terça-feira, 20 de setembro de 2011
Uma nova forma de ler quadrinhos
Todo mundo já lê gibi no computador, desde que os scans se tornaram populares, mesmo que você seja daqueles conservadores que ainda prefere o formato papel de vez em quando é necessário dar uma lida em quadrinhos no formato digital, mesmo que seja pra pegar aquela edição que não saiu no Brasil ou que já esta fora de catálogo.
Atualmente as grandes editoras americanas e europeias já comercializam uma boa parte de seus títulos neste formato, com o surgimento do iPad e a onda dos tablets este mercado irá crescer mais ainda nos próximos anos. Muita gente da nova geração deverá até prescindir dos quadrinhos em papel e ler somente no PC ou tablet.
Agora é muito mais fácil organizar, catalogar, guardar e transportar seus gibis. Aquelas edições antigas que você sonha ler poderão ser compradas legalmente. E se você preferir manter uma coleção em papel, pode escanea-las para ler no formato digital também, preservando suas revistas.
As grandes marcas como Marvel e DC já têm seus próprios softwares de leitura online, com os seus títulos, mas essa opção não te dá muita liberdade — você fica preso à oferta deles e só pode usar um software específico. Ter os seus quadrinhos armazenados localmente, seja em PDF ou nos cada vez mais populares formatos CBR e CBZ, te permite fazer uma curadoria da sua própria coleção, ler em diversos softwares e plataformas diferentes e manter tudo em uma mesma coleção, não várias.
Quando o iPad foi lançado, não demorou muito para a mídia especializada em HQs explorar o potencial deste gadget para o meio, com as editoras líderes do mercado, Marvel e DC, tomando a dianteira da situação. Em suma, é um fenômeno muito similar ao que acontece com periódicos e jornais, mas como encará-lo? É apenas uma transição do papel para o digital, ou existe algo mais? Quais são os benefícios? Principalmente para o consumidor brasileiro, que consome o bizarro esquema de mixes encabeçado pela Panini Comics?
A leitura no iPad é confortável, inclusive no manuseio, preocupado com o nível de interatividade, o App propícia um dinamismo à leitura, a diagramação das páginas e a ordem dos quadrinhos é seqüenciada, o que torna a leitura mais focada e agradável, inclusive com zooms e ampliações panorâmicas, o que adiciona dramaticidade a leitura.
Fontes:
Em Quadrinho
Gizmodo
NerDevils
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Lapa, cidade da música
O circuito cultural do Samba e Choro da Lapa permite repensar a crise e as alternativas para a indústria da música e para o Estado do Rio de Janeiro. É possível identificar na trajetória de sucesso deste fascinante circuito pistas capazes de nos fazerem refletir sobre a importância estratégica da cultura e, em particular, da indústria da música local para o desenvolvimento de diferentes regiões do país.No contexto atual, em que o desafio de promover o crescimento equilibrado aparece como uma verdadeira obsessão para as novas gerações, este livro busca contribuir de alguma maneira para a reelaboração de políticas públicas mais efetivas e democráticas.
“Que a indústria fonográfica tradicional está em declínio, disso ninguém duvida. Mesmo assim – no meio da crise – nunca se produziu e consumiu tanta música como hoje. Há certamente artistas e públicos para todos os estilos, contudo há obstáculos e problemas graves na mediação entre produção e consumo. A verdade é que o modelo desenvolvido pelas gravadoras no século XX não dá mais conta dos negócios. É esse contexto atual de crise e a necessidade de se buscar inovação que Herschmann avalia neste livro, dando importantes sugestões para entendermos o futuro da indústria da música.
Já há algum tempo, o público vem se conscientizando de que as novas músicas pop de periferia produzidas no Brasil – tais como o funk carioca, o tecnobrega paraense e o forró eletrônico cearense, entre outras – não dependem das grandes gravadoras e tampouco da grande mídia para manter sua enorme popularidade nas ruas e grandes festas da maioria das cidades do país. São novos business musicais (cada um com seu modelo diferente) apresentando propostas e soluções bem criativas para os dilemas gerais da indústria fonográfica. Entretanto, lendo Lapa, cidade da música, é possível constatar que outros gêneros musicais, com histórias mais longas e de maior credibilidade junto à crítica mais conservadora, vivem situações semelhantes, nas quais a “falta de apoio” tem obrigado os atores sociais a inventar outros novos modelos de negócios, em sua maioria dissociados do sistema que as majors gostariam de eternizar.
Apesar das dificuldades enfrentadas pelo setor musical no Brasil, o renascimento da Lapa e a visibilidade cada vez maior de uma nova geração de músicos de “samba-choro de raiz” evidenciam como – de forma inovadora, sem o incentivo do Estado ou das grandes gravadoras (e com a colaboração apenas da “mídia espontânea”) – estes atores sociais que atuam neste novo circuito cultural vêm conseguindo mudar a geografia da vida noturna do Rio de Janeiro.
Esse processo, que é resultante da articulação e ação de inúmeros agentes sociais, é estudado de forma detalhada e cuidadosa neste livro. O autor sugere, a partir de sua análise do caso da Lapa, que é preciso se apoiar soluções endógenas – afinal, elas foram o ponto de partida para se construir a “nova Lapa”, com grande sucesso. Um sucesso que deveria servir de lição para todos”.
*Este livro encontra-se disponível para empréstimo e consulta na Biblioteca ESPM Rio.
Fonte: Livro, uma cachaça retangular
“Que a indústria fonográfica tradicional está em declínio, disso ninguém duvida. Mesmo assim – no meio da crise – nunca se produziu e consumiu tanta música como hoje. Há certamente artistas e públicos para todos os estilos, contudo há obstáculos e problemas graves na mediação entre produção e consumo. A verdade é que o modelo desenvolvido pelas gravadoras no século XX não dá mais conta dos negócios. É esse contexto atual de crise e a necessidade de se buscar inovação que Herschmann avalia neste livro, dando importantes sugestões para entendermos o futuro da indústria da música.Já há algum tempo, o público vem se conscientizando de que as novas músicas pop de periferia produzidas no Brasil – tais como o funk carioca, o tecnobrega paraense e o forró eletrônico cearense, entre outras – não dependem das grandes gravadoras e tampouco da grande mídia para manter sua enorme popularidade nas ruas e grandes festas da maioria das cidades do país. São novos business musicais (cada um com seu modelo diferente) apresentando propostas e soluções bem criativas para os dilemas gerais da indústria fonográfica. Entretanto, lendo Lapa, cidade da música, é possível constatar que outros gêneros musicais, com histórias mais longas e de maior credibilidade junto à crítica mais conservadora, vivem situações semelhantes, nas quais a “falta de apoio” tem obrigado os atores sociais a inventar outros novos modelos de negócios, em sua maioria dissociados do sistema que as majors gostariam de eternizar.
Apesar das dificuldades enfrentadas pelo setor musical no Brasil, o renascimento da Lapa e a visibilidade cada vez maior de uma nova geração de músicos de “samba-choro de raiz” evidenciam como – de forma inovadora, sem o incentivo do Estado ou das grandes gravadoras (e com a colaboração apenas da “mídia espontânea”) – estes atores sociais que atuam neste novo circuito cultural vêm conseguindo mudar a geografia da vida noturna do Rio de Janeiro.
Esse processo, que é resultante da articulação e ação de inúmeros agentes sociais, é estudado de forma detalhada e cuidadosa neste livro. O autor sugere, a partir de sua análise do caso da Lapa, que é preciso se apoiar soluções endógenas – afinal, elas foram o ponto de partida para se construir a “nova Lapa”, com grande sucesso. Um sucesso que deveria servir de lição para todos”.
*Este livro encontra-se disponível para empréstimo e consulta na Biblioteca ESPM Rio.
Fonte: Livro, uma cachaça retangular
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Dicas Culturais do Fim de Semana - 16 a 18 de setembro
CINEMA
180º [Brasil, 2010], de Eduardo Vaisman ( Pandora Filmes). Gênero: drama. Elenco: Malu Galli, Eduardo Moscovis, Felipe Abib. Sinopse: Ana, Russel e Bernardo se envolvem em um arriscado triângulo amoroso. Duração: 90 min. Classificação: 14 anos.
Além da estrada [Por el camino, Brasil/Uruguai, 2010], de Charly Braun (Vitrine). Gênero: drama. Elenco: Esteban Feune de Colombi, Jill Mulleady, Guilhermina Guinle, Hugo Arias. Sinopse: Sem perspectivas, o jovem argentino, Santiago, decide ir ao Uruguai conhecer um terreno deixado por seus pais. Ao chegar, ele conhece Juliette, uma jovem belga em busca de um amor do passado e de uma nova vida. Duração: 86 min. Classificação: 14 anos. Rio de Janeiro
Conan, o bárbaro [Conan the Barbarian, EUA, 2011], de Marcus Nispel (Califórnia). Gênero: ação. Elenco: Jason Momoa, Stephen Lang, Ron Perlman. Sinopse: Nova versão para o cinema das aventuras do herói criado por Robert E. Howard. Com exibição em 3D. Abertura nos EUA: US$ 10 milhões (em 19/08/2011). Dif. (segundo fim de semana): -69%. Acumulado nos EUA: 20,1 milhões. Duração: 113 min. Classificação: 16 anos.
O diário de um banana 2: Rodrick é o cara [Diary of Wimpy Kid: Rodrick Rules, EUA, 2011], de David Bowers (Fox). Gênero: comédia. Elenco: Zachary Gordon, Devon Bostick, Rachel Harris. Sinopse: Nesta nova aventura o irmão mais velho de Greg resolve torturar os amigos do garoto. O jovem também precisará guardar um grande segredo, mesmo registrando tudo em um diário. Duração: 99 min. Com exibição apenas na rede Cinemark
Glee Live! 3D! [EUA, 2011], de Kevin Tancharoen (Fox). Gênero: musical. Elenco: Dianna Agron, Lea Michele, Chris Colfer. Sinopse: Um documentário musical sobre a turnê Glee Live! In Concert!, realizada em 2011 nos EUA. Com exibição em 3D. Abertura nos EUA: US$ 5,7 milhões (em 12/08/2011). Dif. (segundo fim de semana): -69,7%. Acumulado nos EUA: US$ 11,7 milhões. Duração: 84 min.
Manda-Chuva – O filme [Top Cat, México/Argentina, 2011], de Alberto Mar (Playarte). Gênero: animação. Vozes: a definir. Sinopse: A vida de Manda-Chuva é abalada por uma nova onda de crimes em Nova York, comandada por um vilão poderoso, que usa recursos tecnológicos para dominar a cidade. Com exibição em 3D.
Pronta para amar [A Little Bit of Heaven, EUA, 2011], de Nicole Kassell (Imagem). Gênero: comédia romântica. Elenco: Whoopi Goldberg, Kate Hudson, Gael García Bernal. Sinopse: Uma mulher encontra o homem dos seus sonhos ao descobrir que tem câncer. Duração: 106 min. Classificação: 12 anos.
Rio de Janeiro
SHOW
Roberta Sá
17 de setembro
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos, S/N - Lapa - Rio de Janeiro - RJ
Horário: 22h
Preço: R$80 (inteira) R$40 (meia) Comprar
Classificação: 18 anos
TEATRO
Felizes para sempre
de 16 de setembro a 18 de dezembro
Uma discussão sobre o casamento é o tema da peça Felizes Para Sempre, em cartaz no Teatro Vanucci, na Gávea. De forma leve e divertida, a trama apresenta três casais de amigos que passam por uma crise conjugal e decidem viajar juntos.
Local: Teatro Vanucci
Endereço: R. Marquês de São Vicente 52 3.Piso Shopping da Gávea - Gávea - Rio de Janeiro - RJ
Horário: sextas, 23h30
Duração: 60 min
Preço: R$60 e R$30 (meia) Comprar
Classificação: 14 anos
EXPOSIÇÃO
Rio + Design 2011
até 30 de setembro
A exposição é composta por 59 peças assinadas por 28 designers, entre nomes que vão da referência do desenho nacional, como Sérgio Rodrigues, ao jovem Zanini de Zanine.
Local: Palácio Tiradentes
Endereço: Rua Primeiro de Março, s/n - Praça XV - Rio de Janeiro - RJ
Horário: De segunda a sábado, das 10h às 17h – Domingos e feriados das 12h às 17h
Preço: Entrada Franca
Classificação: Livre
180º [Brasil, 2010], de Eduardo Vaisman ( Pandora Filmes). Gênero: drama. Elenco: Malu Galli, Eduardo Moscovis, Felipe Abib. Sinopse: Ana, Russel e Bernardo se envolvem em um arriscado triângulo amoroso. Duração: 90 min. Classificação: 14 anos.
Além da estrada [Por el camino, Brasil/Uruguai, 2010], de Charly Braun (Vitrine). Gênero: drama. Elenco: Esteban Feune de Colombi, Jill Mulleady, Guilhermina Guinle, Hugo Arias. Sinopse: Sem perspectivas, o jovem argentino, Santiago, decide ir ao Uruguai conhecer um terreno deixado por seus pais. Ao chegar, ele conhece Juliette, uma jovem belga em busca de um amor do passado e de uma nova vida. Duração: 86 min. Classificação: 14 anos. Rio de Janeiro
Conan, o bárbaro [Conan the Barbarian, EUA, 2011], de Marcus Nispel (Califórnia). Gênero: ação. Elenco: Jason Momoa, Stephen Lang, Ron Perlman. Sinopse: Nova versão para o cinema das aventuras do herói criado por Robert E. Howard. Com exibição em 3D. Abertura nos EUA: US$ 10 milhões (em 19/08/2011). Dif. (segundo fim de semana): -69%. Acumulado nos EUA: 20,1 milhões. Duração: 113 min. Classificação: 16 anos.
O diário de um banana 2: Rodrick é o cara [Diary of Wimpy Kid: Rodrick Rules, EUA, 2011], de David Bowers (Fox). Gênero: comédia. Elenco: Zachary Gordon, Devon Bostick, Rachel Harris. Sinopse: Nesta nova aventura o irmão mais velho de Greg resolve torturar os amigos do garoto. O jovem também precisará guardar um grande segredo, mesmo registrando tudo em um diário. Duração: 99 min. Com exibição apenas na rede Cinemark
Glee Live! 3D! [EUA, 2011], de Kevin Tancharoen (Fox). Gênero: musical. Elenco: Dianna Agron, Lea Michele, Chris Colfer. Sinopse: Um documentário musical sobre a turnê Glee Live! In Concert!, realizada em 2011 nos EUA. Com exibição em 3D. Abertura nos EUA: US$ 5,7 milhões (em 12/08/2011). Dif. (segundo fim de semana): -69,7%. Acumulado nos EUA: US$ 11,7 milhões. Duração: 84 min.
Manda-Chuva – O filme [Top Cat, México/Argentina, 2011], de Alberto Mar (Playarte). Gênero: animação. Vozes: a definir. Sinopse: A vida de Manda-Chuva é abalada por uma nova onda de crimes em Nova York, comandada por um vilão poderoso, que usa recursos tecnológicos para dominar a cidade. Com exibição em 3D.
Pronta para amar [A Little Bit of Heaven, EUA, 2011], de Nicole Kassell (Imagem). Gênero: comédia romântica. Elenco: Whoopi Goldberg, Kate Hudson, Gael García Bernal. Sinopse: Uma mulher encontra o homem dos seus sonhos ao descobrir que tem câncer. Duração: 106 min. Classificação: 12 anos.
Rio de Janeiro
SHOW
Roberta Sá
17 de setembro
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos, S/N - Lapa - Rio de Janeiro - RJ
Horário: 22h
Preço: R$80 (inteira) R$40 (meia) Comprar
Classificação: 18 anos
TEATRO
Felizes para sempre
de 16 de setembro a 18 de dezembro
Uma discussão sobre o casamento é o tema da peça Felizes Para Sempre, em cartaz no Teatro Vanucci, na Gávea. De forma leve e divertida, a trama apresenta três casais de amigos que passam por uma crise conjugal e decidem viajar juntos.
Local: Teatro Vanucci
Endereço: R. Marquês de São Vicente 52 3.Piso Shopping da Gávea - Gávea - Rio de Janeiro - RJ
Horário: sextas, 23h30
Duração: 60 min
Preço: R$60 e R$30 (meia) Comprar
Classificação: 14 anos
EXPOSIÇÃO
Rio + Design 2011
até 30 de setembro
A exposição é composta por 59 peças assinadas por 28 designers, entre nomes que vão da referência do desenho nacional, como Sérgio Rodrigues, ao jovem Zanini de Zanine.
Local: Palácio Tiradentes
Endereço: Rua Primeiro de Março, s/n - Praça XV - Rio de Janeiro - RJ
Horário: De segunda a sábado, das 10h às 17h – Domingos e feriados das 12h às 17h
Preço: Entrada Franca
Classificação: Livre
Assinar:
Postagens (Atom)


