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quinta-feira, 26 de abril de 2012

A história da liberdade de expressão nos EUA

A HBO mostra a historia da liberdade de expressão nos EUA, como esse direito foi conquistado e a luta para mantê-lo. Completo para donwload http://fileserve.com/file/uDg85aD Titulo original: Shouting Fire: Stories from the Edge of Free Speech (2009)

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Guerra de Obama contra os informantes

O ex-agente da CIA John C. Kiriakou foi acusado, no dia 6 de abril, de vazar para jornalistas informações confidenciais sobre a missão de captura de Abu Zubaydah, do grupo terrorista Al Qaeda, informou a Associated Press.

O caso de Kiriakou, que se fez conhecido ao tornar pública sua opinião sobre a controversa técnica de interrogação por afogamento simulado (waterboarding), é o sexto de vazamento de informações secretas durante o governo do presidente Barack Obama - número superior ao das administrações anteriores. O ex-agente é acusado de revelar a identidade de um funcionário da CIA a um repórter do New York Times. Em junho de 2008, o jornal publicou uma matéria que especificava o papel desse funcionário no interrogatório de Abu Zubaydah, explicou a rede ABC News.

Kiriakou enfrenta cinco processos, incluindo três por violação da Lei de Espionagem - crimes pelos quais pode pegar 45 anos de prisão, acrescentou o site Global Post.

O Projeto de Responsabilidade Governamental, uma organização pela proteção dos informantes, destacou que Kiriakou é "a única pessoa que será processada pelo programa de torturas da administração do ex-presidente Bush [...], marcada pela violação da lei, abrindo um precedente perigoso: se tortura um prisioneiro, não haverá repercussão penal, mas se estiver contra isso, corre o risco de ser processado por violar a Lei de Espionagem".

Em artigo para o New York Times, publicado em fevereiro, o colunista David Carr destacou que, apesar das promessas de Obama de melhorar as leis que protegem os informantes, o governo, em vez disso, parece estar interessado em silenciá-los e persegui-los. Ao perseguir os informantes, o governo abandonou o preceito segundo o qual "o direito manter as pessoas informadas está acima do direito do governo de ocultar seus assuntos".

Além disso, Carr argumentou que tal perseguição cria um efeito incômodo que não apenas coíbe os informantes em potencial, mas também os jornalistas com os quais eles poderiam trabalhar.

Um outro artigo do New York Times afirma que os Estados Unidos classificaram mais de 77 milhões de documentos em 2010, 40% a mais do que no ano anterior. Isso apesar de os Estados Unidos liderarem, junto com o Brasil, a Parceria para Governo Aberto, cujo objetivo é promover a transparência. Ironicamente, as reuniões do Departamento de Estado sobre a importância dessa iniciativa em favor da transparência se realizaram a portas fechadas, destacou o Politico.

O soldado Bradley Manning, seguramente um dos informantes mais conhecidos, enfrenta 22 processos por violação da Lei de Espionagem, pelo vazamento de informações confidenciais para o WikiLeaks. O caso dele levou o governo americano a tomar medidas contra o repasse de informações secretas e a investigar a possibilidade de processar criminalmente o fundador do WikiLeaks, Julian Assange.

Fonte: Jornalismo nas Américas

quinta-feira, 22 de março de 2012

EUA preparam novas medidas para agilizar passagem de brasileiros pela imigração

Por Folha.com

O governo dos Estados Unidos anunciará na próxima segunda-feira (26) novas medidas para agilizar a passagem de turistas brasileiros pela imigração norte-americana ao entrarem no país. O anúncio será na Amcham (Câmara Americana de Comércio), em São Paulo.

Em comunicado, a representação diplomática dos EUA disse que o programa faz parte dos esforços do governo norte-americano para facilitar a entrada de brasileiros, e que a fase inicial desse novo projeto envolverá 150 pessoas.

Em janeiro, o presidente Barack Obama já havia anunciado a inclusão do Brasil e da China em um programa piloto para processar as solicitações de visto, que inclui a possibilidade de prescindir de entrevistas para os viajantes considerados "de baixo risco", como os que estejam tentando renovar seu visto de não imigrante.

De acordo com as medidas, 80% dos solicitantes de vistos de turista nos dois países devem ser submetidos à entrevista nas três semanas seguintes ao recebimento do pedido.

Na ocasião, Obama também anunciou um aumento dos esforços do Departamento de Estado para incluir o Brasil no Visa Waiver Program (VWP), um programa que permite viagens de turismo e negócios de até 90 dias nos EUA sem a necessidade de visto.

Atualmente, 36 países são beneficiados pelo programa, e Taiwan foi recentemente nomeado para fazer parte do VWP.

O anúncio terá a presença do embaixador Thomas Shannon, do adido de alfândega e proteção de fronteiras Jaime Ramsey e do CEO da Amcham, Gabriel Rico.

                            Obama anuncia facilidades em emissão de vistos para turistas brasileiros, na Walt Disney World, em janeiro

quinta-feira, 15 de março de 2012

A história de luta e sucesso de uma brasileira nos EUA

Por Agência Sebrae

No ano de 2000, Flávia Leal, carioca, então com 19 anos, recebeu um convite para trabalhar nos Estados Unidos. Conseguiu o visto e se mudou, com a pretensão de passar uns dois anos, mas lá ficou. Hoje, casada, e com duas filhas - Jessica, de 11 anos, e Victoria, 4 - ela é proprietária do Flavia Leal Beauty Institute, em Woburn, no estado de Massachusetts.

Flávia conta que em 2008, por orientação da mãe, entrou em uma escola de beleza, desistindo do curso de enfermagem que havia começado. Estudou estética e resolveu ensinar o que sabia mas foi aconselhada a desistir de ser professora em razão do seu inglês carregado de sotaque. No dia seguinte, entretanto, veio a vontade de abrir uma escola prórpia. Nessa época, Flávia assistiu a uma palestra sobre empreendedorismo, promovida pelo Sebrae em Minas Gerais, em Framingham, onde conheceu a analista técnica do Sebrae, Alanni Barbosa.

A brasileira foi orientada pelo Sebrae a fazer o Plano de Negócios.  “O melhor presente que já ganhei”, avalia Flávia. O plano de negócio é o instrumento ideal para traçar um retrato fiel do mercado, do produto e das atitudes do empreendedor, o que propicia segurança para quem quer iniciar uma empresa com maiores condições de êxito ou mesmo ampliar ou promover inovações em seu negócio.

Hoje, além de cuidar da beleza de patrícios e norte-americanos, o trabalho da brasileira inclui a formação de novos profissionais da área em cursos como airbrush, maquiagem, peelings, tratamentos rejuvenescedores, depilação, manicure e pedicure e arte nas unhas. Também comercializa produtos profissionais, uniformes, livros, maquiagem, cera para depilação e outros equipamentos.

A empresária conta ainda que o vendaval econômico que sacudiu o mundo inteiro, há quatro anos, trouxe consequências para a sua vida. “A crise me afetou bastante. Tive que entrar com processo de falência pessoal para não ter minha casa leiloada pelo banco, mas também tive a sorte de contar com o Sebrae na construção da minha empresa”. Flávia acredita que as coisas estão melhorando. “Brasileiros que perderam seus trabalhos secundários durante a crise estão procurando se profissionalizar, o que tem ajudado, e muito, o crescimento do meu business”, comemora.

O Flavia Leal Beaty Institute vai bem. Tanto que sua proprietária já pensa em abrir franquias no Brasil. Mas não tem planos de voltar. “Não desejo morar permanentemente no Brasil, mas quando der início ao meu projeto, irei lá muitas vezes”. De fato, seria complicado o seu retorno. Ao mesmo tempo em que atendia à reportagem, Flávia estava às voltas com a organização de um novo curso de maquiadoras, para preparar 30 profissionais para o terceiro encontro das Brazilians Women in Power (BWP), em Woburn.

segunda-feira, 12 de março de 2012

A influência da cultura americana no Brasil

Por Cultura Mix

O Brasil é um país relativamente novo frente àqueles do antigo continente, foi colonizado por escravos, índios e pessoas interessadas a fazer vida nova por aqui. Toda a influência cultural, de idioma, costumes, foi trazida de fora; posteriormente e pouco a pouco fomos construindo nossa identidade verdadeiramente nacional, tanto na literatura, moda, ideias e ideais.


No século XVIII, as maiores manifestações culturais eram vindas da França e assim permaneceu até começo do século XIX, a Bèlle Époque tropical se instalou de vez no país. Os franceses ditavam a moda, a música, tudo que era relacionado a eles era chique e imprescindível.

Mas a hegemonia da influência francesa não perdurou, a partir da década de 50 os Estados Unidos da América passaram a dominar o mundo, com a vitória na Segunda Guerra Mundial e também com o prestígio e glamour do cinema hollywoodiano, tudo culminou para fortalecer o poder americano no mundo e claro, no Brasil.

Os primeiros sintomas desse poderio foram no idioma, várias expressões americanas passaram a ser usadas no Brasil e permanecem até hoje, como hot-dog, cheeseburger, notebook, pendrive, sem contar as inúmeras fábricas de produtos que se instalaram no país e mudaram totalmente os hábitos alimentares do povo brasileiro.


As indústrias de automóveis, com seus modelos excepcionais, cheios de velocidade, os diferentes sabores de refrigerantes e os fast-food, todos viram no povo tupiniquim uma grande chance de ampliar seus negócios e manipular o comércio.

Além da mudança nos costumes alimentares, outras foram introduzidas no decorrer dos anos, principalmente as musicais, influenciadas pelo Rock americano e seus ídolos como Elvis Presley e James Jean que foram espelhos para toda a geração dos anos 60. Inclusive, esse ritmo musical influenciou nossa famosa Bossa Nova.

Os brasileiros assumiram também a moda americana, despojada e confortável, passaram a usar as minissaias, tênis e a mais que famosas calças jeans. O jeans tornou-se peça de uso fundamental de todos; antes eram destinados aos jovens rebeldes e depois vestiam desde as crianças de colo até os idosos, por serem baratos e tremendamente adaptáveis a qualquer situação.

Logo veio a liberação sexual, com a onda do Paz e Amor, os anticoncepcionais, a liberdade feminina, tudo que chegou ao Brasil passou antes pelos Estados Unidos, até parte de nossa constituição foi baseada na deles.


Sem esquecer que o dólar americano era uma das moedas mais fortes do mundo até bem pouco tempo, e nossa economia estava totalmente nas mãos dos EUA e dependíamos deles para tudo. Eles ditavam o que deveríamos ou não comprar, vender e negociar.
Mas o tempo de liberdade chegou e o Brasil finalmente conseguiu construir, impor e até exportar sua cultura, produtos, serviços, costumes e descobertas, conquistando seu espaço dentre as grandes potências mundiais.