CINEMA
Capitães da areia [Brasil, 2009], de Cecília Amado (Imagem). Gênero: drama. Elenco: Jean Luis Amorim, Ana Graciela, Robério Lima. Sinopse: A história de um bando de meninos de rua na Bahia em 1950. Baseado na obra de Jorge Amado.
Eu queria ter a sua vida [The Change Up, EUA, 2011], de David Dobkin (Universal). Gênero: comédia. Elenco: Jason Bateman, Ryan Reynolds. Sinopse: A esposa de um responsável pai de família tem sua personalidade trocada com a do melhor amigo de seu marido, um homem preguiçoso que age como uma criança. Abertura nos EUA: US$ 13,5 milhões (em 5/08/2011). Dif. (segundo fim de semana): -54%. Acumulado nos EUA: US$ 35,9 milhões. Classificação: 10 anos.
O filme dos espíritos [Brasil, 2011], de André Marouço e Michel Dubret (Paris). Gênero: drama. Elenco: Nelson Xavier, Ênio Gonçalves, Etty Fraser, Ana Rosa, Sandra Corveloni, Reinaldo Rodrigues. Sinopse: livremente baseado em O livro dos espíritos, escrito por Allan Kardec em 1857. Duração: 100 min. Classificação: 10 anos.
A hora do espanto [Fright Night, EUA, 2011], de Craig Gillespie (Disney). Gênero: horror. Elenco: Colin Farrell, Toni Collette, David Tennant. Sinopse: Refilmagem de A hora do espanto (1985), em que um adolescente descobre que seu vizinho é um vampiro. Com exibição em 3D. Abertura nos EUA: US$ 7,7 milhões (em 19/08/2011). Dif. (segundo fim de semana): -63%. Acumulado nos EUA: US$ 18 milhões. Duração: 97 min. Classificação: 14 anos.
Meu país [Brasil, 2011], de André Ristum (Imovision). Gênero: drama. Elenco: Cauã Reymond, Rodrigo Santoro, Paulo José. Sinopse: Após anos vivendo na Europa, um executivo bem-sucedido retorna ao Brasil para reencontrar o pai. Duração: 95 min. Classificação: 12 anos.
Uma professora muito maluquinha [Brasil, 2011], de André Pinto e Cesar Rodrigues (Downtown). Gênero: infantil. Elenco: Paola Oliveira, Chico Anysio, Suely Franco. Sinopse: Cate retorna ao interior, onde passa a lecionar na escola primária da cidadezinha, mas seu comportamento de vanguarda não agrada as professoras conservadoras. Duração: 88 min. Classificação: livre.
O zelador animal [The Zookeeper, EUA, 2011], de Frank Coraci (Sony). Gênero: comédia. Elenco: Kevin James, Rosário Dawson, vozes de Adam Sandler, Sylvester Stallone. Sinopse: Animais de um zoológico resolvem quebrar seu código de silencio para ajudar um dos funcionários a conquistar uma mulher. Abertura nos EUA: 20 milhões (em 8/07/2011). Dif. (segundo fim de semana): -39%. Acumulado nos EUA: US$ 79,9 milhões. Duração: 91 min. Classificação: livre.
SHOW
O enredo do meu samba
7 de outubro
Tendo Dona Ivone Lara como enredo, a Império Serrano reúne Arlindo Cruz, Jorge Aragão, Zélia Duncan, Teresa Cristina, Wilson das Neves, Sombrinha, Andrezinho da Mocidade, Sandra de Sá, Haroldo Costa e Ivo Meireles para homenagearem a grande sambista na final da escolha do samba para o Carnaval de 2012. No repertório, “Sonho meu”, “Acreditar”, “Enredo do meu samba”, “Tendência” e outras.
Local: Fundição Progresso
Endereço: Rua dos Arcos, 24 - Lapa - Rio de Janeiro - RJ
Horário: 23h
Preço: R$60 (inteira) R$30 (meia) Comprar
Classificação: 18 anos.
TEATRO
Improvável
7, 8 e 9 de outubro
O espetáculo “Improvável” é um projeto de humor baseado em improvisações no qual a platéia tem fundamental importância para criação das cenas.
Um Mestre de Cerimônias aquece a platéia com uma pequena introdução antes do espetáculo interagindo com o público e explicando como eles poderão influenciar nas cenas. Na hora das improvisações ele seleciona as sugestões da platéia e explica os mecanismos e as regras dos jogos de improvisação. A cada apresentação serão chamados dois atores convidados para completar o elenco. E como tudo é baseado no improviso, o público sempre verá uma peça diferente e interativa.
Convidados:
** MC Convidado: Bruno Motta!
Jogadores Convidados: Marcio Ballas! e Marco Gonçalves!
Local: Teatro dos Grandes Atores
Endereço: Av. das Américas, 3555 – Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ
Horário: sexta e sábado, 21h e 23h | domingo, 20h e 22h
Duração: 70 min
Preço: R$60 e R$30 (meia)
Classificação: 14 anos
EXPOSIÇÃO
Percurso Gráfico - 50 anos da arte de Clécio Penedo
até 25 de novembro
A retrospectiva com trabalhos produzidos durante 50 anos de atividades de Clécio Penedo (1941-2004) conta com 120 obras, divididas em 14 séries, tendo sempre como foco a preocupação social. A exposição faz parte das comemorações dos 70 anos do nascimento do artista.
Local: Museu Histórico Nacional
Endereço Praça Marechal Âncora, s/nº - Centro - Rio de Janeiro - RJ
Horário: Terça a sexta, 10h às 17h30; sábado, domingo e feriados, 14h às 18h.
Preço: R$ 6,00
Classificação: Livre
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
[Entrevista] Transmedia Storytelling e Branding Content
Como atingir uma geração Y tão multi-tarefa? Juntamente com @roneyb @uhuh e @JoseTelmo o entrevistador do Videomak, Oscar Ferreira conversou sobre os novos formatos de propaganda chamados transmedia storytellyng e branding content.
A entrevista que tem 1 hora de duração fala desde cases como o filme Naufrago ate Heroes, série mundialmente conhecida.
Fonte: Podmak
A entrevista que tem 1 hora de duração fala desde cases como o filme Naufrago ate Heroes, série mundialmente conhecida.
Fonte: Podmak
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Storytelling: um novo conceito?
O processo de Storytelling pode ser resumido em sete etapas: ouvir, aprender, descobrir, explorar, criar, comunicar e encantar. O conceito não significa que toda a peça tenha que contar a história do cliente. O Storytelling é um processo que começa muito antes da criação da peça publicitária.
O preâmbulo de Storytelling obedece a algumas fases. Primeiro, a sabedoria de saber ouvir o cliente e outros eventuais atores do processo. Depois passa-se a aprender sobre o negócio e descobrir a sua história (ou outras histórias a serem contadas). O próximo passo é explorar essas histórias, suas variações e implicações para criar conceitos, campanhas e peças que possam encantar o consumidor final.
O fundamental é que a história seja verdadeira para que o consumidor – seja ele um público interno, o público em geral, ou corporativo – se identifique com a marca ou produto. “Este processo, muitas vezes, implica em uma espécie de auto-análise do cliente. Ele e seus colaboradores devem se reconhecer na história que será contada ao público. A partir daí, qualquer ação que criarmos deve estar impregnada desta história. Pode ser um anúncio ou até mesmo imagens que reflitam um novo estado de espírito”, reforça o publicitário Mauro Pereira-de-Mello, diretor da JourneyCom.
“Para o Storytelling dar certo é preciso descobrir a história única, real, exclusiva. Podem até copiar sua marca, seus produtos, mas ninguém conseguirá clonar a sua história. O que é ainda mais intrigante é como este processo também se aplica a corporações, em um mercado que deveria ser regido pela frieza dos negócios. As corporações, no entanto, são feitas de pessoas, com medos, aflições, cobranças e pressões nada frias. Nessas horas, um posicionamento sólido, uma marca com uma história para contar, que levem à conquista da confiança do gestor do cliente, podem fazer a diferença”.
Fonte: Administradores
O preâmbulo de Storytelling obedece a algumas fases. Primeiro, a sabedoria de saber ouvir o cliente e outros eventuais atores do processo. Depois passa-se a aprender sobre o negócio e descobrir a sua história (ou outras histórias a serem contadas). O próximo passo é explorar essas histórias, suas variações e implicações para criar conceitos, campanhas e peças que possam encantar o consumidor final.
O fundamental é que a história seja verdadeira para que o consumidor – seja ele um público interno, o público em geral, ou corporativo – se identifique com a marca ou produto. “Este processo, muitas vezes, implica em uma espécie de auto-análise do cliente. Ele e seus colaboradores devem se reconhecer na história que será contada ao público. A partir daí, qualquer ação que criarmos deve estar impregnada desta história. Pode ser um anúncio ou até mesmo imagens que reflitam um novo estado de espírito”, reforça o publicitário Mauro Pereira-de-Mello, diretor da JourneyCom.
“Para o Storytelling dar certo é preciso descobrir a história única, real, exclusiva. Podem até copiar sua marca, seus produtos, mas ninguém conseguirá clonar a sua história. O que é ainda mais intrigante é como este processo também se aplica a corporações, em um mercado que deveria ser regido pela frieza dos negócios. As corporações, no entanto, são feitas de pessoas, com medos, aflições, cobranças e pressões nada frias. Nessas horas, um posicionamento sólido, uma marca com uma história para contar, que levem à conquista da confiança do gestor do cliente, podem fazer a diferença”.
Fonte: Administradores
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