A Copa do Mundo da África do Sul começou nesta sexta, e as prateleiras já estão recheadas de embalagens temáticas dos mais diversos produtos.
As embalagens do Leite Ninho, da Nestlé, foram uniformizadas com a camisa do Brasil para a Copa do Mundo 2010. Assinado pela Pande Design Solutions, o design apropria-se das cores da marca Ninho para transformar as latas, caixas e sachês em embalagens comemorativas, produzidas em edição limitada.
A Seara, uma das patrocinadoras oficiais da CBF, colocou o tema da Copa do Mundo nos 70 produtos com a sua marca. A nova identidade visual das embalagens, que abusa do verde e amarelo, foi criada pela agência 100% design.
A Yoki Alimentos apresenta o kit A Pipoca da Torcida Brasileira. O lançamento é composto por um balde personalizado, com imagens que remetem ao Mundial, e quatro sabores da pipoca de micro-ondas Pop Corn: natural com sal, natural com manteiga, cheddar e azeite.
Chegam ao mercado as novas embalagens temáticas de Pepsi em homenagem à Copa do Mundo. As latas e as garrafas de PET de 2 litros da versão regular do refrigerante têm cores diferentes e palavras como Futebol, Vitória e Gol. A ação faz parte de campanha internacional da marca.
A Ferrero do Brasil coloca no mercado “Tic Tac Hexa”, edição especial limitada das pastilhas que faz torcida pelo hexacampeonato do Brasil na Copa do Mundo. O produto contém pastilhas sortidas de Menta Spearmint e Limão Menta, complementando o visual verde e amarelo do rótulo. Além das embalagens, o Tic Tac hexa ganhou displays em homenagem à Copa.
A Kimberly-Clark desenvolveu, como presente para os consumidores do papel higiênico Neve 12 rolos 30 metros, uma lata exclusiva nas cores do Brasil, que pode armazenar dois rolos.
Fonte: Embalagem Marca
segunda-feira, 14 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Foi dada a largada, está começando a Copa do Mundo de 2010
O show de abertura da 19 edição da Copa do Mundo, nesta quinta-feira, às 15 horas (de Brasília), dará o pontapé inicial a um momento histórico do futebol. No espetáculo que vai reunir astros como as cantoras Shakira e Alicia Keys e o grupo Black Eyed Peas, a ordem é celebrar a alegria do primeiro Mundial em solo africano.
Os organizadores esperam um público superior a 30 mil espectadores no estádio Orlando de Soweto. Junto a personalidades internacionais, haverá a apresentação de nomes famosos da África - a cantora Angélique Kidjo, do Benin, e o cantor somali K'Naan.
Mais de 100 países vão acompanhar o primeiro evento da Copa do Mundo, com duração prevista de três horas. O ponto alto da festa ficará sob a responsabilidade de Shakira, que irá interpretar a canção tema do torneio: 'Waka Waka' (Isto é África).
A renda do show vai trazer benefícios ao povo africano. O governo local informa que o dinheiro será utilizado em uma fundação ligada ao desenvolvimento da África por meio do futebol.
Todavia, a bola começa a rolar mesmo a partir desta sexta-feira com duas partidas do grupo A. Às 11 horas, a anfitriã África do Sul enfrenta o México, em Joanesburgo. Um pouco mais tarde, às 15h30, destaque para o confronto entre Uruguai e França, na Cidade do Cabo.
Antes do primeiro jogo, ainda haverá a abertura oficial do Mundial, que será vista por mais de 200 países e terá a participação de 1.500 artistas. Na cerimônia, com duração de cerca de 30 minutos, os organizadores querem mostrar ao mundo a "orgulhosa herança cultural africana".
Fonte: Abril
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Patrocinadoras da seleção investem mais em mídias digitais
O número de veiculações de anúncios publicitários de algumas das empresas e marcas patrocinadoras da seleção brasileira na TV chegaram a cair em maio em relação a abril.
A busca por canais alternativos à TV explica, em parte, essa queda. A pesquisa mostra que metade dos dez patrocinadores tem queda no total de veiculações - a retração chegou a 25% no mês passado. Como as cotas publicitárias pesam no bolso - chegam a responder por até 20% de toda a verba de marketing das patrocinadoras em 2009, segundo o Ibope Monitor - poderia se esperar uma exploração crescente desse direito nos canais de televisão, a maior vitrine entre todas as mídias no país.
No entanto, especialistas afirmam que houve um aumento nos gastos em campanhas na internet e nos pontos de venda no varejo como forma de trabalhar mídias mais baratas.
"É preciso lembrar que as empresas já investiram boas somas na compra das cotas e precisam desembolsar ainda mais com as ações durante os jogos. Como solução alternativa à TV, elas acabam buscando outros canais e por isso, as inserções podem cair", diz Fabio Wajngarten, sócio da Controle da Concorrência. É a chamada "lei da compensação", afirma ele. Importante ressaltar que, como a Copa se inicia em 11 de junho, é possível que as ações na TV cresçam às vésperas e durante o torneio.
Entre as empresas e marcas que diminuíram o número de anúncios na TV em maio estão Vivo, Gillete, Extra, Brahma e Nestlé. Entre essas, as que mais investiram no patrocínio à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foram AmBev (Brahma) e Vivo - cerca de US$ 15 milhões.
Na avaliação da Vivo, o fato de a operadora ter exposto menos a sua marca na TV não quer dizer que as ações sejam menos eficientes. Segundo o levantamento, houve queda de 24,7% nas inserções da marca na televisão em maio em relação a abril. "A redução foi algo proposital. Temos 54 milhões de clientes com celulares na mão. Podemos usar esse acesso direto ao consumidor para reforçar a ligação da marca com a seleção brasileira", diz Cristina Duclos, diretora de imagem e comunicação da Vivo. "Ainda produzimos para esta Copa o filme mais caro já feito no país para a internet".
Entre as companhias que ampliaram consideravelmente a sua exposição na TV estão Nike, Seara e TAM. A fabricante de material esportivo não veiculou nenhuma campanha antes de maio, e chegou a ter 38 no mês passado. A Nike também é a mais citada quando o assunto é o torneio - 44% de lembrança entre 604 pessoas entrevistadas pelo Instituto QualiBest. O segundo colocado foi o Guaraná Antarctica, com 12%.
Fonte: Valor Online
A busca por canais alternativos à TV explica, em parte, essa queda. A pesquisa mostra que metade dos dez patrocinadores tem queda no total de veiculações - a retração chegou a 25% no mês passado. Como as cotas publicitárias pesam no bolso - chegam a responder por até 20% de toda a verba de marketing das patrocinadoras em 2009, segundo o Ibope Monitor - poderia se esperar uma exploração crescente desse direito nos canais de televisão, a maior vitrine entre todas as mídias no país.
No entanto, especialistas afirmam que houve um aumento nos gastos em campanhas na internet e nos pontos de venda no varejo como forma de trabalhar mídias mais baratas.
"É preciso lembrar que as empresas já investiram boas somas na compra das cotas e precisam desembolsar ainda mais com as ações durante os jogos. Como solução alternativa à TV, elas acabam buscando outros canais e por isso, as inserções podem cair", diz Fabio Wajngarten, sócio da Controle da Concorrência. É a chamada "lei da compensação", afirma ele. Importante ressaltar que, como a Copa se inicia em 11 de junho, é possível que as ações na TV cresçam às vésperas e durante o torneio.
Entre as empresas e marcas que diminuíram o número de anúncios na TV em maio estão Vivo, Gillete, Extra, Brahma e Nestlé. Entre essas, as que mais investiram no patrocínio à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foram AmBev (Brahma) e Vivo - cerca de US$ 15 milhões.
Na avaliação da Vivo, o fato de a operadora ter exposto menos a sua marca na TV não quer dizer que as ações sejam menos eficientes. Segundo o levantamento, houve queda de 24,7% nas inserções da marca na televisão em maio em relação a abril. "A redução foi algo proposital. Temos 54 milhões de clientes com celulares na mão. Podemos usar esse acesso direto ao consumidor para reforçar a ligação da marca com a seleção brasileira", diz Cristina Duclos, diretora de imagem e comunicação da Vivo. "Ainda produzimos para esta Copa o filme mais caro já feito no país para a internet".
Entre as companhias que ampliaram consideravelmente a sua exposição na TV estão Nike, Seara e TAM. A fabricante de material esportivo não veiculou nenhuma campanha antes de maio, e chegou a ter 38 no mês passado. A Nike também é a mais citada quando o assunto é o torneio - 44% de lembrança entre 604 pessoas entrevistadas pelo Instituto QualiBest. O segundo colocado foi o Guaraná Antarctica, com 12%.
Fonte: Valor Online
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