*Por Claudia Regina para o Dicas de Fotografia
Todo mundo tira foto dos amigos quando sai, ou da família em aniversários e eventos diversos. Então é um tópico que serve para todos!
Algumas “regrinhas” são importantes de saber, embora sempre seja possível quebrá-las (o conhecimento está justamente em saber quando quebrar as regras, e não somente em conhecê-las).
Em qualquer lugar que você leia sobre foco em retratos existe uma só regra geral: foque nos olhos!
Os olhos são o que nos seguram no retrato de uma pessoa, então mesmo que você esteja usando uma abertura suficiente para deixar o rosto inteiro em foco “aponte” para os olhos para que sejam o ponto com melhor foco possível na foto. Faz uma grande diferença!
Outra característica dos retratos é o fundo desfocado. Assim o nosso modelo fica em destaque e a foto não fica poluída. Por isso lentes conhecidas como “boas para retrato” são as com grandes aberturas. 1.4, 1.8, 2.8…
Às vezes é mais interessante você desfocar o rosto e mostrar alguma outra característica marcante da foto. Não tenha medo, mudar o foco totalmente do rosto para outra parte do retrato pode trazer um resultado muito mais interessante e menos tradicional!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Dicas Culturais do Fim de Semana - 22 a 24 de julho
CINEMA
Assalto ao Banco Central [Brasil, 2010], de Marcos Paulo (Fox). Gênero: policial. Elenco: Milhem Cortaz, Lima Duarte, Giulia Gam. Sinopse: Inspirado na história real do crime ocorrido em Fortaleza, em 2005, tido como o maior assalto a um banco já ocorrido no Brasil. Duração: 104 min. Classificação: 14 anos.
Filhos de João, o admirável mundo novo baiano [Brasil, 2009], de Henrique Dantas (Pipa). Gênero: documentário. Sinopse: Documentário sobre a influência decisiva do músico João Gilberto na obra de Moraes Moreira, Baby Consuelo, Pepeu Gomes, Galvão e Paulinho “Boca de Cantor”. Duração: 74 min. Classificação: livre. Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo
A inquilina [The Resident, EUA / Reino Unido, 2011], de Antti Jokinen. (Paris). Gênero: suspense. Elenco: Hilary Swank, Jeffrey Dean Morgan, Christopher Lee. Sinopse: Quando uma jovem e bem sucedida médica se muda para um apartamento no Brooklyn, em Nova York, ela acredita ter encontrado o local ideal para morar. Porém misteriosas ocorrências fazem com que ela acredite não estar sozinha no local. Duração: 91 min. Classificação: 14 anos.
Lola [Lola, Filipinas, 2009], de Brillante Mendoza (Lume). Gênero: drama. Elenco: Anita Linda, Rustica Carpio, Tanya Gomez. Sinopse: O neto de Lola Sepa foi assassinado pelo neto de Lola Puring. As duas senhoras vão fazer de tudo, uma para dar dignidade ao seu neto, e a outra para livrar seu neto da prisão. Duração: 110 min. Classificação: nd. Rio de Janeiro, São Paulo e Juiz de Fora
Vejo você no próximo verão [Jack Goes Boating, EUA, 2011], de Philip Seymour Hoffman (Imovision). Gênero: romance. Elenco: Philip Seymour Hoffman, Amy Ryan. Sinopse: Um motorista de limusine tenta mudar de vida tomando aulas de culinária e natação. Duração: 90 min. Classificação: 16 anos.
Rio de Janeiro
SHOW
Limp Bizkit - "Gold Cobra"
23 de julho
Local: Fundição Progresso
Endereço: Rua dos Arcos, 24 - Lapa - Rio de Janeiro - RJ
Horário: 21h
Preço: 2º Lote Inteira R$180 | Meia R$90
Classificação: 18 anos.
TEATRO
Rosa
até 31 de julho
Rosa é uma senhora judia de aproximadamente 80 anos que, durante o shivah (período do luto judaico), relembra sua vida, como sua infância em Yultishka – cidadezinha perdida no meio da Ucrânia, de estradas de terra batida e de casinhas minúsculas – até seus dias atuais, em Miami Beach, na América que lhe acolheu. Rosa também se recorda de vários outros momentos marcantes, como sua mudança para Varsóvia, a invasão da Polônia pelos nazistas, o sonho da Palestina – a terra dos antepassados, que Deus havia prometido – sua passagem por Jerusalém, Atlantic City e Connecticut. Clandestina num navio, em Sete, na França, Rosa também viu o mar pela primeira vez e achou que era uma alucinação. Com leveza, emoção e uma pitada de ironia, a personagem nos conduz para quase um século de histórias – suas e do mundo.
Local: Teatro do Leblon
Endereço: Rua Conde Bernadote, 26 - Leblon - Rio de Janeiro - RJ
Horário: Quinta, Sexta e Sábado - 19h; Domingo - 18h
Duração: 100 min.
Preço: Quinta e Sexta R$ 50,00 | Sábado e Domingo R$60 - Comprar
Classificação: 12 anos
EXPOSIÇÃO
Restos Urbanos no Rio de Janeiro
Quatorze designers, cinco street artists e uma ideia na cabeça: transformar o desperdício em arte. O ponto de partida? O lixo que a gente produz nas nossas casas, nas ruas, na nossa cidade. Caixas, entulhos, sacos plásticos, embalagens, peças de brinquedos quebrados, resíduos de construção civil, etc., viram peças descoladas de design, móveis e acessórios que, depois, servem de suporte para a intervenção criativa do grafite. É a “forma” combinada à assinatura. É o grafite procurando outros meios e superfícies. Criações de Alessandra Clark; Ana Fernandes; Arturo Isola; Beto Herriot; Bianca Clark; Eduardo Roly; Kiko Fernandes; Maria João; Nuno Sousa; Renata Rose; Thanara Schönardie; Thomaz Velho; Victor Haim; e Walmor Pamplona, com intervenções de Br; Filipe Agnelli; Guilherme Santos; Marinho; e Toz. Participação: Grupo Urbitantes (performance).
Local: Clark Art Center
Endereço: Rua Teresa Guimarães, 35 - Botafogo - Rio de Janeiro - RJ
Horário: de segunda a sexta, das 11h às 18h
Preço: Entrada Franca
Classificação: Livre
Assalto ao Banco Central [Brasil, 2010], de Marcos Paulo (Fox). Gênero: policial. Elenco: Milhem Cortaz, Lima Duarte, Giulia Gam. Sinopse: Inspirado na história real do crime ocorrido em Fortaleza, em 2005, tido como o maior assalto a um banco já ocorrido no Brasil. Duração: 104 min. Classificação: 14 anos.
Filhos de João, o admirável mundo novo baiano [Brasil, 2009], de Henrique Dantas (Pipa). Gênero: documentário. Sinopse: Documentário sobre a influência decisiva do músico João Gilberto na obra de Moraes Moreira, Baby Consuelo, Pepeu Gomes, Galvão e Paulinho “Boca de Cantor”. Duração: 74 min. Classificação: livre. Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo
A inquilina [The Resident, EUA / Reino Unido, 2011], de Antti Jokinen. (Paris). Gênero: suspense. Elenco: Hilary Swank, Jeffrey Dean Morgan, Christopher Lee. Sinopse: Quando uma jovem e bem sucedida médica se muda para um apartamento no Brooklyn, em Nova York, ela acredita ter encontrado o local ideal para morar. Porém misteriosas ocorrências fazem com que ela acredite não estar sozinha no local. Duração: 91 min. Classificação: 14 anos.
Lola [Lola, Filipinas, 2009], de Brillante Mendoza (Lume). Gênero: drama. Elenco: Anita Linda, Rustica Carpio, Tanya Gomez. Sinopse: O neto de Lola Sepa foi assassinado pelo neto de Lola Puring. As duas senhoras vão fazer de tudo, uma para dar dignidade ao seu neto, e a outra para livrar seu neto da prisão. Duração: 110 min. Classificação: nd. Rio de Janeiro, São Paulo e Juiz de Fora
Vejo você no próximo verão [Jack Goes Boating, EUA, 2011], de Philip Seymour Hoffman (Imovision). Gênero: romance. Elenco: Philip Seymour Hoffman, Amy Ryan. Sinopse: Um motorista de limusine tenta mudar de vida tomando aulas de culinária e natação. Duração: 90 min. Classificação: 16 anos.
Rio de Janeiro
SHOW
Limp Bizkit - "Gold Cobra"
23 de julho
Local: Fundição Progresso
Endereço: Rua dos Arcos, 24 - Lapa - Rio de Janeiro - RJ
Horário: 21h
Preço: 2º Lote Inteira R$180 | Meia R$90
Classificação: 18 anos.
TEATRO
Rosa
até 31 de julho
Rosa é uma senhora judia de aproximadamente 80 anos que, durante o shivah (período do luto judaico), relembra sua vida, como sua infância em Yultishka – cidadezinha perdida no meio da Ucrânia, de estradas de terra batida e de casinhas minúsculas – até seus dias atuais, em Miami Beach, na América que lhe acolheu. Rosa também se recorda de vários outros momentos marcantes, como sua mudança para Varsóvia, a invasão da Polônia pelos nazistas, o sonho da Palestina – a terra dos antepassados, que Deus havia prometido – sua passagem por Jerusalém, Atlantic City e Connecticut. Clandestina num navio, em Sete, na França, Rosa também viu o mar pela primeira vez e achou que era uma alucinação. Com leveza, emoção e uma pitada de ironia, a personagem nos conduz para quase um século de histórias – suas e do mundo.
Local: Teatro do Leblon
Endereço: Rua Conde Bernadote, 26 - Leblon - Rio de Janeiro - RJ
Horário: Quinta, Sexta e Sábado - 19h; Domingo - 18h
Duração: 100 min.
Preço: Quinta e Sexta R$ 50,00 | Sábado e Domingo R$60 - Comprar
Classificação: 12 anos
EXPOSIÇÃO
Restos Urbanos no Rio de Janeiro
Quatorze designers, cinco street artists e uma ideia na cabeça: transformar o desperdício em arte. O ponto de partida? O lixo que a gente produz nas nossas casas, nas ruas, na nossa cidade. Caixas, entulhos, sacos plásticos, embalagens, peças de brinquedos quebrados, resíduos de construção civil, etc., viram peças descoladas de design, móveis e acessórios que, depois, servem de suporte para a intervenção criativa do grafite. É a “forma” combinada à assinatura. É o grafite procurando outros meios e superfícies. Criações de Alessandra Clark; Ana Fernandes; Arturo Isola; Beto Herriot; Bianca Clark; Eduardo Roly; Kiko Fernandes; Maria João; Nuno Sousa; Renata Rose; Thanara Schönardie; Thomaz Velho; Victor Haim; e Walmor Pamplona, com intervenções de Br; Filipe Agnelli; Guilherme Santos; Marinho; e Toz. Participação: Grupo Urbitantes (performance).
Local: Clark Art Center
Endereço: Rua Teresa Guimarães, 35 - Botafogo - Rio de Janeiro - RJ
Horário: de segunda a sexta, das 11h às 18h
Preço: Entrada Franca
Classificação: Livre
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Fotografia e criatividade
* Por Mariana Simom para o Fotografia DG
Há muitos fotógrafos bons, mas a quantidade de “despreparados” – vazios, travados, desnecessários, sem criatividade – é impressionante. Culpa da capacitação? Ou será que o vínculo de hobby da fotografia gera esse comodismo? Tanto faz, o importante é sair da zona de conforto.
O que difere uma fotografia boa de uma ruim não é apenas o fator criatividade, mas sem ele uma foto já nasce fraca. Ideias transformam fotografias, e todos deveriam saber disso, não é questão de “sorte”. A criatividade não é vendida na farmácia e também não é uma função das câmeras digitais, porém qualquer um está apto a desenvolver o processo criativo na fotografia, e ele nem é tão doloroso quanto parece.
Muita gente ainda relaciona o termo fotografia criativa somente às imagens publicitárias, já que o meio publicitário costuma buscar nas ideias inovação, destaque, ressurgir entre tanta poluição comunicacional. O pensamento parece lógico, mas é bem limitado, considerando que a criatividade pode existir até no fotojornalismo: espontâneo, diário, ou seja, não é uma característica das produções.
Em tempo, aqui a diferença entre ideia e criatividade é a ação. Não adianta a motivação sem a execução, então a ideia é o gerador, a vontade, o enredo, o universo. E quando essa ideia passa do estado mental para o real, evolui e é efetivada com conhecimento, de um modo que desestrutura a fórmula convencional e mesmo dentre a multiplicidade de possibilidades é capaz de surpreender.
Desconstrua
É um ótimo modo de treinar o olhar. O exercício é bem simples: escolha uma foto e tente aspirar o fator motivador. O que rende a famosa frase “isto daria uma boa foto”? Mesmo diante da interpretação pessoal essa avaliação é capaz de proporcionar ideias fabulosas.
Explore
Aproveite a disponibilidade da internet, investigue o trabalho dos seus artistas preferidos (biografia, fotos, conceitos, identidade, métodos, conduta profissional), conheça outros, visite exposições, eventos e bibliotecas, busque tutoriais, descubra técnicas novas, aprenda e não pare de fazer isso.
Inspire-se o tempo todo
Altere a sua rotina, experimente novos caminhos, ambientes, luzes, perspectivas, objetivas, regras, modelos, revire os hábitos… Arrisque. Não tenha medo de desenvolver ideias.
Estabeleça contato
Converse com outros fotógrafos, compartilhe suas ideias, imagens, faça um intercâmbio de experiências. Deixe o individualismo da fotografia para a hora de fazer a foto.
Fotografe com critério
Não fique com o dedo no disparador o tempo todo, não clique feito um louco. Pense, elabore, destine a atenção necessária a cada fotografia feita.
Desenvolva projetos
Nada melhor do que estabelecer parâmetros contínuos, projetos são interessantes se mantém uma disciplina de criação e desenvolvimento. Daqueles que costumam durar anos, mas apresentam um resultado satisfatório, estimado e, sobretudo admirável.
Faça o que ninguém fez o quanto antes, ou faça o que já foi feito, mas de uma forma totalmente distinta. O mercado para fotografias de casamento transbordou e nasceu o “Trash the dress”, e então esse também se tornou comum e abriu espaço para uma modalidade que preza o vestido de casamento e a cerimônia anos depois do acontecimento, tira o vestido empoeirado do armário e reestabelece um momento repleto de sentimentos e emoções. A tendência talvez seja fotografar divórcios, manias do casal, a rotina, enfim, sendo criativo o fotógrafo preenche alguma lacuna, resolve um problema, cria um problema… Inova e ainda torna tudo isso lucrativo, seja no quesito diversão ou valorização do trabalho.
Há muitos fotógrafos bons, mas a quantidade de “despreparados” – vazios, travados, desnecessários, sem criatividade – é impressionante. Culpa da capacitação? Ou será que o vínculo de hobby da fotografia gera esse comodismo? Tanto faz, o importante é sair da zona de conforto.
O que difere uma fotografia boa de uma ruim não é apenas o fator criatividade, mas sem ele uma foto já nasce fraca. Ideias transformam fotografias, e todos deveriam saber disso, não é questão de “sorte”. A criatividade não é vendida na farmácia e também não é uma função das câmeras digitais, porém qualquer um está apto a desenvolver o processo criativo na fotografia, e ele nem é tão doloroso quanto parece.
Muita gente ainda relaciona o termo fotografia criativa somente às imagens publicitárias, já que o meio publicitário costuma buscar nas ideias inovação, destaque, ressurgir entre tanta poluição comunicacional. O pensamento parece lógico, mas é bem limitado, considerando que a criatividade pode existir até no fotojornalismo: espontâneo, diário, ou seja, não é uma característica das produções.
Em tempo, aqui a diferença entre ideia e criatividade é a ação. Não adianta a motivação sem a execução, então a ideia é o gerador, a vontade, o enredo, o universo. E quando essa ideia passa do estado mental para o real, evolui e é efetivada com conhecimento, de um modo que desestrutura a fórmula convencional e mesmo dentre a multiplicidade de possibilidades é capaz de surpreender.
Desconstrua
É um ótimo modo de treinar o olhar. O exercício é bem simples: escolha uma foto e tente aspirar o fator motivador. O que rende a famosa frase “isto daria uma boa foto”? Mesmo diante da interpretação pessoal essa avaliação é capaz de proporcionar ideias fabulosas.
Explore
Aproveite a disponibilidade da internet, investigue o trabalho dos seus artistas preferidos (biografia, fotos, conceitos, identidade, métodos, conduta profissional), conheça outros, visite exposições, eventos e bibliotecas, busque tutoriais, descubra técnicas novas, aprenda e não pare de fazer isso.
Inspire-se o tempo todo
Altere a sua rotina, experimente novos caminhos, ambientes, luzes, perspectivas, objetivas, regras, modelos, revire os hábitos… Arrisque. Não tenha medo de desenvolver ideias.
Estabeleça contato
Converse com outros fotógrafos, compartilhe suas ideias, imagens, faça um intercâmbio de experiências. Deixe o individualismo da fotografia para a hora de fazer a foto.
Fotografe com critério
Não fique com o dedo no disparador o tempo todo, não clique feito um louco. Pense, elabore, destine a atenção necessária a cada fotografia feita.
Desenvolva projetos
Nada melhor do que estabelecer parâmetros contínuos, projetos são interessantes se mantém uma disciplina de criação e desenvolvimento. Daqueles que costumam durar anos, mas apresentam um resultado satisfatório, estimado e, sobretudo admirável.
Faça o que ninguém fez o quanto antes, ou faça o que já foi feito, mas de uma forma totalmente distinta. O mercado para fotografias de casamento transbordou e nasceu o “Trash the dress”, e então esse também se tornou comum e abriu espaço para uma modalidade que preza o vestido de casamento e a cerimônia anos depois do acontecimento, tira o vestido empoeirado do armário e reestabelece um momento repleto de sentimentos e emoções. A tendência talvez seja fotografar divórcios, manias do casal, a rotina, enfim, sendo criativo o fotógrafo preenche alguma lacuna, resolve um problema, cria um problema… Inova e ainda torna tudo isso lucrativo, seja no quesito diversão ou valorização do trabalho.
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