min. Classificação: 14 anos.
Dawson Ilha 10 [Dawson Isla 10, Chile, 2009], de Miguel Littin (Imagem). Gênero: drama. Elenco: Christián de la Fuente, Sergio Allard, Luis Dubó, Sergio Hernández. Sinopse: Depois que Allende é deposto os membros de seu gabinete são aprisionados na ilha Dawson, campo de concentração mais ao sul do planeta. Duração: 117 min. Classificação: 14 anos. Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Salvador
Happy Feet 2 [Austrália, 2011], de George Miller (Warner). Gênero: animação. Vozes: Elijah Wood, Robin Williams. Sinopse: Continuação do sucesso de 2006, agora em 3D. Abertura nos EUA: US$ 20,2 milhões (em 18/11/2011).
Inquietos [Restless, EUA, 2011], de Gus Van Sant (Sony). Gênero: drama. Elenco: Mia Wasikowska, Chin Han, Ryo Kase. Sinopse: Um jovem casal divide suas preocupações sobre o amadurecimento e as questões sobre a mortalidade. Duração: 100 min. Classificação: 12 anos. Rio de Janeiro e São Paulo
Jardim das folhas sagradas [Brasil, 2010], de Pola Ribeiro (Polifilmes). Gênero: drama. Elenco: Antonio Godi, Harildo Deda, Érico Brás, João Miguel. Sinopse: Bonfím é um bancário negro e bissexual, casado com uma mulher branca e evangélica, que vive em Salvador. Ele recebe a incumbência de montar um terreiro de candomblé, mas terá que enfrentar a especulação imobiliária da cidade. Duração: 90 min. Classificação: 14 anos. Rio de Janeiro (estreou em outras praças no dia 4/11/2011)
Leite e ferro [Brasil, 2009], de Claudia Priscilla (Polifilmes). Gênero: documentário. Sinopse: Registro sobre a maternidade dentro de penitenciarias, destacando a história de Daluanda, que cresceu nas ruas, passou por diversas instituições carcerárias e foi mãe pela primeira vez aos 14 anos. Duração: 70 min. Classificação: 12 anos. Rio de Janeiro e São Paulo.
Não sei como ela consegue [I Don’t Know How She Does It, EUA, 2011], de Douglas Mcgrath (Imagem). Gênero: comédia romântica. Elenco: Sarah Jessica Parker, Pierce Brosnan. Sinopse: A história da executiva financeira Kate Reddy, que sustenta o marido e os filhos. Abertura nos EUA: US$ 4,4 milhões (em 16/09/2011). Dif. (segundo fim de semana): -54,5%. Acumulado nos EUA: US$ 7,9 milões. Duração: 115 min. Classificação: 10 anos.
Rio de Janeiro
SHOW
Ivete Sangalo
26 de novembro
No Show do Madison, na HSBC Arena no Rio de Janeiro, marcado para o dia 26 de novembro, Ivete vai mais uma vez cantar os seus maiores sucessos e levar toda a sua energia, pois por onde essa baiana passa não deixa ninguém parado.
Local: HSBC Arena
Endereço: Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra – Rio de Janeiro - RJ
Horário: 21h30
Preço: Os ingressos variam de R$360 a R$100.
Classificação: 16 anos.
TEATRO
A megera domada
de 25 de novembro a 18 de dezembro
Obra que mistura uma sólida estrutura de comédia clássica com os encantos da comédia romântica, A Megera Domada é uma peça repleta de movimento e alegria. Em um duelo de forças, Shakespeare nos brinda com uma história onde todos fazem tudo por amor. Mentem, trapaceiam, dominam e são dominados. E, com muito humor, o mestre defende os direitos da mulher e critica o machismo. Entre seus mais de 20 personagens, destacam-se Catarina (Marisol Ribeiro), Petruquio (Oddone Monteiro), Bianca (Bia Lula da Silva) , Lucêncio (MarcoAntonio Gimenez) e Batista Minola (Luiz Magnelli), pai de Bianca e Catarina .
Nesta montagem com tradução de Walcyr Carrasco e direção de Renato Carerra, o palco e a trama são representados por um tabuleiro de xadrez, com luzes que saem de dentro do próprio chão. A encenação investe num tom jovem e colorido, privilegiando a palavra e o texto, através da valorização da ação. Com um rítmo frenético e interpretações cômicas que dialogam com o tom naturalista da fala, e sem o rebuscamento comum às versões shakesperianas, passeia entre o clássico e o moderno. Utiliza projeções, vídeos e figurinos, que misturam roupas tradicionais com calças de motoqueiro, botas e maquiagens e caracterizações que remetem aos filmes surrealistas contemporâneos. Traz a trama deste troca-troca de casais para os dias de hoje, situando-o no caos estético tão comum no mundo atual.
Local: Teatro João Caetano
Endereço: Praça Tiradentes, s/n- Centro – Rio de Janeiro - RJ
Horário: Quinta e sexta, 19h | sábado, 21h | domingo, 18h
Duração: 90 min.
Preço: R$30 (inteira) R$10 (Teatro Para Todos) Comprar
Classificação: 10 anos
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