Mostrando postagens com marcador Cultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cultura. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Dicas Culturais do Fim de Semana - 17 a 19 de agosto
CINEMA
360 [Reino Unido, 2011], de Fernando Meirelles (Paris). Gênero: drama. Elenco: Rachel Weisz, Jude Law, Anthony Hopkins, Ben Foster. Sinopse: Um olhar sobre o que acontece quando pessoas de classes sociais diferentes se envolvem fisicamente. Abertura nos EUA: US$ 12,1 mil (em 5/08/2012). Duração: 115 min. Classificação: 14 anos.
Corações sujos [Brasil, 2011], de Vicente Amorim (Downtown). Gênero: drama. Elenco: Du Moscovis, Takako Tokiwa, Eiji Okuda, Tsuyoshi Ihara. Sinopse: 1946. No Brasil, a guerra não acabou. Uma história de amor, honra e morte na colônia japonesa. Duração: 107 min. Classificação: 14 anos.
Um divã para dois [Hope Springs, EUA, 2012], de David Frankel (Imagem). Gênero: comédia. Elenco: Meryl Streep, Tommy Lee Jones, Steve Carrel. Sinopse: Depois de trinta anos de casamento, casal passa por um fim de semana de aconselhamentos para decidir o destino da relação. Abertura nos EUA: US$ 14,6 milhões (em 10/08/2012). Duração: 100 min. Classificação: 12 anos.
Outback – Uma galera animal [EUA/Coreia do Sul, 2012], de Kyung Ho Lee (Playarte). Gênero: animação. Vozes: Rob Schneider, Alan Cumming. Sinopse: Johnny é um coala albino que sempre foi excluído. Sem querer, ele se torna um herói e tem que ajudar os outros animais na luta contra um crocodilo do mal. Com exibição em 3D. Duração: 91 min. Classificação: livre.
O vingador do futuro [Total Recall, EUA, 2012], de Len Wiseman (Sony). Gênero: ação. Elenco: Colin Farrell, Kate Beckinsale, Jessica Biel, Ethan Hawke. Sinopse: As nações estados Euroamerica e New Shangai lutam pela supremacia, quando o operário de uma fábrica começa a suspeitar que ele seja um espião, entretanto não sabe para qual lado está espionando. Abertura nos EUA: US$ 25,5 milhões (em 3/08/2012). Dif. (segundo fim de semana): -68,7%. Acumulado nos EUA: US$ 44,1 milhões. Duração: 118 min. Classificação: 14 anos.
Rio de Janeiro
SHOW
Diogo Nogueira
17 de agosto
No show (com ingressos esgotados), o cantor abre a turnê de lançamento do seu novo CD e DVD, “Diogo Nogueira ao vivo em Cuba”. No repertório, músicas como “Madalena” ganham tempero cubano. Os ingressos já estão esgotados.
Local: Vivo Rio
Endereço: Avenida Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo - Rio de Janeiro – RJ
Horário: 22h
Preço: Os ingressos variam de R$80 a R$180
Classificação: 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados do responsável legal.
TEATRO
Raimunda, Raimunda
até 18 de agosto
Aos 50 anos de carreira, Regina Duarte estreia a direção teatral do espetáculo 'Raimunda, Raimunda'. O épico sertanejo narra a história de uma cearense, que, acompanhada de duas amigas, decide abandonar sua terra natal e ir para o Rio de Janeiro. O grande sonho da personagem é tornar-se enfermeira na Escola do Hospital Ana Néri.
Em clima de farsa tragicômica, Raimunda se aventura de carona pelas estradas do Brasil até chegar a seu destino. Passa no concurso da Escola de Enfermagem, mas é reprovada nos exames de saúde do Ana Néri. Indignada, procura o presidente Getúlio Vargas no Palácio do Catete para denunciar a injustiça. Atarefado, com o país vivendo o clima pesado da 2ª guerra mundial, Getúlio não tem tempo para ela.
Local: Teatro I CCBB-RJ
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro – RJ
Horário: Quarta a Sexta, às 19h | Sábados, às 19h e 21h
Duração: 85 min.
Preço: R$ 6 (inteira)
Classificação: 14 anos
EXPOSIÇÃO
Wonderlands – Arte Narrativa
De 03 a 26/08
A mostra de Márcio Freitas busca discutir o papel da fotografia na arte brasileira contemporânea, que o fotógrafo considera focado, hoje em dia, no aspecto instantâneo. Suas fotos privilegiam a narrativa, que pode estar descrita em uma só imagem ou em uma série, onde cada imagem é parte de uma história. Para isso, o fotógrafo cria, produz e registra vários momentos, sempre baseados na cultura e realidade brasileiras.
Local: CCJF
Endereço: Av. Rio Branco, 241 – Centro - Rio de Janeiro - RJ
Horário: Terça a domingo, das 12h às 19h
Preço: Gratuito
Classificação: 16 anos
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Postado por
Biblioteca Rio de Janeiro
às
12:16
Marcadores:
Arte,
Cinema,
Cultura,
Dicas Culturais,
Entretenimento,
Exposição,
Filmes,
Fotografia,
Música,
Música brasileira,
Teatro
Links para esta postagem
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Dicas Culturais do Fim de Semana - 10 a 12 de agosto
CINEMA
Antônio Conselheiro – O taumaturgo dos sertões [Brasil, 2012], de José Walter Lima (VPC Cinemavídeo). Gênero: drama histórico. Elenco: Carlos Petrovich, Iami Rebouças e Bertrand Duarte. Sinopse: Em 1897, o governo republicano enviou para Canudos três expedições do exército, derrotadas por Antônio Conselheiro. Na quarta expedição, o exército conseguiu exterminar quase toda a comunidade. Duração: 82 min. Classificação: 14 anos.
À beira do caminho [Brasil, 2011], de Breno Silveira (Fox). Gênero: drama. Elenco: Dirá Paes, João Miguel, Ludmila Rosa, Vinícius Nascimento. Sinopse: O caminhoneiro João mudará completamente seu destino ao dar uma carona ao menino Duda, órfão de mãe que sonha em encontrar o pai em São Paulo. Duração: 90 min. Classificação: 14 anos.
Constantino [Brasil/Síria, 2012], de Otavio Cury (Outros Filmes). Gênero: documentário. Sinopse: Em uma viagem à Síria, a descoberta de um livro é o início de uma viagem pelo passado. Duração: 80 min. Classificação: livre.
O exercício do poder [L’exercice de l’État, França/Bélgica, 2011], de Pierre Schöller (Imovision). Gênero: drama. Elenco: Olivier Gourmet, Michel Blanc, Zabou Breitman, Arly Jover. Sinopse: Bertrand Saint-Jean é Ministro dos Transportes da França, mas é somente quando acontece um grande desastre de ônibus que ele entende o verdadeiro significado de seu cargo. Duração: 115 min. Classificação: 16 anos.
Lola [LOL - Laughing Out Loud, EUA, 2011], de Lisa Azuelos (Imagem). Gênero: comédia. Elenco: Miley Cyrus, Demi Moore, Ashley Greene. Sinopse: Lola e suas amigas vivem as agruras da adolescência em meio a uma parafernália tecnológica e redes sociais. Duração: 110 min. Classificação: 14 anos.
Marighella [Brasil, 2012], Isa Grinspum Ferraz (Downtown). Gênero: documentário. Sinopse: História do líder comunista e parlamentar Carlos Marighella, que foi vitima de prisões e torturas. Ele, que é o autor do Manual do Guerrilheiro Urbano, foi considerado o inimigo número um da ditadura militar. Duração: 107 min. Classificação: 10 anos.
Separados pelo inverno [Zemestan, Irã, 2006], de Rafi Pitts (Pandora). Gênero: drama. Elenco: Mitra Hadjar, Ali Niksolat, Saeed Orkani. Sinopse: Na ausência de oportunidades, homem decide sair do país em busca de emprego, deixando para trás mulher e filha. Tempos depois e sem notícias do homem, um mecânico chega à cidade e fica sabendo que uma atraente mulher não tem marido. Duração: 85 min.
A tentação [The Ledge, EUA, 2011], de Matthew Chapman (Vinny). Gênero: drama. Elenco: Liv Tyler, Terrence Howard, Patrick Wilson, Christopher Gorham. Sinopse: Um jovem professor universitário vai para a borda de um edifício determinado a se matar, quando um detetive da polícia chega para convencê-lo a não se jogar. Duração: 101 min. Classificação: 14 anos.
Rio de Janeiro
SHOW
Gaby Amarantos
10 de agosto
Estouro com a música “Ex my love”, na abertura de novela da TV Globo, a rainha do technobrega leva o seu som do Pará até a Lapa. Gaby Amarantos sobe ao palco do Circo Voador para cantar as músicas do CD “Treme”. Participação do conterrâneo Waldo Squash.
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos, S/N - Lapa - Rio de Janeiro - RJ
Horário: 0h
Preço: R$80 (inteira) R$40 (mcom 1kg de alimento não perecível)
Classificação: 18 anos.
TEATRO
Gozados
até 29 de agosto de 2012
A peça é uma vertente do ‘Subversões’, como novos personagens como a Amy Winehouse, o bissexual que entrou no armário, a mulher rica, a baiana cansada, o musical passado e outros fenômenos gozados que agora fazem parte do repertório da dupla.
Local: Teatro dos Quatro
Endereço: R. Marquês de São Vicente, 52 - Shopping da Gávea - Gávea - Rio de Janeiro - RJ
Horário: Quarta, quinta, sexta e sábado às 23h
Duração: 75 min.
Preço: R$50
Bilheteria: de terça a domingo a partir de 15h
Informações: (21) 2274-9895
Classificação: 12 anos
EXPOSIÇÃO
Antony Gormley
até 13 de setembro de 2012
As obras do vencedor do Turner Prize de 1994 fazem um panorama da carreira do artista. A seleção é composta por 50 maquetes, 9 gravuras, 25 fotos e 6 vídeos, além de 11 obras que, juntas, reúnem quase uma centena de esculturas.
O designer e documentarista Marcello Dantas assina a curadoria da exposição, que é a primeira individual do artista no país. A instalação “Event Horizon” (Horizonte de Eventos), que já passou por Londres (2007) e Nova York (2010) apresenta 31 esculturas de homens nus.
Moldadas em ferro fundido e fibra de vidro a partir do corpo do próprio autor, as figuras serão espalhadas pelo Centro da Cidade, nas cercanias do CCBB carioca. Ao distribuí-las no beiral dos prédios e no solo, o escultor tira o espectador de sua zona de conforto e cria uma paisagem que interfere no seu sistema de percepção de profundidade dentro do espaço público.
O edifício do CCBB, por sua vez, recebe trabalhos variados do acervo do artista, como “Loss”, “Drift III” e “Ferment”, além de três esculturas produzidas especialmente para a exposição brasileira: “Mother’s Pride IV” – reedição de uma de suas mais antigas criações, em que esculpe o molde de seu próprio corpo ao comer o interior do quadro, feito de pães de fôrma –, o seu famoso “Breathing Room IV” e a inédita “Sum”.
Local: CCBB-RJ
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro – RJ
Horário: Terça a domingo, das 9h às 21h
Preço: Entrada Franca
Classificação: Livre
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Tecnologia a serviço da cultura
Oferecer um bom acervo não é mais garantia para um museu manter suas portas abertas. Ele tem de ser bom também em interatividade entretenimento e conforto, pelo menos se a ideia for alcançar um resultado parecido com o do Museu da Língua Portuguesa, no centro de São Paulo, que diariamente recebe em média 1.500 visitantes, se transformando em recordista de público no segmento.
Há algum tempo a tecnologia entrou nos museus, com projeções e narrações em visitas técnicas. É incontável o número de centros culturais que usam aparatos tecnológicos diversos (como guias de visitas) em seus espaços.
Muitos museus já usam visitas virtuais e disponibilizam catálogos para visita online. São as chamadas visitas virtuais e consultas de acervos.
Não basta mais ir ao museu e contemplar o acervo. A sociedade atual demanda de uma diferente forma de relacionamento com o acervo do museu. A tecnologia é cada vez mais importante. Para além dos acervos, os museus e centros culturais tem investido em redes sociais para a divulgação de seus acervos e eventos. Um exemplo muito interessante é o grupo Museus Brasileiros no Facebook.
O blog Midia Museus é entusiasta do uso da realidade aumentada, bem como da interação de gadgets com pontos turísticos para a melhor interação com esses centros de enterterimento. Em uma postagem muito interessante, é possível verificar como a integração de dispositivos com pontos turísticos e museus pode criar inúmeras oportunidades em um futuro cada vez mais presente.Vejamos algumas implicações:
- Maior interação entre o público e as atrações;
- Facilidade de localização e identificação das obras de arte/pontos turísticos;
- Interação com ferramentas de busca e bases de dados como enciclopédias para consultas;
- Oportunidades de negócios, com indicações de lojas de conveniências, livrarias, estacionamentos, restaurantes, etc.
Então, que tal dar uma olhada da tecnologia na prática, já aplicada em outros museus?
Fonte: Tambotech
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Dicas Culturais do Fim de Semana - 3 a 5 de agosto
CINEMA
31 minutos – O filme [Brasil, 2012], de Álvaro Díaz e Pedro Peirano (H2O Films/RioFilme). Gênero: infantil. Vozes: Mariana Ximenes, Daniel de Oliveira, Marcio Garcia. Sinopse: Juanín Juan Harry, o último de sua espécie, produtor do excêntrico noticiário “31 Minutos”, tem de fugir dos ataques de Cachirula, uma colecionadora de animais. Duração: 85 min. Classificação: livre.
Amor em pedaços [Puzzled Love, Espanha, 2011], de vários diretores (Art Films/Serendip Filmes). Gênero: romance. Elenco: Marcel Borras, Saras Gil e Artur Busquets Sinopse: 13 cineastas iniciantes narram episódios da história de amor entre dois estudantes em intercâmbio estudantil. Em um ano, Sun e Lucas terão que voltar a seus respectivos países, de modo que seu amor tem uma data de vencimento. Duração: 82 min. Classificação: 16 anos.
Ato de coragem [Act of Valor, EUA, 2012], de Mike McCoy e Scott Waugh (Imagem). Gênero: ação. Elenco: Alexander Asefa, Jeffrey Barnachea, Kenny Calderon. Sinopse: Equipe de fuzileiros norte-americanos embarca em missão secreta para resgatar agente da CIA sequestrado. Abertura nos EUA: US$ 24,5 milhões. Dif. (segundo fim de semana): -44.5% Acumulado nos EUA: US$ 68,7 milhões. Duração: 110 min. Classificação: 16 anos.
Bel Ami – O sedutor [Bel Ami, Reino Unido/Fraça/Itália, 2012], de Declan Donnellan (California). Gênero: drama. Elenco: Robert Pattinson, Christina Ricci, Uma Thurman, Kristin Scott Thomas. Sinopse: A história de um jovem que, ao manipular a mulher mais rica e influente de Paris, chega ao poder. Abertura nos EUA: US$ 38 mil (em 08/06/2012). Dif. (segundo fim de semana): -56.3%. Acumulado nos EUA: US$ 72,8 mil.Duração: 102 minutos. Classificação: 14 anos.
Juntos para sempre [Juntos para siempre, Argentina, 2011], de Pablo Solarz (Esfera). Gênero: comédia. Elenco: Malena Solda, Peto Menahem, Florência Pena, Mirna Busnelli. Sinopse: Os conflitos entre um roteirista obcecado com seu trabalho e suas relações amorosas. Duração: 98 min.
Katy Perry: Part of Me [EUA, 2012], de Dan Cutforth e Jane Lipsitz (Paramount). Gênero: documentário. Elenco: Katy Perry. Sinopse: O filme mistura videos pessoais da cantora e apresentações. Com exibição em 3D. Abertura nos EUA: US$ 7,1 milhões (em 6/07/2012). Dif. (segundo fim de semana): 69,8%. Acumulado nos EUA: US$ 24,1 milhões. Duração: 105 min. Classificação: livre.
Quanto mais quente melhor [Some Like It Hot, EUA, 1959], de Billy Wilder (Pandora). Gênero: comédia. Elenco: Marilyn Monroe, Jack Lemmon, Tony Curtis, Pat O’Brien, George Raft. Sinopse: Relançamento em comemoração aos 50 anos da morte de Marilyn Monroe. Dois músicos se disfarçam de mulheres para fugir da máfia de Chicago e acabam entrando para uma orquestra feminina. Duração: 119 min. Classificação: Livre.
O que esperar quando você está esperando [What To Expect When You’re Expecting, EUA, 2012], de Kirk Jones (Universal). Gênero: comédia. Elenco: Cameron Diaz, Jennifer Lopez, Rodrigo Santoro, Dennis Quaid. Sinopse: Um olhar na vida de quatro casais que estão se preparando para a chegada do primeiro filho. Abertura nos EUA: US$ 10,5 milhões (em 18/05/2012). Dif. (segundo fim de semana): -32.6%. Acumulado nos EUA: US$ 41,1 milhões. Duração: 110 min. Classificação: 12 anos.
Sagrado segredo [Brasil, 2009], de André Luiz Oliveira (Polifilmes/Asacine). Gênero: documentário. Sinopse: Cineasta protagonista do próprio documentário busca o encontro da arte com a fé, através da manifestação popular mais eloquente de Brasília, a Via Sacra de Planaltina. Duração: 75 min. Classificação: livre.
Vou rifar meu coração [Brasil, 2011], de Ana Rieper (Vitrine). Gênero: documentário. Elenco: Wando, Agnaldo Timóteo, Amado Batista, Odair José, Lindomar Castilho, Nelson Ned. Sinopse: O imaginário afetivo brasileiro a partir da obra dos principais nomes da música popular romântica. Duração: 78 min. Classificação: 12 anos.
Rio de Janeiro
SHOW
Circuito Cultural Banco do Brasil
até 4 de agosto
Maria Bethânia e Lulu Santos mostram suas versões para músicas de Chico Buarque, Roberto e Erasmo Carlos respectivamente, na série de shows Circuito Cultural Banco do Brasil, que já passou por várias cidades brasileiras e chega ao Rio no fim de semana de 03 a 04 de agosto.
Os clientes Ourocard podem efetuar a compra com 50% de desconte pelo telefone 4003-1212; no site; e na bilheteria da casa (seg a sáb, do meio-dia às 21h. Dom e feriados, do meio-dia às 20h). O público em geral poderá comprar seus ingressos a partir do dia 24 de julho, terça-feira, seguindo o mesmo critério.
Local: Vivo Rio
Endereço: Avenida Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo - Rio de Janeiro – RJ
Horário: 22h
Preço: Os ingressos variam de R$60 a R$140
Classificação: 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados do responsável legal.
TEATRO
A Partilha
até 30 de agosto de 2012
Depois de duas décadas fora do circuito, o estrondoso sucesso de Miguel Falabella reestreia hoje no Teatro Casa Grande, com as atrizes Suzana Vieira, Arlete Salles, Thereza Piffer e Patricya Travassos (no lugar de Natália do Vale) em cena. Em cena, quatro irmãs se reencontram no velório da mãe e repassam duas próprias histórias a partir do fatídico episódio.
Local: Oi Casa Grande
Endereço: Av. Afrânio de Melo Franco, 290 - Leblon – Rio de Janeiro - RJ
Horário: Quinta, às 21h | Sexta e Sábado, às 21h30 | Domingo, às 19h
Duração: 60 min.
Preço: Os ingressos variam de R$40 a R$100
Classificação: 12 anos
EXPOSIÇÃO
Museu Histórico Nacional - 90 anos de histórias
até 14 de outubro de 2012
Em cartaz até 14 de outubro, a exposição revela a trajetória da instituição, criada em 02 de agosto de 1922 pelo Presidente Epitácio Pessoa, no âmbito da Exposição Internacional Comemorativa do Centenário da Independência do Brasil. Dividida em módulos temáticos, a exposição apresenta 350 peças representativas do acervo do museu, incluindo a primeira peça incorporada à coleção - uma casaca de Senador da época do Imperador D. Pedro II - e a mais recente, um uniforme de gari doado pela Comlurb.
Através da exposição, o visitante tem a oportunidade de conhecer melhor a trajetória do MHN: a formação do acervo, que hoje reúne cerca de 350 mil itens, e as iniciativas pioneiras, como a criação da primeira escola de museologia do pais e do primeiro serviço federal de proteção ao patrimônio nacional.
Com o apoio do DOCPRO, o público tem acesso ainda à Biblioteca Virtual do MHN, com todas as publicações editadas pelo Museu.
Ao longo da exposição, recursos multimídia apresentam fotografias da evolução do conjunto arquitetônico que abriga o MHN, dos circuitos de exposições de longa duração, dos funcionários que atuaram no Museu ao longo desses noventa anos e cartazes de exposições, entre outros temas.
Local: Museu Histórico Nacional
Endereço Praça Marechal Âncora, s/nº - Centro - Rio de Janeiro - RJ
Horário: Terça a sexta, 10h às 17h30; sábado, domingo e feriados, 14h às 18h.
Preço: R$ 8,00 (Aos domingos, a entrada é franca)
Classificação: Livre
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Postado por
Biblioteca Rio de Janeiro
às
10:22
Marcadores:
Antropologia,
Arte,
Brasil,
Cinema,
Cultura,
Dicas Culturais,
Exposição,
Filmes,
História,
Música,
Música brasileira,
Teatro
Links para esta postagem
terça-feira, 31 de julho de 2012
[Entrevista] João Ubaldo Ribeiro no Roda Viva
O Roda Viva do dia 23 de julho recebeu o escritor João Ubaldo Ribeiro. O tema central do programa foi a trajetória do escritor, um dos nomes mais representativos da literatura brasileira.
O autor de clássicos como Sargento Getúlio e Viva o Povo Brasileiro é membro da Academia Brasileira de Letras, entidade que ao longo dos anos vem sofrendo críticas por suas eleições. O escritor afirma que é um clube, mas que precisa ser visto com um pouco mais de compreensão, “de uma forma mais abrangente”.
Vencedor do Prêmio Camões de 2008, considerado o maior concurso para escritores de língua portuguesa, diz que escrever é algo muito pessoal e por isso evita opiniões de outras pessoas: “Eu não gosto de pedir auxílio, porque eu considero aquele sujeito um sócio”.
Durante a entrevista, Ubaldo falou sobre o hábito de leitura, algo fundamental na vida de um escritor. Nos últimos quatro anos ele elegeu William Shakespeare. Quando perguntado se gostava das obras de Paulo Coelho, a resposta foi: “li uma vez e não gostei. Mas isso também não quer dizer nada”. Minutos depois, o escritor Paulo Coelho agradeceu, via Twitter, a elegância do colega e declarou ainda: “disse que é apenas uma questão de gosto”.
No programa, João Ubaldo relembrou a parceria que tinha com o cineasta Glauber Rocha. Os dois começaram juntos em um jornal. “Nós inventávamos notícias. Nós éramos garotos com um jornal na mão. Ele reclamava que a Bahia era uma terra atrasada e que não tinha nenhum assassinato”. Seu companheiro escrevia para o caderno policial.
Quando Glauber morreu, para o escritor ficou um vazio na vida pessoal e também na de escritor. “Eu perdi uma parte da minha vida. Eu escrevia para ele. A referência era o Glauber. Se ele não gostasse, eu me desanimava um pouco. Se ele gostasse, a opinião dos outros não importava”.
Na bancada do Roda Viva estiveram Manuel da Costa Pinto, crítico de literatura e colunista da Folha de S. Paulo e do programa Metrópolis, Marcelo Rezende, crítico de arte e literatura da Revista Cult; Humberto Werneck, jornalista, escritor e cronista de O Estado de S. Paulo; Josélia Aguiar, editora do blog Livros Etc, da Folha de S. Paulo; e Oscar Pilagallo, jornalista e escritor. O Roda Viva também contou com a participação do cartunista Paulo Caruso.
Fonte: Roda Viva
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Cultura Brasileira e a herança de outros povos
Heranças de outros povos na Cultura Brasileira Hábitos que permanecem no dia a dia dos brasileiros. Muitos deles são heranças de um povo que forma o nosso país. Conheça o que herdamos da cultura indígena, portuguesa, africana, alemã, italiana e japonesa. Culinaria, eventos, hábitos, influencias, linguas, música, dialetos. Brasil - Um verdadeiro país de todos, onde diversos povos e culturas se encontram.
Fonte: YouTube
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Festa Junina e sua História
Hoje pouca gente sabe que essas festas cristãs vêm de muito tempo atrás da nossa época. Tudo fazia parte dos rituais agrários das primeiras civilizações européias, festas essas que faziam os Celtas (povo de raça indo-européia).
O dia 24 de junho que hoje é dedicado a São João Batista, era o dia do solstício de verão (época em que o sol passa por sua maior declinação boreal ou austral, e durante a qual cessa de afastar-se do equador). No hemisfério norte, fenômeno astronômico que significava o momento da viagem do sol quando, depois de ir subindo dia a dia cada vez mais alto no céu, ele para e faz o caminho de volta, pois a vida daquela comunidade era regida por fenômeno astronômico.
Eles acreditavam que nesses momentos abriam-se as portas em que se comunicavam o reino da terra com o reino do céu, e assim que as almas dos mortos podiam visitar seus lares para se aquecerem junto à fogueira, e que eles se reconfortariam com as homenagens de seus velhos amigos e parentes. Eles dançavam, cantavam, comia e bebia ao redor da fogueira para todas as almas amigas que acreditavam estarem ao seu redor.
Estas festas tinham uma importância tão grande e tão forte que foi ai então que a igreja cristã dos primeiros séculos resolveu a criar um significado cristão, surgindo assim que a fogueira do dia 24 de junho seria em homenagem ao aniversario de São João Batista, o santo que batizou Jesus. João Batista nasceu no dia 24 de junho, alguns anos antes do seu primo Jesus Cristo, e morreu no dia 29 de agosto do ano 31 depois de Cristo na Palestina. Ele ocupa papel importante nas festas, pois entre os santos de junho, foi ele que deu ao mês o seu nome, pois assim ficou como festas “Joaninas”.
Existe também uma lenda do surgimento da fogueira de São João, dizem que Santa Izabel quando ficou sabendo que estava grávida de João, foi contar a novidade para Nossa Senhora e contou-lhe que estava grávida, e que dentro algum tempo nasceria seu filho e que se chamaria João Batista.
Nossa Senhora ficou contente e lhe perguntou como poderia saber do seu nascimento. Então Santa Izabel falou que acenderia uma fogueira bem grande, pois assim poderia ver de longe e saberia então que João nasceu. E que também erguer um mastro com uma boneca sobre ele. E assim no dia 24 de junho Santa Izabel cumpriu o que prometeu, assim que Nossa Senhora viu ao longe uma fumaceira foi até la e constatou que João havia nascido.
Fonte: Cultura Nordestina
terça-feira, 24 de julho de 2012
[Entrevista] Boni fala de entretenimento, televisão e jornalismo no Roda Viva
Programa exibido em 19 de dezembro de 2011
Chegou a ser conhecido como o todo poderoso. Participou da criação das telenovelas e da famosa vinheta: ‘plim – plim’. Hoje está a frente da TV Vanguarda, retransmissora da Globo na região de São José dos Campos.
Sobre sua saída da Globo, Boni diz: “com o tempo eu fui pensando melhor e pensei que não precisava ter saído”. Ele afirma ainda que não guarda magoas da emissora e que está muito feliz na TV Vanguarda.
Ficou no conselho da TV Brasil, mas não conseguiu influenciar muita coisa. “Na primeira reunião eu percebi que estava em meio a pessoas sem nenhum conhecimento”.
Ele defende que a TV pública precisa ter cara de televisão. “Só existe uma televisão. Ou é televisão ou não é. Entendo que a TV pública deve competir com a TV comercial no sentido de que ela possa ser vista, senão, é inútil”.
Sobre a qualidade do que é veiculado na mídia: “eu vejo essa falta de qualidade de um modo geral, não apenas na televisão. A televisão é contaminada por isso ai”. Ele acredita na teoria em que a televisão transmite apenas aquilo que a sociedade de um modo geral consome. Falta liderança. “Sem liderança nada acontece”.
Boni não é adepto das redes sociais, mas acredita que o futuro da televisão está nas mãos do “pessoal todo da internet”. Mesmo assim faz críticas. “Se você entrar no facebook você vai levar um susto na baixa qualidade. Eu acho que isso se chama suicídio coletivo. Eu não uso”.
O diretor completa: “todo mundo saiu correndo com medo da internet, agora todos estão revendo isso. A TV disponibiliza o seu conteúdo de graça, não dá para fazer isso”. Boni acredita que há possibilidade de a internet ser lucrativa para a televisão.
Em meio a essa nova era e “tanta falta de qualidade”, o plano de Boni é fazer uma televisão nova.
Fonte: Roda Viva
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Cultura Digital e o Ministério da Cultura
A virada do século XX para o XXI representa uma nova era da história da humanidade: a revolução digital. As ferramentas da internet, como blogs e redes sociais, e as novas tecnologias de telefonia celular mudam não apenas os meios de comunicação, mas a própria cultura global, interligada e hipermoderna.
O conceito de cultura digital ainda está em construção e parte da ideia de que a revolução das tecnologias digitais é cultural e capaz de mudar comportamentos. A internet está democratizando o acesso à informação e aumentando a produção cultural, criando inclusive novas formas de arte.
A cultura digital foi acelerada pelo Ministério da Cultura a partir dos Pontos de Cultura, a partir de 2003. O desenvolvimento de softwares livres (programas de computador com código aberto, disponível para modificação de qualquer desenvolvedor) se tornou prioridade. Foram criados os Pontões de Cultura Digital – reconhecimento de grupos e espaços de cultura que trabalhavam na inclusão e na capacitação de comunidades para o mundo digital.
Em 2009, foi criada a rede culturadigital.br, formada por mais de 800 integrantes que trocam informações, cada um com seu perfil, blog e rede social, o que deu origem aos Fóruns da Cultura Digital Brasileira, com duas edições (em 2009 e 2010), evoluído para Festival CulturaDigital.Br a partir de 2011. Nesses encontros anuais, a rede troca experiências e impressões presenciais sobre políticas públicas para a cultura digital.
Outro debate importante ocorreu no Seminário Internacional de Políticas Públicas para Acervos Digitais, em 2010. As mesas, palestras e os Grupos de Trabalho discutiram durante dias especificamente a questão das bibliotecas digitais e a necessidade de acesso livre e universal a todo o conhecimento do mundo. Hoje em dia, a partir do acervo da Cinemateca Brasileira e da Biblioteca Brasiliana Guta e José Mindlin-USP (e de muitas outras em construção no Brasil), é possível acessar, por exemplo, toda a vasta obra do poeta Vinícius de Moraes.
De acordo com o coordenador de cultura digital do MinC, José Murilo Jr., “a revolução da abertura (openness), no que se refere ao acesso aos conteúdos digitalizados na rede, trouxe um novo fôlego para processos culturais valiosos e proporciona as ferramentas básicas para este novo estágio da civilização — a cultura p2p”.
Ele se refere às redes de troca entre usuários, conhecidas por peer-to-peer (ponto a ponto). Qualquer usuário na internet hoje pode trocar arquivos por essas redes, o que traz questões muito novas à contemporaneidade, como a pirataria.
Para além das políticas públicas, é possível citar diversas iniciativas da sociedade civil e de governos estaduais que privilegiam a cultura digital, como o Museu da Língua Portuguesa, o Museu do Futebol e o acervo permanente do Itaú Cultural (todos em São Paulo). Nesses casos, o visitante pode lidar com obras digitais e interagir com elas, tendo outra perspectiva sobre o conteúdo apresentado. O mesmo acontece em comunidades virtuais-reais, como a Casa da Cultura Digital, a Fábrica do Futuro e diversas outras iniciativas nacionais que já extrapolam a barreira dos Estados e colocam a cultura digital como mediadora de compartilhamento e de novas experiências de vida.
Fonte: Ministério da Cultura
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Dicas Culturais do Fim de Semana - 20 a 22 de julho
CINEMA
13 Assassinos [Thirteen Assassins, Japão/Reino Unido], de Takashi Miike (Vinny Filmes). Gênero: ação. Elenco: Kôji Yakusho, Takayuki Yamada, Yûsuke Iseva. Sinopse: Um grupo de assassinos se junta em uma missão suicida para matar um senhor do mal. Duração: 126 min. Classificação: 16 anos.
Chernobyl [Chernobyl Diaries, EUA, 2012], de Bradley Parker (Paris). Gênero: horror. Elenco: Jesse McCartney, Ingrid Bolso Berdal, Jonathan Sadowski. Sinopse: Seis turistas contratam um guia de turismo extremo para levá-los à cidade fantasma de Pripyat, que abrigava os trabalhadores de Chernobyl. Mas, durante o passeio, eles percebem que não estão sozinhos no local. Abertura nos EUA: US$ 7,9 milhões (em 25/05/2012). Dif. (segundo fim de semana): 60,7%. Acumulado nos EUA: US$ 17,6 milhões. Duração: 90 min.
Menos que nada [Brasil, 2012], de Carlos Gerbase (Prana Filmes). Gênero: drama. Elenco: Felipe Kannenberg, Branca Messina, Rosane Mulholland e Maria Manoella Sinopse: Um doente mental internado há dez anos num hospital psiquiátrico, onde foi esquecido pela família, pelos amigos e pela sociedade. Duração: 105 min. Classificação: 14 anos.
Valente [Brave, EUA, 2012], de Mark Andrews (Disney). Gênero: animação. Vozes: Emma Thompson, Kelly Macdonald, Billy Conelly, Kevin McKidd. Sinopse: Uma princesa escocesa desafia seus pais e põe em risco todo o seu reino. Com exibição em 3D. Abertura nos EUA: US$ 66,3 milhões (em 22/06/2012). Dif. (segundo fim de semana): -48,6%. Acumulado nos EUA: US$ 173,9 milhões. Duração: 90 min. Classificação: livre.
Rio de Janeiro
SHOW
Sururu na Roda
21 de julho de 2012
O grupo liderado pela cavaquinista Nilze Carvalho tem três CDs de samba e choro gravados e mostra também as músicas de “Se você me ouvisse”, uma homenagem a Nelson Cavaquinho.
Local: Centro Cultural Carioca
Endereço: Rua do Teatro, 37 - Praça Tiradentes – Centro - Rio de Janeiro - RJ
Horário: 23h
Preço: R$ 25.00
Classificação: 18 anos
TEATRO
A peça do casamento
De 20 de julho até 29 de julho de 2012
Com direção de Pedro Brício e atuação de Dudu Sandroni e Guida Vianna, nos papéis de Jack e Gillian, a peça em cartaz na Casa de Cultura Laura Alvim conta a história de um casal que está prestes a se separar. Jack chega mais cedo do trabalho para pedir o divórcio e, espantado com a reação de Gillian, que não se abala com a notícia, sai de cena, repetindo-a mais três vezes.
Local: Teatro Carlos Gomes
Endereço: Praça Tiradentes, 19 - Centro - Rio de Janeiro - RJ
Horário: qui, sex e sáb às 19:30 | dom às 18:00
Duração: 80 min.
Preço: R$ 20
Classificação: 12 anos
EXPOSIÇÃO
Dalí: A Divina Comédia
até 2 de setembro de 2012
A exposição “Dalí: A Divina Comédia” reúne cem gravuras do mestre do surrealismo, Salvador Dalí (1904-1989), inspiradas em uma das maiores obras da literatura mundial, a “Divina Comédia” do poeta Dante Alighieri.
Tal como a obra épica do poeta renascentista, a mostra também será dividida em três partes – Inferno, Purgatório e Paraíso. Na década de 50 para as comemorações dos sete séculos da “Divina Comédia”, o governo italiano encomendou a Dalí uma série de 100 aquarelas, que traduzissem com imagens uma das maiores obras literárias da história da humanidade.
Mesmo com o rompimento do acordo no meio do processo – os italianos pressionaram, insatisfeitos, por a obra estar nas mãos de um artista espanhol -, Dalí seguiu com os trabalhos e terminou todas as aquarelas por conta própria, ao longo de aproximadamente dez anos.
Dali propôs o método paranóico-crítico como uma forma de apreciar a realidade longe do racional, encontrando ligações entre objetos aparentemente desconexos. Ele o descreveu como um "método espontâneo de conhecimento irracional baseado na objetividade crítica e sistemática das associações e interpretações dos fenômenos delirantes". Várias ilustrações de "A Divina Comédia" surgem desse jeito de ver o cosmos de Dante e reescrever os cantos da vida e da morte.
Local: Centro Cultural Caixa Cultural
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 - Centro – Rio de Janeiro - RJ
Horário: de terça a sábado, das 10h às 22h; domingo, das 10h às 21
Preço: Entrada Franca
Classificação: Livre
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Cultura Híbrida
O termo “Culturas Híbridas” pode ser definido como um rompimento entre as barreiras que separa o que é tradicional e o que é moderno, entre o culto, o popular e o massivo. Em outras palavras, culturas híbridas consiste na miscigenação entre diferentes culturas, ou seja, uma heterogeneidade cultural presente no cotidiano do mundo moderno.
Essa miscigenação une traços distintos de diferentes visões de mundo, formando assim uma nova cultura, que resultará na elaboração de signos de identidades. Esse processo dá origem a uma identidade própria de um povo, uma cultura local.
A modernidade é constituída de culturas híbridas, tal como a globalização. O desenvolvimento dos meios de comunicação de massa facilitou consideravelmente essa hibridação. Por esse motivo pode-se afirmar que há influência entre ambos, a modernidade é marcada pela heterogeneidade, assim como as culturas hibridas dependeram do desenvolvimento tecnológico, e dos conhecimentos científicos desenvolvidos pelo homem moderno.
Em cada traço da sociedade atual é percebido facilmente esse diálogo, um museu de arte erudita que contém cortinas artesanais, por exemplo, promovendo um encontro entre o culto e o popular. Ou quando um astro do rock adiciona elementos de melodias africanas em suas músicas. Até mesmo quando se depara com uma casa estilo colonial em sua fachada e que possui computadores e televisores em seu interior.
Por fim, a hibridação cultural está sempre presente no dia a dia de cada cidadão, e formando sempre novas e variadas identidades. Sendo um marco da sociedade globalizada, dotada de misturas, de variadas cores e estilos, formando a essência do homem moderno e pós moderno, marcando o fim das culturas tradicionais.
Fonte: Sinapse
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Literatura de Cordel
A literatura de cordel é uma espécie de poesia popular que é impressa e divulgada em folhetos ilustrados com o processo de xilogravura. Também são utilizadas desenhos e clichês zincografados. Ganhou este nome, pois, em Portugal, eram expostos ao povo amarrados em cordões, estendidos em pequenas lojas de mercados populares ou até mesmo nas ruas.
A literatura de cordel chegou ao Brasil no século XVIII, através dos portugueses. Aos poucos, foi se tornando cada vez mais popular. Nos dias de hoje, podemos encontrar este tipo de literatura, principalmente na região Nordeste do Brasil. Ainda são vendidos em lonas ou malas estendidas em feiras populares.
De custo baixo, geralmente estes pequenos livros são vendidos pelos próprios autores. Fazem grande sucesso em estados como Pernambuco, Ceará, Alagoas, Paraíba e Bahia. Este sucesso ocorre em função do preço baixo, do tom humorístico de muitos deles e também por retratarem fatos da vida cotidiana da cidade ou da região. Os principais assuntos retratados nos livretos são: festas, política, secas, disputas, brigas, milagres, vida dos cangaceiros, atos de heroísmo, milagres, morte de personalidades etc.
Em algumas situações, estes poemas são acompanhados de violas e recitados em praças com a presença do público.
Um dos poetas da literatura de cordel que fez mais sucesso até hoje foi Leandro Gomes de Barros (1865-1918). Acredita-se que ele tenha escrito mais de mil folhetos. Mais recentes, podemos citar os poetas José Alves Sobrinho, Homero do Rego Barros, Patativa do Assaré (Antônio Gonçalves da Silva), Téo Azevedo. Zé Melancia, Zé Vicente, José Pacheco da Rosa, Gonçalo Ferreira da Silva, Chico Traíra, João de Cristo Rei e Ignácio da Catingueira.
Vários escritores nordestinos foram influenciados pela literatura de cordel. Dentre eles podemos citar: João Cabral de Melo, Ariano Suassuna, José Lins do Rego e Guimarães Rosa.
Fonte: Sua Pesquisa
Saiba mais: Wikipédia
terça-feira, 17 de julho de 2012
[Entrevista] Walter Carvalho para o Roda Viva
Walter Carvalho é o diretor do documentário Raul, o Início, o Fim e o Meio, que traz uma série de imagens inéditas da infância e do cotidiano do roqueiro Raul Seixas. No centro do Roda Viva, ele fala sobre cinema brasileiro, a concepção do filme e a recriação da imagem de Raul a partir dos relatos de parentes e amigos do músico.
Fonte: Roda Viva
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Cultura e Cidadania
Por Augusto César Proença
Existe um conceito de que num país subdesenvolvido, pobre e carente como o Brasil, fazer cultura ou “mexer” com cultura é um luxo, coisa quase impossível, para não dizer secundária. Dizem que cultura não enche barriga de ninguém, não dá moradia, saúde, segurança ... Só aperfeiçoa o espírito, mas não dá lucro nem voto, não resolve os básicos e eternos problemas do povo brasileiro, problemas que há anos se arrastam sem solução e já se transformaram num excelente blá-blá-blá de palanque para encabrestar votos em época de eleição.
Encoberto por esse conceito, tão falso quanto vários outros fabricados pela elite dominante, o tempo vai passando e nada, ou quase nada é feito para reverter esse quadro de inércia e incompreensão cultural a que estamos submetidos, prejudicial a um país que necessita de Educação e de Cultura para se estabelecer com competência dentro do contexto da nova ordem econômica.
Nos tempos atuais, quando se fala muito em “cidadania”, deveríamos dar mais atenção à Cultura como forma de libertação, de desenvolvimento e de progresso social. Povo sem cultura será sempre um povo amordaçado. Sem voz. Sem vez. Que não se conhece como cidadão para poder reivindicar seus direitos civis e políticos. Será sempre um povo sem identidade própria. Fadado a viver como uma Maria-vai-com-as-outras, pau-pra-toda-obra, mão-de-obra barata, encurralado feito gado, dependente da venda de votos para poder ganhar minguadas cestas básicas.
Cultura não se reduz, como muitos pensam, apenas em entretenimento ou passatempo. Ela é, também, um veículo de transformação e renovação de um grupo social. É preciso encará-la como educação. Educação através da música, da poesia, da literatura, das artes plásticas, do teatro, do cinema, do vídeo ... Cultura é educar o povo. É fomentar políticas que promovam o debate, a pesquisa, a inclusão social e a conscientização do dever de preservar o ambiente urbano. É trabalho do dia-a-dia e não apenas do Dia da Cultura. É ensinar o povo a se expressar com clareza para melhor ser ouvido. A ter bons hábitos e costumes, noção de valores que formam a sua identidade, noção de regras de conduta, de higiene, de saúde, de sistemas de crenças. Ensiná-lo a não jogar lixo no chão, a plantar uma árvore e uma flor. A respeitar o Patrimônio Público, a casa onde mora, a rua que pisa, o gramado do jardim, o banco da praça onde se senta ou dorme, por infelicidade do destino.
E, ainda, esclarecer que cada cidadão tem o direito de exigir das autoridades o cumprimento das promessas feitas nos palanques e uma melhor qualidade de vida.Cultura é reciprocidade de interesses e de ideais. É a luz que ilumina o caminho e abre as portas da compreensão mútua e da percepção. Cultura é tudo. Representa um todo integrado, em que cada pessoa se articula com as demais. É exclusividade do ser humano, porque ele é quem faz Cultura para legar às gerações futuras. É memória. É história. É filosofia. É arma contra a violência , contra as drogas e contra a criminalidade.
Cultura é civilização, progresso e desenvolvimento de um grupo que deseja dias melhores. Que deseja viver com dignidade. É através da Cultura que seremos alguém. Que descobriremos o nosso verdadeiro papel dentro da comunidade e conseguiremos sair do poço do subdesenvolvimento agônico e vergonhoso, para alcançarmos a tão esperada e falada “cidadania”, que nada mais é do que a qualidade de cidadão cônscio dos seus direitos e deveres para com a sociedade em que vive.
Fonte: Ecoa
quinta-feira, 12 de julho de 2012
[Sociedade] O medo da mudança
Os valores sociais de nossa sociedade, se manifestam em guerras inacabáveis, corrupção, leis agressivas, superstições irrelevantes, destruição do meio ambiente e uma classe dominante opressora e socialmente indiferente.
O que nos parece tão comum hoje, como comunicação e transporte teria sido algo inimaginável no passado. Do mesmo modo, o futuro terá tecnologias, realizações e estruturas sociais que sequer imaginamos no presente.
Fomos da alquimia para a química, do Universo geocêntrico para o heliocêntrico, esse desenvolvimento não parece ter fim, e saber disso é o que nos alinha e nos leva no caminho contínuo do crescimento e do progresso. Não existe conhecimento empírico estático. O que existe é a percepção do caráter emergente de todos os sistemas que devemos reconhecer. Isso quer dizer que devemos estar abertos a novas informações o tempo todo. Mesmo que isso ameace nosso sistema atual de crenças, e portanto, nossas identidades.
Infelizmente, a sociedade de hoje falhou em reconhecer isso, e as instituições estabelecidas continuam paralisando o crescimento, preservando estruturas sociais desatualizadas. Ao mesmo tempo a população sofre com o medo da mudança, pois seu condicionamento envolve uma identidade estática, e mudar as crenças de alguém geralmente acaba em insulto e tensão, pois estar errado é incondicionalmente associado ao fracasso.
Quando na verdade, constatar que se está errado é algo a se celebrar, afinal, isso leva alguém a um novo nível de entendimento, de maior consciência.
Fonte: YouTube
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Cultura Popular: Círio de Nazaré
Em outubro, o Estado do Pará se mobiliza para a realização dos festejos de Nossa Senhora de Nazaré, que têm seu auge no segundo domingo do mês, quando a principal procissão do Círio arrasta pelas ruas de Belém milhões de paraenses e visitantes de outras regiões do país e do mundo.
Há mais de 200 anos, a festa que homenageia Nossa Senhora de Nazaré se realiza na capital paraense, incorporando, a cada edição, mais fiéis e participantes em geral.
Tradição que se atualiza em um conjunto de rituais e expressões tão diversas quanto as formas de devoção à santa: as duas principais procissões – círio e trasladação –, mas também aquelas realizadas em barcos e motos, na capital e em cidades e ilhas próximas; os pagadores de promessas que puxam a corda atrelada à berlinda da santa; os brinquedos de miriti; o almoço do círio; o arraial; a festa das Filhas da Chiquita; o arrastão do pavulagem.
O miriti (Mauritia flexuosa L.), também conhecido como buriti-do-brejo, é uma palmeira nativa de áreas alagadiças, pertencente à mesma família do buriti (Mauritia vinifera M.). Ambas são facilmente encontradas no Norte brasileiro, onde recebem os mais variados usos, destacando-se por sua importância como matéria-prima de diversos produtos culinários – mingaus, doces e vinhos – e artesanais – cestos, redes, abanos e paneiros, entre outros.
A primeira etapa da confecção dos brinquedos consiste no corte de pedaços da polpa do miriti. Por ser matéria macia e porosa, muitas vezes referida como isopor natural, pouca resistência oferece às facas afiadas dos artesãos, que nela podem talhar as mais diversas formas. Feito “de olho”, geralmente sem auxílio de moldes e riscos, o corte exige bastante atenção e bom domínio da faca.
Fonte: Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
terça-feira, 10 de julho de 2012
[Entrevista] “A cultura indígena é bem diversificada”
Por Míriam Trento
O antropólogo e professor Doutor da UFMT, Paulo Isaac, contou durante a entrevista sobre a escolha pela profissão e de como chegou em Rondonópolis. Paulo desde que veio para cidade passou a estudar os índios que vivem na região e devido a isso criou um grande vínculo com os indígenas.
Paulo foi tão bem aceito pelos índios que hoje faz parte do grupo e foi batizado com dois nomes indígenas. Durante todos esses anos de convívio, Paulo, também juntou um grande número de artefatos das mais diversas culturas indígena de Mato Grosso. Parte de seus arquivos e objetos ficam expostos na biblioteca da UFMT Campus de Rondonópolis.
Fonte: Agora MT
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Diversidade Cultural
A diversidade cultural refere-se aos diferentes costumes de uma sociedade, entre os quais podemos citar: vestimenta, culinária, manifestações religiosas, tradições, entre outros aspectos. O Brasil, por conter um extenso território, apresenta diferenças climáticas, econômicas, sociais e culturais entre as suas regiões.
Os principais disseminadores da cultura brasileira são os colonizadores europeus, a população indígena e os escravos africanos. Posteriormente, os imigrantes italianos, japoneses, alemães, poloneses, árabes, entre outros, contribuíram para a pluralidade cultural do Brasil.
Nesse contexto, alguns aspectos culturais das regiões brasileiras serão abordados.
Região Nordeste
![]() |
| Lavagem do Bonfim (BA) |
Entre as manifestações culturais da região estão danças e festas como o bumba meu boi, maracatu, caboclinhos, carnaval, ciranda, coco, terno de zabumba, marujada, reisado, frevo, cavalhada e capoeira. Algumas manifestações religiosas são a festa de Iemanjá e a lavagem das escadarias do Bonfim. A literatura de Cordel é outro elemento forte da cultura nordestina. O artesanato é representado pelos trabalhos de rendas. Os pratos típicos são: carne de sol, peixes, frutos do mar, buchada de bode, sarapatel, acarajé, vatapá, cururu, feijão-verde, canjica, arroz-doce, bolo de fubá cozido, bolo de massa de mandioca, broa de milho verde, pamonha, cocada, tapioca, pé de moleque, entre tantos outros.
Região Norte
![]() |
| Festival de Parintins (AM) |
A quantidade de eventos culturais do Norte é imensa. As duas maiores festas populares do Norte são o Círio de Nazaré, em Belém (PA); e o Festival de Parintins, a mais conhecida festa do boi-bumbá do país, que ocorre em junho, no Amazonas. Outros elementos culturais da região Norte são: o carimbó, o congo ou congada, a folia de reis e a festa do divino.
A influência indígena é fortíssima na culinária do Norte, baseada na mandioca e em peixes. Outros alimentos típicos do povo nortista são: carne de sol, tucupi (caldo da mandioca cozida), tacacá (espécie de sopa quente feita com tucupi), jambu (um tipo de erva), camarão seco e pimenta-de-cheiro.
Região Centro-Oeste
![]() |
| Procissão do Fogaréu (GO) |
A cultura do Centro-Oeste brasileiro é bem diversificada, recebendo contribuições principalmente dos indígenas, paulistas, mineiros, gaúchos, bolivianos e paraguaios. São manifestações culturais típicas da região: a cavalhada e o fogaréu, no estado de Goiás; e o cururu, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A culinária regional é composta por arroz com pequi, sopa paraguaia, arroz carreteiro, arroz boliviano, maria-isabel, empadão goiano, pamonha, angu, cural, os peixes do Pantanal - como o pintado, pacu, dourado, entre outros.
Região Sudeste
![]() |
| Feijoada (MG) |
Os principais elementos da cultura regional são: festa do divino, festejos da páscoa e dos santos padroeiros, congada, cavalhadas, bumba meu boi, carnaval, peão de boiadeiro, dança de velhos, batuque, samba de lenço, festa de Iemanjá, folia de reis, caiapó. A culinária do Sudeste é bem diversificada e apresenta forte influência do índio, do escravo e dos diversos imigrantes europeus e asiáticos. Entre os pratos típicos se destacam a moqueca capixaba, pão de queijo, feijão-tropeiro, carne de porco, feijoada, aipim frito, bolinho de bacalhau, picadinho, virado à paulista, cuscuz paulista, farofa, pizza, etc.
Região Sul
![]() |
| Oktoberfest (SC) |
O Sul apresenta aspectos culturais dos imigrantes portugueses, espanhóis e, principalmente, alemães e italianos. As festas típicas são: a Festa da Uva (italiana) e a Oktoberfest (alemã). Também integram a cultura sulista: o fandango de influência portuguesa, a tirana e o anuo de origem espanhola, a festa de Nossa Senhora dos Navegantes, a congada, o boi-de-mamão, a dança de fitas, boi na vara. Na culinária estão presentes: churrasco, chimarrão, camarão, pirão de peixe, marreco assado, barreado (cozido de carne em uma panela de barro), vinho.
Fonte: Mundo Educação
Saiba mais em Recanto das Letras
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Dicas Culturais do Fim de Semana - 6 a 8 de julho
CINEMA
Beaufort [Israel, 2007], de Joseph Cedar (Pandora). Gênero: drama. Elenco: Alon Aboutboul, Adi Adouan, Yaakov Ahimeir, Guy Apriat. Sinopse: Sobre uma montanha no sul do Líbano, o Castelo de Beaufort passou de um exército a outro por séculos. Em 2000, após 18 anos de ocupação, as tropas de Israel deixarão o local, e um jovem soldado é eleito o último comandante da base. Duração: 131 min. Classificação: 12 anos.
O espetacular Homem-Aranha [The Amazing Spider-Man, EUA, 2012], de Marc Webb (Sony). Gênero: aventura. Elenco: Andrew Garfield, Emma Stone, Sally Field, Martin Sheen. Sinopse: Nova aventura do popular super-herói. Com exibição em 3D. Duração: 104 min. Classificação: 10 anos.
Headhunters [Noruega/Alemanha, 2011], de Morten Tyldum (Vinny Filmes). Gênero: ação. Elenco: Aksel Hennie, Nikolaj Coster-Waldau, Julie R. Ølgaard, Joachim Rafaelsen. Sinopse: Um excelente caçador de talentos arrisca tudo para conseguir uma valiosa pintura que pertence a um ex-mercenário. Abertura nos EUA: US$ 43 mil (em 27/04/2012). Dif. (segundo fim de semana): +86.4%. Acumulado nos EUA: US$ 937 mil. Duração: 100 min. Classificação: 16 anos.
A guerra dos botões [La guerre des boutons, França, 2011], de Yann Samuell (Imovision). Gênero: drama. Elenco: Eric Elmosnino, Mathilde Seigner, Alain Chabat. Sinopse: Nos anos de 1960, crianças de aldeias rivais travam emocionantes batalhas nos campos do sul da França. Duração: 109 min. Classificação: 12 anos.
Histórias que só existem quando lembradas [Brasil, 2011], de Júlia Murat (Vitrine). Gênero: drama. Elenco: Lisa Fávero, Sonia Guedes, Ricardo Merkin. Sinopse: Jotuomba é um pequeno vilarejo em que ninguém morre há muito tempo e o cemitério está trancado com cadeado. Cada habitante cumpre sua função e assim seguem os dias. É assim até a chegada de Rita, uma jovem da cidade. Duração: 98 min. Classificação: 10 anos.
Rio de Janeiro
SHOW
Toquinho
6 e 7 de julho de 2012
O músico comemora seu aniversário num show em formato voz e violão, no qual é acompanhado por Anna Setton. No repertório, estão músicas de seu novo CD, “Quem viver, verá”, como a faixa-título, “Romeu e Julieta” e “Carinhoso” (Pixinguinha), além das antigas “Tarde em Itapoã”, “Caderno” e “Aquarela”.
Local: Miranda
Endereço: Avenida Borges de Medeiros 1424, Lagoa, Rio de Janeiro - RJ
Horário: 21h30
Preço: R$ 60,00 (pista); R$ 80.00 (bar Notável); R$ 100.00 (setor Notável); R$ 120.00 (setor Um Tom Acima)
TEATRO
Ao vento
De 6 jul 2012 até 19 ago 2012
O espetáculo, que evoca transgressão, liberdade, invenção de novos mundos — tudo a ver com o circo e com a história da trupe —, deveria ter estreado em 2011, quando a companhia de fato fez 25 anos. A grana não deu. Agora, com força renovada, eles apresentam a coreografia de 75 minutos até 19 de agosto. Nela, alternam força e delicadeza, simulando movimentos do ar e da água, intimamente ligados entre si. E ao Rio.
Local: Fundição Progresso
Endereço: Rua dos Arcos, 24 - Lapa - Rio de Janeiro - RJ
Horário: Sexta a Domingo às 20h
Preço: R$40 (inteira) R$20 (meia)
EXPOSIÇÃO
Chance
até 8 de julho de 2012
Primeira exposição no país do francês Christian Boltanski reúne as obras “A roda da fortuna”, que foi apresentada na 54 Bienal de Veneza, “Últimas notícias dos humanos”, “Ser de novo” e “Entre tempo”. A primeira é uma instalação monumental com armações metálicas, roldanas que movem fotografias, sons e projeção, usadas com a intenção de provocar sensações e impacto no observador. Os trabalhos também envolvem painéis que informam o número de mortes e nascimentos do dia e uma projeção do rosto do artista da infância aos 60 anos.
Local: Casa França-Brasil
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 78 - Centro - Rio de Janeiro - RJ
Horário: Terça a Domingo, das 10h às 20h
Preço: Gratuito
Classificação: Livre
Beaufort [Israel, 2007], de Joseph Cedar (Pandora). Gênero: drama. Elenco: Alon Aboutboul, Adi Adouan, Yaakov Ahimeir, Guy Apriat. Sinopse: Sobre uma montanha no sul do Líbano, o Castelo de Beaufort passou de um exército a outro por séculos. Em 2000, após 18 anos de ocupação, as tropas de Israel deixarão o local, e um jovem soldado é eleito o último comandante da base. Duração: 131 min. Classificação: 12 anos.
O espetacular Homem-Aranha [The Amazing Spider-Man, EUA, 2012], de Marc Webb (Sony). Gênero: aventura. Elenco: Andrew Garfield, Emma Stone, Sally Field, Martin Sheen. Sinopse: Nova aventura do popular super-herói. Com exibição em 3D. Duração: 104 min. Classificação: 10 anos.
Headhunters [Noruega/Alemanha, 2011], de Morten Tyldum (Vinny Filmes). Gênero: ação. Elenco: Aksel Hennie, Nikolaj Coster-Waldau, Julie R. Ølgaard, Joachim Rafaelsen. Sinopse: Um excelente caçador de talentos arrisca tudo para conseguir uma valiosa pintura que pertence a um ex-mercenário. Abertura nos EUA: US$ 43 mil (em 27/04/2012). Dif. (segundo fim de semana): +86.4%. Acumulado nos EUA: US$ 937 mil. Duração: 100 min. Classificação: 16 anos.
A guerra dos botões [La guerre des boutons, França, 2011], de Yann Samuell (Imovision). Gênero: drama. Elenco: Eric Elmosnino, Mathilde Seigner, Alain Chabat. Sinopse: Nos anos de 1960, crianças de aldeias rivais travam emocionantes batalhas nos campos do sul da França. Duração: 109 min. Classificação: 12 anos.
Histórias que só existem quando lembradas [Brasil, 2011], de Júlia Murat (Vitrine). Gênero: drama. Elenco: Lisa Fávero, Sonia Guedes, Ricardo Merkin. Sinopse: Jotuomba é um pequeno vilarejo em que ninguém morre há muito tempo e o cemitério está trancado com cadeado. Cada habitante cumpre sua função e assim seguem os dias. É assim até a chegada de Rita, uma jovem da cidade. Duração: 98 min. Classificação: 10 anos.
Rio de Janeiro
SHOW
Toquinho
6 e 7 de julho de 2012
O músico comemora seu aniversário num show em formato voz e violão, no qual é acompanhado por Anna Setton. No repertório, estão músicas de seu novo CD, “Quem viver, verá”, como a faixa-título, “Romeu e Julieta” e “Carinhoso” (Pixinguinha), além das antigas “Tarde em Itapoã”, “Caderno” e “Aquarela”.
Local: Miranda
Endereço: Avenida Borges de Medeiros 1424, Lagoa, Rio de Janeiro - RJ
Horário: 21h30
Preço: R$ 60,00 (pista); R$ 80.00 (bar Notável); R$ 100.00 (setor Notável); R$ 120.00 (setor Um Tom Acima)
TEATRO
Ao vento
De 6 jul 2012 até 19 ago 2012
O espetáculo, que evoca transgressão, liberdade, invenção de novos mundos — tudo a ver com o circo e com a história da trupe —, deveria ter estreado em 2011, quando a companhia de fato fez 25 anos. A grana não deu. Agora, com força renovada, eles apresentam a coreografia de 75 minutos até 19 de agosto. Nela, alternam força e delicadeza, simulando movimentos do ar e da água, intimamente ligados entre si. E ao Rio.
Local: Fundição Progresso
Endereço: Rua dos Arcos, 24 - Lapa - Rio de Janeiro - RJ
Horário: Sexta a Domingo às 20h
Preço: R$40 (inteira) R$20 (meia)
EXPOSIÇÃO
Chance
até 8 de julho de 2012
Primeira exposição no país do francês Christian Boltanski reúne as obras “A roda da fortuna”, que foi apresentada na 54 Bienal de Veneza, “Últimas notícias dos humanos”, “Ser de novo” e “Entre tempo”. A primeira é uma instalação monumental com armações metálicas, roldanas que movem fotografias, sons e projeção, usadas com a intenção de provocar sensações e impacto no observador. Os trabalhos também envolvem painéis que informam o número de mortes e nascimentos do dia e uma projeção do rosto do artista da infância aos 60 anos.
Local: Casa França-Brasil
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 78 - Centro - Rio de Janeiro - RJ
Horário: Terça a Domingo, das 10h às 20h
Preço: Gratuito
Classificação: Livre
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Afinal, o que é cultura?
O vídeo conta um pouco sobre a história da cultura. Vale a pena dar uma conferida!
Assinar:
Postagens (Atom)




















