terça-feira, 4 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Comércio eletrônico brasileiro fatura R$ 2,2 bilhões no Natal
Por Redação do IDG Now
Levantamento da e-bit para o período de 15/11 a 24/12 indica um crescimento de cerca de 40% em relação ao resultado de 2009.
O comércio eletrônico brasileiro movimentou 2,2 bilhões de reais em vendas de bens de consumo no Natal de 2010, informou a empresa e-bit nesta terça-feira (28/12). O resultado é aproximadamente 40% superior ao do mesmo período de 2009, que foi de 1,6 bilhão.
O valor corresponde às vendas efetuadas por lojas virtuais entre os dias 15/11 e 24/12. Embora a e-bit só recolha dados sobre as lojas conveniadas, as que ainda não estão têm uma participação pouco expressiva no mercado para alterar o resultado, afirma a empresa.
Pelo levantamento da e-bit, os consumidores realizaram mais de 6 milhões de pedidos no período. O dia de pico das vendas de Natal foi 14/12, com 224 mil pedidos. O valor médio dos pedidos (tíquete médio) foi de 370 reais.
Os eletrodomésticos foram os campeões de venda no Natal de 2010, seguidos por produtos de informática e o setor de saúde, beleza e medicamentos. Livros apareceram em quarto lugar e eletrônicos, em quinto.
Responsável por duas classes de serviços - um de orientação e avaliação de compra, para consumidores, e outro para empresas -, a e-bit afirma ter mais de 3 mil lojas conveniadas.
Para comparação, o faturamento das lojas online dos Estados Unidos estimado pela empresa de pesquisas Comscore para o período entre 1/11 e 19/12 - e divulgado em 22/12 - foi de 28,4 bilhões de dólares, um aumento de 12% em relação a 2009. O valor não inclui leilões e grandes compras corporativas.
Levantamento da e-bit para o período de 15/11 a 24/12 indica um crescimento de cerca de 40% em relação ao resultado de 2009.
O comércio eletrônico brasileiro movimentou 2,2 bilhões de reais em vendas de bens de consumo no Natal de 2010, informou a empresa e-bit nesta terça-feira (28/12). O resultado é aproximadamente 40% superior ao do mesmo período de 2009, que foi de 1,6 bilhão.
O valor corresponde às vendas efetuadas por lojas virtuais entre os dias 15/11 e 24/12. Embora a e-bit só recolha dados sobre as lojas conveniadas, as que ainda não estão têm uma participação pouco expressiva no mercado para alterar o resultado, afirma a empresa.
Pelo levantamento da e-bit, os consumidores realizaram mais de 6 milhões de pedidos no período. O dia de pico das vendas de Natal foi 14/12, com 224 mil pedidos. O valor médio dos pedidos (tíquete médio) foi de 370 reais.
Os eletrodomésticos foram os campeões de venda no Natal de 2010, seguidos por produtos de informática e o setor de saúde, beleza e medicamentos. Livros apareceram em quarto lugar e eletrônicos, em quinto.
Responsável por duas classes de serviços - um de orientação e avaliação de compra, para consumidores, e outro para empresas -, a e-bit afirma ter mais de 3 mil lojas conveniadas.
Para comparação, o faturamento das lojas online dos Estados Unidos estimado pela empresa de pesquisas Comscore para o período entre 1/11 e 19/12 - e divulgado em 22/12 - foi de 28,4 bilhões de dólares, um aumento de 12% em relação a 2009. O valor não inclui leilões e grandes compras corporativas.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
O segredo dos quatro “Ps” do consumo feminino
Por Stella Kochen Susskind para o Varejista
Mulheres sempre encontram prazer em comprar; elas adoram a “comproterapia”! Será que essa máxima, repetida à exaustão pelos homens, tem algum fundo de verdade? A experiência profissional e emocional, coordenando um exército de clientes secretos no Brasil e no exterior, ensinou-me que as consumidoras, sobretudo as brasileiras, têm um conjunto de características que ultrapassam as fronteiras dos esteriótipos apregoados. Em pesquisa recente com mulheres de 35 anos a 60 anos, realizada pela Shopper Experience, colocamos em debate os motivos que determinam a compra. Embora o emocional seja extremamente relevante no consumo feminino, o elemento determinante é a presença dos quatro “Ps” – paquera, pesquisa, pechincha e prazer.
A paquera é aquele espaço no qual a sedução que o produto exerce sobre a mulher envolve elementos como apresentação da loja, abordagem de venda e adrenalina da novidade. Na pesquisa, a mulher se certifica do custo-benefício do produto; questiona se a paquera tem potencial para se tornar “algo mais”. A pechincha é o momento em que põe em xeque o “valor”, a qualidade de uma relação embrionária… No prazer, a conclusão de um ritual sedutor que envolve emoções complexas e extremamente femininas. Embora o emocional esteja presente em cada um dos “Ps”, há muito do racional em cada etapa.
Em todas as pesquisas, um axioma impera – o atendimento de excelência determina e direciona uma venda de qualidade, peça-chave para a construção de uma relação duradora entre consumidoras e marcas. As mulheres já equivalem a 51% da população brasileira, além de influenciar e inspirar o consumo masculino. E como nada indica que o contrário seja pertinente, é essencial para o sucesso do negócio entender quais são os elementos que compõem o que as mulheres associam a um bom atendimento. É nesse contexto que entra um quinto P – o pré-atendimento.
As mulheres que participaram da pesquisa da Shopper Experience não economizaram elogios ao pré-atendimento, ou seja, aos vendedores que se apresentam com cortesia, colocando-se à disposição para ajudar. A partir dessa apresentação simples e eficaz, esse profissional cede espaço para a “paquera”, para aquele primeiro “P” que desencadeará todo o encantamento que envolve uma experiência de compra perfeita; uma experiência que envolve conquista, prazer, alegria, surpresa…
Mais do que tudo, é preciso abrir mão da lógica cartesiana para entender que o aspiracional feminino pode ser objetivo e prático, sem perder a emoção que permeia cada etapa da compra. Essa é a singularidade feminina, mostrando que o prazer não é inerente a ou um atributo de todo tipo de compra. As mulheres são mais elaboradas do que essa visão simplista. Saiba que a mulher que está paquerando a vitrine pode desistir desse “namoro” a qualquer momento se associar o atendimento ao descaso do objeto de desejo. As mulheres sabem que as paixões são efêmeras…
Mulheres sempre encontram prazer em comprar; elas adoram a “comproterapia”! Será que essa máxima, repetida à exaustão pelos homens, tem algum fundo de verdade? A experiência profissional e emocional, coordenando um exército de clientes secretos no Brasil e no exterior, ensinou-me que as consumidoras, sobretudo as brasileiras, têm um conjunto de características que ultrapassam as fronteiras dos esteriótipos apregoados. Em pesquisa recente com mulheres de 35 anos a 60 anos, realizada pela Shopper Experience, colocamos em debate os motivos que determinam a compra. Embora o emocional seja extremamente relevante no consumo feminino, o elemento determinante é a presença dos quatro “Ps” – paquera, pesquisa, pechincha e prazer.
A paquera é aquele espaço no qual a sedução que o produto exerce sobre a mulher envolve elementos como apresentação da loja, abordagem de venda e adrenalina da novidade. Na pesquisa, a mulher se certifica do custo-benefício do produto; questiona se a paquera tem potencial para se tornar “algo mais”. A pechincha é o momento em que põe em xeque o “valor”, a qualidade de uma relação embrionária… No prazer, a conclusão de um ritual sedutor que envolve emoções complexas e extremamente femininas. Embora o emocional esteja presente em cada um dos “Ps”, há muito do racional em cada etapa.
Em todas as pesquisas, um axioma impera – o atendimento de excelência determina e direciona uma venda de qualidade, peça-chave para a construção de uma relação duradora entre consumidoras e marcas. As mulheres já equivalem a 51% da população brasileira, além de influenciar e inspirar o consumo masculino. E como nada indica que o contrário seja pertinente, é essencial para o sucesso do negócio entender quais são os elementos que compõem o que as mulheres associam a um bom atendimento. É nesse contexto que entra um quinto P – o pré-atendimento.
As mulheres que participaram da pesquisa da Shopper Experience não economizaram elogios ao pré-atendimento, ou seja, aos vendedores que se apresentam com cortesia, colocando-se à disposição para ajudar. A partir dessa apresentação simples e eficaz, esse profissional cede espaço para a “paquera”, para aquele primeiro “P” que desencadeará todo o encantamento que envolve uma experiência de compra perfeita; uma experiência que envolve conquista, prazer, alegria, surpresa…
Mais do que tudo, é preciso abrir mão da lógica cartesiana para entender que o aspiracional feminino pode ser objetivo e prático, sem perder a emoção que permeia cada etapa da compra. Essa é a singularidade feminina, mostrando que o prazer não é inerente a ou um atributo de todo tipo de compra. As mulheres são mais elaboradas do que essa visão simplista. Saiba que a mulher que está paquerando a vitrine pode desistir desse “namoro” a qualquer momento se associar o atendimento ao descaso do objeto de desejo. As mulheres sabem que as paixões são efêmeras…
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