quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Curtas de animação

Quack
Um pato de borracha, sozinho no oceano, sonha em voar com os patos de verdade. Produzido por Carlos Eduardo Sobral, Leandro Ibraim e Bernardo Warman.

Kiwi!
Produzido por Dony Permedi em 2006.

Calango!
Produzido por Alê Camargo, Mario Lellis e Roger Burdino em 2007 na OZI Escola de Audiovisual de Brasília.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Técnicas de animação

Independente do software a ser utilizado, é necessário que o animador defina as técnicas que vai usar. O que os animadores mais experiêntes recomendam é utilizar um sistema híbrido, em que ao longo da animação você possa aplicar cada um desses princípios em trechos da produção. Um trecho que envolva apenas movimentos que não exigem detalhes e interpretação detalhada pode utilizar o Straight-Ahead e quando se fizer necessário você utiliza o Pose-to-Pose.

* Straight-Ahead: Nesse método o animador cria o movimento utilizando o máximo possível de poses e consequentemente Keyframes, para criar o movimento. Esse método resulta em animações extremamente detalhadas e que permitem explorar de maneira mais fácil o lado artístico da animação. Um ponto negativo relacionado a essa técnica é que ela envolve um planejamento e um tempo muito maior para ser aplicada em uma animação. Caso você queira utilizar esse método, utilize um intervalo médio entre os seus Keyframes de no máximo 4 frames.

* Pose-to-Pose: Com esse método a animação fica mais voltada para a ação e não para o lado artístico da animação. O animador vai utilizar poses chave com um espaçamento entre os Keyframes maior para que a animação seja produzida de maneira mais rápida. Nesse método é utilizado um espaçamento médio entre os Keyframes de 5 a 10 Frames. O espaço entre esses Keyframes o animador deixa que o software realize a interpolação automática. Isso resultará em uma produção mais rápida, mas sem muito detalhes e expressões no movimento.

Fonte: Allan Brito

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Animação, 3D e estereoscópica. Qual a diferença?

O Blog da Quiçá Design publicou um post muito interessante sobre 3 tipos de animações muito utilizados hoje em dia.

Por Gustavo Matsucuma

Quando se fala em animação 3d muitas pessoas se confundem e relacionam o termo com expressões como desenho animado, óculos 3d, etc. Na realidade, existe uma relação entre estes termos.

De uma forma simples, pode-se dizer que desenho animado é a expressão utilizada para designar um filme criado por meio de desenhos, que contêm pequenas variações entre si para criar a sensação de movimento. Como exemplos podemos citar os clássicos Pica-Pau, Fantasia (da Disney) e Tom & Jerry.

Já a expressão animação possui várias derivações, sendo as principais animação 2d, animação 3d e animação estereoscópica.

A animação 2d utiliza imagens de desenhos criados manualmente ou por meio de computador para criar a sensação de movimento. Pode ser considerado um sinônimo de desenho animado.

Já a animação 3d se refere a uma seqüência de imagens criadas a partir de programas computacionais 3d, que permitem que um objeto possa ser criado e observado de todos os ângulos. E a diferença entre animação 2d e 3d vai além da forma como são obtidas, pois objetos 3d apresentam um visual mais realista, principalmente quando observadas suas sombras.

Alguns exemplos de animação 3d são Era do Gelo, Madagascar e Os Incríveis.

Por último temos as animações estereoscópicas 2d ou 3d, que são aquelas assistidas com auxílio de óculos 3d.

Este tipo de animação utiliza imagens 2d ou 3d para gerar o efeito de estereoscopia, que faz com que o objeto pareça saltar da tela. E para criar este efeito, cada imagem é criada sobrepondo duas imagens mostrando os objetos em perspectivas diferentes.

Portanto esta é uma forma bem simplificada para diferenciar os termos animação, animação 3d e animação estereoscópica. Ressalta-se ainda que podem ser encontradas diversas outras definições para estas mesmas expressões.