quinta-feira, 8 de julho de 2010

Principais destinos para fazer um bom intercâmbio

Os EUA sempre foram o principal país para intercâmbio, mas, com a alta do dólar, emprego em baixa e a burocracia para entrar no país, novos destinos vêm se mostrando mais atraentes.

Canadá: Primeiro na preferência dos brasileiros que desejam fazer um curso de inglês, o Canadá atrai os estudantes pelo preço acessível e o custo de vida barato. O estudante pode trabalhar sem limite de carga horária nos programas de Study & Work (50% curso 50% trabalho).

Austrália: Clima tropical e um câmbio menor que o dólar americano são as principais atrativos do país. É o segundo na preferência dos brasileiros. O intercambista pode trabalhar até 20 horas semanais enquanto estuda, mas apenas para programas a partir de 13 horas semanas.

Irlanda: Para estudar até três meses no país europeu, não é necessário providenciar visto no Brasil. Nesse país é possível trabalhar sem limite de carga horária enquanto se estuda.

África do Sul: A escolha da África do Sul como destino para aprender inglês pode parecer exótica, mas o país já está entre as principais rotas educacionais. O câmbio favorável e o custo de vida acessível têm ajudado o país a se popularizar. A facilidade de entrada é um outro atrativo.


Fonte: O Globo

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Financiamentos e parcelamentos facilitam intercâmbio

Quanto vale o sonho de fazer um intercâmbio? Para o estudante de arquitetura Fabiano Diniz, custou cerca de R$ 3.500 passar mais de três meses trabalhando nos Estados Unidos. O valor foi parcelado em dez vezes sem juros, o que não pesou (muito) no seu bolso. Há alguns anos, ele, de família humilde, teria dificuldade para fazer a viagem. Fabiano descobriu, no entanto, que, através de financiamento, parcelamento ou até consórcio, hoje é possível estudar no exterior sem ficar no vermelho.

- O intercâmbio não é só para quem tem dinheiro sobrando. Isso é um mito que caiu por terra. Estudar no exterior está cada vez mais acessível, principalmente para quem sabe se planejar - explica Felipe Quintino, gerente regional da STB no Rio.


Hoje, as agências possuem programas adequados a diversos bolsos:

- O parcelamento é a opção mais indicada, pois não tem juros. Já o financiamento possui juros e é indicado apenas para quem tem pressa -- diz Gabriele Barbosa, diretora da unidade Barra da agência de intercâmbio Word Study.

A intercambista Priscila Gurgel também viajou para os EUA parcelando.


- Fazer intercâmbio é uma experiência enriquecedora e, sem dúvida, um grande bônus para qualquer currículo. Já estou pensando na próxima - diz Priscila.

Daniela Ronchetti, diretora da feira Expo Estude no Exterior, diz que, em relação a 2009, esse segmento do mercado de intercâmbio terá um aumento de 40% este ano.

Sem um planejamento prévio, Renata Campello não teve outra saída a não ser fazer um financiamento para seu intercâmbio de dez meses no estado de Nevada, nos EUA.

- Mesmo com juros sobre o valor total da viagem, não ficou pesado. Consegui pagar as 12 prestações sem apertar meu orçamento - ela diz.

Outra opção barata é aprender espanhol na Argentina, já que o câmbio está favorável, e fazer inglês na África do Sul, um dos países com custo de vida mais em conta.


Dicas de economia

INFORMAÇÃO: Jornais distribuídos no metrô dão dicas de passeios baratos.
COMIDA: Leve sempre um lanche. Restaurantes só em ocasiões especiais.
GRANA: Estabeleça uma quantia diária para gastar.
CULTURA: A carteira internacional de estudante dá descontos em museus e outros locais.
TRANSPORTE: Adquira um passe para o mês, que inclua ônibus e metrô.
CONTATO: Comprar cartão telefônico internacional sai mais em conta na hora de ligar pra casa.
SEGURANÇA: Cartão de crédito internacional só em caso de emergências.
ROUPAS: Compre casacos nos brechós e revenda antes de voltar.
DIVERSÃO: Em vez de ir sempre para a balada, organize festinhas (se a família estrangeira permitir, claro).


Fonte: O Globo

terça-feira, 6 de julho de 2010

Dez dicas para quem deseja trabalhar fora do país

O mercado de trabalho está cada vez mais exigente. Para conquistar um bom emprego nos dias de hoje, é necessário ter cursos de idiomas e informática, além de outras diversas qualificações. Possuir diploma universitário já não é mais um diferencial. O profissional precisa ser polivalente e contar com uma bagagem intelectual extensa. Por isso, ter uma experiência de trabalho no exterior é, para muitos profissionais, uma importante meta de carreira.

Para concretizar o projeto de trabalhar fora do país, porém, é necessário ter o perfil adequado. O Boa Chance conversou com Gabrielle Vieira e Erika Cavalcanti, diretoras regionais da World Study, rede de programas de intercâmbio para trabalho no exterior, que listaram dez conselhos para quem deseja trabalhar fora do país:

- Ter pelo menos o nível intermediário ou avançado do idioma local é o primeiro passo: É muito importante para os candidatos a trabalho, sejam eles através de intercâmbio ou visto de trabalho, que consigam se comunicar no idioma. Atualmente, com a crise mundial, aqueles candidatos com o nível de idioma avançado conseguem colocações muito mais rapidamente;

- Ter um perfil batalhador: Se, no Brasil, conseguir um emprego não é tarefa fácil, imagine no exterior, onde não se tem fluência total no idioma;

- Estar disposto a trabalhar muito: Preguiça não pode existir no dicionário de quem deseja um trabalho fora do país;

- Ter flexibilidade com relação aos empregos: É importante o candidato saber que nem sempre conseguirá, num primeiro momento, uma colocação na área que deseja. Se o interessado estiver participando de um programa de intercâmbio, o trabalho será na área de serviço, mais cansativo e menos glamouroso;

- Ser responsável: As empresas estrangeiras são extremamente exigentes, principalmente em relação aos horários de trabalho;

- Ter maturidade: Esta é uma característica indispensável, pois na hora de resolver eventuais problemas, a pessoa deve se portar como um profissional;

- Estar preparado para as diferenças culturais: Diferentemente do Brasil, que é um país receptivo, existem alguns lugares onde há mais preconceito em relação às diferenças de cultura;

- Ter um dinheiro extra para emergências: Normalmente, os candidatos têm custos iniciais. Além disso, podem demorar a encontrar uma colocação e não receber no primeiro momento, apenas após algumas semanas (em torno de duas a cinco semanas);

- Ter controle emocional: Quem trabalha fora do país passa por muitas dificuldades, que incluem a saudade da família e dos amigos. É preciso aprender a lidar com o sentimento ou a viagem pode se tornar uma experiência ruim;

- Ser econômico- Muitas pessoas viajam em busca de experiência ou com intuito de melhorar uma segunda língua, mas também com o objetivo de juntar dinheiro. Porém, tem gente que volta sem nada, pois acaba comprando demais. É importante ter controle sobre os custos e não ser impulsivo.

Fonte: O Globo