Por Cláudio Torres
A campanha “Chuva de Twix” era um Flash Mob, uma mobilização via mídias e redes sociais, pedindo às pessoas que viessem no dia 30 de Maio às 14 h0ras, na Avenida Paulista, 1230, com seus guarda-chuvas, onde haveria uma chuva do chocolate Twix.
A ação conseguiu de fato mobilizar muita gente, mas ao chegar lá as pessoas ficaram frustradas.
Ao que parece, pelos vídeos e comentários que tive acesso, houve uma chuva de papel laminado picado, que nem era de Twix, nem dava direito um chocolatinho sequer, e um punhadinho de Twix, que segundo informações, era lançado manualmente por algumas pessoas.
Obviamente, as pessoas ficaram frustradas, xingaram, pediram BIS, e ao voltar para suas casas, usaram as redes sociais para falar do fiasco e do mico proporcionado pela marca. Ninguém vai falar muito da agência-sobrinho que organizou tudo, nem ela vai ter coragem de se apresentar. É só a marca que leva a má fama, e deixa seus consumidores frustrados.
A ação podia ter sido muito boa, bastava um pouco de cérebro para imaginar o que as pessoas esperavam, e atender suas expectativas, coisa básica de marketing.
A expectativa seria atendida com um pouco de planejamento para se criar uma verdadeira chuva do chocolate Twix. Posso imaginar mil soluções para isso, e teria sido um show.
Outra solução mais simples, quase óbvia, seria trocar o papel laminado picado por “vales Twix” feitos em papel laminado, para troca no próprio local. Nada que uma gráfica e um caminhão carregado do produto não resolvessem.
Além disso, a marca poderia ter aproveitado a mobilização com algum pocket show, para que todos saíssem surpreendidos de lá. Veja que com pequenas mudanças, e pouco investimento adcional, mas muito conhecimento e disernimento, a ação poderia ter sido um grande sucesso.
Fonte: A Bíblia do Marketing Digital
Veja abaixo alguns depoimentos de consumidores que ficaram insatisteitos com o resultado da ação.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Produtos orgânicos: faz bem para sua saúde e para o meio ambiente
Ao comprar produtos orgânicos, os consumidores apesar de não sentirem ou terem consciência da sua ação benéfica para o meio ambiente, estão na verdade adquirindo, um conjunto de dois produtos: os alimentos em si e um produto ambiental (a proteção/regeneração do meio ambiente). E esse produto ambiental que parece abstrato à primeira vista, que apesar de adquirido, não é consumido fisicamente por quem o adquire, pode até ser quantificado e valorado. Basta que sejam medidas nos estabelecimentos agrícolas, a melhoria da qualidade da água, a intensificação da vida microbiologica do solo, o aumento da biodiversidade, o retorno dos pássaros e outros pequenos animais ao espaço agrícola, apesar de eventuais pequenos "prejuízos" que possam causar às atividades agrícolas no curto prazo. Por outro lado no longo prazo, os métodos orgânicos de produção, ao equilibrar o meio ambiente e trabalhar de modo harmônico e convergente em relação ao tempo, ritmo, ciclos e limites da natureza, tende a reduzir substancialmente seus custos, podendo até mesmo competir com o agroquímico em termos de produtividade e resultados econômicos, sem entretanto apresentar os aspectos negativos já conhecidos desse sistema de produção. Em produtos para os quais as dificuldades para a produção orgânica já estão totalmente equacionadas, como no das folhosas, os preços chegam a ser mais baixos do que o dos produto convencionais, enquanto que para outros como, tomate, batata e morango ainda persistem dificuldades técnicas, principalmente pela quase total ausência de pesquisas nesse campo.
Fonte: Planeta Orgânico
segunda-feira, 24 de maio de 2010
O que fazer com o óleo de cozinha usado?
Cada litro de óleo despejado no esgoto tem capacidade para poluir cerca de um milhão de litros de água. Isto é equivalente à quantidade que uma pessoa consome em aproximadamente 14 anos de vida. Além disso, essa contaminação encarece o processo e prejudica o funcionamento das estações de tratamento de água. O acúmulo de óleos e gorduras nos encanamentos pode causar entupimentos, refluxo de esgoto e até rompimentos nas redes de coleta. Para retirar o produto e desentupir os encanamentos são empregados produtos químicos altamente tóxicos, o que acaba criando uma cadeia perniciosa. Fora da rede de esgoto, a presença de óleos nos rios cria uma barreira que dificulta a entrada de luz e a oxigenação da água, comprometendo assim, a base da cadeia alimentar aquática e contribui para a ocorrência de enchentes.
O biocombustível é produzido a partir do reaproveitamento do óleo de cozinha e reduz consideravelmente a emissão de gases poluentes.Além de evitar a poluição, o biocombustível produzido a partir do reaproveitamento do óleo de cozinha não emite enxofre e o gás carbônico, liberado na combustão, não é considerado nocivo à camada de ozônio.
Segundo Marcos Marcelo de Moraes e Matos, presidente da ONG Academia de Gestão Pública (Agespub), uma família com quatro pessoas consome em média um litro de óleo por semana. O consumo em um restaurante de médio porte gira em torno de 10 litros/dia.
O que fazer?
Você pode reciclar seu óleo artesanalmente como mostrado no vídeo ou pode também separá-lo em garrafas PET e encominhá-lo para cooperativas que fazem esses processos de reciclagem. Segue algumas delas:
Rio de Janeiro
Secretaria de Meio Ambiente do Rio / Refinaria Manguinhos/ UFRJ
Cidade Universitária
(21) 2598-9242 (informações sobre outros postos na cidade)
prove.rj@gmail.com
JW Dias Comércio de Óleo Vegetal e Gordura
R Sta Hilaire, 26 - Bonsucesso
(21) 2290-5517
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