sexta-feira, 29 de abril de 2011

Dicas culturais do fim de semana

CINEMA



Água para elefantes [Water for Elephants, EUA, 2011], de Francis Lawrence (Fox). Gênero: drama. Elenco: Reese Witherspoon, Robert Pattinson, Christoph Waltz. Sinopse: Em uma casa de repouso, Jacob Jankowski, de 90 anos, recorda o que viveu em sua juventude. Durante a Depressão, ele trabalhou em um circo, onde viu a brutalidade com a qual as pessoas e os animais eram tratados e se apaixonou pela esposa de um bruto treinador. Duração: 122 min.



Bollywood Dream – O sonho bollywoodiano [Brasil/Índia, 2010]¸de Beatriz Seigner (Espaço Filmes). Gênero: drama. Elenco: Paula Braun, Luna Reis, Sofia Campos. Sinopse: Três atrizes brasileiras decidem tentar a sorte em Bollywood, indústria cinematográfica da Índia. Duração: 90 min. Classificação: livre.



Como você sabe [How Do You Know, EUA, 2011], de James L. Brooks (Imagem). Gênero: comédia romântica. Elenco: Owen Wilson, Reese Witherspoon, Jack Nicholson. Sinopse: Homem de negócios e um jogador profissional de beisebol se apaixonam pela mesma mulher. Duração: 120 min. Classificação: 10 anos.



Marcha da vida [Brasil/EUA, 2009], de Jessica Sanders (Europa). Gênero: documentário. Sinopse: Documentário que acompanha a jornada anual realizada por milhares de jovens judeus de todo o mundo pelo mesmo caminho que milhões de judeus atravessaram no passado, mantendo acesa a memória das vítimas do Holocausto. Duração: 81 min. Classificação: livre.



Natimorto [Brasil, 2009], de Paulo Machline (Espaço Filmes). Gênero: drama. Elenco: Simone Spoladore, Betty Gofman, Lourenço Mutarelli. Sinopse: Um caça talentos que traz uma jovem cantora a São Paulo a fim de apresentá-la a um renomado maestro. Enquanto esperam o dia da audição, permanecem num quarto de hotel onde ele lê o futuro da cantora nas advertências dos maços de cigarro. Duração: 92 min. Classificação: a definir. Rio de Janeiro e São Paulo



Thor [EUA, 2010], de Kenneth Branagh (Paramount). Gênero: aventura. Elenco: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Anthony Hopkins. Sinopse: Adaptação para o cinema dos quadrinhos protagonizados pelo personagem Thor, da Marvel Comics. Com exibição em 3D. Duração: 114 min.


Rio de Janeiro

TEATRO

Minhas Sinceras Desculpas - Eduardo Sterblitch
30 de abril



Eduardo Sterblitch, sucesso como César Polvilho no programa Pânico na TV, apresenta ao público carioca o monólogo de sua autoria Minhas Sinceras Desculpas, dia 30 de abril, às 21h30, no VIVO RIO. A peça entrou em cartaz em São Paulo, em setembro de 2010. É uma cômica-tragédia moderna que envolve dramaturgia, cinema e músicos de altíssima qualidade como o mestre das guitarras Marcinho Eiras, Dom Paulinho Lima, dono de uma voz extinta no Brasil, e Luiz Claudio Faria, possuidor de um invejável currículo, e que teve o privilégio de se apresentar ao lado de Elis Regina.

Local: Vivo Rio
Endereço: Avenida Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo - Rio de Janeiro – RJ
Horário: 21h30
Preço: Os ingressos variam de R$20 a R$100
Classificação: 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados do responsável legal.


Lente de Aumento - Leandro Hassum
5 de fevereiro a 29 de maio



Lente de Aumento lança um olhar curioso sobre as pequenas coisas da vida que estão à nossa volta e que nunca tivemos oportunidade ou paciência para analisar. A identificação do público com as situações do dia-a-dia é a matéria prima para que Leandro Hassum cative o público e chegue ao seu produto final: Risadas!

Local: Teatro das Artes
Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 52 - Gávea - Rio de Janeiro – RJ
Horário: Sextas e Sábados às 21h e Domingos às 20h30
Duração: 70 min.
Preço: R$70 (inteira) Comprar

Classificação: 14 anos.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Qual a importância da Língua Portuguesa para sua carreira profissional?



Por Ana Cláudia Madaleno

Dominar a norma culta da língua portuguesa está se tornando cada vez mais importante para o sucesso de profissionais de todas as áreas. No passado, quando diretores, superintendentes e gerentes podiam contar com uma secretária, a falta de domínio da língua portuguesa não era tão notada, afinal, quem precisava escrever corretamente era ela. Hoje isso mudou. Com as empresas cada vez mais "enxutas", muitas vezes os executivos ou não possuem ou precisam dividir a mesma assistente. Assim, obrigatoriamente tiveram que começar a escrever relatórios, preparar documentos e enviar e-mails.

Qual o motivo de tanta dificuldade para elaborar um bom texto? Resumidamente, o português é um idioma muito complexo e uma das principais dificuldades é que a norma culta é bastante diferente da língua normalmente falada. E a falta de domínio do idioma pode comprometer profundamente a imagem do profissional, colocando em dúvida a qualidade de seu trabalho. A imagem negativa projetada pela má comunicação dos funcionários é muito mal recebida tanto pelo público interno como o externo (clientes e concorrentes). Nesse contexto, falar corretamente é fundamental para o sucesso de uma organização, e os empregadores valorizam cada vez mais os funcionários que sabem se expressar com fluência e corretamente.

O avanço da comunicação digital tem aumentado a necessidade de o profissional escrever. O número de mensagens que circulam nas empresas aumenta exponencialmente ano a ano. Nunca se escreveu tanto, embora não esteja aí qualquer indício de qualidade dos textos produzidos. Há inclusive o componente da velocidade que transporta pela rede uma implícita indulgência pelos maus-tratos à língua, antes mesmo de a mensagem ser enviada.

Leia o artigo na íntegra no Portal aprender.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

[Entrevista] Ética é fundamental para uma boa imagem

O mercado para as instituições de ensino superior no Brasil é cada vez mais disputado em função da grande oferta de escolas. A necessidade de manter a competitividade e conquistar novos alunos não significa que as universidades possam usar de todas as estratégias disponíveis para alcançar seus objetivos. Para o professor Francisco Gracioso, conselheiro associado da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), a competição deve ter parâmetros.

Em entrevista consedida ao Portal Aprender ele defende a criação de um código de ética pelas próprias escolas.

@prender: Há uma oferta muito grande de instituições de ensino superior no Brasil. Qual o cenário desse setor?

Francisco Gracioso: As matrículas em faculdades particulares cresceram bastante nos últimos dez anos. Hoje cerca de dois terços dos alunos de cursos superiores estão em escolas privadas, contra apenas um terço nas universidades federais e estaduais. De fato, há excesso de vagas no sistema privado e isto reflete um otimismo exagerado dos empresários, que confiaram na manutenção dos índices de desenvolvimento registrados na década passada. A rigor, o sistema de ensino superior brasileiro não está superdimensionado, principalmente quando comparamos com outros países em estágios semelhantes de desenvolvimento. Se a economia retomar o seu crescimento, como parece provável, haverá uma verdadeira explosão de matrículas, nas faculdades orientadas para as classes C e D.

@prender: Como as IES podem construir uma imagem pública favorável?

Francisco Gracioso: Segundo meus estudos, a imagem pública das IES particulares é melhor do que a de outras instituições prestadoras de serviços, como as linhas aéreas ou os planos de saúde. Mas é possível melhorar a imagem se juntarmos forças e realizarmos esforços coletivos. Órgãos como o Semesp [Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo], por exemplo, já pensam no assunto.

@prender: A competição entre as IES particulares brasileiras vez por outra extrapola a ética. De que maneira essa disputa acontece?

Francisco Gracioso: Há uma regra não escrita, segundo a qual as escolas não devem fazer concorrência agressiva entre elas. Mas é evidente que muitas instituições de grande porte, com economias de escala, têm condições de oferecer preços mais baixos. Isso é natural. Devemos nos acostumar com esse tipo de competição. Por outro lado, quando a concorrência é feita com base em promessas enganadoras, entramos no terreno da fraude. Acredito ser urgente a criação de um código de ética pelas próprias escolas, antes que o poder público decida intervir com mão de ferro.

@prender: Como as escolas superiores devem se organizar para implantar a auto-regulação? Quais critérios devem ser considerados?

A autoregulação, ou a autoregulamentação, é urgente. Para dar certo, a medida exige duas premissas: o código propriamente dito e a criação de um organismo com força para aplicá-lo e impor sanções a quem não o respeita. Quanto aos critérios a serem utilizados neste código, penso essencialmente em duas coisas: respeito à ética nas relações entre as escolas e aos direitos dos alunos. A propaganda enganosa, por exemplo, deverá ser considerada uma falta grave. Por outro lado, o código deverá estabelecer critérios mínimos de qualidade a serem seguidos por todas as escolas, independentemente do perfil do público a que servem.

Leia a entrevista na íntegra.