quarta-feira, 4 de maio de 2011

Assessoria de imprensa: gerando informação para sua empresa

O assessor de imprensa é o profissional responsável por fazer a ponte entre a empresa e um veículo de comunicação. Ele não vende matérias a um jornal, tampouco coordena campanhas de marketing ou publicidade, embora as delimitações entre as profissões têm diminuído e algumas funções possam se mesclar.

Para que o trabalho tenha sucesso, é preciso que a assessoria tenha conhecimento total do cliente que está atendendo, seja uma pessoa, um evento, um produto, um serviço ou uma organização inteira. Também é fundamental conhecer os objetivos de cada um e que público pretendem atingir. Os profissionais da assessoria transformam a informação em notícia. Para isso precisam saber identificar o que é notícia no dia-a-dia de seu cliente e fazer com que ela chegue ao grande público. A assessoria de imprensa não paga pelo espaço conseguido nos meios de comunicação. Existe uma relação de trabalho e confiança entre os profissionais da assessoria e os colegas da imprensa, que avaliam se a sugestão de pauta ou nota é interessante para o veículo e seu público.

Glossário:

Press release - é como algumas pessoas chamam o material que chega à imprensa produzido por jornalistas de assessorias. Geralmente contém informações básicas sobre o que deve ser noticiado: o quê, quando, onde, por quê. Atualmente o termo caiu um pouco em desuso, já que muitas empresas de assessoria enviam matérias completas para os veículos. Usa-se também o termo sugestão de pauta.

Press kit - é o nome dado ao material distribuído aos jornalistas em uma ocasião especial, como uma coletiva com a imprensa, lançamento de um produto ou serviço ou em um evento. É também o material produzido para os clientes como divulgação de seu negócio. Geralmente contém o perfil institucional do cliente, gráficos, fotografias e outros materiais que possam servir como subsídio para matérias.

Clipagem ou Clipping - É a catalogação de tudo o que foi publicado na imprensa sobre o cliente. Pode ser feita com o material publicado nos veículos impressos ou eletrônicos. No primeiro caso, a assessoria faz diariamente a leitura dos jornais, revistas e sites de interesse e entrega uma reprodução periódica ao cliente. Algumas empresas contam com serviços de clipagem de rádio e televisão, gravando várias emissoras e selecionando depois as notícias de interesse.

Veja como é o perfil do assessor de imprensa para Carina Almeida, sócia-diretora da Textual:



Assessoria de imprensa, o que é e como funciona?


Fontes:
Primeira Via
Peixe Fresco

terça-feira, 3 de maio de 2011

Jornalismo investigativo

Dá-se o nome de Jornalismo Investigativo, à prática de reportagem especializada em desvendar mistérios e fatos ocultos do conhecimento público, especialmente crimes e casos de corrupção que podem eventualmente virar notícia. O jargão jornalístico para notícias publicadas em primeira mão é “furo”(quando uma equipe de repórteres e editores consegue apurar uma notícia, um fato ou um dado qualquer e publica esta informação sem que os veículos concorrentes tenham acesso a ela), que é muitas vezes fruto do trabalho do jornalismo investigativo.

O Jornalismo Investigativo distingue-se por divulgar informações sobre más condutas que afetam o interesse público, reconstruir acontecimentos importantes, expor injustiças, desmascarar fraudes, divulgar o que os poderes públicos querem ocultar e mostrar como funcionam esses órgãos públicos. Essas denúncias resultam do trabalho dos repórteres, e não de informações vazadas para as redações. E não se pode esquecer que o jornalismo investigativo normalmente é realizado por um repórter que trabalha sozinho. O profissional deixa a sua rotina diária para trabalhar em apenas uma matéria. É como se fosse uma “profissão perigo” temporária, claro, é necessário que ele próprio seja o editor, para evitar cortes de trechos importantes de sua matéria.

Outro fator muito importante para o jornalismo investigativo são as fontes. Não necessariamente precisa ser uma pessoa, mas também podem ser as informações públicas, os relatórios públicos, etc. Essas fontes podem também ser oficiais, regulares, ocasionais ou acidentais, documentação originais e secundárias, arquivos oficiais e privados. O repórter jamais pode desprezar qualquer tipo de fonte, principalmente no jornalismo investigativo. E não somente desprezar como também conservar essas fontes.

Assista abaixo depoimentos de especialistas no vídeo "Jornalismo Investigativo: a saga de uma reportagem", onde eles explicam melhor como se dá esse processo de jornalismo investigativo.





Conheça os limites legais para se fazer jornalismo investigativo:



Fontes:
O que é jornalismo investigativo? por Jornalismo Comparativo

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Newsletter, spam ou marketing digital?

Você é daqueles que pensa que Newsletter é sinônimo de Spam? Então dê uma olhada no artigo a seguir e saiba como uma empresa pode ainda utilizar esse recurso como uma ferramenta de marketing digital.

O e-mail newsletter pode parecer arcaico em comparação com as novas mídias como o Twitter e o Facebook. No entanto, e-mail continua sendo um dos meios mais eficazes de relacionamento com clientes e vendas. “A maioria das pessoas olham para tudo em sua caixa de entrada, mesmo se é apenas linha de assunto”, diz Stefan Tornquist, o diretor de pesquisa dos EUA da Econsultancy, uma empresa londrina especializada em pesquisa de marketing on-line. “Isso não é o mesmo de um feed do Twitter.” Na verdade, newsletters, e-mail e têm experimentado um boom recente, com empresas como a Thrillist e Groupon aproveitando em grande parte da força de suas listas.

As pessoas precisam de um bom motivo para adicionar mais um e-mail para suas caixas já transbordando. Isso faz o formulário do sign-up quase tão importante como o newsletter propriamente dito. Indicar claramente quais os benefícios que os assinantes podem esperar, tais como descontos exclusivos ou dicas indústria privilegiada. Apenas certifique-se o incentivo para se inscrever é intimamente ligada ao seu negócio. “Você não deve sortear um iPad, porque as pessoas que se inscreverem, provavelmente, só se preocupam com o IPAD, e não da sua empresa”, diz Gail Goodman, diretor executivo da Constant Contact, uma empresa de Waltham, Massachusetts.

Certifique-se de incluir bastante espaço em branco para que cada elemento da sua newsletter seja fácil de encontrar, diz Tornquist. Outra dica de design: Se você incluir as imagens no seu boletim informativo, tenha em mente que muitas pessoas lêem e-mail com gráficos desligado. Se seu e-mail é composto de gráficos grandes, os leitores vão ver o espaço em branco. “Eu já vi e-mails em que a primeira coisa que você vê é a mensagem ‘cancelar’, o que não é bom”, diz Popick. “Certifique-se que há uma mistura de texto e imagens.”

Para atender aos interesses dos assinantes, você precisa saber mais sobre eles do que os seus endereços de e-mail. Mas dê um passo de cada vez. Se o formulário assinatura da newsletter inclui muitas perguntas, os visitantes serão menos propensos a se inscrever. Em vez disso, enviam novos assinantes uma nota rápida poucos dias após se inscrever. Mark Hurst, fundador da Creative Good, uma empresa de consultoria New York City, envia novos assinantes um e-mail que pergunta sobre suas carreiras e interesses. Goodman recomenda levantamento da lista de assinantes todo uma vez por ano para obter feedback sobre o conteúdo.

Se os leitores têm interesses divergentes, divida sua lista de endereços em segmentos-alvo e envie as variações do boletim para cada grupo. Algumas empresas também utilizam os dados do cliente, tais itens como recentemente visto ou comprado, para criar itens de marketing personalizado. Por exemplo, depois de reservar uma viagem de caiaque, um site de viagens com sede em Norwalk, Connecticut, a empresa envia um e-mail com um resumo de negócios em hotéis, aluguel de carros e outros serviços na cidade de destino.

Sem uma linha de assunto chamando a atenção, os assinantes não pode abrir seu e-mail. Escolha um sucinto, uma frase específica que destaque a informação mais importante no boletim. Mais assinantes abrirão um e-mail intitulado Descontos de 20% do que um título como Newsletter de Março.

Se você já publica um blog, não há necessidade de criar ainda mais conteúdo para o seu boletim. “Ter um boletim informativo em separado, um outro blog, é quase um exagero”, diz Popick. Na verdade, uma newsletter é uma ótima maneira de direcionar o tráfego para o seu blog e seu conteúdo de mídia social. Publique trechos de seus posts, com links para o conteúdo completo. Alguns serviços de e-mail marketing oferecem ferramentas que permitem compartilhem partes do email com os seus seguidores no Twitter e Facebook.

Leia o artigo completo no Jornal Empreendedor