quarta-feira, 19 de maio de 2010
A revolução da mídia
Conheça o impacto causado nas mídias pela internet. O vídeo acime é bem interessante para debatermos esse novo cenário da comunicação. Assista e comente!
terça-feira, 18 de maio de 2010
E como ficam os intervalos comerciais?
A tecnologia abriu diversas portas para a publicidade. Novas plataformas surgiram, e mídias como a Internet, que sequer existiam há algumas décadas, se tornaram parte importante do faturamento do setor. O mercado anunciante já experimentou esse gostinho de novas possibilidades várias vezes, com a televisão, o cinema, o rádio...
Mas se as grandes mudanças tecnológicas da mídia agregaram valor ao mercado publicitário, as pequenas, muitas vezes, fizeram exatamente o oposto. Se a televisão é hoje, em todo o mundo, o carro-chefe da publicidade, o controle-remoto é seu maior inimigo. Ele é a arma que, nas mãos de um zapeador, gera um espectador infiel, que muda de canal inconsistentemente - e sempre evitando os intervalos comerciais.
Esse é um problema antigo, ainda da era analógica. O velho vídeo-cassete, por exemplo, foi largamente usado para a gravação de programas de TV, e quase invariavelmente os intervalos comerciais eram eliminados. Mas é na era digital que o problema ganha contornos mais dramáticos. Uma rápida visita ao site purplegoods.com, especializada em gadgets de mídia digital, é o suficiente para encontrarmos uma infinidade de produtos que potencialmente podem fazer estragos na recepção de mensagens publicitárias.
O velho controle-remoto agora tem versões que custam quase mil dólares, com tela de LCD e funções capazes de controlar todos os muitos equipamentos de mídia que hoje existem nas casas mais abastadas. Os videos-cassetes contemporâneo são pequenas caixinhas BitTorrent como a EZDownloader, capazes de baixar e reproduzir filmes e séries via Internet, seu o uso de computadores - e na maioria das vezes, com os intervalos comerciais já previamente deletados. E a TV Digital traz consigo poderosos set top boxes capazes de gravar centenas de horas de programação e de eliminar comerciais com apenas um clique.
Gadgets digitais como esses são um novo desafio para o mercado publicitário. Os diversos produtos oferecidos por sites como o purplegoods.com podem ser um vasto mostruário de armas prontas a assassinar a publicidade que conhecemos. Mas a capacidade de regeneração da publicidade é fantástica, quase tão espantosa quanto a própria força de reconstrução do capitalismo. E é, em grande medida, exatamente o que estamos vendo agora: uma notável revolução na linguagem publicitária e nos suportes que ela utiliza.
Fonte: Museu pa Propaganda
Mas se as grandes mudanças tecnológicas da mídia agregaram valor ao mercado publicitário, as pequenas, muitas vezes, fizeram exatamente o oposto. Se a televisão é hoje, em todo o mundo, o carro-chefe da publicidade, o controle-remoto é seu maior inimigo. Ele é a arma que, nas mãos de um zapeador, gera um espectador infiel, que muda de canal inconsistentemente - e sempre evitando os intervalos comerciais.
Esse é um problema antigo, ainda da era analógica. O velho vídeo-cassete, por exemplo, foi largamente usado para a gravação de programas de TV, e quase invariavelmente os intervalos comerciais eram eliminados. Mas é na era digital que o problema ganha contornos mais dramáticos. Uma rápida visita ao site purplegoods.com, especializada em gadgets de mídia digital, é o suficiente para encontrarmos uma infinidade de produtos que potencialmente podem fazer estragos na recepção de mensagens publicitárias.
O velho controle-remoto agora tem versões que custam quase mil dólares, com tela de LCD e funções capazes de controlar todos os muitos equipamentos de mídia que hoje existem nas casas mais abastadas. Os videos-cassetes contemporâneo são pequenas caixinhas BitTorrent como a EZDownloader, capazes de baixar e reproduzir filmes e séries via Internet, seu o uso de computadores - e na maioria das vezes, com os intervalos comerciais já previamente deletados. E a TV Digital traz consigo poderosos set top boxes capazes de gravar centenas de horas de programação e de eliminar comerciais com apenas um clique.
Gadgets digitais como esses são um novo desafio para o mercado publicitário. Os diversos produtos oferecidos por sites como o purplegoods.com podem ser um vasto mostruário de armas prontas a assassinar a publicidade que conhecemos. Mas a capacidade de regeneração da publicidade é fantástica, quase tão espantosa quanto a própria força de reconstrução do capitalismo. E é, em grande medida, exatamente o que estamos vendo agora: uma notável revolução na linguagem publicitária e nos suportes que ela utiliza.
Fonte: Museu pa Propaganda
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Breve história das telenovelas
Todos nós assistimos - ou já assistimos - novelas. Mas como surgiu esse tipo de programa na TV brasileira?
Novela é uma palavra derivada do francês nouvelle. É a narração de um fato ou acontecimento em capítulos, criando identificação, envolvimento e emoções no espectador. Muitas vezes é a adaptação de um romance, peça teatral ou conto.
A primeira telenovela brasileira, foi ao ar em 1951, pela TV Tupi - a primeira emissora brasileira - e se chamava Sua vida me pertence.
Mas o primeiro grande sucesso viria em 1965, ainda pela TV Tupi. Era a novela O Direito de nascer. É nessa décadas que todas as emissoras começam a investir de verdade no gênero. A emissora que obtem maior destaque com suas telenovelas é a Excelsior.
Nos anos 70, a Globo toma a frente, nacionalizando as novelas, e rompendo com o gênero "dramalhão".
Dos anos 80 em diante, a liderança é da Globo, mas as outras emissoras ainda investem no gênero.
Quer saber mais? Acesse o site Teledramaturgia!
Fonte: Teledramaturgia e Tudo sobre Tv.
Novela é uma palavra derivada do francês nouvelle. É a narração de um fato ou acontecimento em capítulos, criando identificação, envolvimento e emoções no espectador. Muitas vezes é a adaptação de um romance, peça teatral ou conto.
A primeira telenovela brasileira, foi ao ar em 1951, pela TV Tupi - a primeira emissora brasileira - e se chamava Sua vida me pertence.
Mas o primeiro grande sucesso viria em 1965, ainda pela TV Tupi. Era a novela O Direito de nascer. É nessa décadas que todas as emissoras começam a investir de verdade no gênero. A emissora que obtem maior destaque com suas telenovelas é a Excelsior.
Nos anos 70, a Globo toma a frente, nacionalizando as novelas, e rompendo com o gênero "dramalhão".
Dos anos 80 em diante, a liderança é da Globo, mas as outras emissoras ainda investem no gênero.
Quer saber mais? Acesse o site Teledramaturgia!
Fonte: Teledramaturgia e Tudo sobre Tv.
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