sexta-feira, 3 de julho de 2009

Indicações de leitura...

Os Desafios da Sustentabilidade – Fernando Almeida

Neste livro, Fernando Almeida reúne exemplos e estudos de caso em que ações integradas transformaram a vida de comunidades inteiras, sem desrespeitar a capacidade do ambiente. Assim, incita à mudança de atitude não só porque o planeta corre perigo, mas também porque é lucrativo - em médio e longo prazos - investir na sustentabilidade.

Canibais com Garfo e Faca – John Elkington

Este é um livro realmente útil. De forma pragmática e convincente analisa e identifica como as empresas deverão proceder para sobreviver com sucesso nos próximos anos, mantendo o foco na sustentabilidade, na qualidade ambiental e na saúde dos negócios, apesar dos ciclos e crises econômicas que assolam de tempos em tempos este mundo globalizado.

O Capitalismo na Encruzilhada – Stuart L. Hart

É um manifesto para as empresas no séc. XXI. O prof. Stuart L. Hart oferece um modelo resumido para gerentes conciliarem a preocupação com o planeta com a criação de riqueza e demonstrar a inequívoca ligação entre ambos. Este livro é um marco no debate sobre a crescente responsabilidade das empresas na sociedade.

Comunicação e Estratégias de Mobilização Social – Márcio Simeone Henriques

Os textos que constituem este livro discorrem sobre a necessidade de pensar os meios de comunicação de massa não como atividade fim, mas, sim, como atividade meio que explora o potencial educativo gerado pela participação ativa do cidadão em todo o processo.

Consciência e Desenvolvimentos Sustentável nas Organizações – Hoyos Guevara (org.)

Os autores propõem-se a despertar uma reflexão abrangente em empresários, executivos e gestores sobre o tema da sustentabilidade. Esta obra ajudará aos gestores a pensarem de uma forma diferenciada e crítica o desenvolvimento sustentável, o que levará à tomada e a implantação de decisões equilibradas e responsáveis nas organizações.

Ética e Responsabilidade Social nos Negócios – Patrícia Ashley (org.)

O norte do livro continua sendo fugir da visão tradicionalista, mercantil ou puramente filantrópica, mostrando o papel estratégico da responsabilidade social nos negócios, alicerçado em exemplos e casos reais ocorridos no Brasil.

Meu Jeito de fazer Negócios – Anita Roddick

Este livro conta, de forma empolgante e entusiasmada, a biografia da inglesa Anita Roddick e a história de seu empreendimento The Body Shop. Depois de ter trabalhado na Divisão dos Direitos da Mulher da Organização Mundial do Trabalho, órgão da ONU, Anita decidiu abrir um negócio diferente. Idealizou e fundou uma empresa de cosméticos chamada The Body Shop que, além de vender produtos naturais, com matérias-primas que não foram produzidas com o uso de agrotóxicos, utilizavam embalagens feitas de materiais recicláveis e menos sofisticadas.

O Desafio da Colaboração – Rosa Maria Fischer

A autora apresenta, para cada conceito, um estudo de caso de empresas que já o aplicaram e analisa as principais características da aliança em estudo. É um livro voltado para a construção de um empreendimento econômico que espere mundo mais justo, com menos desigualdade e no qual é defendida a idéia de que todos podem dar e receber.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Estivemos em Cannes!!!

A ESPM foi a única escola brasileira no Festival de Cannes esse ano. Confira matéria que saiu no PQN - O Portal da Comunicação.

Sustentabilidade além da curva - Entrevista com Claude Ouimet



Confira entrevista ao Planeta Sustentável com o canadense Claude Ouimet, vice-presidente da InterfaceFLOR para América Latina e Canadá. Ele dá a sua receita básica: não se pode deixar investimentos voltados à sustentabilidade diminuírem, pois além do impacto social e ambiental deles, esses investimentos podem ser a corda de salvação de uma empresa. Isso, porque essas preocupações levam a corporação a repensar seus processos.

Segundo Ouimet, as companhias que estão pensando nos seus impactos ambientais e sociais estão à frente da curva. “Mas as empresas precisam refletir seus processos sempre e agora é justamente o melhor tempo para ganhar dinheiro respeitando o meio ambiente e gerando valor social”, diz o vice-presidente da Interface, que acredita que muitas empresas fecham suas portas nos primeiros quatro anos de existência por pararem de repensar seus processos. “Queremos apenas ser bons naquilo que fazemos e nos acomodamos. Assim, não se fica mais além da curva e o negócio perde”, completa.